PH ALCALINO E A BOA SAÚDE

tabela alcalina

A verdade é que os alimentos e bebidas que você consome fazem com que seu sangue se torne mais alcalino ou mais ácido.

 

O pH do sangue é estreitamente regulado por um complexo sistema de amortecedores (buffers) que estão continuamente trabalhando para manter um PH na  faixa de 7,35 à 7,45, o que é ligeiramente mais alcalino do que a água pura (em torno de 7,0).

 

Se o pH do sangue cai abaixo de 7,35, o resultado é uma condição chamada ‘acidose’, um estado que leva à depressão do sistema nervoso central. Acidose grave – em que o pH do sangue cai abaixo de 7,00 – pode levar ao coma e até morte.

 

Se o pH do sangue sobe acima de 7,45, o resultado é ‘alcalose’. Alcalose severa também pode levar à morte, mas através de um mecanismo diferente; alcalose faz com que todos os nervos em seu corpo se tornem hipersensíveis e super-excitáveis, muitas vezes resultando em espasmos musculares, nervosismo e convulsões; são geralmente as convulsões que causam a morte em casos graves.

 

Se você está respirando e mantendo suas atividades diárias, seu corpo está fazendo um trabalho adequado para manter o seu pH do sangue em algum lugar entre 7,35-7,45, e os alimentos que você está comendo não estão causando eventuais desvios brutos em seu pH. Então, o que ocorre quando a pessoa fica muito ácida? Pode causar osteoporose, pedras nos rins, e uma série de outros problemas de saúde indesejáveis.

As respostas a essas perguntas sobre a saúde humana podem ser compreendidas quando analisamos os princípios básicos da fisiologia humana. Então, vamos dar uma olhada nos princípios fundamentais do pH e como seu corpo regula o equilíbrio ácido-alcalino de seus fluidos momento à momento.

O pH é uma medida para saber se um líquido está ácido ou alcalino. No que diz respeito à sua saúde, os líquidos envolvidos são os seus fluidos corporais, que podem ser classificados em dois grupos principais:

 

  1. Fluido intracelular, que é o fluido encontrado em todas as suas células. O fluido intracelular é muitas vezes chamado de citosol, e geralmente é cerca de dois terços da quantidade total de fluidos em seu corpo.
  2. Líquido extracelular, que é o fluido encontrado fora de suas células. Os fluidos extracelulares são ainda classificadas em dois grupos:

 

  • O plasma:  – que é o fluido que compõe o seu sangue.
  • O fluido intersticial:  – que ocupa todos os espaços que rodeiam seus tecidos. O fluido intersticial inclui os fluidos encontrados nos seus olhos, no sistema linfático, juntas, sistema nervoso, e entre as membranas protetoras que rodeiam o seu sistema cardiovascular, respiratório e cavidades abdominais.

 

Seu sangue (plasma) precisa manter um pH de 7,35 a 7,45 para as células funcionarem corretamente. A razão mais importante sobre porque o seu corpo precisa manter este PH é que todas as proteínas que funcionam em seu corpo necessitam manter uma forma geométrica específica para funcionar adequadamente, e as formas tridimensionais das proteínas no seu corpo são afetadas pelas alterações ínfimas do pH nos seus fluidos corporais. A escala de pH varia de 0 à 14. Um líquido que tem um pH de 7 é considerado como sendo neutro (água pura é geralmente considerada como pH neutro). Fluidos que possuem um pH abaixo de 7 – como por exemplo sumo de limão e café – são considerados como sendo acídicos. E fluidos que têm um pH superior a 7 – como o sangue humano e o leite de magnésia – são considerados alcalinos.

É importante notar que na escala de pH, cada número representa uma diferença de dez vezes em grandeza à partir de números adjacentes; em outras palavras, um líquido que tem um pH de 6 é dez vezes mais ácido do que um líquido que tem um pH de 7 (água pura), e um líquido com um pH de 5 é cem vezes mais ácido do que a água pura (de 7). A maioria dos refrigerantes tem um pH de cerca de 3, tornando-os cerca de dez mil vezes mais ácidos do que a água pura (PH 7). Por favor, lembre-se disso da próxima vez que você pensar em beber uma lata de refrigerante.Quando ingerir alimentos e líquidos, os produtos finais de digestão e assimilação de nutrientes muitas vezes resultam em uma substância de efeito ácidificante ou de efeito alcalinizante – os produtos finais são, por vezes, chamados de cinza ácida ou cinza alcalina.

Além disso, como as células produzem energia em uma base contínua, uma série de diferentes ácidos são formados e liberados em seus fluidos corporais. Estes ácidos – gerados por suas atividades metabólicas diárias – são inevitáveis. Contanto que seu corpo tenha bons nutrientes para assim gerar energia e sobreviver, ele irá produzir um fornecimento contínuo de muitos tipos de ácidos. Portanto, há duas forças principais no trabalho diário que podem interromper o pH dos seus fluidos corporais –

estas forças são:

1) A ácidez ou efeitos de alcalinidade dos alimentos e líquidos que você ingere, e

2) A ácidez ou efeitos de alcalinidade geradas através de suas atividades metabólicas normais.

Felizmente, o seu corpo tem três principais mecanismos de trabalho em todos os momentos para evitar que essas forças de deslocamento do pH do sangue fiquem fora do intervalo ideal de 7,35-7,45.

Estes mecanismos são:

1. Os sistemas tampão.    

O sistema tampão ácido carbônico-bicarbonato

O sistema tampão Proteína

O sistema tampão Fosfato

2. Exalação de dióxido de carbono

3. Eliminação de íons hidrogênio através dos Rins.

Os mecanismos citados acima são de caráter especificamente bioquímicos e não vamos nos prolongar com detalhes mais técnicos. Mas, para este artigo, queremos salientar que estes sistemas existem para evitar que certos fatores ‘empurrem’ o pH do sangue para fora do intervalo ideal entre 7,35 à 7,45. Quando as pessoas o incentivam a “alcalinizar seu sangue”, a principal mensagem deles sugere que você coma em abundância os alimentos que têm um efeito alcalinizante em seu sistema. A razão para fazer essa sugestão é que a grande maioria dos alimentos altamente processados – como produtos de farinha branca, açúcar branco e leite Pasteurizado – têm um efeito de formação de ácido em seu corpo, e se você passar anos comendo uma dieta pobre e principalmente formadora de ácido, você vai sobrecarregar alguns dos sistemas tampão acima mencionadas até um ponto onde você poderá forçar o organismo à criar mudanças indesejáveis na sua saúde. Tomemos por exemplo, o sistema tampão fosfato  que utiliza diferentes íons fosfato em seu corpo para neutralizar os ácidos e bases fortes. Cerca de 85% dos ions de fosfato, que são usados no sistema de tampão de fosfato vêm à partir de sais de fosfato de cálcio, que são componentes estruturais de seus ossos e dentes. Se os seus fluidos corporais são regularmente expostos a grandes quantidades de alimentos e líquidos formadoras de ácido, seu corpo vai recorrer às suas reservas de fosfato de cálcio armazenadas em seus dentes e ossos para realizar seu sistema tampão fosfato e desta forma neutralizar os efeitos da formação destes ácidos. Com o tempo, isso pode levar à fraqueza estrutural em seus ossos e dentes. Se suas reservas de fosfato de cálcio estiverem em uma taxa elevada, isto pode aumentar a quantidade de cálcio que será eliminado através de seu sistema urinário, razão pela qual uma dieta predominantemente de formação de ácido pode aumentar o risco de desenvolver pedras nos rins. Este é apenas um exemplo de como os seus sistemas de amortecimento podem ser sobrecarregados até um ponto onde você sofrerá consequências negativas para a saúde. Uma vez que seus sistemas de amortecimento trabalham o tempo todo para neutralizar os ácidos que se formam a partir de atividades metabólicas diárias, é de seu grande interesse seguir uma dieta que não crie trabalho desnecessário para os seus sistemas de tamponamento.

Alimentos comuns formadores de ácido e formadores de alcalinidade:

De um modo geral, a maioria dos legumes e frutas têm um efeito alcalinizante em seus fluidos corporais. A maioria dos grãos, alimentos de origem animal e alimentos altamente processados têm um efeito de formação de ácido em seus fluidos corporais. Sua saúde estará sempre melhor servida por uma boa dieta de alimentos formadores de alcalinidade e ricos em nutrientes. Idealmente, você deveria comer mais alimentos alcalinizantes do que alimentos formadores de ácidos para ajudar no equilíbrio de seu fluído de sangue que possue um PH alcalino.  As listas a seguir indicam os alimentos comuns que têm um efeito alcalinizante, e quais os que resultam na formação de cinza ácida quando eles são digeridos e assimilados em seu sistema.

Os alimentos que têm um Efeito-Formador Alcalinizante são: melancia, limão, melões, salsão, limas, manga, mamão, salsinha, algas marinhas, uvas sem sementes, agrião, aspargos, kiwi, peras, abacaxi, uva passa, sucos vegetais, maçãs, damascos, brotos de alfafa, abacates, bananas, alho, gengibre, pêssegos, nectarinas, laranjas, a maioria das verduras, ervilhas, alface, brócolis, couve-flor.

Alimentos que têm um efeito formador de ácido são: álcool, refrigerantes, tabaco, café, açúcar branco, sal refinado, adoçantes artificiais, leite pasteurizado, antibióticos (e a maioria dos medicamentos), produtos de farinha branca (incluindo massas), frutos do mar, vinagre branco, cevada, frituras, a maioria das caixas de cereais em flocos, queijo duro,   a  maioria dos grãos, carnes, a maioria dos tipos de pães. Esta não é uma lista abrangente mas serve para você ter uma idéia para se orientar sobre a forma como vem se alimentando. Se você está comendo principalmente grãos, produtos que contém farinha, alimentos de origem animal, e tomar muito café, refrigerante, leite, você  certamente vem promovendo  seu sangue como ácido. Portanto deve rapidamente mudar seus padrões e incluir mais alimentos e bebidas alcalinas como frutas e legumes frescos. Seu corpo está projetado para manter o pH dos seus fluidos corporais em uma escala apertada, ligeiramente alcalina, por isso não sobrecarregue sua alimentação com alimentos processados, frituras, produtos industrializados para não perder outros minerais e nutrientes de sua reserva metabólica por causa da acidez que tais alimentos irão formar em seu organismo. Sangue ácido significa ” sangue grosso ” , significa fluido” lento ” e desta forma sua função eficaz em transportar nutrientes para todas as partes do nosso corpo ficará reduzida. Sangue espesso é “anfitrião” para uma miríade de micro-organismos nocivos como bactérias, vírus , parasitas , leveduras , etc. Ao longo do tempo, ele começa a entupir os órgãos de purificação e causar outros problemas. Alguns dos problemas de saúde mais conhecidos que estão relacionados a essa condição são: insônia , obesidade , diabetes, ovários policísticos, doença cardiovasculares, problemas na tireóide, pressão arterial elevada e tipos variados de câncer.

Portanto controle sua alimentação e ajude a sua saúde optando por uma dieta mais alcalina.

Fonte: https://ramashakti.com/ph-alcalino-e-a-boa-saude/

6 FRASES QUE VOCÊ NÃO DEVE DIZER AOS SEUS FILHOS

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Ter filhos exige um comprometimento e uma paciência por parte dos pais, isso todos sabemos, mas nem sempre lembramos quando diante de momentos difíceis. Palavras, atitudes podem ficar marcados para sempre na mente dos filhos e interferir em suas vidas, como também em seus comportamentos.

Por isso, todo cuidado quando conversar com seu filho.

Certas frases negativas podem causar um grande impacto na vida do seu filho. Por menos valor que elas tenham acredite, elas podem deixar os filhos mais agressivos, com baixa autoestima e ainda revoltados. A seguir algumas frases que não deveriam ser ditas para as crianças.


“Eu preferia que você não tivesse nascido”

Sim, por mais agressiva que seja esta frase, acreditem,  muitos pais já a falaram para seus filhos. Falar para um filho que ele não deveria ter nascido é como dizer que a vida dele não tem importância para ninguém. A rejeição, o sentimento de abandono, tristeza profunda estão carregados nesta frase. Por isso, em momentos de raiva jamais diga uma frase tão ofensiva e drástica assim.


“Você só incomoda”

É uma frase bem comum de escutar os pais falarem. Esta frase tem um impacto, pois acaba mostrando para a criança que ela esta ‘atrapalhando’ a vida de seus pais, e isso pode fazer muito mal a ela.


“Você só come, é gordo e feio”

Esta frase, quase não precisa de comentários, pois é uma frase que causa muita humilhação e baixa autoestima. Mesmo que a criança esteja gorda, não é afirmando que ela é gorda que os problemas vão ser resolvidos. Esse tipo de afirmação, com certeza, deixará marcas que a conduzirão no futuro, sem que ela saiba o porque de ter atitudes negativas para ela mesma.


“Fizemos tudo por você e você nem reconhece”

As crianças em certas fases não são capazes de compreender a relação de trabalho, dinheiro, compromisso, e na verdade nem deveriam, pois tem idade para tudo e criança deve ter o direito de ser criança apenas. Desta forma, fica mais difícil elas compreenderem essa frase e assim acaba lhes soando de forma negativa, fazendo com que a criança se feche totalmente para seus pais, sentindo-se um estorvo.


“Não chore por nada”

Precisamos parar de esconder a tristeza. Sim. Assim como a alegria a tristeza também faz parte da vida. Claro, é preciso saber diferenciar, mas quando a criança estiver triste, não fuga ou finja que não é nada. Estes sentimentos precisam estar sempre bem claros, e ela precisa saber que pode falar sobre eles .


“Eu tenho vergonha de você”

Evite falar essa frase para seus filhos. Independente dos problemas e das situações que você passou com eles, essa frase demonstra desprezo e uma frieza que pode deixar marcas profundas, como rejeição. E rejeição leva muito tempo para ser esquecida, e sempre deixa marcas e traumas, que trarão sérias consequências nas escolhas futuras de seus filhos.


Como evitar estas frases?

Não existe mistério. Muitos sabem que criar um filho não é algo simples, pois exige dedicação e paciência, mas acima de tudo amor. E com amor sim, é possível mudar situações. Sim, nem tudo são estrelas como alguns dizem, por isso é sempre possível procurar ajuda e não ignorar atitudes e comportamentos. Em momentos tensos, o melhor é se afastar e explicar a seu filho que conversam depois.

Pais amorosos, dedicados e cientes sempre serão sábios em suas palavras. Viva o amor, sinta este sentimento. Espalhem este sentimento, e junto com ele compaixão e respeito ao próximo.

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Texto escrito por Angelica Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras

Fonte: Eu Sem Fronteiras

Tom Tom Club – Genius Of Love (Live @ Summer Sonic ’09)

O que você vai fazer quando sair da prisão? Eu vou me divertir! O que você considera diversão? Diversão, naturalmente! Eu estou no paraíso com o meu namorado, o meu namorado divertido! Não há começo e nem fim! O tempo não está presente naquela dimensão! Ele me leva pelo braço quando estamos andando, rolando e sacudindo! Parece que estou sonhando, mas não estou dormindo! Aumentam as expectativas para uma nova intenção! Quem precisa pensar quando o pé vai sozinho? Quem precisa pensar quando o pé vai sozinho? James Brown, James Brown James Brown, James Brown! Ele é o gênio do amor! Ele tem um sentimento mais profundo! Bem, ele é o gênio do amor!

Tom Tom Club – Genius of Love 09

SOBRE ESTAR SOZINHO

Sou_tão_você
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
 
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
 
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
 
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
 
Flávio Gikovate 
flaviogikovate.com.br/sobre-estar-sozinho/
 

Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Atualmente apresentando o programa “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN, e dedicando a maior parte do tempo à clínica.

O TERREMOTO E O MESTRE ZEN

Aconteceu que um mestre Zen foi chamado como convidado. Alguns amigos haviam se reunido e estavam comendo e conversando quando, de repente, houve um terremoto. O prédio em que eles estavam era um prédio de sete andares, e eles estavam no sétimo andar, então a vida estava em perigo.

Todo mundo tentou escapar. O anfitrião, correndo, olhou para ver o que tinha acontecido com o mestre. Ele estava ali sem sequer uma ruga de preocupação no rosto. Com os olhos fechados, ele estava sentado em sua cadeira da mesma maneira que estava sentado antes.

O anfitrião sentiu-se um pouco culpado, sentiu-se um pouco covarde; não fica bem que o hóspede fique sentado e o anfitrião fuja. Os outros, os outros vinte hóspedes, já tinham descido as escadas, mas ele parou, embora estivesse tremendo de medo, e se sentou ao lado do mestre.

O terremoto chegou e passou, o mestre abriu os olhos e retomou a palestra que, por causa do terremoto, havia interrompido. Ele continuou novamente, exatamente na mesma frase – como se o terremoto não tivesse acontecido.

O anfitrião estava agora sem vontade de ouvir, não estava com disposição de entender porque todo o seu ser estava muito perturbado e ele estava com muito medo. Mesmo que o terremoto já tivesse ido embora, o medo ainda estava lá.

Ele disse: “Agora não diga nada, porque não serei capaz de compreender, não sou mais o mesmo. O terremoto me perturbou muito. Mas há uma pergunta que eu gostaria de fazer. Todos os outros hóspedes haviam escapado, eu também estava na escada, já quase correndo, quando de repente me lembrei de você. Vendo você aqui sentado com os olhos fechados, sentado tão tranquilo, tão imperturbável, me senti um pouco covarde – sou o anfitrião, eu não deveria correr. Então voltei e estou aqui sentado ao seu lado. Gostaria de fazer uma pergunta. Nós todos tentamos fugir. O que aconteceu a você? O que você me diz sobre o terremoto?”

O mestre disse: “Eu também fugi, mas você fugiu para fora, eu fugi para dentro. Sua fuga é inútil porque para onde quer que você esteja indo lá também há um terremoto, então é sem sentido, não faz sentido. Você pode alcançar o sexto andar ou quinto ou o quarto, mas lá também há um terremoto. Eu fugi para um ponto dentro de mim onde nenhum terremoto jamais chega, não pode chegar. Entrei em meu centro.

Isso é o que Lao Tzu diz: “Agarre-se firmemente ao princípio da Quietude”. Se você é passivo, aos poucos vai se tornar consciente do centro dentro de você. Você o tem carregado o tempo todo, ele sempre esteve aí, só que você não sabe, não está alerta.

Uma vez que você fique alerta sobre ele, a vida em sua totalidade se torna diferente. Você pode permanecer no mundo e fora dele porque você está sempre em contato com o seu centro. Você pode passar por um terremoto e permanecer imperturbável porque nada toca você.

No Zen eles têm um ditado que diz que um mestre Zen que tenha alcançado o seu centro interior pode passar por um riacho, mas a água nunca toca seus pés . Isso é belo. Não quer dizer que a água nunca toca seus pés – a água vai tocá-los -, refere-se a algo sobre o mundo interior, o profundo interior. Nada o toca, tudo permanece fora, na periferia, e o centro permanece intocado, puro, inocente, virgem.

Osho.

Fonte: http://estaremsi.com.br/o-terremoto-e-o-mestre-zen/

Natiruts Reggae Power

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Transcendental
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Sintonize sua vibração, não há tempo pra viver em vão. E não pense mais em desistir, existe um mundo que só quer te ver sorrir. Quando a noite cair e o som te lembrar algum sonho bom e fazer tudo transcender. Tristeza vai sumir e ninguém vai sofrer.
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Quando a noite cair e o som
Te lembrar algum sonho bom
E fazer tudo transcender
Tristeza vai sumir e ninguém vai sofrer

Sintonize sua vibração
Não há tempo pra viver em vão
E não pense mais em desistir
Existe um mundo que só quer te ver sorrir

Não chora, a nossa vida é feita mesmo para se aprender
E agora, é hora de tentar se libertar não vai doer
Deixe a energia do som te levar
A vibe positiva solta pelo ar
Quem sente com a alma é capaz de amar
Está sempre livre pra cantar

Ô, ô, ô, Ô Natiruts Reggae Power Chegou
Ô, ô, ô, Ô Transformando Toda Noite Em Amor

Da paz e do amor eu quero muito mais
Não tenho a vida ganha vou correndo atrás
A luz do seu sorriso pela noite é demais
Brasil, Jamaica harmonia de paz

Sintonize sua vibração
Não há tempo pra viver em vão
E não pense mais em desistir
Existe um mundo que só quer te ver sorrir

Não chora, a nossa vida é feita mesmo para se aprender
E agora, é hora de tentar se libertar não vai doer
Deixe a energia do som te levar
A vibe positiva solta pelo ar
Quem sente com a alma é capaz de amar
Está sempre livre pra cantar

Ô, ô, ô, Ô Natiruts Reggae Power Chegou
Ô, ô, ô, Ô Transformando Toda Noite Em Amor

Natiruts Reggae Power

Om Mani Padme Hum Original Extended Version (x9)

Om mani padme hum

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Om mani padme hum significa “da lama nasce a flor de lótus” é um dos mantras do budismo; o mantra de seis sílabas do Bodisatva da compaixão: Avalokiteshvara. De origemindiana, de lá foi para o Tibete. O mantra é associado ao deus de 4 braços Shadakshari, uma das formas de Avalokiteshvara.

O Dalai Lama é tido como uma emanação de Chenrezig (Avalokiteshvara), por isso o mantra é especialmente entoado por seus devotos e é comumente esculpido em rochas e escrito em papéis que são inseridos em rodas de oração (“mani korlo” em tibetano) para potencializar seu efeito.

É o mantra mais entoado pelos budistas tibetanos.

Om mani padme hum[editar | editar código-fonte]

  • Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses (isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores). Este sofrimento vem do orgulho.
  • Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja.
  • Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo.
  • Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles, etc; e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância.
  • Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.
  • Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou do ódio.

O que é Rapport:

Nesse planeta, estamos com um quebra-cabeças na mente, que poderá ser melhor entendido, quando começarmos a usar o Rapport, mas isso é somente para pessoas corajosas e honestas, compreenda abaixo: 670px-Build-Rapport-Step-4-Version-2   Rapport é um conceito do ramo da psicologia que significa uma técnica usada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa. Esta palavra tem origem no termo em francês rapporter que significa “trazer de volta”. O rapport ocorre quando existe uma sensação de sincronização entre duas ou mais pessoas, porque elas se relacionam de forma agradável. A nível teórico, o rapport inclui três componentes comportamentais: atenção mútua, positividade mútua e coordenação. Importante no estudo e identificação de várias manifestações comportamentais, o rapport pode ser usado no contexto de relacionamentos pessoais ou profissionais. Esta técnica é muito útil, porque cria laços de compreensão entre dois ou mais indivíduos. Usar o rapport não significa aceitar todas as opiniões da outra pessoa, e sim ouvi-la e fazer com que ela veja que o seu ponto de vista ou valores são compreendidos e respeitados. É bastante comum pessoas tentarem “forçar” o rapport, com o objetivo de manipular o outro. No entanto, quando a intenção não é ter uma ligação genuína com essa pessoa, ela pode desconfiar e reagir negativamente à tentativa. O rapport tem grande relevância no mundo empresarial, sendo muitas vezes usado estrategicamente em processos de negociação e vendas. No rapport, uma pessoa mostra interesse na opinião e nos pensamentos do outro, uma atitude que funciona como facilitadora de qualquer negociação. Para muitas pessoas, o rapport é algo natural, sendo que elas conseguem criar uma ligação de respeito e confiança com outras pessoas sem terem que fazer um esforço consciente. Em muitas ocasiões, o rapport está relacionado com a sedução, sendo uma ferramenta usada no contexto de relacionamentos, para melhorar a relação entre duas pessoas ou para conquistar uma pessoa interessante. O rapport é frequentemente descrito como um dos fundamentos da PNL (Programação Neurolinguística), uma ciência que tem a mente humana como objeto de estudo e que pode ser usada para reprogramar condutas indesejadas.

Técnicas de rapport

A técnica de rapport mais famosa é conhecida como espelhamento. Nesta técnica, uma pessoa imita alguns elementos da linguagem corporal da outra (como a postura, gestos, expressões faciais, respiração, etc). No entanto, é preciso ter cuidado, porque o espelhamento deve ser gradual, ou seja, a imitação deve ser feita de um elemento de cada vez, para que a outra pessoa não pense que está sendo alvo de deboche. A reciprocidade, outra técnica de rapport, consiste em dar presentes ou fazer favores, sem pedir nada em troca. Outra forma de criar conexões com outras pessoas é encontrar interesses em comum, para estabelecer um sentido de camaradagem e confiança.

O significado de Rapport está na categoria: Geral

Fonte: http://www.significados.com.br/rapport/

PSOAS O MÚSCULO DA ALMA

PSOAS: O MÚSCULO DA ALMA.

A importância do psoas para a nossa saúde, vitalidade e bem-estar emocional.

O psoas é o músculo mais profundo e estabilizador no corpo humano , afetando o equilíbrio estrutural, a amplitude dos movimento, a mobilidade articular e o funcionamento dos órgãos do abdômen.
É o único músculo que liga a coluna vertebral às pernas, é responsável por nos manter em pé e o que permite levantar as pernas para andar. O psoas saudável estabiliza a coluna vertebral e proporciona apoio através do tronco, além de formar um bom suporte para os órgãos abdominais.

músculo psoasEstudos recentes também consideram o psoasum órgão de percepção composto de tecido bio-inteligente que incorpora literalmente, nosso desejo mais profundo de sobreviver e florescer. Ou seja, ele é  o mensageiro primário do sistema nervoso central, por isso também é considerado um porta-voz das emoções (“borboletas na barriga”). Isto acontece, porque o psoas está ligado com o diafragma através do tecido conjuntivo ou fáscia, influenciando tanto a respiração, quanto o medo reflexo.

Um estilo de vida acelerado e o estresse geram uma descarga de adrenalina que cronicamente tensiona o psoas, preparando-nos para correr, entrar em ação ou contrair-se, como forma de nos proteger.   Se mantivermos o psoas constantemente em tensão devido ao estresse, eventualmente, começarão a encurtar e endurecer. Assim dificultará a nossa postura e as funções dos órgãos que se localizam no abdômen, resultando em dor nas costas, dor ciática, problemas de disco, degeneração do quadril, períodos de menstruações dolorosas ou problemas digestivos.

Além disso, um psoas tenso envia sinais de voltagem para o sistema nervoso, interfere nos movimentos dos fluidos e afeta a respiração do diafragma. Na verdade, o psoas está tão intimamente envolvido nas reações físicas e emocionais básicas que quando está cronicamente estressado, envia constantemente sinais de alerta ao corpo, por isso pode afetar o esgotamento das glândulas supra-renais e do sistema imunológico . Esta situação é agravada pela maneira de sentar-se ou posições dos nossos hábitos diários, reduzindo nossos movimentos naturais e contraindo ainda mais os músculo.

Um psoas liberado permite alongar muito mais a parte posterior dos músculos e permite que as pernas e pélvis movam-se com  mais facilidade e independência. Melhora  a posição da coluna vertebral e de todo o tronco, com a consequente repercussão na melhoria das funções dos órgãos abdominais, da respiração e do coração.

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Quando cultivamos a saúde dos nossos psoas, reacendemos nossas energias vitais que se conectam novamente com o nosso potencial criativo.

Em algumas filosofias orientais o psoas é conhecido como o “músculo da alma”, o principal centro de energia do corpo. Quanto mais flexível e forte é o psoas, mais será o nosso fluxo de energia vital através dos ossos, músculos e articulações.

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O psoas seria como um órgão de canalização da energia, um núcleo que nos conecta com a terra , nos permite criar um suporte forte e equilibrada desde o centro da nossa pélvis. Assim, a coluna vertebral se alonga e, através dela, pode fluir toda nossa vitalidade

Fonte: estaremsi.com.br/psoas-o-musculo-da-alma/

More Than Words – Extreme

Mais do que palavras! Dizer eu te amo, não são as palavras que eu quero ouvir de você! Não é que eu não queira que você diga, mas se ao menos você soubesse como poderia ser fácil me mostrar o que você sente! Mais do que palavras é tudo que você tem que fazer para tornar real! Então, você não precisaria dizer que me ama! Pois eu já saberia! O que você faria se meu coração fosse partido em dois? Mais do que palavras para mostrar o que você sente! Que seu amor por mim é real! O que você diria se eu jogasse essas palavras fora? Depois você não poderia tornar as coisas novas, só dizendo eu te amo! Agora que tentei conversar com você e te fazer entender, tudo o que você tem que fazer é fechar os olhos e estender as mãos para me tocar, me abraçar, não me deixar partir jamais! Mais do que palavras é tudo que você tem que mostrar! Então, você não precisaria dizer que me ama, pois eu já saberia! O que você faria se meu coração fosse partido em dois? Mais do que palavras para mostrar o que você sente! Que seu amor por mim é real! O que você diria se eu jogasse essas palavras fora?

QUEM FOI NEVILLE GODDARD?

Já se passou quase 20 anos desde que me sentei no auditório do Clube das Mulheres, em Los Angeles, Califórnia e vi um homem num terno de risca de giz passar pelo palco e tomar seu assento atrás do pódio, onde muitos gravadores estavam colocados pelo palco. Um homem passou, apertou os botões das muitas máquinas, sentou-se e o orador começou.

Eu abençoo meu gravador muitas vezes, pois, embora eu tenha assistido as longas palestras por sete anos, quando ouvai as palavras “agora, vamos ficar em silêncio”, eu não conseguia me lembrar de uma palavra que havia sido dita.

Neville sempre teve o poder de me levar com ele (talvez porque eu sempre estava ansiosa e disposta a ir). Eu parecia não ter controle, simplesmente era transformada por suas palavras e permitia que ele me levasse a experienciar as imagens e sons que eu nunca soube antes que existiam. Contudo, eles eram tão familiares que meu coração cantava o refrão de aleluias.

O tempo sempre passava muito rápido e eu dirigia para casa tentando me lembrar do que eu havia ouvido e me perguntando por que eu me sentia tão pesada. Era porque eu havia estado tão livre? Era sempre desse jeito. Neville tinha aquele efeito em mim. Eu acreditava nele com todo o meu coração e alma. E ainda acredito.

Neville Goddard nos deixou em 01 de Outubro de 1972. Mas, para onde ele foi? Eu ainda posso ver seu sorriso (você sabe, o tipo de sorriso que o gato tem quando saboreia o canário) e ouvi-lo dizer “para onde eu posso ir senão para dentro de você!”. É onde eu o encontro. Ele está dentro de mim, assim como está dentro de você, não como um homem de carne e osso, nascido para a família Goddard e chamado Neville, mas em nossa própria consciência.

Mas, talvez, esse não seja o Neville sobre quem você queira saber. Talvez você precise saber sobre o garoto que nasceu em 19 de Fevereiro de 1905, o quarto filho de uma família de nove garotos e uma garota.

Eu vou lhe contar o que eu sei. Você tem que se lembrar, eu estou partilhando com você minhas lembranças sobre um homem que foi meu professor. Um homem a quem eu respeitava grandemente e aprendi a amar, com um amor mais profundo do que eu era capaz de possuir. Seu nome era Neville Goddard. goddard

Numa manhã de Março, no ano de 1905, um homem subiu as escadas de uma casa de estrutura de madeira na ilha de Barbados. Ele estava a caminho de ver sua irmã e o filho recém-nascido dela, que não havia recebido um nome ainda. De repente, ele parou. Uma voz, falando em claro e bom som disse “seu nome é Neville”. Ponderando essas palavras, o homem continuou subindo os degraus e entrou no quarto de sua irmã. E quando disse a ela o que havia ouvido, ela disse “sim, eu sei. Vamos chamá-lo de Neville”.

Vivendo numa família de nove meninos, desde cedo Neville aprendeu a compartilhar. Na casa, o ditado era “o primeiro a ser vestido é o melhor vestido”, pois se os meninos começavam a discutir sobre quem tinha usado a gravata de quem, o pai finalizava a discussão tirando a gravata e dizendo “a gravata é minha. Eu paguei por ela. Estou disposto a dividir. Aprendam a fazer o mesmo”. E eles faziam.

A família Goddard era pobre em termos materiais, mas rica em amor. A mãe era uma disciplinadora. O pai era um homem de negócios. Neville costumava nos contar histórias de sua juventude; sobre os caranguejos na área com suas garras traseiras e sobre a senhora que vivia sozinha nas dunas de areia, que conseguia ler o futuro. Foi ela que contou a um dos irmãos de Neville que ele seria um grande empresário, que outro seria um médico, mas que deixassem o quarto irmão quieto, já que ele pertencia a Deus.

O quarto irmão sempre gostou de uma boa gargalhada. Se ele tivesse um níquel, ele o gastava. Ele costumava falar que pagaria a entrada de cinema para um amigo com a promessa de que o amigo riria alto na parte mais triste. O amigo sempre mantinha sua promessa e, portanto, nunca chegou a ver o final de um filme. Ou, ele pagaria a um homem, cujo cavalo estava no cio, para aguardar numa esquina, que Neville e seus irmãos chegariam a bordo de sua grande carroça puxada por outros no cio. Eu ainda consigo ver Neville rindo enquanto escrevo isso…e me lembro.

O que estou tentando lhe dizer é que Neville era um ser humano, assim como você. Assim como eu. Contudo, independente de todas as suas fraquezas humanas, Neville era consciente de ser Deus, o Pai. Mas, estou me adiantando em minha história.

Quando Neville ainda era bem jovem (na quinta ou sexta série, eu acho), ele devia levar sua Bíblia para a escola e recitar um versículo dela. Já que a família só tinha uma Bíblia e nenhum de seus irmãos a havia levado para a escola, Neville chegou sem uma Bíblia. Quando ele recitou o versículo “Toma tua cama e anda”, o professor o corrigiu dizendo o versículo lido, “Toma o teu leito e anda”.

E quando Neville não conseguiu trazer sua Bíblia, o professor o fez tirar a camisa e abaixar as calças. Em seguida, bateu nele sem piedade. Neville foi retirado daquela escola para continuar seus estudos em outro lugar, completando seus anos do ensino médio com dezessete anos de idade.

Contudo, havia uma fome no jovem, uma fome que não podia ser satisfeita na pequena ilha de Barbados. Assim, com dezessete anos Neville saiu de casa para o continente, chegando a New York em 1921. E ali, como um jovem sem estudos, ele começou a buscar sua fortuna.

Encontrou um emprego como operador de elevador na J.C.Penney Company, trabalhando por US$15,00 por semana até que lhe informaram que seus serviços não eram mais necessários. Com uma recomendação em mãos, Neville conseguiu um emprego na doca de expedição da Macy por US$13,00 por semana.

Mas, essa posição foi de curta duração, já que logo Neville ficou tão irritado que disse a si mesmo “de agora em diante, eu não vou trabalhar para os outros. Só vou trabalhar para mim mesmo”. E foi o que ele fez.

Acreditando que, se os outros podiam dançar num palco, ele também podia, Neville se juntou a uma dançarina e começou sua carreira profissional. Foi nessa época que ele se casou. Essa união resultou num filho.

Em 1925, Neville e sua parceira de dança partiram para a Inglaterra e viajaram amplamente por esse país. Enquanto estava lá, ele foi apresentado ao mundo da pesquisa psíquica, o que o interessou grandemente. Pouco depois de seu retorno à América do Norte, em 1926, seu interesse no misticismo foi crescendo enquanto seu interesse pelo teatro diminuía. E quando a depressão atingiu seu ápice em 1929 e os teatros fecharam, a mesma coisa ocorreu com a vida profissional de Neville como dançarino.

Durante essa época, Neville se interessou pela Sociedade Rosacruz e conheceu um homem que influenciaria sua vida. O homem achava que queria se tornar um sacerdote católico. Enquanto estava estudando para o sacerdócio, seu pai, um rico empresário, morreu e deixou uma herança de milhares de dólares para o filho. Rapidamente, mudando de ideia sobre o sacerdócio, o jovem começou a gastar o dinheiro mais rápido do que podia.

Sem respeito por um homem que gastava tão excessivamente quando o país passava por tal necessidade, Neville encontrava desculpas quando era convidado a assistir às aulas às quais o jovem comparecia. Mas, um dia, tendo esgotado suas desculpas, Neville assistiu à aula de um rabino etíope excêntrico chamado Abdullah. Quando a aula terminou, Abdullah se aproximou e, tomando a mão de Neville, disse “onde você esteve? Você está há três meses atrasado!”. Surpreso, Neville perguntou “Como você sabia que eu viria?”, ao que Abdullah respondeu “os irmãos me disseram”.

Com Abdullah, Neville estudou a Cabala, uma forma judaica de misticismo, e obteve ideias luminosas para os livros da Bíblia. Ele desenvolveu uma nova abordagem para o problema do homem e seu relacionamento com o mundo pulsante de espíritos à sua volta.

Foi Abdullah que ensinou Neville a como usar a lei da consciência e a como ver a Bíblia psicologicamente. E, conforme Neville começou a ver o mundo como um mundo de imagem, projetado a partir de dentro, sua fé em si mesmo cresceu.

Em Fevereiro de 1930, Neville começou a dar palestras em New York. A primeira reunião, numa pequena sala de um prédio público onde apenas um punhado de pessoas compareceu, conforme crescia sua habilidade de oratória e ele ganhava confiança em sua mensagem, a mesma coisa ocorria com seu público.

O primeiro casamento de Neville foi de curta duração e ele permaneceu solteiro por vários anos até que um dia uma jovem designer sentou-se em sua audiência. Enquanto ela o escutava palestrar, ela disse a si mesma “esse é o homem com quem vou me casar”.

E quando eles se deram as mãos no final da palestra, Neville segurou a mão dela e disse a si mesmo “essa é a mulher com quem vou me casar”, e eles se casaram.

Foi um bom casamento. Eles se amavam profundamente, isso era óbvio, e dessa união nasceu uma filha.

Após o término da guerra, Neville começou a viajar, dando palestras em várias cidades grandes, do oeste a San Francisco. E, então, um dia ele soube que era o momento de deixar New York. Ele esperava se mudar para San Francisco, já que amava essa cidade cosmopolita, mas não seria assim.

Ele sabia até então que seu trabalho principal estava para ser feito em Los Angeles, então, pegando esposa e filha, a família Goddard se mudou para Los Angeles em 1955. Retornaram a New York no outono de 1956, voltando a Los Angeles em 1957.

Não tenho as datas, mas sei que durante os primeiros anos de 1950, Neville tinha seu próprio programa de televisão. Ele fez duas gravações fonográficas durante esses anos, que agora estão disponíveis em CD. Ele também debateu com equipes de ministros, padres e rabis em programas especiais de televisão.

Neville ensinava A Lei da Consciência em Los Angeles, no Theater Fox Wilshire, nas manhãs de domingo, para multidões tão grandes que as pessoas aglomeradas em pé do lado de fora para ouvir suas palavras. Ele também passava várias semanas a cada ano em San Francisco.

Foi em San Francisco, em 20 de Julho de 1959 que Neville despertou vendo a si mesmo selado numa tumba. Removendo uma pedra colocada ali, ele saiu de seu crânio assim como a criança vem do útero de sua mãe.

Desse momento em diante, as palestras de Neville mudaram. Tendo despertado do sonho da vida, a visão de mundo para Neville mudou. Ele sabia, conforme as visões vinham para ele daquele momento em diante, que a vestimenta que ele usava e respondia com seu nome, era simplesmente uma cobertura, escondendo seu ser imortal, verdadeiro, que era Deus, o Pai.

E ele tentou dizer a todos que o escutavam que eles não eram a ínfima máscara que usavam, mas um ser muito maior do que eles podiam sequer conceber que eram.

E desse dia em diante, até sua partida em 01 de Outubro de 1972, Neville, assim como o apóstolo Paulo, expôs-se da manhã à noite, testemunhando o Reino de Deus e tentando convencer a todos sobre Jesus, tanto pela lei de Moises quanto pelos profetas.

E alguns acreditavam, enquanto desacreditavam.

 

Margaret Ruth Broome
Do livro ‘O Milagre da Imaginação’

 Fonte: espacocriando.blogspot.com/2014/09/quem-foi-neville-goddard.html

Monte Castelo – Legião Urbana

Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria! É só o amor! É só o amor que conhece o que é verdade! O amor é bom, não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece! O amor é o fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente! É um contentamento descontente! É dor que desatina sem doer! Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria! É um não querer mais que bem querer! É solitário andar por entre a gente! É um não contentar-se de contente! É cuidar que se ganha em se perder! É um estar-se preso por vontade! É servir a quem vence, o vencedor! É um ter com quem nos mata a lealdade! Tão contrário a si é o mesmo amor! Estou acordado e todos dormem! Todos dormem, todos dormem! Agora vejo em parte, mas então veremos face a face! É só o amor! É só o amor! Que conhece o que é verdade! Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria!

Perfection – OhLand

Quem teria percebido que eu poderia conquistar seu coração, refletindo em outra pessoa? E quem teria imaginado que eu poderia confortar seu coração, quando eu não posso reconhecer a mim mesmo? Eu sei como ela fala e como ela se move quando ela não sabe o que dizer, porque suas emoções a levam embora. Eu observo do meu telhado, todas as noites. E quando eu vou dormir ela mantém minha cabeça em seus braços. E ela garante que nada vai nos separar. E então eu roubo uma mecha de seu cabelo, e abro os meus olhos! Eu seguirei você, você será minha direção principal! Eu estudo até ter a sua… Tudo que você faz é uma jóia na minha coleção! Segui-lo-ei até eu a sua perfeição. E quem teria imaginado que ela poderia deixar alguém como você? Deixou uma parte de si mesma. Eu sei como eu falo, como eu tento imitar a maneira como ela deita a cabeça no seu ombro. E você tem nada mais a dizer! Atento a todos os detalhes eu não vou falhar um dia! Porque eu conheço todas as suas regras, suas coisas favoritas! E como sua mente agitada mantem-la durante a noite até que a luz virá e fique aqui a tentar pegar seus olhos! Cada passo que eu seguir você na direção errada e estudo você até ter sua perfeição… Tudo o que você faz é colocado na minha coleção! Eu sigo você até que terei a sua perfeição. Quem teria conhecido que eu poderia conquistar seu coração e quem teria imaginado que eu pudesse consolar seu coração? Eu seguirei você, você será minha direção principal! Eu estudo você até ter a sua… Tudo o que você faz é uma jóia na minha coleção! Eu sigo você até que terei a sua perfeição. Você é a perfeição Você é a perfeição!

O Segundo Sol – Cássia Eller

Quando o segundo sol chegar, para realinhar as órbitas dos planetas, derrubando com assombro exemplar o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa! Não digo que não me surpreendi, antes que eu visse você disse e eu não pude acreditar, mas você pode ter certeza de que seu telefone irá tocar em sua nova casa, que abriga agora a trilha incluída nessa minha conversão! Eu só queria te contar que eu fui lá fora e vi dois sóis num dia e a vida que ardia sem explicação.  Explicação, não tem explicação, explicação não tem, não tem.

Space Oddity – Chris Hadfield

Controle de Solo para Major Tom! Controle de Solo para Major Tom! Pegue suas pílulas de proteínas e coloque seu capacete! Controle de Solo para Major Tom (10, 9, 8, 7). Começando contagem regressiva e motores ligados (6, 5, 4, 3). Checar ignição e que o amor de Deus esteja com você (2, 1). Esse é o Controle de Solo para Major Tom! Você realmente teve sucesso e os jornais querem saber de quem são as camisetas que você usa agora, é a hora de sair da cápsula, se você tiver coragem! Aqui é Major Tom para Controle de Solo! Estou dando um passo pra fora da porta! E estou flutuando no jeito mais peculiar! E as estrelas parecem muito diferentes hoje! Estou sentado numa lata bem acima do mundo! A Terra é azul e não há nada que eu possa fazer! Porém eu ultrapassei cem mil milhas! Estou me sentindo bem calmo e eu acho que minha nave espacial sabe onde ir! Diga pra minha mulher que eu a amo muito, ela sabe! Controle de Solo para Major Tom! Seu circuito pifou pode me ouvir Major Tom? Pode me ouvir Major Tom? Pode me ouvir Major Tom? Você pode! Aqui estou flutuando em volta da minha lata, bem acima da lua! A Terra é azul e não há nada que eu possa fazer!

 

David Bowie – Starman (1972) HD 0815007

(1972) Há um homem estelar esperando no céu, Ele gostaria de vir e nos encontrar, mas ele acha que iria confundir nossas idéias! Não sei que horas eram, as luzes estavam baixas, me voltei para o rádio, um gato estava deitado! Um rock n’roll com muito soul, dizia a música! Então o som alto parecia ir reduzindo, voltou como uma voz baixa numa maré alta! Não era nenhum Dj, eram notícias cósmicas nebulosas! Há um homem estelar esperando no céu, Ele nos disse para não confundir, porque ele sabe que isso é valioso! Ele me disse Deixe as crianças sossegadas, deixe as crianças usarem a cabeça, deixe as crianças deprimidas de novo! Eu tinha que ligar para alguém então eu te liguei Ei, isso foi para longe então você também o ouviu! Ligue a Tv nós podemos sintonizá-lo no canal dois! Olhe pela janela eu posso ver a luz dele! Se pudermos sinalizar talvez ele possa pousar hoje à noite! Não diga ao seu pai ou ele irá nos deixar de castigo, espantados! Há um homem estelar esperando no céu, Ele gostaria de vir e nos encontrar, mas ele acha que iria confundir nossas idéias! Há um homem estelar esperando no céu! Ele nos disse para não confundir, porque ele sabe que isso é valioso! Ele me disse, deixe as crianças sossegadas! Deixe as crianças usarem a cabeça! Deixe as crianças deprimidas de novo!

Estudo confirma: 70% das pessoas que usam antidepressivos não têm depressão

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Se as vendas de antidepressivos como Zoloft, Lexapro ou Prozac nos dizem alguma coisa, é que a depressão está dominando o mundo. Entretanto, uma nova pesquisa questiona a validade de grande parte dessas vendas.

O estudo descobriu que a maioria dos indivíduos que usam os antidepressivos – cerca de 70% – não apresentam os sintomas de um episódio de depressão severa o suficiente (depressão clínica) que justifique o diagnóstico dessa medicação.

Além disto, os antidepressivos também são receitados para outras doenças psiquiátricas. A mesma investigação concluiu que 38% das pessoas usam esses medicamentos para transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade ou outras fobias, concluindo que o antidepressivo muitas vezes é receitado para pessoas que não apresentam os sintomas da depressão clínica. O estudo publicado no The Journal of Clinical Psychiatry, relata: “Nossos dados indicam que os antidepressivos são comumente diagnosticados ​​na ausência de indicações baseadas em evidências claras “.

Há alguns anos, a Universidade Harvard realizou um estudo para reiterar o que muitos profissionais de psicologia já sabem: muitas pessoas estão viciadas em antidepressivos. A maioria utiliza esses remédios apenas para melhorar o humor e se sentirem melhor. O aumento na venda de antidepressivos assusta os especialistas, nas últimas décadas foi de aproximadamente 400%. ­

O antidepressivo se tornou popular, embora estudos clínicos sugerem que há inúmeros métodos naturais que as pessoas podem recorrer sem se preocuparem com os efeitos colaterais causados por esta droga.

Infelizmente, estamos enfrentando uma evidente parceria que existe entre os membros da comunidade psiquiátrica. Um estudo sobre o painel de membros da “Bíblia da Psiquiatria”, mais conhecida como Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, demonstrou que dos 170 membros que produziram os critérios do DSM-4 (publicado em 1994), 56% tinham vínculos financeiros com empresas farmacêuticas. Isto incluía o financiamento de pesquisas, consultorias e pagamentos por palestras.

Quando olhamos para os membros dos painéis convocados para elaborar o DSM-5, esse interesse e influência parece ter aumentado. Cerca de 70% dos membros da força-tarefa relataram relações com a indústria farmacêutica – um aumento de 14% em relação ao DSM-4.

A indústria farmacêutica é uma das mais rentáveis do mundo – com vendas globais alcançando US$ 400 bilhões por ano. A indústria é impulsionada pelo imperativo econômico para manter lucros elevados através de manutenção e da expansão contínua de seus mercados. E o DSM desempenha uma função importante nesse processo expandindo a lista de categorias de diagnóstico a cada nova edição.

Isso permite que os psiquiatras diagnostiquem infelicidade como doença e prescrevam medicamentos para um número crescente de pessoas vulneráveis. Precisamos levar a angústia relatada por todos a sério, pois às vezes a ajuda medicinal é realmente necessária. Mas também precisamos questionar a crescente “patologização” da infelicidade cotidiana, pois ela fornece um mercado para a indústria farmacêutica e legitima o controle psiquiátrico.

(Texto de Mike Barrett | Traduzido e adaptado por Despertar Coletivo | Via: Natural Society)

– Veja mais em: http://despertarcoletivo.com/estudo-confirma-70-das-pessoas-que-usam-antidepressivos-nao-tem-depressao/

7 FATOS QUE PROVAM QUE VOCÊ E O COSMOS ESTÃO INTIMAMENTE CONECTADOS

POR ANDRÉ JORGE DE OLIVEIRA

Foto em longa exposição mostra a trajetória de estrelas durante a noite (Foto: flickr/creative commons/ ben a. king)FOTO EM LONGA EXPOSIÇÃO MOSTRA A TRAJETÓRIA DE ESTRELAS DURANTE A NOITE (FOTO: FLICKR/CREATIVE COMMONS/ BEN A. KING)

 

Oque antes pertencia ao domínio da religião e do mito está, cada vez mais, tornando-se consenso na ciência: todas as coisas do Universo estão profundamente relacionadas umas com as outras.

Acredite: conforme os cientistas vão escavando os mistérios da realidade, fica cada vez mais evidente que parece haver uma profunda interdependência entre as coisas. Esta convicção, que já foi muitas vezes trazida à tona pela intuição humana, tem ganhado cada vez mais espaço na comunidade científica.

Existem certos fatos, já familiares à ciência, que podem dar origem a uma espécie de espiritualidade, similar àquela proporcionada pela religião. São descobertas grandiosas que nos recordam que fazemos parte de um grande todo, do qual somos inseparáveis.Elas reforçam a ideia de que a velha distinção homem versus natureza não faz sentido algum.

Separamos sete destes fatos, que têm grande impacto filosófico e podem te fazer olhar de outra forma para a realidade ao seu redor. Confira:

1 – Somos todos poeira das estrelas

A frase, tornada famosa pelo astrônomo Carl Sagan, significa basicamente que todos os elementos que formam os seres humanos, os vegetais, as rochas e tudo o mais que existe no planeta foram formados há bilhões de anos, durante a explosão de estrelas a anos luz de distância daqui. É isso mesmo: elementos pesados como o ferro que corre no nosso sangue, ou o ouro que compõe as nossas jóias, só podem ser sintetizados na natureza em condições extremas de temperatura e pressão – ou seja, quando uma estrela morre e explode violentamente, virando uma supernova. O material formado, então, se espalha pelo espaço interestelar, podendo dar origem a novas estrelas e planetas.

2 – Os átomos do seu corpo já pertenceram a outros seres vivos

A Terra é praticamente um sistema fechado – a matéria que existe aqui não escapa naturalmente para o espaço sideral. Logo, podemos concluir que todos os átomos existentes no planeta estiveram aqui desde o início, e circularam ao longo das eras por incontáveis ciclos químicos e biológicos. Isto quer dizer que os elementos que hoje compõem nossos corpos podem, perfeitamente, ter feito parte de um tiranossauro rex no passado, ou de uma árvore, uma pedra, ou até mesmo de outros seres humanos.

3 – Toda a vida na Terra tem um grau de parentesco

Quando olhamos para a exuberante biosfera que  existe em nosso planeta, é difícil acreditar que, nos primórdios da vida, o único ser se resumia a um organismo unicelular. Ao longo de bilhões de anos de evolução, as espécies foram se diferenciando e se adaptando a diferentes ambientes. Mas, por mais distintas que pareçam, todas têm um grau de parentesco umas com as outras, sem exceção. Todas tiveram um ancestral comum em algum momento.

4 – Quimicamente, animais e plantas se complementam

As árvores são nossas “primas”, e podem ser compreendidas como complexas fábricas naturais que sintetizam o gás carbônico, eliminando o oxigênio. No nosso caso, o processo é reverso – nós respiramos o oxigênio e expelimos gás carbônico. Podemos dizer então que os vegetais e os animais são, evolutivamente falando, perfeitos uns para os outros, e mantém uma relação de interdependência.

5 – Seu corpo é perfeitamente adaptado para viver na Terra

Não apenas o corpo humano, mas todos os seres vivos do planeta, são minuciosamente moldados para sobreviver no ambiente terráqueo. Se vivêssemos em um lugar com maior gravidade, por exemplo, nossos músculos e estrutura óssea teriam de ser bem mais resistentes para aguentar a pressão. O implacável processo de seleção natural se encarrega de escolher as espécies mais aptas à sobrevivência. De certa forma, toda a vida que conhecemos tem a cara da Terra, porque é perfeita para ela.

6 – No nível quântico, não existem objetos sólidos

Quando tocamos em qualquer objeto, sentimos claramente que se trata de algo sólido, palpável. No entanto, a sensação não passa de um engano de nossos sentidos: são apenas as nuvens de elétrons dos átomos de nossa pele interagindo com as nuvens eletrônicas do objeto. O que se pode chamar de sólido é o núcleo dos átomos, mas eles jamais se tocam. Os átomos são compostos quase que inteiramente de vazio.

7 – Partículas subatômicas podem estar conectadas mesmo a milhões de anos luz uma da outra

Não importa que uma das partículas esteja na Via Láctea e a outra na vizinha Andrômeda – se houver entre elas o chamado entrelaçamento quântico, uma é parte indissociável da outra. Elas se influenciam instantaneamente, superando até mesmo a velocidade da luz. Isto é possível pois o princípio sugere que a matéria universal esteja interligada por uma rede de “forças”, sobre a qual pouco conhecemos, que transcende até mesmo nossa concepção de tempo e espaço.

>>>> Quer ver grandes mestres da ciência falando de forma inspirada sobre os mistérios do Universo e compartilhando sua paixão pelo que estudam? Então confira nossa lista de 9 vídeos inspiradores sobre o cosmos.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2014/07/7-fatos-que-provam-que-voce-e-o-cosmos-estao-intimamente-conectados.html

Lugar ao Sol – Charlie Brown Jr

Que bom viver, como é bom sonhar
E o que ficou pra trás passou e eu não me importei
Foi até melhor, tive que pensar em algo novo que fizesse sentido

Ainda vejo o mundo com os olhos de criança
Que só quer brincar e não tanta responsa
Mas a vida cobra sério e realmente não dá pra fugir

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

Um dia eu espero te reencontrar numa bem melhor
Cada um tem seu caminho, eu sei foi até melhor
Irmãos do mesmo Cristo, eu quero e não desisto

Caro pai, como é bom ter por que se orgulhar
A vida pode passar, não estou sozinho
Eu sei se eu tiver fé eu volto até a sonhar

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

O amor é assim, é a paz de Deus em sua casa
O amor é assim, é a paz de Deus que nunca acaba

O amor é assim, é a paz de Deus em sua casa
O amor é assim, é a paz de Deus… que nunca acaba

Nossas vidas, nossos sonhos têm o mesmo valor
Nossas vidas, nossos sonhos têm o mesmo valor
Eu vou com você pra onde você for

Eu descobri que é azul a cor da parede da casa de Deus
E não há mais ninguém como você e eu

 

I SAY A LITTLE PRAYER – ARETHA FRANKLIN – 1970

Eu faço uma pequena oração! Pra sempre e sempre, você ficará no meu coração! E eu eu te amarei! Para sempre e sempre, nós nunca nos separaremos! Oh, como eu te amarei! Juntos, pra sempre, é como tem que ser! Viver sem você só partiria meu coração! Acredite em mim! Por favor me ame também! Atenda às minhas preces, diga que você me ama também! Por que você não respondeu à minha oração?

LINGER – The Cranberries

Tenho certeza de que não estou sendo rude, mas é apenas sua atitude! Está acabando comigo! Está arruinando tudo! Você estava mentindo o tempo todo? Foi só um jogo para você? Você tem que deixar isso se prolongar? Se você pudesse sobreviver tentando não mentir! As coisas não seriam tão confusas! Você tem que deixar isso se prolongar?

Every Breath You Take – The Police

Cada vez que você respira! A cada suspiro que você der! Cada movimento que você faz! A cada elo que você quebrar! A cada passo que você der! Eu estarei observando você! A cada dia! A cada palavra que você falar! A cada jogo que você jogar! A cada noite que você ficar! Eu estarei observando você! Oh, você não vê! Que você pertence a mim? Como meu pobre coração dói! A cada passo seu! Cada movimento que você faz! A cada promessa que você quebrar! A cada sorriso que você fingir! A cada pedido que você fizer! Eu estarei observando você!

CLIMAX – USHER

O amor é a luva que continua reformulando! Onde você está agora, quando preciso de você por perto? Estou ajoelhado, mas parece que nós estamos indo pra lugar nenhum rapidamente, criamos essa bagunça com o que costumava ser amor! Então, por que me importo, se é que me importa afinal?

PAPA DIZ QUE HÁ POUCO TEMPO PARA ENFRENTAR ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

(Lusa)
“As consequências das alterações climáticas, que já se sentem de forma dramática em muitos países, sobretudo nos Estados insulares do Pacífico, lembram-nos da gravidade da incúria e da inação: o tempo para encontrar soluções globais está a esgotar-se”, alerta Francisco, num texto endereçado ao ministro do Ambiente do Peru, Manuel Pulga Vidal. Saiba mais no link abaixo:
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/vaticano/vaticano-papa-diz-que-ha-pouco-tempo-para-enfrentar-alteracoes-climaticas/

 

BICHOS ESCROTOS – TITÃS – AO VIVO

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos escrotos
Venham enfeitar
Meu lar
Meu jantar
Meu nobre paladar!

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos!
Baratas!
Ratos!
Cidadão civilizado!
Pulgas!
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos escrotos
Venham enfeitar
Meu lar
Meu jantar
Meu nobre paladar!

MEUS PENSAMENTOS’

FORTALECENDO-OS-SEUS-PENSAMENTOS
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Não perca nenhuma inspiração! Aproveite todos os estímulos, bons sonhos, tenha as melhores atitudes e tome as melhores decisões.

Orlando Oráculo

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Não molde-se ao mundo, molde-se ao ESPÍRITO de DEUS, que habita em você e ELE te elevará ao mais alto céu! Creia nisso!

Orlando Oráculo

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O criador do universo tem morada eterna em nossos corações, todos precisam saber disso e em qualquer local que estiverem!!

Orlando Oráculo

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O CRIADOR DO UNIVERSO ESTÁ CONTIGO!! AÍ DENTRO DO SEU CORAÇÃO E CHEIO DE AMOR PARA SEGURAR SEU MUNDO!!

Orlando Oráculo

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Cada um é aquilo que pensa ser!

Orlando Oráculo

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Acabei de beber uma latinha de veneno! Agora preciso beber muita água!

Orlando Oráculo

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Ciúmes é uma doença que precisa ser eliminada! Acredito que DEUS não seja ciumento, pois não podemos ter DEUS somente para satisfazer nossos desejos, mas sim o desejo de todos que tenham o amor de DEUS em seus corações. Ciúmes provoca medo e precisamos eliminar todo o medo.

Orlando Oráculo

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Sabe aquela pessoa que você pensa que é uma cobra? Aquela mesmo, que talvez você não conversa com ela, muito menos ela com você! Ela pode te amar profundamente e estar apenas querendo o seu bem!

Orlando Oráculo

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A pessoa que pensa que DEUS não está falando mais com ela, fale comigo e eu explico o que está acontecendo!

Orlando Oráculo

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Cuide desde já dos seus pensamentos, pois um dia você pode perder o controle de sua mente e todos saberão tudo que passa e passava por ela.

Orlando Oráculo

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Inferno, céu e paraíso! Onde ficam? Guerras interiores!

Orlando Oráculo

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Estou do lado daqueles que não amam ao dinheiro, há alguns grupos por aqui que não consigo descobrir o que amam e o que ocupa o primeiro lugar em seus corações, aí complica demais o nosso relacionamento!

Orlando Oráculo

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Antes que alguém pergunte qual o nome do meu mestre preferido, no momento só posso falar que ele é criador do universo! Não posso falar mais nada para não causar, ciúmes, discussões desnecessárias, partidárias e nenhum tipo de guerra! Trabalhamos pelo fim das guerras!!!

Orlando Oráculo

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Há pessoas que conseguem dominar a língua ou o que falam para evitar atritos, agora imagine-se dominando seus pensamentos de maneira parecida, não haverá atritos nem em seu interior.

Orlando Oráculo

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Ninguém tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo ou aquele que eu decidir que pode. Eu sou o que sou e serei o que serei conforme minhas decisões.

Orlando Oráculo

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Sinto que não fomos criados para o cemitério e sonho em não precisar passar por essa fase dessa vida. Sonho em não morrer, mesmo sabendo que isso pode acontecer a qualquer instante, mas se acontecer, sinto que não fui criado para morar no cemitério e penso que alguém vai me tirar de lá!

Orlando Oráculo

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A falsidade é tudo! Tudo de ruim que existe nesse sistema em que vivemos!

Orlando Oráculo

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Raso de mente e simplista de pensamento, ser ou não ser?

Orlando Oráculo

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Se for para fazer aqueles que não aceitam as diferenças de crenças, nacionalidades ou tradições tropeçarem, é melhor permanecer anônimo em relação a isso, dar apenas bons exemplos, para que tenham algum resultado na vida dessas pessoas e esperar que lá na frente elas aprendam a respeitar as diferenças!

Orlando Oráculo

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Muitas e muitas pessoas comuns se comportam pior do que os praticantes aplicados da politicagem!

Orlando Oráculo

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Unidade e igualdade, será que são as mesmas coisas? Se você tivesse que escolher apenas uma, qual seria mais importante?

Orlando Oráculo

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É o corrupto brigando com o corrompido! E a gente só assistindo!

Orlando Oráculo

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Alienação, nome que as pessoas inventaram para chamar todo aquele que tem uma opinião diferente, para não precisar conhecê-la e não conversar mais sobre o assunto! Mas quem será o verdadeiro alienado?

Orlando Oráculo

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Quem tem fé não fica pedindo coragem a todo momento, quem tem fé simplesmente vive, vive tomando atitudes conscientes e com certeza de que lá na frente vai dar tudo certo!

Orlando Oráculo

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Quem pensa muda a todo instante, pode ser para fazer coisas novas ou aquilo que você disse que nunca mais faria. O importante é pensar com amor e caridade.

Orlando Oráculo

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É possível que ainda hoje, Jeová use pessoas movidas pelo espírito santo. As coisas são conhecidas parcialmente e o propósito ainda não está completo para nossas vidas. Uma das maneiras de sabermos se estamos sendo movidos pelo espírito santo, é fazendo todas as coisas com amor e caridade, acreditando que aquilo que você pensa em praticar é possível de realizar-se.

Orlando Oráculo

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Se você pensa que com seu cargo e com sua profissão as coisas estão indo muito bem, então continue aí levando a vida sossegado!

Orlando Oráculo

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Pensar ou ser doutrinado? Eis uma questão que serve para tudo aquilo que lemos, assistimos e ouvimos! O que você pensa sobre o assunto?

Orlando Oráculo

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Em atitudes de amor agimos mais rápido do que qualquer coisa que já vimos, as mães entendem.

Orlando Oráculo

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Eu acredito no que tenho que fazer.

Orlando Oráculo

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O propósito da vida é viver.

Orlando Oráculo

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A mudança é um jogo que sempre será perigoso e é você que precisa decidir.

Orlando Oráculo

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 Se antes de fazer algo você pára e pensa se é certo ou errado, você ainda pode saber o que são valores morais.

Orlando Oráculo

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Você que ainda é novo, não seja infectado pelo sistema. Você que não é mais novo, veja até que ponto você está infectado e procure desinfectar-se!

Orlando Oráculo

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Deixe as promessas para aqueles que seguem tradições religiosas, para os escoteiros ou para qualquer outro que você sabe que também gosta de fazer promessas!

Orlando Oráculo

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É melhor tomar uma decisão equivocada do que nenhuma decisão, na dúvida decida-se e diga não! Se a oportunidade era boa, talvez ela bata em sua porta novamente de outra maneira e você terá uma segunda chance para decidir-se, dizendo sim!

Orlando Oráculo

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Não queremos cargos, queremos saúde e educação!

Orlando Oráculo

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A glória é de Deus, mas o dinheiro pode deixar com eles mesmos!

Orlando Oráculo

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Oração é um negócio muito bonito, tenho certeza que faz muito bem para aquela pessoa que faz com fé e dá resultados surpreendentes, é por isso que oro quando acho que é preciso, mas penso que há casos em que é necessário atitudes concretas para solucionar problemas! Precisamos de atitudes sólidas e perceptíveis aos sentidos!

Orlando Oráculo

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Quer serotonina e endorfina na veia? Ajude, faça o bem e ame as pessoas!

Orlando Oráculo

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O sistema de dominação existente nesse planeta é perfeito, mas em breve ele vai começar a falhar!

Orlando Oráculo

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Uma pessoa sábia é pacífica, cheia de misericórdia, de bons frutos e pronta para obedecer àquilo que for sem parcialidade e sem hipocrisia.

Orlando Oráculo

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O que falta é união por parte dos moradores e dos políticos! Se as pessoas fossem conscientizadas a participarem das discussões e decidirem o que fazer em alguns problemas, talvez nem precisaríamos ir atrás do governo para resolvê-los, mas sim para pedir redução nos impostos ou para dizer onde queremos que sejam usados!

Orlando Oráculo

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O amor vence tudo e é ele que vai surpreender muita gente!! Lá na frente eu vou ver gente falando assim: “Você não era gay? O que está fazendo aí e eu aqui?” Daí ele vai responder assim: “Sim, mas o amigo que me trouxe aqui ensinava sobre amor e eu entendi, mas você pensava que ele ensinava sobre ódio e não entendeu!

Orlando Oráculo

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Quem confiar no dinheiro ficará profundamente desapontado!

Orlando Oráculo

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Quando eu era mais novo, tratava mulher como se fosse sagrada e continuo pensando que isso não é errado!

Orlando Oráculo

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Com a tecnologia que temos hoje em dia, podemos ficar anônimos aos olhos da maioria e, com ALGUMAS pessoas melhorar o mundo de dentro do nosso quarto, sentado na nossa cama, debaixo da nossa coberta ou encostadinho tranquilo no nosso travesseiro

Orlando Oráculo

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Melhor não assemelhar-se aos que praticam males, pois um dia todos serão destruídos ou se destruirão!

Orlando Oráculo

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A vontade de Jeová para nossas vidas é perfeita e agradável, como a que ele tem para o reino dele. Muitas coisas que acontecem nesse mundo não estão de acordo com a vontade de Jeová, não diga em tudo que acontece em sua vida ou na vida de seus queridos que foi vontade dele.

Orlando Oráculo

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Não dá mais para fazer reuniões para resolver problemas, existem coisas que precisam ser resolvidas em tempo real! Os governantes precisam saber disso!

Orlando Oráculo

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Quando os meios de comunicação pararem de ser gananciosos, não se venderem por dinheiro e informarem honestamente. Quando os governantes também não se venderem por dinheiro e trabalharem honestamente, nosso país será melhor. São coisas que penso ser muito difíceis de acontecer, mas não são impossíveis!

Orlando Oráculo

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Pelo jeito que as coisas estão neste mundo, se eu morrer vou levar todos os meus segredos comigo!

Orlando Oráculo

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O problema de conversar com pessoas ignorantes é que geralmente elas não dão espaço para você dizer uma palavra.

Orlando Oráculo

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Uns querem respeito, outros não querem o preconceito!! Que tal todos praticarmos as duas coisas? Aí não haverá mais problemas!

Orlando Oráculo

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PREPARE-SE PARA APRENDER A VIVER EM COLETIVOS

SOBRE ANIMAIS

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NUNCA, NUNCA, NUNCA VEJA PORNOGRAFIA

PROTETORES DE ANIMAIS DO CAMPO GRANDE – CAMPINAS

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CUIDE DESDE JÁ DE SUA MENTE

“QUAL A TUA OBRA”

https://www.facebook.com/groups/cgconsciente/permalink/913037948714856/

CADA UM É AQUILO QUE PENSA SER – https://www.facebook.com/orlandotandrade/posts/779406792107294?pnref=story

OLAVO DE CARVALHO, OFERTAS E COMUNISMO

‘RELÓGIO DO APOCALIPSE’ É ADIANTADO PARA 23h57m E HUMANIDADE FICA MAIS PERTO DA EXTINÇÃO

Você acredita nisso? Somos uns privilegiados! A nossa espécie já existe há tantos milhares de anos e nós é que fomos os sortudos selecionados para assistir à festa de fim de ano(s)!

CLIQUE AQUI para ler a matéria completa.

HORTA COMUNITÁRIA: CONHEÇA O BAIRRO SUÍÇO NO QUAL CADA MORADOR PLANTA UM ALIMENTO E COMPARTILHA COM OS DEMAIS

por Redação Hypeness

Já pensou em poder colher diariamente alimentos orgânicos sem ter que comprá-los no mercado? Pois é, os moradores da Avenida Crozet, em Genebra, na Suíça, têm esse privilégio. Transformaram seus jardins em verdadeiras hortas comunitárias. A lei é a seguinte: cada um planta um tipo de alimento em seu quintal e depois pode colher outra variedade de alimento dos vizinhos. Assim, os habitantes consomem produtos orgânicos frescos à base de trocas e aumentam o senso de comunidade.

A ideia surgiu de um antigo conceito criado por Moritz Schreber no século XIX. No ano de 1864,  as pessoas começaram a utilizar espaços externos de suas casas para cultivar seus próprios alimentos. Logo, países como Áustria e Suíça aderiram à ideia. Hoje, o bairro da Avenida Crozet é conhecido pela sua enorme horta comunitária e virou modelo de consumo sustentável para todos nós.

Através do Google Maps, é possível ver a estrutura bem organizada criada pelos moradores:

horta-suica

mapa-suica-okFotos © GoogleMaps

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Foto via natvegi

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Foto via MontedoLaranjal

 Fonte: http://www.hypeness.com.br/2015/01/moradores/

 

John Legend – Ordinary People

Sei que me portei mal! E nós ainda temos oportunidade de crescer! E apesar de que o amor às vezes machuque, eu ainda coloco você em primeiro lugar! E nós faremos com que dê certo! Somos apenas pessoas comuns, não sabemos que caminho tomar, pois somos apenas pessoas comuns! Talvez devêssemos ir com calma! Dessa vez iremos com calma! Ir com calma! Às vezes é o paraíso na terra! Talvez a gente viva e aprenda! Talvez você fique, talvez vá embora! Talvez você retorne! Talvez devêssemos ir com calma! Ir com calma! Dessa vez iremos com calma!

TERRA EM TRANSE: 9 ALERTAS INQUIETANTES DO IPCC PARA O MUNDO

Relatório do IPCC que é sempre uma versão politizada para não cardíacos

Alguns cientistas já dizem que o pior está por vir. Nós já vivemos o pior que poderíamos em nossa geração. E nossos filhos e nossos netos enfrentarão, se nada for feito até lá o o que de pior poderão viver no seu tempo.

CLIQUE AQUI para ver a matéria completa em exame.abril.com

Black Eyed Peas ft. Sting – Union

Comecemos a união! Um por todos, Um por todos! E todos e todos por um! Imagine se qualquer profeta estivesse vivo em nossos dias, entre você e eu. Você acha que eles teriam a mesma opinião que você e eu temos. Perceba que você não pode mudar o mundo sozinho e entenda que nós somos iguais. Assim quando eu contar até três vamos mudar. Não é tempo de buscar grandes filosofias! Eu raramente deixo minha mente ser levada pela maré. Eu mudaria o mundo se eu pudesse mudar minha mente, se eu pudesse viver além de meus medos. Todos nós na verdade nos afastamos, no meio de toda esta situação negativa, dividido por convicções, religião e lugares diferentes. Porque nós não entendemos o ponto de nossa missão? Escute, eu sei que é realmente difícil fazer mudanças, porém dois de nós poderiam reorganizar esta praga, salvar a próxima geração. Reúna-se como um! Isto exige um, só um e então um segue o outro. E então outro segue outro! Na próxima vez você saberá que conseguiu um bilhão! Pessoas que fazem coisas maravilhosas! Pessoas que fazem coisas poderosas! Mudemos e façamos algo poderoso! 1,2,3!

 

“ÊXODO, DEUSES E REIS” É PROIBIDO NO EGITO

O novo filme do diretor Ridley Scott foi também retirado de várias salas de cinema no Marrocos.

Na esteira da polêmica em torno do cancelamento e posterior exibição de A Entrevista nos cinemas norte-americanos, devido aos ataques hacker sofridos pela Sony nas últimas semanas, outro filme tem enfrentado dificuldades de exibição. Êxodo: Deuses e Reis foi proibido no Egito e teve várias de suas sessões canceladas no Marrocos.

O motivo da proibição no Egito é que, de acordo com a censura local, o novo filme dirigido por Ridley Scott traria uma “visão distorcida” em torno da vida de Moisés. Abdel Sattar Fathi, chefe da censura egípcia, lamentou que o filme mostre que “os judeus estiveram envolvidos na construção da pirâmide de Ghiza como povo eleito por Deus” e que passe a impressão de que os egípcios teriam torturado os judeus. Além disto, Êxodo teria manipulado os ensinamentos do Alcorão, o livro sagrado do islã.

Outro país onde Êxodo: Deuses e Reis tem enfrentado problemas é no Marrocos. Apesar de não ter ocorrido uma proibição oficial do governo, o longa-metragem teve várias de suas sessões repentinamente canceladas. Ainda não houve um posicionamento oficial nem dos exibidores locais nem do Centro Cinematográfico Marroquino sobre o assunto.

No Brasil, Êxodo: Deuses e Reis está em cartaz desde ontem, após atrair pouco mais de 150 mil espectadores nas pré-estreias realizadas na semana passada. Confira a crítica do AdoroCinema sobre o filme.

Fonte: www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-110991/

UM DE NÓS – JOAN OSBORNE

Oh, uma noites destas, por volta de meia noite
Esta terra inteira vai se recolher e chacoalhar
Os santos vão tremer e chorar de dor
Pois o senhor vai chegar em seu avião celestial

Se Deus tivesse um nome, qual seria?
E você o diria diante dele
Se estivesse cara a cara com ele em toda a sua glória?
O que você perguntaria, se pudesse fazer só uma pergunta?

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa

Se Deus tivesse um rosto, com o que seria parecido?
E você ia querer ver
Se ver significasse que você teria que crer
Em coisas como o céu, Jesus e os santos
E todos os profetas?

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa casa
Apenas tentando ir pra casa
De volta para o céu sozinho
Ninguém telefona pra ele
Exceto, talvez, o papa, em Roma

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa
Como um andarilho sagrado
De volta para o céu sozinho
Apenas tentando ir pra casa
Ninguém telefona pra ele
Exceto, talvez, o papa, em Roma

CASOS DE AIDS ENTRE JOVENS AUMENTAM MAIS DE 50% EM 6 ANOS NO BRASIL

CLIQUE AQUI para assistir matéria completa da Edição do dia 30/11/2014 do Fantástico

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Fantástico acompanhou jovens soropositivos no país. Nos Estados Unidos, médicos desenvolvem comprimido que previne contaminação em até 92%.

Segunda-feira (1º) é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, uma doença que infelizmente ainda precisa ser lembrada. O doutor Dráuzio Varella explicou por que a Aids voltou a assustar tanto e a preocupar tanto: “Houve um aumento absurdo dos casos de Aids entre os jovens nos últimos anos. Neste sentido, nós no Brasil estamos indo na contramão de outros países”, afirma.
O aumento é de mais de 50% em seis anos. “O principal motivo é o comportamento sexual dos jovens. Eles acham que ninguém mais morre de Aids hoje, e que se pegar o vírus é só tomar o remédio que acabou e que está tudo bem. Está tudo bem, não. É uma doença grave. Vai ter que tomar remédio pelo resto da vida. E esses remédios provocam efeitos colaterais A Aids não tem cura, você pega o vírus, o tratamento pode controlar a doença, mas você vai ter problemas pelo resto da vida”, alerta Dráuzio.

Faça o teste: Você sabe o que é verdade e o que é mentira quando o assunto é Aids?

“Quando eu saio à noite eu quero me divertir, me alegrar, distrair a mente um pouco”, conta um jovem.

Sábado à noite, Ivan, Guilherme e Edson saem para a balada. A cena é comum em qualquer cidade do Brasil e do mundo. Ruas, bares e boates lotadas de jovens. “Noitada perfeita é isso: bebida, amigos e mulher”, diz um jovem.

“Curtir, beijar na boca”, conta outro jovem.

“Conhecer alguém e ficar”, afirma um outro jovem.

“É, hoje eu espero que tenha muita azaração, beijo na boca”, diz Ivan.

Ivan, Guilherme, Edson. Ao olhar para eles, alguém conseguiria dizer quem é portador do HIV?

“Eu sou soropositivo e descobri que tenho HIV com 23 anos. Eu tinha um relacionamento. A gente morava junto e tal. Ele sentou no sofá comigo e falou: ‘Olha, eu fiz o exame, o exame deu positivo’. Aí eu perguntei qual era o exame, né? Ele virou pra mim e falou: ‘Fiz o exame de HIV’”, lembra Ivan Monsores.

Mesmo estando em um relacionamento estável, Ivan contraiu o vírus da Aids. Foi contaminado pela pessoa em quem mais confiava. “Hoje eu tenho certeza que a Aids não tem cara. Certeza absoluta”, conta Ivan.

Ivan faz parte de uma estatística assustadora. “A taxa de detecção de Aids, entre jovens de 15 a 24 anos, vem crescendo em uma velocidade bem maior que da população em geral”, diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde.

Desde 2006, os casos de Aids nos jovens entre 15 e 24 anos aumentaram mais de 50%, o que quer dizer mais jovens soropositivos. No resto do mundo, o número de novos casos de HIV entre os jovens caiu 32% em uma década. Por que estamos indo para trás?

“A gente não deixa de transar porque não tem camisinha”, conta um jovem.

“A rapaziada de hoje em dia, não pensa muito nisso”, diz outro jovem.

Hoje é possível saber em menos de 20 minutos se você está ou não infectado pelo HIV. Um teste rápido, que pode ser feito de graça na rede pública de saúde, disponível para qualquer um. Não precisa marcar hora: é chegar e fazer.

Rafaela transou sem camisinha, há um mês, e agora veio se testar. “Estava solteira, acabei conhecendo pela internet, a gente se envolveu. Fui na casa dele, chegou lá, não tinha, desprevenido. E aí acabou acontecendo. Aí no dia seguinte, fiquei naquela neurose e tal, e aí estou aqui hoje para fazer o teste”, diz Rafaela Araújo, de 19 anos.

Rafaela tem motivo para se preocupar. Ela já viu de perto como é viver com o HIV. “Minha mãe faleceu. Ela era portadora do vírus. Ela tinha muito cuidado para não contaminar os filhos. Cuidado redobrado”, conta Rafaela.

Mesmo vendo o sofrimento da mãe, ela se descuidou. A médica traz o resultado: “Rafaela, eu estou com o resultado do seu teste, você não tem o vírus do HIV. Como você está se sentindo?”, pergunta.

“Aliviada. Acho que vai me conscientizar mais, né? A me cuidar, a ter a postura de levar a camisinha”, responde.

Rafaela teve sorte dessa vez. Uma segunda chance que nem todo mundo tem. Na última década, 34 mil jovens contraíram o vírus da Aids. Basta um deslize, uma única vez sem preservativo para se infectar.

Mas se transar sem camisinha, como Rafaela, você sabe o que fazer? Não adianta você esquecer de usar camisinha e sair correndo para fazer o teste. O exame pode levar 3, 4 semanas para ficar positivo. Em vez disso, procure a rede pública para receber o tratamento preventivo, os remédios que vão evitar que o HIV penetre o seu organismo. Não é para fazer isso todo fim de semana. É uma medida de emergência, que deve ser tomada até 72 horas depois do contato sexual. Passou de 72 horas, é tarde demais. O tratamento dura um mês, e os remédios devem ser tomados todos os dias, rigorosamente. Falhou, perdeu o efeito.
Esses remédios de emergência, chamados de profilaxia pós-exposição, ou P.E.P, estão disponíveis da rede pública, mas pouca gente sabe. No ano passado, só foram usados pouco mais de 20 mil kits de PEP em todo o país.

“Existe hoje uma falsa sensação de que a Aids está controlada. Que a Aids não existe mais. Porque não estamos mais vendo, na mídia, grandes ícones falecendo com essa doença”, diz Fernando Ferry, clínico geral especializado em Aids do Hospital Gaffrée Guinle, no Rio de Janeiro.

No início dos anos 90, Cazuza expôs ao público a luta pessoal contra a doença. Depois dele, em 1996, foi Renato Russo quem morreu de complicações da Aids.

Drauzio Varella: O Renato Russo foi talvez a última pessoa muito conhecida que faleceu de Aids, não é, Dado?
Dado Villa-Lobos, músico: Acho que sim. E contrariamente ao Cazuza, ele preferiu o sigilo, o segredo.

Dado Villa-Lobos tocava com Renato Russo no grupo Legião Urbana. Ney Matogrosso foi amigo e namorado de Cazuza. Eles lembram bem como era naquela época, quando a Aids provocava a morte em poucos meses.

“Houve uma semana que eu fui três vezes ao cemitério porque as pessoas morriam assim uma por dia”, conta Ney Matogrosso, cantor.

“Quem se criou e cresceu depois não acredita nessa doença. Então as pessoas não estão nem aí para essa doença. É como se a doença não existisse no mundo”, diz Ney Matogrosso.

No país, morrem 11 mil por ano. É muita gente.

“O remédio que existe é um remédio maravilhoso, porque as pessoas não morrem e não se acabam do jeito que se acabavam, mas não é a cura. Não tem a cura ainda”, diz Ney Matogrosso.

Cazuza e Renato Russo morreram antes que o coquetel de remédios, os chamados antirretrovirais, que ajudam a controlar o HIV, se tornassem realidade, a partir de 1996. Os remédios fazem o vírus parar de se multiplicar e entrar em um estado de ‘dormência’. A pessoa não desenvolve mais a Aids.

O número de mortes diminuiu drasticamente, e permitiu aos portadores do HIV levar uma vida quase normal.

O Ivan Monsores toma os medicamentos do coquetel diariamente. “Eu tomo seis comprimidos, de 12 em 12 horas. Tomo há três anos, todos os dias”, conta ele.

Além da obrigação de ter que tomar um monte de remédios todos os dias para o resto da vida, os pacientes também sofrem efeitos colaterais. “Meu primeiro efeito colateral foi tontura, a náusea e, no caso, eu na hora de dormir tinha muito pesadelo. Eu tenho essa percepção de que eu preciso da medicação para viver. Mas eu posso parar de tomar a medicação agora e daqui a um mês, dois meses, uma semana, eu cair doente dentro de um hospital”, diz Ivan.

Um em cada cinco jovens não aguenta essa rotina e abandona o tratamento.

Marvin Teixeira, 22 anos: Eu descobri que estava doente ano passado.
Drauzio Varella: Você tratou e parou no meio do tratamento?
Marvin: Isso. É. Tinha dia que eu tomava, tinha dia que eu não tomava. Eu achava que ficar um dia sem tomar meu remédio, ‘acho que isso não vai me matar’.

A Aids se desenvolveu. Resultado? “Eu estou perdendo a visão”, conta Marvin.

“A visão dele tem sido afetada por um vírus chamado citomegalovírus. Esse citomegalovírus destrói a retina. Vai ficar cego do olho direito e nós estamos tentando salvar o olho esquerdo”, explica Fernando Ferry, clínico geral especializado em Aids do Hospital Gaffrée Guinle.

Marvin era pintor de paredes. Sem a visão, não tem mais como trabalhar. “Eu achava que eu não ia pegar isso, que não ia chegar a encontrar isso”, conta ele.

Como ele, um terço dos jovens diz não usar preservativo quase nunca ou nunca, de acordo com uma pesquisa da Unifesp.

“Eu achava mais que era de homossexuais”, afirma Marvin.

“O que tem nos preocupado muito é que uma grande quantidade de meninos de 20, 21, 22 anos, estão comparecendo ao nosso hospital já com Aids avançada e com doenças graves”, diz o doutor Fernando Ferry.

“Entre os jovens de 15 a 24, ela vem crescendo. Principalmente entre os jovens do sexo masculino. É um crescimento importante. Em uma década, cresceu praticamente 68%”, conta Jarbas Barbosa, secretário de vigilância e saúde do Ministério da Saúde.

Na população geral, quatro em cada mil pessoas são portadoras do HIV. Mas entre os jovens gays, esse número é 20 vezes maior: 100 em cada 1.000. Hoje, 150 mil pessoas no Brasil não sabem que têm a doença.

Ainda não existe cura para quem tem HIV, mas a esperança pode estar em quem não tem o vírus. Um único comprimido, que, tomado rigorosamente durante todos os dias, previne a transmissão do HIV em até 92% dos casos. A profilaxia pré-exposição, ou PREP, já é uma realidade nos Estados Unidos. Uma revolução na prevenção à Aids.

“É a primeira vez, em 30 anos, que descobrimos uma alternativa para prevenir o HIV além da camisinha. Isso muda tudo. É maravilhoso”, diz Howard Grossman, médico e pesquisador especializado em HIV.

O remédio já fazia parte do coquetel para o tratamento dos portadores do vírus, mas os cientistas descobriram que ele também funcionava em quem não tinha o vírus, mas de uma forma diferente: criando uma barreira de proteção e impedindo o HIV de se instalar nas células da pessoa.

Damon é um dos que resolveram aderir ao PREP. “Alguns médicos acham que, por tomar esse remédio, as pessoas vão parar de usar camisinha. Mas não é isso. O remédio é para reduzir o risco de contaminação”, diz o paciente Damon Jacobs.

No Brasil, uma pesquisa da Universidade de São Paulo e da Fiocruz, no Rio de Janeiro, ainda está na fase inicial de testes para esse remédio. Só deve estar disponível para os brasileiros daqui a dois anos.

O remédio só consegue evitar a transmissão do HIV, e mesmo assim não é 100% seguro. Não existe choro, tem que usar a camisinha. Até porque existem outras doenças, sexualmente transmissíveis, tão graves quanto a Aids. É o caso da Hepatite B, por exemplo, que pode ser fatal. Para controlar a epidemia de Aids, a ciência faz a parte dela, mas você tem que fazer a sua. Camisinha sempre!

“Desde dezembro, quem testa positivo para o HIV já começa o tratamento imediatamente. E isso a gente espera que em 4, 5 anos já produza uma redução muito importante na transmissão do HIV no Brasil”, diz Jarbas Barbosa.

“As campanhas só ‘Use Camisinha’ não terão a repercussão necessária. É preciso mudar. Sem educação não há mudança de cultura”, diz Regina Bueno, coordenadora do grupo de jovens Vivendo e Convivendo com HIV e Aids.

Depois de um mês internado, Marvin volta para casa. Sem a visão, os pincéis e a tinta agora são apenas uma lembrança da profissão que teve desde menino.

“Sem a visão vai ser difícil. Não sei o que eu vou fazer. Eu só acho que eu estou muito novo para morrer agora. Uma coisa eu sei: eu não desejo o que eu estou passando para ninguém, não. Peço que as pessoas se cuidem melhor, pensem direitinho. Se eu soubesse que ia ficar assim, eu tinha me prevenido. Tinha me cuidado, usado preservativos. Cuidado melhor de mim”, lamenta Marvin.

Fonte: g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/11/casos-de-hiv-entre-jovens-aumentam-mais-de-50-em-6-anos-no-brasil.html

GIANNA JESSEN – SOBREVIVENTE DE ABORTO POR ENVENENAMENTO SALINO

Nesse dia 25 de novembro de 2014, Dia Internacional de Combate a Violência Contra a Mulher, deixo essa reflexão sobre o aborto de Gianna Jessen, sobrevivente de um aborto por envenenamento salino, veja seu recado para os homens, para as mulheres e decida qual deve ser a melhor atitude em respeito a vida, sua e daqueles que podem te amar um dia!

1ª parte

2ª parte

MULHER LIGA PARA A POLÍCIA, FINGE PEDIR PIZZA E CONSEGUE COLOCAR MARIDO QUE A ESPANCAVA NA CADEIA

ThinkStock

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O serviço de emergência dos EUA costuma receber vários trotes diariamente. Mas graças à inteligência de um atendente, uma ligação que parecia piada, mas era uma mensagem codificada, acabou salvando uma mulher.

Ela ligou ao 911 pedindo uma pizza, mas por trás do que parecia uma piada, pedia socorro contra o marido que a agredia.

O policial que recebeu a ligação verificou o endereço passado e descobriu que lá já havia sido registrado caso de violência doméstica. Por conta disso, enviou uma viatura ao local. Após a chegada da polícia, o agressor foi preso.

Veja como foi o diálogo:

– 911, qual é a emergência?
– Rua Maine, 123
– Ok, o que está acontecendo aí?
– Eu gostaria de pedir uma pizza
– A senhora ligou para o serviço de emergência
– Sim, eu sei. Quero uma pizza grande, meia pepperoni, meia cogumelo com pimentão
– Mmmm, desculpe, você sabe que ligou para o 911, certo?
– Sim, você sabe quanto tempo vai demorar?
– Ok, está tudo bem aí? A senhora está em uma emergência?
– Sim, estou
– E não pode falar porque tem alguém ao seu lado?
– Correto. Você sabe quanto tempo vai demorar?
– Tenho um policial há cerca de dois quilômetros da sua casa. Há alguma arma na casa?
– Não, até logo, obrigada

Por | Yahoo Notícias 

A CURA PELA PALAVRA: PSICOTERAPIA

Nunca tanta gente consultou um psicólogo para falar de sua vida no divã. Mas será que vale a pena gastar tempo e dinheiro contando nossa intimidade a alguém que mal conhecemos?

por Texto Denize Guedes, em SUPERINTERESSANTE

Jean de Oliveira Leite batia na namorada. De repente, por causa de uma discussão ou por terem esquecido uma das sacolas de compras no supermercado, ele dava tapas e pancadas na mulher que amava. Dois anos de namoro e algumas situações de violência depois, ela deu queixa na delegacia e terminou com ele. Os dois estariam separados até hoje se Jean não tivesse procurado um analista e ingressado num grupo de reflexão de homens com o mesmo problema. Na terapia, entendeu por que, em um de seus sonhos que tinha a namorada como personagem, ela assumiu a forma de um arame que ele dobrava sem parar. “Eu não podia dobrá-la metendo a mão”, diz. Depois das sessões de psicoterapia, os dois voltaram. Estão juntos – e em paz – há 3 anos.

No ano passado, a bancária Tatiana Dória não queria mais viver. No fundo de uma depressão, não se interessava por nada nem ninguém. Raramente saía: passava os dias na cama, dormindo ou assistindo filmes. Foi quando decidiu bater à porta de um psiquiatra. Saiu de lá com uma receita de antidepressivos e um encaminhamento à psicoterapia. Durante 6 meses, passou por dois terapeutas de abordagens diferentes, até o convênio médico cortar o benefício. Insistiu por dois meses, pagando as sessões do próprio bolso, mas resolveu abandonar o tratamento por achá-lo inútil. “Procuro o autoconhecimento há muito tempo, mas realmente não sei se um terapeuta tem algo a me acrescentar”, diz Tatiana, que preferiu seguir com os remédios e se dedicar a práticas como meditação.

Assim como Jean e Tatiana, milhares de pessoas estão insatisfeitas com o que são ou como estão. Querem se livrar de fobias, manias obsessivas, conseguir dormir direito, ter forças para sair da cama pela manhã, deixar para trás dificuldades sexuais ou simplesmente achar a vida mais interessante. Cada vez mais gente resolve desbravar a torre de Babel que é o mundo das terapias, habitado por mais de 400 modelos. O número de psicólogos deu um salto de 48% desde 2000, de 123 mil para 182 mil. Sem contar o crescimento do número de psicanalistas, psiquiatras e outros profissionais, como os filósofos clínicos. A quantidade de pessoas que procuram terapia também deve aumentar, já que, em abril, o governo tornou obrigatório aos planos de saúde oferecer 12 sessões anuais de psicoterapia a todos os conveniados. Se antes ir a psicólogos era coisa de “problemáticos”, hoje falar da expe­riência parece ser um bom jeito de engatar conversas com amigos no bar.

A palavra vem do grego therapeúein, que carrega significados como assistir e cuidar. Desabafar no ombro do amigo e conversar com um médico atencioso pode até ser terapêutico – mas não é um método que afasta o sofrimento por meio de técnicas apoiadas em fundamentação teórica, as psicoterapias, todas, de um modo ou de outro, baseadas no tratamento pela fala. Entre quem freqüenta um psicoterapeuta e quem está pensando em procurar um, é comum haver dúvidas do tipo: vale a pena gastar tempo e dinheiro com isso? Não é besteira contar detalhes da intimidade a alguém que mal conhecemos e que não oferece nenhuma garantia de eficácia? Afinal, terapia funciona?

Sim e não. Dezenas de pesquisas neurológicas provam que sessões de psicoterapia modificam conexões neurais e padrões de comportamento, como aconteceu com Jean­. Apesar disso, é grande a possibilidade de você conhecer terapia e, como Tatiana, achar o método inútil – e até bizarro.

Por dentro da terapia

A primeira pessoa tratada pela terapia da palavra se chamava Bertha Pappenheim, mas ela ficou conhecida como Anna O. Foi assim que os médicos Josef Breuer e Sigmund Freud a chamaram na hora de narrar o caso clínico que germinou a psicanálise. Anna O. sofria de alucinações histéricas, sonambulismo e se recusava a beber água. Já levava 6 semanas ingerindo somente a água de frutas quando os sintomas começaram a desaparecer – sempre após falar em voz alta sobre o que a atormentava. “Depois de ter desabafado energicamente a raiva que ficara dentro dela, pediu para beber e bebeu sem inibição uma grande quantidade de água, acordando da hipnose com o copo nos lábios. Com isso, o distúrbio desapareceu para sempre”, escreveram os dois no livro Estudos sobre a Histeria, de 1895.

Anna O. fez Freud ter uma sacada genial: expressar em voz alta pensamentos opressores e resgatar lembranças traumáticas causam efeitos benéficos ao corpo. Isso parece óbvio hoje em dia, mas não naquela época. As pessoas então enxergavam o corpo e a alma (o pensamento e o sentimento) como elementos que se opunham ou pelo menos não se comunicavam. Tratavam-se doenças mentais com procedimentos físicos, como eletrochoques ou incisões no cérebro. Com a criação do tratamento pela fala, Freud revolucionou a psiquiatria, criando uma nova área de estudo – a psicanálise.

Primeiro, ele afirmou que todos temos problemas mentais de menor ou maior grau. Cada pessoa, para Freud, monta sua identidade em cima de conflitos do inconsciente – local dos traumas e desejos reprimidos na infância. Depois, para chegar a esses desejos e impulsos que operam abaixo do nível da consciência, ele criou todo um conjunto de técnicas. Colocou um divã para dentro do consultório (e do nosso imaginário), onde o paciente deveria sentar e falar fazendo associações livres, de modo que o psicanalista pudesse desvendar as reais motivações por trás daquela fala e dos sonhos que a pessoa narrava ter vivido. “Não apenas Freud inventou sozinho o campo da psicoterapia mas o fez de uma só vez”, afirma, no livro Os Desafios da Terapia, o psiquiatra Irvin D. Yalom, professor emérito de psiquiatria da Universidade Stanford (EUA) e autor de Quando Nietzsche Chorou.

Nesses mais de 100 anos, a psicanálise se multiplicou em diferentes teorias e abordagens, dando origem a uma área mais abrangente, a psicologia. Mas a criação de Freud permanece a fonte onde, de alguma forma, todas as correntes da psicoterapia ainda bebem. “Dá para considerar a psicanálise como o berço de todo o campo, pelo menos em relação à maioria das linhas de psicologia profunda”, diz Franklin Goldgrub, professor de psicologia da PUC-SP. De modo geral, o terapeuta com alguma influência de Freud tenta provocar no paciente um processo de autoconhecimento, ou seja, de descoberta da raiz das suas motivações e traços de personalidade. Um processo que envolve passos como estes:

Rever o passado. Entre psicólogos, é comum ouvir a frase “o passado muda todo dia”. A idéia é que podemos voltar aos fatos do passado que mais nos atormentam e reavaliá-los, dando a eles outro significado. Fazer uma “arqueologia da alma”, como dizia Freud, passa por descobrir como nossos pais e os desejos deles influenciaram a nossa vida. Uma passagem de Cartas a um Jovem Terapeuta, do psicanalista Contardo Calligaris, explica por que a infância assume papel tão importante na terapia: “Não é porque os eventos da infância sejam mais marcantes do que os de hoje, mas porque os eventos de hoje tomam relevância e sentido a partir de nosso passado e, portanto, de nossa infância”.

Tomar consciência. É quando o paciente descobre o que faz com a própria vida e tenta vislumbrar o motivo por trás de suas ações. Geralmente a tomada de consciência provoca descobertas revolucionárias sobre si próprio, do tipo: “Minha mulher morreu há 3 anos e desde então vivo fingindo que ela está viva” ou “Sou ranzinza e intolerante com as pessoas da mesma forma como ajo comigo mesmo”.

Responsabilizar-se. Depois que a pessoa se dá conta de seus traços de comportamento, vem a hora de tomar para si a responsabilidade pelos problemas e deixar de culpar os outros – os pais, o chefe, a sociedade ou o marido que decidiu ir embora. Como diz o psiquiatra Yalom no livro O Carrasco do Amor: “Se a pessoa não se sente responsável pelas próprias dificuldades, como, então, ela será capaz de modificar sua situação?” Não significa se culpar pelos infortúnios da vida. “Culpar-se é querer se castigar. Responsabilizar-se é querer mudar. O objetivo é fazer a pessoa perceber o que quer e como ela própria se sabota”, diz Goldgrub.

O problema é que esse roteiro inspirado nas idéias de Freud pode demorar anos para se desenvolver – e ninguém garante que produza os resultados que o paciente espera. Tem mais: muitas das teorias de Freud e outros grandes psicanalistas não nasceram do método científico tradicional – aquele em que um cientista delimita um universo de pesquisa, faz análises e a partir dela tira conclusões. Suspeita-se até que Freud tenha exagerado histórias de seus pacientes para comprovar sua teo­ria. “Do nascimento da psicanálise até hoje, várias idéias de Freud foram descartadas”, diz o neurocientista Renato Sabbatini, da Unicamp. “A neurociência, por exemplo, descobriu que os sonhos têm mais a ver com a memória do dia anterior do que com desejos reprimidos.”

À medida que as idéias de Freud foram sendo questionadas, novos tratamentos surgiram. Das mais de 400 técnicas diferentes que existem hoje, a maioria apareceu a partir da década de 1960, quando a revolução sexual fez as pessoas dar mais importância ao bem-estar do corpo e da mente. Enquanto a terapia baseada na psicanálise tradicional permaneceu um processo demorado, onde falar de cura e eficácia soa estranho, sua hegemonia foi dando lugar a modelos mais curtos e focados, as psicoterapias breves dinâmicas. Uma das correntes mais fortes é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), recomendada sobretudo a quem sofre de fobias, como medo de dirigir, ou transtornos obsessivos, como o hábito de lavar as mãos várias vezes por hora. Bem diferente das terapias baseadas em Freud, a TCC quer saber pouco do passado ou dos desejos reprimidos do paciente. O tratamento costuma ser mais curto e se concentra no que a pessoa pensa sobre si mesma e como esse pensamento se reflete nas ações. “Para a terapia cognitiva, os sintomas depressivos vêm de pensamentos e crenças negativas sobre si e sobre o mundo”, diz o psiquiatra Aristides Volpato Cordioli, organizador de um catatau de quase 900 páginas chamado Psicoterapias – Abordagens A­tuais.­ Assim como a TCC, existem técnicas mentais que fazem você se acostumar a ter pensamentos tranqüilizantes, levando esse sentimento a situações de ansiedade.

Freud também vem perdendo terreno porque se restringiu aos conflitos interiores de um indivíduo, dando pouca importância a influências sociais nos sentimentos dele. “O sofrimento psíquico varia de acordo com o contexto sociocultural”, diz o psiquiatra e psicanalista Mário Eduardo Pereira, professor de psiquiatria da Unicamp. Se na época de Freud os casos de histeria proliferavam, provavelmente em resposta à repressão sexual do século 19, a sociedade atual pode nos deixar mais narcisistas, competidores e ansiosos por ter prazer. “Vive-se hoje em uma sociedade nada solidária e muito competitiva, onde as posições conquistadas são sempre incertas. Isso está fortemente relacionado aos casos, cada vez mais comuns, de pânico, insônia, ansiedade, estresse e depressão”, diz Mário Eduardo Pereira. Se a raiz desses problemas está no tipo de vida que levamos hoje em dia, eles não podem ser tratados apenas pelas técnicas de Freud.

Por dentro do cérebro

Tantas correntes diferentes de psicoterapia impõem uma questão: como saber qual é a mais eficaz ou pelo menos se alguma delas é eficaz? É aqui que entra uma outra área da ciência que está se interessando pelo que acontece no divã. Pesquisas com neuroimagem funcional, método que fotografa o fluxo sanguíneo no cérebro, estão provando que a terapia baseada na fala causa, sim, efeitos permanentes no nosso sistema de aprendizagem, na memória e no processamento de emoções.

O último estudo da área, feito na Universidade de Amsterdã no ano passado, analisou 20 pessoas com transtorno do estresse pós-traumático, distúrbio que geralmente atinge quem passa por traumas como seqüestro, acidentes graves e abuso sexual. Elas foram submetidas a uma sessão semanal de psicoterapia breve – inspirada em Freud, porém focada e mais curta – durante 4 meses. Enquanto isso, outras 15 pessoas com o mesmo diagnóstico ficaram num grupo sem tratamento. No final, o cérebro de quem fez terapia mudou. Houve mais atividade em regiões do córtex pré-frontal, área relacionada a cálculos, pensamentos práticos e ações que tomamos conscientemente. Na prática, o tratamento deu alívio a sintomas que têm tudo a ver com traumas, como hipervigilância (estado de alerta permanente) e recordações aflitivas, que se manifestam em pesadelos e pensamentos recorrentes.

Alguém pode logo dizer que não é privilégio da psicoterapia alterar redes neurais. E não é mesmo. Com maior ou menor intensidade, as experiências da nossa vida provocam mudanças na atividade cerebral – como na hora em que ouvimos a seleção de músicas da nossa banda favorita, recebemos a notícia triste da morte de alguém ou damos uma boa caminhada no parque. “O que é bastante recente é o reconhecimento da comunidade científica sobre a intensidade e a permanência das mudanças alcançadas pela psicoterapia. Não se imaginava que o funcionamento do cérebro pudesse ser alterado tão dramaticamente pelo tratamento, e com benefícios tão duradouros”, diz o psicólogo e neurocientista Marco Montarroyos Callegaro.

É como se o pensamento alterado pela terapia fosse a tabuada que a gente não esquece mais. “Os sistemas de memória e aprendizagem constituem a base de todas as psicoterapias. Como o cérebro é uma estrutura plástica, que se modifica de acordo com nossas experiências, o tratamento consegue atuar em determinados circuitos”, diz Jesus Landeira-Fernandez, diretor do Laboratório de Neuropsicologia Clínica e Experimental da PUC-RJ.

Meses antes da pesquisa holandesa, uma outra, realizada pela USP, mostrou resultados parecidos. O estudo envolveu 16 pacientes também com transtorno do estresse pós-traumático. Eram pessoas que tinham vivido eventos como a morte de parentes, seqüestro e assalto. Em dois meses, elas passaram por sessões semanais de uma psicoterapia chamada exposição e reestruturação cognitiva, que consiste em revisitar o evento para então dar a ele um significado menos traumático. Outros 11 pacientes com o mesmo distúrbio ficaram numa lista de espera. Resultado: aqueles que foram às sessões tiveram mais atividade no córtex pré-frontal e menos na amígdala. Como esta parte do cérebro regula nossa sensação de medo, a relação é direta: a terapia reduziu o medo e a ansiedade dos pacientes. Já quem ficou no grupo de controle não teve mudanças relevantes. “Novos arranjos das sinapses ocorrem durante o aprendizado promovido pela psicoterapia”, diz o psicólogo Julio Perez, o autor do estudo. “O tratamento modifica as redes associativas que antes estavam relacionadas à situação que causava dor e dificuldade.”

Quer mais? Há ainda estudos provando a eficácia da terapia para problemas específicos, como as fobias. Na Alemanha, em 2006, 28 voluntárias perderam o medo de aranha em sessões semanais, de 5 horas, de TCC. Elas tiveram menor atividade da ínsula e do giro do cíngulo anterior direito, áreas ligadas àquelas reações que nós não controlamos, como ficar assustado e com o coração batendo rápido logo depois de ver uma aranha. No Japão, também em 2006, 12 pacientes com síndrome do pânico se livraram do mal em 10 sessões de terapia comportamental ao longo de 6 meses. O cérebro deles também deu uma recauchutada nas áreas ligadas ao medo, à memória e ao pensamento consciente. “Há indícios de que as psicoterapias promovem o fortalecimento das funções executivas, ligadas ao córtex pré-frontal”, diz Landeira-Fernandez. Em outras palavras, a terapia fez as pessoas pensar melhor.

As pesquisas de neuroimagem indicam que quem completa o tratamento sai, em geral, 80% melhor do que os pacientes fora do consultório. É um resultado tão positivo que já está provocando mudanças na saúde pública de alguns países. Na Inglaterra, o governo anunciou um investimento de 170 milhões de libras para treinar 3 600 profissionais em terapia cognitivo-comportamental. “O valor inicial do tratamento com antidepressivos é inferior ao da psicoterapia. No entanto, no médio e no longo prazo, a melhor relação é a do tratamento psicoterápico, que tende a apresentar menor reincidência da depressão e efeitos mais duradouros”, diz Callegaro. O resultado também fez até os mais céticos admitir as vantagens da terapia. “Uma coisa é a teoria ultrapassada de Freud, outra são os efeitos comprovados da prática”, diz o neurocientista Sabbatini.

Por fora da terapia

Mas tem um probleminha. A neuroimagem também levanta questões que incomodam a psicologia. Em grande parte das pesquisas, há um paradoxo aterrador: não importa se o paciente passou por uma tratamento inspirado em Freud ou uma prática mais nova. No fim, o efeito de todas é muito parecido. Ou seja: em eficácia, abordagens distintas não fazem diferença nenhuma entre si. Inconformados com isso, pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, tentaram recentemente pôr fim ao mistério. Durante 3 anos, eles estudaram 5 500 pacientes que passaram por 3 tipos de terapia: cognitivo-comportamental, psicodinâmica e centrada na pessoa. Conclusão publicada em 2007: equivalência de novo.

O fato de terapias diferentes funcionarem igualmente cria uma hipótese: talvez a psicoterapia não funcione pelo motivo que os terapeutas apontam, mas por razões não tão confortáveis à psicologia. Dylan Evans, pesquisador da Universidade de Cork, na Irlanda, especializado em psicologia evolutiva, defende uma dessas razões incômodas: “Se as diferentes técnicas não têm qualquer impacto na recuperação, então é plausível que os benefícios se devam à única coisa que todas as abordagens têm em comum. A crença do paciente de que está recebendo ajuda médica de boa-fé”. Ou seja: efeito placebo – o mesmo que faz as pessoas se sentir melhor depois de tomarem um remédio de farinha ou passarem por um benzimento.

Evans conta em seu livro Placebo (sem tradução para o português) que essa possibilidade teria assombrado Freud até a morte. O Pai da Psicanálise acreditava na supremacia do seu método e, tão logo diferentes linhas se formaram dentro da escola psicanalítica, passou a atribuir os efeitos provocados por essas dissidências à pura sugestão. “Logo se tornou claro que seus próprios pacientes não diferiam em recaídas daqueles tratados por heréticos como Jung e Adler”, afirma Evans.

Assim se desenrola um novelo de pontos fracos dos tratamentos psicológicos. Apesar de as pesquisas neurológicas provarem os efeitos da terapia, não há provas de que isso acontece pelos motivos que os terapeutas apontam. “Na área da saúde mental, é difícil até saber qual é o distúrbio que a pessoa apresenta”, diz Sabbatini. Distúrbios mentais não são como dores de cabeça – não há certeza do que o paciente tem e nem se o tratamento vai ser eficaz como um analgésico. A falta de fundamentação faz das terapias um serviço estranho: elas oferecem um tratamento sem saber se ele vai dar certo. Por causa disso, “a psiquiatria é uma das últimas áreas da medicina que ainda não conseguiu o status de ciência”, diz Sabbatini.

É o que os especialistas chamam de fase empírica não científica: quando se descobriu, pela prática, que uma erva ou uma atitude ajudam a prevenir ou curar uma doença, mas sem ninguém saber exatamente por quê. Por exemplo: no século 18, o médico italiano Giovanni Lancisi acreditava que a malária era contraída ao se respirar o ar fétido de pântanos – daí o nome da doença, que vem de “maus ares”. De fato, deixar de circular em pântanos evita malária, mas não por causa dos maus ares, e sim porque o lugar é cheio de mosquitos – estes, sim, a verdadeira origem da doença. As psicoterapias podem estar nesse nível. Baseiam-se numa crença forte e têm alguma eficiência, mas ninguém sabe exatamente como a melhora acontece. E mais: pode haver uma causa e um tratamento mais acertados, porém não descobertos.

Um exemplo é a genética. Por muito tempo, acreditou-se que a esquizofrenia era um mal psicológico que deveria ser tratado no divã. Quando vieram à tona suas raízes genéticas e químicas, a psicoterapia para tratar esquizofrenia virou coisa do passado. Do mesmo modo, cada vez mais pesquisas ligam os genes à predisposição ao comportamento depressivo. E uma pesquisa de biólogos evolutivos dos EUA acaba de mostrar que a hiperatividade tem laços genéticos. Psicólogos costumam explicar esse distúrbio como uma estratégia de filhos para chamar a atenção dos pais. Já os biólogos americanos descobriram que há uma razão evolutiva para a hiperatividade existir. Quando o ser humano vivia em grupos nômades, não conseguir parar quieto era uma vantagem competitiva para caçadores e pastores. Hoje, porém, a vida sedentária fez desse traço um problema. Pesquisas como essa mostram que, no futuro, os cientistas podem descobrir que tratar depressão ou hiperatividade no divã é tão equivocado quanto achar que os ares do lodaçal causam malária.

Trapalhadas no divã

Para os psicoterapeutas, porém, a história é outra. Se linhas diferentes de tratamento funcionam da mesma forma, não significa que o efeito da terapia seja placebo ou coisa parecida. E sim que a eficácia não depende do tipo de tratamento, mas da vontade do paciente em amadurecer, da habilidade do terapeuta e sobretudo da relação que os dois desenvolvem.

Pouca gente gostaria, por exemplo, de se tratar com quem se compromete mais com a doutrina em que se formou do que com o paciente. E passa as sessões tentando encaixar o pobre coitado na teoria. Críticos da psicanálise chamam essa prática de “cara eu ganho, coroa você perde”. É o caso do analista convicto de que o rapaz sofre do clássico complexo de Édipo, quer matar o pai para ficar com a mãe. Se ele concorda com a interpretação, perfeito. Se não, é porque está reprimindo impulsos sexuais. “Um dos desafios é não tornar o nosso fazer um leito de Procusto”, diz Julieta Quayle, um dos presidentes da Associação Brasileira de Psicoterapia. No mito grego, os hóspedes de Procusto não saíam vivos de sua casa, pois ele cortava ou esticava seus pés para que coubessem no tamanho exato da cama que oferecia.

Também há o problema da má formação. A cada ano, o Brasil ganha 17 mil novos psicólogos. Muitos saem de faculdades pouco prestigiadas, não fazem um curso de especialização num método ou num distúrbio e mesmo assim abrem seus ouvidos para tratar das razões individuais do ser humano – talvez o objeto de estudo mais complexo que existe. Além disso, terapeutas também têm seus problemas emocionais, que podem resvalar para o paciente. Nem todos mantêm uma necessidade básica: sua própria terapia. “Como é possível uma pessoa guiar os outros num exame das estruturas profundas da existência sem examinar a si mesmo?”, questiona Yalom. Entre os resultados da falta de análise do terapeuta, está o de seduzir ou deixar-se seduzir pelo paciente. Não raro terapeutas mal analisados têm relacionamentos amorosos com clientes.

“Se fôssemos submeter terapeutas a um controle estatístico, poucos sobreviveriam”, diz o neurocientista Sabbatini. Mas, como grande parte do sucesso do tratamento depende de quem está se tratando, é muito difícil avaliar um terapeuta. Para o profissional, fica fácil culpar o paciente pela ineficácia das sessões. Diante disso, faz sentido a metáfora que o psicólogo clínico americano Scott Miller usa para falar do paciente: cliente herói. “Quer o terapeuta funcione ou não, depende do cliente, e de suas habilidades heróicas, levantar-se contra as coisas horríveis que lhe aconteceram”, afirma ele.

A terapia no futuro

A falta de certeza do tratamento pelo menos tem uma vantagem: exigir terapeutas cada vez mais focados em resultados, que usem técnicas mais científicas para descobrir o problema do paciente. “No futuro, talvez possamos diagnosticar os transtornos através de exames de neuroimagem”, diz Landeira-Fernandez.

Na hora do tratamento, uma das tendências é que cada vez mais os profissionais se especializem no distúrbio e não numa doutrina intelectual. Um exemplo é o trabalho do psicólogo clínico Albert Rizzo, da Universidade do Sul da Califórnia. Bancado pelo Exército americano, ele adequou a terapia cognitivo-comportamental a um game de guerra e vem tratando soldados que sofreram traumas no Iraque. “Jovens acostumados à realidade virtual, eles se sentem incentivados a voltar aos eventos da guerra pelo computador”, diz Rizzo.

Mas também existe a tendência oposta: que algumas correntes fiquem ainda mais distantes da ciência e próximas da filosofia, criando sessões onde a cura seja um fator secundário. “Vivemos questões existenciais que acompanham o ser humano há séculos”, diz o filósofo Lúcio Packter, pioneiro da filosofia clínica no Brasil. Não à toa, o psiquiatra Irvin Yalom dedicou o livro A Cura de Schopenhauer aos filósofos clínicos – que ele chamou de terapeutas do futuro: “Nós [os psicólogos] fazemos parte de uma tradição que remonta não só aos nossos ancestrais imediatos da psicoterapia, começando com Freud e Jung, e todos os ancestrais deles – Nietzsche, Schopenhauer, Kierkegaard – mas também Jesus, Buda, Platão, Sócrates, Galeno, Hipócrates e todos os outros grandes líderes religiosos, filósofos e médicos que se ocuparam de cuidar do desespero humano”. Uma venerável agremiação.

 

Terapia no cockpit da F-1

O mundo das terapias anda tão especializado que a SUPER ouviu até Jarno Trulli, piloto de Fórmula 1 da Toyota, e seu médico,Riccardo Ceccarelli. Calma, Trulli não sofre de nenhum distúrbio mental nem está passando por uma crise existencial. Ele só quer correr melhor – e usa psicoterapia para isso. No divã, pratica exercícios para ter um cérebro mais ágil na corrida.

Como assim terapia na F-1?

Trulli: Pratico algumas técnicas para trabalhar o cérebro. É que uma coisa é se concentrar o máximo possível em uma tarefa e outra é se concentrar em realizar diversas atividades ao mesmo tempo, o que um piloto de Fórmula 1 deve fazer. Trabalhamos para cultivar uma mente o mais elástica possível, preparada para lidar com todas as ações e informações da corrida, mesmo quando fisicamente você já está cansado. Como não há um treinamento específico que sirva para o nosso trabalho, nos valemos de diversas disciplinas.

Como funciona?

Ceccarelli: São duas sessões diárias, pela manhã e à tarde. Peço a Trulli que imagine que está correndo uma volta de um circuito, movendo seus braços, brecando e acelerando no ponto correto. Isso mostra a precisão do que ele está visualisando. Normalmente, completa a volta entre dois ou três segundos a mais ou a menos do tempo de uma volta real. Em uma outra técnica, peço que ele olhe para diversos objetos e tente se concentrar em todos ao mesmo tempo, vendo detalhes e movimentos. Isso treina o cérebro a lidar com várias tarefas. 

Terapia para a guerra

Ela foi chamada de “coração de soldado” na Guerra de Secessão, de “choque da bomba” na 2ª Guerra e de “fadiga do combate” na Guerra do Vietnã – quando foi batizada de transtorno do estresse pós-traumático. Com a Guerra do Iraque, o distúrbio reapareceu. Para tratar os soldados que voltam traumatizados do Iraque, os americanos usam até videogames. Bancado pelo Exército, o psicólogo clínico Albert Rizzo, da Universidade do Sul da Califórnia, adequou a terapia cognitivo-comportamental a um game de guerra, tratando os soldados com realidade virtual.

Como o tipo de tratamento começou?

No início, todos imaginavam que a Guerra do Iraque seria rápida – e que por isso não haveria soldados com transtorno do estresse pós-traumático. Em 2004, porém, uma revista médica publicou um artigo com números assustadores de gente traumatizada voltando do Iraque e do Afeganistão. Os militares reconheceram o problema e vieram até nós. Tínhamos adaptado o game Full Spectrum Warrior, que se parece muito com o ambiente de guerra do Iraque, para incluir nele elementos úteis à terapia.

Como a realidade virtual contribui para o tratamento?

Trata-se de uma simulação em 3D em que o paciente, com um headset, pode dirigir um tanque humvee ou andar por uma vila. É quando o terapeuta faz coisas acontecer. No começo, muda o número de pessoas na rua. Depois, conforme o paciente fica mais confortável e sua resposta ao medo diminui, adiciona coisas como o barulho de uma arma a distância ou de uma bomba. Um helicóptero que sobrevoa um veículo que explodiu. Tudo bem gradual. Montamos um simulador do ambiente de guerra que inclui até o cheiro de combustível, pólvora, lixo, borracha queimada, todo tipo de cheiro da guerra. Quando uma bomba explode, eles sentem o chão tremer.

Qual o papel da fala no tratamento?

É o elemento principal. A tecnologia não cura ninguém. O paciente não fica simplesmente sentado olhando o que acontece no mundo virtual. Eles são encorajados a falar da experiência, a chorar e a contar os detalhes. O mundo da realidade virtual os ajuda a ter condições de voltar para aquele evento e a processar a memória emocional. Nós ouvimos a sua história repetidas vezes, a gravamos e a entregamos em uma fita no final da sessão. Todo o processo é desenhado para ampliar a habilidade do terapeuta em aplicar a terapia de exposição, não para substituí-lo.

Que tipos de sintomas os soldados estão eliminando?

Os principais são o que chamamos de re-experiências. Elas aparecem em pesadelos e flashbacks, que talvez sejam os piores sintomas. Basicamente, o transtorno consiste em ter atitudes extremas quando não é necessário. Por exemplo: o sujeito está sentado do lado de fora de um café e o escapamento do carro dá um estrondo. De repente, ele volta ao Iraque. Eles também evitam acontecimentos associados ao trauma. Voltam para casa e não querem ir a canto nenhum, porque acham que uma bomba vai explodir. Ou, se estão dirigindo e vêem uma pilha de lixo ao lado da estrada, relembram a guerra e, eventualmente, não dirigem mais. De 15 veteranos que completaram o programa desde 2005, 12 mostraram melhoras impressionantes. Não pretendemos eliminar a memória de ninguém, mas ajudá-los a não ser assombrados pelos sintomas do TEPT, que fazem a guerra continuar dentro de cada um. 

10 grandes linhas do autoconhecimento

Desde que Freud inventou a terapia pela palavra, seu método foi questionado, derrubado, reerguido e reformado. Hoje, sua influência está dispersa em centenas de correntes – algumas mais, outras menos freudianas. Veja abaixo como 10 grandes linhas da psicoterapia funcionam.

Alta influência de Freud

Psicanálise

O analista acredita que os problemas vêm de impulsos reprimidos na infância do paciente, que passa a maior parte da sessão falando por meio de associações livres. O terapeuta geralmente fala pouco, sem emitir juízo, tentando analisar a fala e os sonhos. Modelo mais antigo, foi ampliado e modernizado com os estudos de Jacques Lacan (1901-1981).

Psicanálise junguiana

Também chamada de psicoterapia analítica, foi criada por Carl Jung, discípulo de Freud, que introduziu na psicanálise o conceito de inconsciente coletivo – as imagens e as experiências comuns a todos os seres humanos. Por isso, o método junguiano leva em conta, além das questões individuais do paciente, as influências externas e coletivas que podem atormentá-lo.

Psicodinâmica

Chamada de psicanálise light, baseia-se em noções tradicionais da psicanálise, só que é mais breve, com o terapeuta tentando ativamente engajar o paciente em um diálogo que o faça reconhecer e resolver conflitos antigos. É também mais focada para atingir objetivos concretos preestabelecidos entre paciente e terapeuta.

Média influência de Freud

Gestalt

Usando o teatro e outras expressões artísticas, explora técnicas dramáticas para construir pensamentos e atitudes criativas. Com blocos de espuma, bonecos ou almofadas, o paciente é encorajado a adotar novos papéis e expressar sentimentos, com o objetivo de compreendê-los melhor.

Terapia de grupo

Abriga teorias e práticas de outras correntes, com a diferença de ser praticada em grupo. O convívio com os outros pacientes funciona como um microcosmo social – um ambiente seguro para um novo comportamento. É indicada para quem sofre de problemas comuns do seu ambiente e tem dificuldade de se relacionar com os outros.

Interpessoal

Recomendada a quem passa por depressão leve ligada a conflitos pessoais, luto ou mudança repentina de papéis (um casamento ou um novo cargo profissional). O tempo da terapia é predeterminado, e as sessões se concentram no tempo presente, sem ligar experiências atuais ao passado.

Centrada na pessoa

Foca na relação entre paciente e o profissional. Sem interpretar pensamentos e comportamentos, o terapeuta cria um clima de empatia que permite ao paciente explorar questões que o perturbam e desenvolver a auto-estima. Por isso, é indicada a quem se sente oprimido pelo mundo e tem baixa aceitação de si próprio.

Baixa influência de Freud

Terapia comportamental

Linha bem distante de Freud, é indicada para quem sofre reações indesejáveis do corpo diante de manias e fobias (como medo de aranha ou de avião). Utiliza técnicas básicas de aprendizagem, como exposição e condicionamento, na tentativa de trocar o comportamento usual por reações mais agradáveis. Para os críticos, esse tipo de terapia tenta fazer um adestramento do paciente.

Terapia cognitiva

Baseada na idéia de que “os homens se perturbam não pelas coisas, mas pela visão que têm delas”, como disse o pensador romano Epíteto (60-117). A terapia cognitiva tenta reconhece e alterar padrões de pensamento que incomodam o paciente, para ensiná-lo a vigiar idéias automáticas e corrigi-las. Indicada a quem sofre de depressão e precisa mudar o que pensa sobre si próprio.

Terapia cognitivo-comportamental

Utiliza técnicas das duas correntes ao lado para tentar fazer o paciente identificar pensamentos e crenças distorcidas que tem de si próprio. A idéia é fazer a pessoa perceber seus pensamentos e procurar corrigi-los, gerando novos padrões de raciocínio. Indicada para quem sofre de depressão, ansiedade e perturbações relacionadas a traumas. 

Para saber mais

Os Desafios da Terapia

Irvin Yalom, Ediouro, 2007.

Placebo

Dylan Evans, Oxford, EUA, 2004 .

Psicoterapias – Abordagens Atuais

Aristides Volpato Cordioli, Artmed, 2008.

Estudos sobre a Histeria

Sigmund Freud, Imago, 2006.

APENAS 37 DOS 270 CANDIDATOS FAVORÁVEIS AOS DIREITOS LGBT CONSEGUIRAM SE ELEGER NESTAS ELEIÇÕES

Por Ricardo Senra, Em NOTÍCIAS UOL

Candidatos LGBT têm baixa votação; ‘vivemos estigma’, diz Jean Wyllys

O deputado federal reeleito Jean Wyllys (PSOL-RJ) é o único dos eleitos em 2014 cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT

  • O deputado federal reeleito Jean Wyllys (PSOL-RJ) é o único dos eleitos em 2014 cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT

Apenas 37 dos 270 candidatos que se declararam favoráveis aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros conseguiram se eleger nestas eleições. O levantamento foi feito pela “BBC Brasil” a partir do cruzamento das candidaturas indicadas pelo movimento #voteLGBT –que mapeou políticos cuja campanha ou atuação parlamentar destacaram questões importantes para esta população– com informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre os eleitos no último domingo (5).

Na lista #voteLGBT estão candidatos a senador, deputado federal e deputado estadual filiados a 17 partidos –num espectro que vai do PSDB ao PSTU– em todos os Estados brasileiros.

Proporcionalmente, o Piauí foi o Estado que mais elegeu estes candidatos: metade dos seis mapeados. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 30,4% dos 23 candidatos que apoiam a causa LGBT eleitos. O Rio Grande do Norte ficou em terceiro lugar, com 28% (veja quadro).

Entre suas pautas estão a criminalização da homofobia, o direito ao casamento igualitário entre casais do mesmo sexo e o uso em documentos do nome social – e não do nome registrado em certidão de nascimento – por travestis e transexuais.

Mais da metade dos 26 Estados brasileiros, mais o Distrito Federal, não elegeu nenhum dos políticos ligados ao eleitorado homo ou transexual.

“Estigma”

“Se houver um candidato hetero com as mesmas qualidades de um LGBT, as pessoas ainda optam pelo heterossexual. É um movimento até inconsciente”, disse à reportagem o deputado federal reeleito Jean Wyllys, do PSOL-RJ.
“Nós, homossexuais, crescemos muito em aceitação e visibilidade, mas ainda vivemos um estigma”, afirma. “Existe uma forte homofobia internalizada, que nos afeta diretamente, mesmo que o resto das pessoas nem perceba.”

Dos 37 eleitos, Wyllys é o único cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT . Eleito com 144.770 votos, o ex-BBB se tornou o sétimo deputado federal mais votado do Rio de Janeiro em 2014.

“Se você considerar que pastor Everaldo (PSC) e Levy Fidelix (PRTB) tiveram menos da metade dos votos da Luciana (Genro – PSOL), podemos concluir que o campo progressista ainda é maior, mesmo que o conservadorismo venha ganhando expressão”, disse Wyllys.

Apesar de dizer que “é cedo para chegar a qualquer conclusão sobre estas eleições”, Wyllys sugere que os baixos índices de votação em candidatos LGBT podem ser relacionados a outras demandas desta população.

“Talvez a própria comunidade LGBT quisesse representantes que sejam mais plurais”, completou o deputado. “Na minha atuação como parlamentar, que foi 100% pró-LGBT e direitos humanos, sempre vimos o indivíduo como alguém plural: o gay negro, o gay pobre… Essas questões – gênero, identidade religiosa, raça – são indissociáveis.”

Pautas

Em todo o país, 14 Estados – Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins – não elegeram candidatos que apoiam as causas LGBT.

São Paulo, principal colégio eleitoral do país, registrou recorde de candidatos declaradamente favoráveis aos direitos dos homo e transexuais – 59 no total. Destes, quatro foram eleitos deputados federais – Paulo Teixeira (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Ivan Valente (PSOL) e Orlando Silva (PCdoB) – e dois assumirão o cargo de deputados estaduais – Leci Brandão (PCdoB) e Carlos Giannazi (PSOL).

Entre os 53 não eleitos está o ativista LGBT Todd Tomorrow (PSOL), que obteve 19.313 votos. Ele ficou em terceiro lugar entre os deputados estaduais mais votados de sua legenda – que só conseguiu eleger os dois primeiros.

Para Tomorrow, o desempenho dos candidatos LGBT ao legislativo teria sido melhor se os partidos tivessem aproveitado as discussões sobre o tema entre os presidenciáveis. “Acho que foi um erro de avaliação dos partidos. A pauta LGBT não costuma ser central, mas durante o debate eleitoral ganhou o centro. Naquele momento os partidos deveriam ter destacado suas candidaturas LGBT, mas preferiram não se expor para não perderem o voto conservador”, afirma.

Leia mais em: http://zip.net/bdpNmp

O QUE É FUNDAMENTALISMO?

FUNDAMENTALISMO

Ao Pé da Letra

É o termo usado para se referir à crença na interpretação literal dos livros sagrados. Fundamentalistas são encontrados entre religiosos diversos e pregam que os dogmas de seus livros sagrados sejam seguidos à risca.

O termo surgiu no começo do século 20 nos EUA, quando protestantes determinaram que a fé cristã exigia acreditar em tudo que está escrito na Bíblia. Mas o fundamentalismo só começou a preocupar o mundo em 1979, quando a Revolução Islâmica transformou o Irã num Estado teocrático e obrigou o país a um retrocesso aos olhos do Ocidente: mulheres foram obrigadas a cobrir o rosto e festas, proibidas. “Para quem aprecia as conquistas da modernidade, não é fácil entender a angústia que elas causam nos fundamentalistas religiosos”, escreveu Karen Armstrong no livro Em Nome de Deus: o Fundamentalismo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo.

Os ataques de 11 de setembro, organizados pelo grupo Al Qaeda, reacenderam a preocupação contra fundamentalistas e criaram 2 mitos freqüentes: o de que todo fundamentalista é muçulmano e terrorista. “Poucos grupos apelam para a violência”, diz o antropólogo Richard Antoun, autor de Understanding Fundamentalism: Christian, Islamic and Jewish Movements (“Entendendo o Fundamentalismo: Movimentos Cristãos, Islâmicos e Judaicos”, inédito no Brasil). Conheça, ao lado, alguns grupos fundamentalistas espalhados pelo mundo.

 

Grupos judaicos

Kach Kahane Chai

Objetivo: Restabelecer os territórios judaicos como determina a Torá e expulsar os palestinos da região.

Modo de agir: Atentados terroristas em Israel. Em 1994, Baruch Goldstein, seguidor do Kach, matou 29 palestinos que rezavam na Caverna dos Patriarcas, em Hebron.

Neturei Karta

Objetivo: Oposição ao sionismo. O grupo acredita que Israel é obra de Satã e que judeus não devem se envolver em política ou luta armada, só em assuntos espirituais.

Modo de agir: Boicote. Em 1948, quando o Estado de Israel foi criado, o grupo proibiu todos os seus membros de participarem de eleições, recusou subsídios governamentais para suas escolas e jurou que não entraria em nenhuma instituição governamental. No ano passado, quando o líder da Autoridade Palestina Iasser Arafat morreu, membros do Naturei Karta visitaram o túmulo dele. Muitos membros do grupo apóiam a criação de um Estado palestino.

Satmar

Objetivo: Oposição ao sionismo. É um dos maiores grupos ultra-ortodoxos existentes hoje. Surgido na Romênia, vê o Estado de Israel como profanação. Acredita que o povo eleito deve sofrer a punição do exílio e não tomar iniciativas para se salvar, confiando na vontade de Deus.

Modo de agir: Encoraja os seguidores a criarem comunidades fora de Israel. O líder do grupo, rabino Joel Teitelbaum, culpa os sionistas pelo Holocausto, pois “atraíram a maioria dos judeus para uma hedionda heresia, como nunca se viu desde a criação do mundo”. 

Grupos islâmicos

Partido Frente Islâmica de Salvação

Objetivo: Fundar uma república islâmica regida pelas leis do Alcorão na Argélia.

Modo de agir: Política. Em 1991, o partido iria ganhar as eleições, mas o governo interrompeu o processo eleitoral. A medida gerou revolta entre os muçulmanos e uma guerra civil durante toda a década de 1990. Deste conflito, surgiram os grupos fundamentalistas Exército Islâmico da Salvação e Grupo Armado Islâmico.

Al-Gama·a al-Islamiyya

Objetivo: Pela guerra santa, fazer do Egito um Estado islâmico.

Modo de agir: Ataques terroristas, em especial contra turistas. “O turismo é uma praga. As mulheres vêm vestidas em roupas provocativas para despertar o desejo dos fiéis”, disse o líder Omar Abdel Rahman a um jornal israelense em 1993. Em 1997, o grupo matou 58 pessoas que visitavam o templo de Hatshepsut, um dos principais pontos turísticos do país. Também já cometeu um ataque contra o presidente egípcio Hosni Mubarak, em 1995.

Abu Sayyaf

Objetivo: O grupo, ligado à Al Qaeda, quer criar um Estado islâmico nas Filipinas.

Modo de agir: Ataques terroristas. É acusado de ter matado 100 pessoas no ataque a um barco, em fevereiro de 2004. No dia 14 de fevereiro deste ano, dia dos namorados nas Filipinas, 3 atentados à bomba mataram 11 pessoas. Os ataques seriam um presentinho para a presidente Gloria Arroyo. 

Grupos cristãos

Pró-vida de Anápolis

Objetivo: Combater o aborto em qualquer caso, o homossexualismo e o uso de preservativos.

Modo de agir: Campanhas e lobbies junto a vereadores e deputados. O grupo luta contra ações judiciais que permitem certos tipos de aborto e é reconhecido como entidade de utilidade pública por uma lei municipal de Anápolis.

Christian Voice (Voz Cristã)

Objetivo: Analisar os acontecimentos atuais sobre a ótica da Bíblia, unir Igreja e Estado na Inglaterra. “Abençoada é a nação em que Deus é o senhor”, informa o site do grupo.

Modo de agir: Manifestações de oposição à União Européia e ao divórcio, ataques a clínicas de aborto e promoção da cura de homossexuais. No começo do ano, o grupo fez uma manifestação contra a tevê britânica BBC por ter apresentado o musical Jerry Springer – The Opera em que Jesus, Maria e Deus são convidados de um programa de entrevistas no inferno e Jesus diz que é gay. Telefones de funcionários da BBC foram divulgados no site do grupo para quem quisesse reclamar pessoalmente.

Universidade Bob Jones

Objetivo: Formar profissionais preparados para seguir Cristo, independentemente da carreira.

Modo de agir: Os estudantes são obrigados a participar de um curso bíblico por semestre. Proíbe namoros entre estudantes de raças diferentes e expulsa alunos homossexuais.

Por Adriana Küchler,  em Superinteressante

USO DE TRANQUILIZANTE PODE ELEVAR RISCO DE ALZHEIMER

 

O uso prolongado e indiscriminado de ansiolíticos e tranquilizantes pode aumentar o risco de o idoso desenvolver a doença de Alzheimer, mostra estudo publicado no “British Medicai Journal”. Utilizados para tratar sintomas como ansiedade e insônia, os benzodiazepínicos (como Rivotril, Frontal e Lexotam) foram associados a um risco até 51% maior de desenvolvimento da demência. A venda dessa classe de calmantes tem aumentado no Brasil, na contramão do que acontece em países como Inglaterra e Alemanha, onde o comércio tem caído. A pesquisa foi feita por um grupo de cientistas canadenses e franceses usando dados do sistema de saúde de Québec (Canadá). Foram comparados 1.796 casos de Alzheimer em pessoas acima de 66 anos com 7.184 idosos saudáveis (da mesma faixa etária) por um período de seis anos antes do diagnóstico da doença.

Entre os efeitos colaterais estão falhas de memória, confusão mental e instabilidade postural. Isso pode levar a quedas e fraturas. Segundo um especialista é muito comum os idosos se queixarem de insônia, quando, na verdade, têm dificuldade de dormir à noite porque costumam cochilar durante o dia. Às vezes, uma simples higiene de sono já resolve.

CLIQUE AQUI  para saber mais no site da Folha de São Paulo

 

 

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10 LIÇÕES DE ALBERT EINSTEIN

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Albert Einstein é uma das maiores personalidades do século 20. Em 2009 foi eleito o físico mais memorável de todos os tempos. Confira lições que você pode aprender com ele

Mesmo com toda a genialidade e sucesso, Einstein sempre se manteve humilde e aberto para novas descobertas e revisões

Albert Einstein é uma das maiores personalidades do século XX. Em 2009 foi eleito o físico mais memorável de todos os tempos. Ele é responsável, entre outros estudos, pela famosa teoria da relatividade. Além de cientista brilhante, Einstein também teve outras áreas de interesse como a filosofia e ética, por exemplo. Com ele é possível aprender muito mais do que física. Confira a seguir as lições que os estudantes por aprender com Albert Einstein:

10 lições de Albert Einstein: 1 – A imaginação é mais importante que o conhecimento.

Sem a capacidade de sonhar e imaginar Einstein jamais teria conseguido formular suas brilhantes teorias.

10 lições de Albert Einstein: 2 – Não se preocupe com as dificuldades em matemática. Eu posso garantir que as minhas são muito maiores.

Diferente do que muitos pensam, Einstein nunca reprovou em matemática. Mesmo assim, ele alegou diversas vezes possuir certa dificuldade com a matéria.

10 lições de Albert Einstein: 3 – A única coisa realmente valiosa é a intuição.

Einstein entendia o valor do instinto e intuição na resolução de problemas. Enquanto o conhecimento e informação são essenciais, confiar em suas intuições e reações também é um importante diferencial.

10 lições de Albert Einstein: 4 – Qualquer pessoa que nunca tenha cometido um erro nunca tentou algo novo.

Errar é uma parte essencial das experiências vivenciadas pelos seres humanos. As falhas permitem que nós revisemos outras perspectivas e abordagens, além de aprender a respeitar a importância do tempo e reflexão.

10 lições de Albert Einstein: 5 – A única coisa que interfere em meu aprendizado é minha educação.

O aprendizado não se limita as paredes de uma instituição de ensino, pelo contrário, é um processo vivenciado ao longo da vida. Padrões e imposições de ideologias muitas vezes são as maiores barreiras que as pessoas podem encontrar para aprender.

10 lições de Albert Einstein: 6 – Eu não sei com que armas a III Guerra Mundial será travada, mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras.

As teorias de física de Einstein contribuíram para o desenvolvimento das armas atômicas, mesmo assim, ele deplorava seu uso e pressionou diversos presidentes norte-americanos para limitar sua proliferação.

10 lições de Albert Einstein: 7 – Não podemos resolver problemas usando o mesmo padrão de pensamento que tivemos para criá-los.

Encontrar soluções significa repensar a conduta adotada até o momento do erro. Se você insistir nos mesmos padrões provavelmente irá encontrar as mesmas barreiras.

10 lições de Albert Einstein: 8 – O mais importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão de existir.

Questionar é o que leva a humanidade ao avanço. Se você aceitar todas as coisas a sua volta sem repensá-las jamais, nunca irá conseguir encontrar soluções e novas oportunidades.

10 lições de Albert Einstein: 9 – Quem se compromete a definir-se como juiz da Verdade e do Conhecimento é afundado pela gargalhada dos deuses.

Mesmo com toda a genialidade e sucesso, Einstein sempre se manteve humilde e aberto para novas descobertas e revisões. Essa característica fez dele (e faz até hoje) um dos maiores ícones de várias gerações de seres humanos.

10 lições de Albert Einstein: 10 – Nem tudo que conta pode ser contado, e nem tudo que pode ser contado conta.

Essa frase estava pendurada no escritório de Einstein na Universidade de Princeton e servia como um lembrete das coisas realmente importantes da vida: amor e felicidade.

Uma explicação para a postura imperial de William Bonner diante de candidatos

 

 

Este artigo da Revista Fórum é muito interessante para quem quiser refletir, ele fala sobre posturas em Jornalismo e sobre estratégias das grandes corporações da mídia, veja abaixo e tire suas conclusões:

 

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A postura supostamente independente de Bonner, igualmente agressivo com todos os candidatos, faz parecer que as Organizações Globo pairam sobre a política, que nunca apoiaram a ditadura militar, nem tentaram “ganhar” eleições no grito

 

Trata-se de um simulacro de jornalismo, que nem original é. Nos Estados Unidos, muitos âncoras se promoveram com agressividade em suposta defesa do “interesse público”. Eu friso o “suposta”. Lembro-me de um, da CNN, que fez fama atacando a invasão do país por imigrantes ilegais. Hoje muitos âncoras do jornalismo policial fazem o mesmo estilo, como se representassem a sociedade contra o crime.

William Bonner está assumindo o papel de garoto-propaganda da criminalização da política. Ao criminalizar a política, fazendo dela algo sujo e com o qual não devemos lidar, ganham as grandes corporações midiáticas. Quanto mais fracas forem as instituições, mais fortes ficam as empresas jornalísticas para extrair concessões de todo tipo — do Executivo, do Legislativo, do Judiciário.

A postura supostamente independente de Bonner, igualmente agressivo com todos os candidatos, faz parecer que as Organizações Globo pairam sobre a política, que nunca apoiaram a ditadura militar, nem tentaram “ganhar” eleições no grito. Que os irmãos Marinho não fazem politica diuturnamente, com lobistas em Brasília. Que os irmãos Marinho não tem lado, não fazem escolhas e nem defendem com unhas e dentes, se preciso atropelando as leis, os seus interesses. Como em “multa de 600 milhões de reais” por sonegar impostos na compra dos direitos de televisão das Copas de 2002 e 2006.

A agressividade de Bonner também ajuda a mascarar onde se dá a verdadeira manipulação da emissora, nos dias de hoje: na pauta e no direcionamento dos recursos de investigação de que a Globo dispõe. Exemplo: hoje mesmo, no Bom Dia Brasil, uma dona-de-casa do interior de São Paulo explicava como está fazendo para economizar água.

A emissora não teve a curiosidade de explicar que a seca que afeta milhões no Estado não é apenas um problema climático, resulta também de falta de investimentos do governo de Geraldo Alckmin, que beneficiou acionistas da Sabesp quando deveria ter investido o dinheiro no aumento da capacidade de captação de água. Uma pauta complicada, não é mesmo?

A não ser que eu esteja enganado, a Globo não deslocou um repórter sequer para visitar o aeroporto de Montezuma, que Aécio Neves mandou reformar quando governador de Minas Gerais perto das terras de sua própria família. Vai ver que faltou dinheiro.

Tanto Alckmin quanto Aécio são tucanos. Na entrevista com Dilma, Bonner listou uma série de escândalos. Não falou, obviamente, de escândalos relacionados à iniciativa privada, nem em outras esferas de governo. Dilma poderia muito bem tê-lo lembrado disso, deixando claro que a corrupção é uma praga generalizada, inclusive na esfera privada, envolvendo entre outras coisas sonegação gigantesca de impostos. Mas aí já seria coisa para o Leonel Brizola.

Por Luiz Carlos Azenha

Fonte: Revista Fórum

MAIS DE 2.500 SOCORRISTAS DO 11 DE SETEMBRO ESTÃO COM CÂNCER

No ano passado, cerca de 1.140 casos foram registrados

Da ANSA

Os aviões atingiram as torres no dia 11/09/2001AP Photo/Carmen Taylor

Mais de 2.500 pessoas que trabalharam no resgate de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, quando foram derrubadas as Torres Gêmeas, sofrem de câncer.

De acordo com o jornal local New York Post, um número crescente de pessoas está buscando indenização. No ano passado, cerca de 1.140 casos similares foram registrados.

Segundo o Programa de Saúde ligado ao World Trade Center no Hospital Mount Sinai, em Nova York, 1.655 dos 37 mil policiais, entre outros funcionários da prefeitura e voluntários que trabalharam no local do atentado, estão com câncer.

Museu de 11 de setembro é autorizado a exibir viga do WTC em forma de cruz

O número sobe para 2.518 quando são somados os bombeiros e paramédicos que prestaram ajuda no local.

Um capitão dos bombeiros aposentado, de 63 anos, que trabalhou incansavelmente por uma semana depois de 11 de Setembro e passou meses nos escombros das torres, recebeu recentemente uma indenização de cerca de R$ 3 milhões (US$ 1,5 milhões) do Fundo de Compensação para Vítimas do 11/9 por problemas no pulmão e câncer inoperável no pâncreas.

Fonte: R7 Página Inicial

Documentário: Paradise or Oblivion (Paraíso ou Esquecimento)

Paradise or Oblivion (Paraíso ou Esquecimento) é um documentário desenvolvido pelo Projeto Vênus, de Jacque Fresco – um visionário engenheiro social, futurista, inventor e engenheiro industrial. O Documentário trata sobre como a sociedade caminha para o colapso social e econômico, conforme foi estabelecida ao passar dos anos.

O diretor inicia mostrando tudo o que há de controverso na sociedade e como o governo lida com o dinheiro, impostos e no investimento em guerras. É como se as guerras fossem necessárias para que a economia do país progrida. Algo que todos deveríamos nos questionar!

Simplesmente nada pode ser feito sem dinheiro. Não se bebe uma água e não se alimenta sem dinheiro e os sistemas de trocas e produção comunitária ficaram praticamente obsoletos. Temos recursos em abundância, mas de que adiantam quando a bolsa quebra, por exemplo? As fábricas ficam repletas de produtos sem que as pessoas tenham condições de comprar. Nosso sistema é totalmente falho e faz com que fiquemos dependentes do mesmo.

É por esse motivo que Jacque Fresco traz uma nova proposta, onde haveria uma sociedade de oportunidades e com fartura de alimentos, recreação, roupas, meios de transportes, novas tecnologias e acesso ao conhecimento. Não haveria dinheiro e tudo seria provido para todos.

01

Esse novo estilo de vida, oferecendo lazer e recreação, também ampliaria o conhecimento e a criatividade de todos. A medida do sucesso seria a satisfação dos interesses pessoais no lugar da aquisição de riqueza e objetivos egocêntricos. Uma economia baseada em recursos não só mudaria o ambiente para torná-lo limpo, eficiente e agradável, mas introduziria um novo sistema de valores apropriado à direção e metas da inovadora abordagem social.

02

Liberado o acesso à educação e aos recursos, não haveria limite para o potencial humano. Todos teriam liberdade para procurar qualquer área de desafio construtivo que escolhessem sem terem as limitações econômicas que hoje são enfrentadas. O objetivo seria criar uma sociedade sustentável de preocupação ambiental e abundância.

03

Para finalizar o documentário, Jacque Fresco faz as seguintes observações – “Tudo isso pode ser construído com o que sabemos hoje. Levaria 10 anos para transformar a superfície da Terra. Para reconstruir o mundo como um segundo Jardim do Éden. A escolha é sua. A estupidez de uma corrida armamentista nuclear, o desenvolvimento de armas tentando resolver seus problemas politicamente. Elegendo este ou aquele partido político. Todos os políticos estão imersos em corrupção. Vou repetir: comunismo, socialismo, fascismo, democratas, liberais. Não há problemas de negros, poloneses ou judeus, problemas de gregos ou mulheres. Há problemas humanos.”

Aproveite e confira este documentário logo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=PoJyb1R9U4s

Conheça também o Projeto Vênus – www.thevenusproject.com

Fonte: Editorial Ciências Paralelas

Alemão leva soco ao comemorar gol no Mineirão e perde audição

  • Torcedor Eugen Weber é atendido no posto médico do Mineirão após ser agredido durante semifinal da CopaTorcedor Eugen Weber é atendido no posto médico do Mineirão após ser agredido durante semifinal da Copa

Um torcedor alemão sentiu na pele a agressividade que tomou conta do estádio Mineirão com a goleada da Alemanha sobre o Brasil nesta terça-feira, pela semifinal da Copa do Mundo. Durante um dos gols europeus na goleada por 7 a 1, Eugen Weber levou um soco no ouvido.

A lesão foi grave e ele acabou no centro médico do estádio. Ele perdeu a audição do lado direito imediatamente. Os médicos que fizeram o atendimento não informaram a gravidade da lesão e nem se a perda de audição é permanente.

“Não estou bravo. Mas estou muito triste por não poder ver minha seleção”, disse o alemão. Após os primeiros socorros, o torcedor foi aconselhado a ir até o hospital João XXIII para fazer mais exames.

O caso de Weber ilustra o clima que tomou conta do Mineirão durante a partida. Muitos torcedores foram expulsos do estádio por brigas que eclodiram nas arquibancadas. A reportagem do UOL Esporte presenciou inúmeras discussões, tentativas de agressão e torcedores atirando cerveja uns nos outros. Um torcedor também foi preso pela PM ao destruir uma lixeira, após o quarto gol alemão.

Por causa disso, no início do segundo tempo, um grupo de 12 homens do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) entrou no estádio, para inibir confusões.

Luiza Oliveira
Do UOL, em Belo Horizonte

 

MICHAEL SCHUMACHER ACORDA DO COMA E DEIXA HOSPITAL EM GRENOBLE

Fonte: ESPN.com.br com agência Reuters
 ‘Michael Schumacher acorda do coma e deixa hospital em Grenoble’
Michael Schumacher acordou do coma após seis meses
Michael Schumacher acordou do coma após seis meses

A semana começou com uma ótima notícia para o esporte. Michael Schumacher acordou do coma. A informação foi confirmada pela assessora de imprensa do ex-piloto, Sabine Khem, por meio de um comunicado nesta segunda-feira. Além disso, o alemão deixou a UTI em Grenoble, na França, e já está no Hospital Universitário em Lausanne, na Suíça.

 

O heptacampeão da Fórmula 1 ficou por cerca de seis meses em coma após ter sofrido um traumatismo craniano em 29 de dezembro. A lesão se deu quando ele esquiava com seu filho em Méribel, em Saboia, nos Alpes Franceses, e bateu com a cabeça em uma pedra.

O alemão de 45 anos tinha sido levado a um hospital de helicóptero, e a suspeita inicial era de que a pancada havia sido leve. Porém, horas mais tarde, o traumatismo craniano sério e o coma foram confirmados. Desde então, ele assou por cirurgias para reduzir a pressão intracraniana e para a remoção de coágulos e ficou em coma.

Além de trazer a ótima notícia, Khem tratou de ressaltar que a privacidade será parte importante da nova etapa da recuperação do alemão.

Posteriormente, foi confirmado que o ex-piloto de 45 anos foi transferido para um hospital na cidade de Lausanne, na Suíça. Quem informou foi o porta-voz do local, Darcy Christen, que ainda negou comentar em que tipo de instalação hospitalar estava sendo tratado Schumacher, que mora com sua família em uma cidade entre Lausanne e Genebra, alegando questões de sigilo médico e privacidade da família.

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Schumacher agora inicia nova etapa em sua recuperação
Schumacher agora inicia nova etapa em sua recuperação

Confira o comunicado da assessora de Schumacher:

Michael deixou o (hospital) CHU Grenoble para continuar sua longa fase de reabilitação. Ele não está mais em coma.”

“Sua família gostaria de agradecer a todos os medicos, enfermeiros e terapeutas que o trataram em Grenoble, bem como os socorristas que o atenderam no local do acidente, que fizeram um excelente trabalho nestes primeiros meses.”

“A família também gostaria de agradecer a todas as pessoas que enviaram pensamentos positivos a Michael. Estamos certos de que isso o ajudou.”

“Para o futuro, gostaríamos de pedir compreensão, uma vez que sua posterior reabilitação acontecerá distante dos olhos do público.

 

Unidade e Diversidade – Guilherme Kerr Neto/Vencedores Por Cristo

E finalizamos nossas comemorações de 18 anos de casamento, cantando Unidade e Diversidade – Vencedores por Cristo/Guilherme Kerr, com Casso da Ipicamp Campinas na ministração, em Ipi Jaguariuna, vindos de um belo final de semana em Serra Negra! Foi uma ótima surpresa de Jeová, que fez tudo se encaixar perfeitamente nesse final de semana!! Logo mais algumas fotos no perfil da Lucely Teixeira!! Segue abaixo a letra e vídeo:Unidade e Diversidade
Guilherme Kerr

Da multidão dos que creram
Era só um o coração e a alma,
Uma só mente, uma semente,
Somente uma esperança brotando dentro da gente.
Nosso era o pão cada dia, nosso era o vinho, santa folia,
O que se parte e reparte, a própria vida,
Galho ligado à parreira, vida, em comum, verdadeira.

Sempre grande poder: curas, milagres de Deus.
Sempre proclamação! Cristo, o Senhor, ressurgiu!

Da multidão dos que creram
Era só um o coração e a alma,
Muita alegria, singela a vida,
Na simpatia de todos, nasce a Igreja de novo
Povo de Deus, sal e luz pra todos os povos.

18 ANOS DE CASAMENTO

Há 25 anos atrás foi o primeiro beijo e poucos meses depois começamos o namoro! Algumas idas e vindas, mas sempre estive colado nela, até que no dia 25 de Maio de 1996 oficializamos nosso relacionamento no cartório e na igreja, o dia que considero o mais feliz da minha vida! São 18 anos de muitas alegrias, muita felicidade, mas também de algumas lutas!  Lucely, te amo demais! Agradeço pelos 3 filhos, que sempre foram motivo de orgulho para mim! Agradeço porque até hoje você sempre esteve comigo e demonstra em suas atitudes que sempre estará! Peço perdão por meus erros, mas você sabe que Deus sempre esteve comigo e também demonstra que sempre estará!

São muitas músicas, deixo abaixo essa da Nikka Costa, Midnight é uma das que mais representa nosso amor, só não sou Marinheiro, mas fui da Aeronáutica! Se alguém quiser ouvir nosso repertório, acesse a CAMPINAS BY NIGHT, que criei especialmente para colocar nossas românticas preferidas!

TITÃS – LUGAR NENHUM (30 ANOS)

Titãs – Lugar Nenhum (30 anos)

Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro

Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum
Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum

Não sou de São Paulo
Não sou japonês
Não sou carioca
Não sou português
Não sou de Brasília
Não sou do Brasil
Nenhuma pátria me pariu

Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui

Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro

Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum
Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum

Não sou de São Paulo
Não sou japonês
Não sou carioca
Não sou português
Não sou de Brasília
Não sou do Brasil
Nenhuma pátria me pariu

Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui

Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro

PRIMEIRAS TRANSFUSÕES DE SANGUE “FABRICADO” SÃO PREVISTAS PARA 2016

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Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 107 milhões de doações de sangue são coletados globalmente a cada ano. No entanto, o sangue é muitas vezes escassos – particularmente em países em desenvolvimento. Apesar das novas salvaguardas, também há ainda o risco de incompatibilidade, ou de infecções sendo transmitidos de doadores para os destinatários. A Organização de caridade Wellcome Trust espera resolver estes problemas, desenvolvendo a capacidade de fabricar sangue fora do corpo. Ela anunciou em meados de Abril de 2014 que os assuntos de teste devem começar a receber transfusões de sangue feitas com glóbulos vermelhos cultivadas em laboratório até o final de 2016.

 

As instituições que colaboram no projeto incluem a Universidade de Glasgow, da Universidade de Edimburgo, Universidade de Loughborough, NHS Blood and Transplant, o Serviço de Transfusão de Sangue irlandês, Roslin Cells Ltd e Terapia Celular Catapulta, em colaboração com a Universidade de Bristol e da Universidade de Cambridge.

O projeto já tem criado glóbulos vermelhos tipo – O, que são “adequados para transfusão clínica”, de acordo com uma reportagem do The Telegraph. Estes foram fabricados a partir de células-tronco pluripotentes induzidas.

“Nós devemos primeiro fazer as células-tronco se tornar um mesoderme – uma das camadas do corpo que faz com que coisas como músculo, osso e sangue e, em seguida, fazê-lo se transformar em células do sangue”, explicou o Dr. Joanne Mountford da Universidade de Glasgow. “Então nós temos que fazê-lo se transformar em uma célula vermelha do sangue especificamente e, finalmente, fazê-lo ejetar seus núcleos e amadurecer corretamente.”

A escolha do tipo O é significativo, pois pacientes com todos os outros tipos de sangue podem recebê-lo.

Enquanto espera-se que os ensaios em pacientes humanos poderiam começar dentro de três anos, ainda há muito trabalho a ser feito antes que as chamadas “fábricas de sangue” sejam uma realidade.

“Cada bolsa de sangue transfundido tem cerca de dois trilhões de células vermelhas do sangue nela”, disse Mountford. “É um número absurdamente alto para fazer no laboratório. Usamos dois milhões desses sacos a cada ano só no Reino Unido. Garantir que todo o sangue produzido industrialmente pode ser feito economicamente viável é uma grande tarefa.”

Fontes: Wellcome Trust , da Universidade de Glasgow via The Telegraph

The Human League – (Keep Feeling) Fascination

É verdade?

The Human League – (Keep Feeling) Fascination

(Mantenha a Sensação) Fascínio
Parece necessário um pouco de tempo
Há decisões a serem tomadas
Os bons conselhos dos amigos ignorado
O melhor dos planos perdido

Basta olhar para uma nova direção
Da velha forma familiar
Formando uma nova conexão
Para estudar ou tocar

E assim a conversa se voltou
Até que o sol se pôr
E muitas fantasias foram desvendada
Naquele dia

Mantenha a sensação de fascínio
Ardendo a paixão
Amor tão forte
Mantenha a sensação de fascínio
Olhando aprendendo
Seguindo em frente

Bem, a verdade pode precisar de algum
Rearranjo
Histórias a serem contadas
E fácil ver os fatos estão mudando
Nenhum significado foi deixado para contar

E assim a conversa rolou
Até que o sol se pôr
E muitas fantasias foram desvendadas
Naquele dia

E então a conversa rolou
Até que o Sol se pôr
E tantas fantasias foram desvendadas
Naquele dia

FARSA ELEITORAL OU LUTA ELEITORAL: A PRIORIDADE DAS RUAS E A DISPUTAS NAS URNAS

Só tire conclusões se ler o artigo de MAURO IASI por completo!

 

Teoria da Revolução no Jovem Marx Final 02.indd

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através de seu ministro, Marco Aurélio, anunciou a campanha da instituição para tentar atrair os jovens para as eleições. Ao falar das motivações da campanha o Ministro afirmou: “Vamos fazer uma propaganda institucional cujo mote será: NÃO VEM PARA A RUA, VEM PARA A URNA.” A coordenadora de Comunicação do TSE, a “jovem” Verônica Tavares, foi ainda mais explícita ao reafirmar que o mote principal será convencer os jovens que “ao invés de ir às ruas, têm que ir às urnas” e conclui dizendo que:

“O momento do jovem se expressar é indo às urnas, porque assim ele vai poder se manifestar realmente e fazer parte da decisão”.

A boa notícia é que, ao que parece, as manifestações de massa assustaram o governo a ponto de ele ter que fazer uma campanha institucional com medo de uma juventude que redescobriu as ruas como espaço da política e a luta como meio de exigir aquilo que necessita, demonstrando, praticamente, os limites da chamada democracia representativa. A má notícia é que a campanha institucional do TSE semeia confusão e reforça o que há de pior no conservadorismo político que reina entre nós. É, neste sentido, profundamente antidemocrática.

Os governos petistas produziram uma profunda despolitização com a intenção de manter sua governabilidade fundada em um pacto social com as classes dominantes, isto é, optaram por uma aliança por cima que esvazia as formas autônomas e independentes próprias da classe trabalhadora que, em grande medida, estão na base da mudança da correlação de forças que os levaram ao governo: as greves, as manifestações de massa, as lutas populares, etc.

Durante 12 anos de governo petista, não vimos, uma vez se quer, as massas trabalhadoras serem chamadas como ator político importante para intervir num impasse no qual alguma demanda popular estivesse ameaçada por uma resistência conservadora. Pelo contrário, era necessário desarmá-la e apassivá-la, para passar sem problemas a reforma da previdência, o código florestal, a continuidade da política de privatizações, diretas ou indiretas, a prioridade para o agronegócio, a farra dos grandes eventos e o abandono da Reforma Agrária.

Na atual estratégia política em curso não há lugar para as lutas de massa e movimentos independentes da classe trabalhadora. Pelo contrário, quando eles emergem atrapalham a governabilidade costurada por cima, via alianças com bancadas de sustentação parlamentar, poderosos lobbies que representam os interesses do grande capital monopolista (como empreiteiras, bancos, grandes empresas, etc.). É natural que diante da explosão social que estamos vendo no Brasil, as instituições se preocupem em dizer aos jovens que o espaço para “se manifestar realmente e fazer parte da decisão” esta nas urnas e não nas ruas.

Ora, este argumento é falho por inúmeros motivos, mas vamos ao essencial. Nenhum centímetro de direito, nenhum milímetro de conquista, veio pelas urnas. A própria crise da ditadura e o processo de democratização não veio simplesmente porque o MDB cresceu nas eleições de 1974, mas, fundamentalmente, pelas lutas de massas e pelas greves operárias no final dos anos 1970. Nenhum centímetro de terra foi desapropriada para a reforma agrária sem que tivesse mobilização, luta e, não raro, mortes para que cercas dessem lugar a assentamentos, nenhum direito surgiu do “auto-aperfeiçoamento das instituições”, como esperava Marshall e sua famosa “evolução do quadro institucional”, mas da luta, como é o caso exemplar da luta das mulheres, para não falar de direitos dos trabalhadores que agora são flexibilizados.

Todo Direito nasce fora do direito estabelecido e, muitas vezes, contra ele. Menosprezar o papel das lutas sociais e das mobilizações como fonte de resistência e defesa de direitos e luta por demandas populares não é apenas uma bobagem, é perigoso. Mesmo o direito ao voto só existe por conta de muita luta, no mundo e aqui no Brasil. O que o TSE, como instrumento do Estado burguês sob direção do governo petista, está dizendo, em poucas palavras é: a ÚNICA forma de participar e expressar a indignação, o protesto e buscar outros caminhos são as eleições, é a URNA e não a rua.

Regressamos a Hobbes. O voto não é poder soberano, é transferência de poder soberano. Dizia o pensador inglês do século XVII que o Estado é instituído quando as pessoas concordam e pactual em transferir seu direito de governar-se a si mesmo à um homem ou uma assembléia de homens, de forma que “deverão autorizar todos seus atos e decisões desse homem ou assembléia de homens, tais como se fossem seus próprios atos e decisões” (Thomas Hobbes, Leviatã, capítulo XXI).

Segundo o TSE, os jovens devem preferir as urnas às ruas porque nelas eles podem de fato “fazer parte da decisão”. Será? Não ficou demonstrado pela história recente o enorme poder que os grupos econômicos burgueses têm de intervir na decisão política dos ditos representantes, sejam eles parlamentares ou do poder executivo? Ao transferirmos o poder para esta “assembléia de homens”, ou para determinado homem ou mulher, aceitamos que depois de trabalhar toda uma vida devemos nos aposentar ganhando menos e termos nossa pensão reajustada de forma diferente daqueles que estão na ativa? Aceitamos que quase 50% do fundo público seja sangrado para banqueiros enquanto áreas essenciais como saúde ou educação fiquem com o que sobra, concordamos como uma política tributária na qual são os pobres que mais pagam imposto e os ricos gozem de uma infinidade de isenções e “incentivos”?

Por tudo isso é natural que haja descontentamento com a democracia representativa e com as formas institucionais de uma política “bem comportada” que quer democratizar o Estado burguês e humanizar o capitalismo. O que explodiu na cara destes senhores (e senhoras) amantes da lei e da ordem é o limite de sua própria estratégia gradualista e antipopular, que de fato expressa o limite da ordem capitalista burguesa – que não pode ser reformada. Temos mais que ir para as ruas, ir em maior número e mais incisivamente, porque é lá que se joga a parte essencial do jogo político e onde os interesses da maioria podem emergir.

O crescimento deste descontentamento aparece de duas maneiras: pelo crescimento do voto nulo e a rejeição aos processos eleitorais, ou pela busca de alternativas políticas na disputa eleitoral.

A defesa do voto nulo cresceu e deve crescer ainda mais e devemos respeitar esta posição. Ela expressa não apenas descontentamento, mas a compreensão dos limites da farsa eleitoral e da possibilidade de alcançar mudanças profundas pela reforma do Estado, como se fosse possível usar o Estado burguês para iniciar uma transição que nos levasse para além da ordem da mercadoria e do capital. Mas não apenas. O problema do voto nulo é que ele abriga conteúdos muito distintos que são difíceis de separar. Parte do conteúdo do voto nulo é um descontentamento conservador, que culpa a democracia pelo risco da ordem que lhes interessa manter, que generaliza a culpa da política como atividade corrupta e degenerada e clama pela volta da autocracia burguesa sem disfarces.

No campo da busca de alternativas políticas o cenário não é menos complicado. O maior risco é o velho discurso do voto útil. O debate sobre as alternativas reais e necessárias se esconde por de trás do mando enganoso do “menos pior” ou das falsas dicotomias (neoliberalismo ou neo-desenvolvimentismo?). Há, ainda, as alternativas artificiais, aquelas que aproveitam do desgaste do governo para se beneficiar da lógica da alternância, tentando esconder o fato que até ontem estavam todos lá e que no fundo defendem o mesmo conteúdo sob outras formas.

Há as alternativas à esquerda e entre elas, sem dúvida, os que ainda padecem da crença na possibilidade de um gradualismo reformista que possa democratizar a sociedade capitalista e o Estado burguês (ainda que reafirmando a necessidade de uma meta socialista), ou que, mesmo taticamente, crêem na possibilidade de ocupar pequenos espaços no jogo parlamentar como acúmulo político para projetos futuros de transformação social.

Diante desse cenário, muitos acreditam que a possibilidade do voto nulo se apresenta como uma alternativa necessária, como é o caso de meu querido camarada Gás PA, combativo militante do hip hop revolucionário, e meu amigo Ivo Tonet, intelectual e militante de primeira ordem. Ivo Tonet, que fez uma instigante contribuição ao debate, depois de algumas considerações sobre o caráter da sociedade capitalista e a necessidade de superação estado burguês (que concordamos), afirma que:

“Em consequência disto, só faz sentido a classe trabalhadora participar do processo político-eleitoral se ela puder controlar os seus representantes. Mas, ela só poderá controlá-los se estiver consciente dos seus interesses e organizada para defendê-los. Este controle não é, de modo nenhum, uma questão jurídica, mas política. Ele mesmo só teria sentido em um momento em que a luta extraparlamentar, contra o capital e contra o próprio Estado, fosse o eixo da luta, o que caracterizaria, já, um processo revolucionário.” (Ivo Tonet, “Eleições: repensando caminhos”)

Concordamos que não se trata de uma questão jurídica, mas política, isto é, não se trata de uma engenharia institucional ou uma reforma política qualquer que poderia reverter o caráter de classe do Estado burguês, pois este é determinado pelas relações sociais, formas de propriedade, a forma mercadoria subssumida ao capital. No entanto, quando Tonet afirma que só faria sentido a participação nos processos eleitorais quando os trabalhadores puderem “controlar seus representantes”, quando a luta extraparlamentar já atingiu a temperatura de um “processo revolucionário”, cai num paradoxo, pois desta forma a luta eleitoral só seria um meio válido se já estivéssemos chegado ao fim.

Afinal, para aqueles que tem uma posição revolucionária, não acreditam na reforma da sociedade burguesa/capitalista e defendem uma alternativa socialista e comunista, ou seja, uma sociedade fundada na livre associação dos produtores, com o fim das classes e, portanto, do Estado, que tem convicção que será necessário, portanto, uma ruptura; tem algum sentido participar das eleições? A resposta de Tonet é, neste caso, simplista, contrapondo de um lado a posição revolucionária e de outra a opção por participar das eleições.

O que nos chama a atenção no texto de nosso companheiro Ivo Tonet é que ele, frequentemente indica textos de marxistas ou do próprio Marx para respaldar sua posição, mas não trás nenhuma citação. Creio que por um motivo evidente, se é verdade que encontraria várias passagens destes clássicos revolucionários alertando para os limites da luta eleitoral ou, mais explicitamente, sobre o equívoco de pensar na possibilidade de um gradualismo sem rupturas, o autor não encontraria uma passagem sequer destes revolucionários negando a possibilidade de participar das eleições, e não somente em momentos revolucionários.

Isso por um simples motivo: todos eles, TODOS, (Marx, Engels, Lênin, Troski, Lukács, Gramsci, Rosa, Che, etc.) defendiam a tática de participar de eleições, sem perder de vista os objetivos estratégicos. Vamos a alguns exemplos:

Marx e Engels na Mensagem do Comitê Central à liga dos comunistas, ao tratar da possibilidade, na Alemanha, de no curso da luta ser chamada a eleiçãopara uma assembléia nacional representativa, defendem que:

“I. Nenhum núcleo operário seja privado de voto, a pretexto algum, […] II. Ao lado dos candidatos burgueses democráticos figurem em toda parte candidatos operários escolhidos na medida do possível entre os membros da Liga [Liga dos Comunistas], e que para seu triunfo se ponham em jogo todos os meios disponíveis. Mesmo que não exista esperança alguma de triunfo, os operários devem apresentar candidatos próprios para conservar sua independência […].”

Lênin e Trostki na direção da Revolução Russa passaram, no momento mais agudo da crise, por duas situações nas quais tiveram que decidir participar ou não das eleições, uma antes da tomada do poder quando o Governo Provisório chamou eleições para uma Conferencia Nacional e outro depois de outubro/novembro quando se deu as eleições para a Constituinte. Nas duas situações os bolcheviques participaram das eleições.

Rosa de Luxemburgo, que por desconhecimento ou interesse é evocada na defesa de um espontaneísmo absoluto, afirmava, exatamente no texto em que defende a importância da greve de massas e a necessidade de pensar a ação espontânea no conjunto da estratégia revolucionária, que:

“O perigo mais iminente que espia há anos o movimento operário alemão é o golpe de Estado da reação que pretendesse privar as mais largas camadas populares do seu mais importante direito político: o sufrágio universal.”

Gramsci que foi deformado até parecer um reformista socialdemocrata ou liberal, mas que, ao nosso juízo, manteve-se coerentemente marxista, se perguntava em um texto do jornalL’OrdineNuovo de 1919, intitulado “Os revolucionários e as eleições, o que deveriam esperar das eleições os revolucionários conscientes” que escolheria por sufrágio universal o Parlamento e seus deputados, como “máscara da ditadura burguesa”. E respondia:

“Não esperam decerto a conquista de metade mais um dos lugares e uma legislatura, […] [para] tornar mais fácil e cômoda a convivência das duas classes, a dos explorados e dos exploradores. Esperam, pelo contrário, que o esforço eleitoral do proletariado consiga fazer entrar no Parlamento um bom nervo de militantes […] para tornar impossível […] um governo estável e forte, para obrigar a burguesia a sair do equívoco democrático, a sair da legalidade, e determinar uma sublevação dos estratos mais profundos e vastos da classe trabalhadora […].

Por fim, o insuspeitável Comandante Che Guevara em sua critica à via pacífica, depois de considerar que em certos países da America Latina, por conta de um certo desenvolvimento do capitalismo industrial, prevalecia uma visão institucionalista que chegava a acreditar no aumento quantitativo de representantes revolucionários no parlamento, perguntasse se esta via poderia ser uma caminho para o socialismo em nossas terras. Logo depois de afirmar que não crê que isso seja possível, o Comandante alerta que não devemos “descartar a possibilidade que em algum país a mudança se inicie pela via eleitoral”. E conclui que “seria um erro imperdoável descartar por princípio a participação em algum processo eleitoral”, pois poderia, em um determinado momento, “significar um avanço do programa revolucionário”. Evidente que, segundo Che, seria igualmente errado limitar-se a esta forma de luta.

Como vemos, ainda que a experiência histórica nos alerte sobre os riscos deste terreno perigoso (e nisso estamos de acordo com Tonet, Gás PA e outros), não há uma conexão direta entre o uso da luta eleitoral e o caráter irremediavelmente reformista ou conciliador de uma estratégia.

A questão, então, é: se não devemos descartar por princípio (coisa que Tonet concorda), seria no quadro atual da situação brasileira uma alternativa válida?

Acreditamos que sim e mais que isso, necessária. Ao contrapor as ruas e as manifestações, assim como as lutas dos trabalhadores, às urnas, o TSE quer expulsar do debate eleitoral a posição da esquerda socialista e comunista que vê nas demandas que emergiram das manifestações o germe de um programa político anticapitalista e revolucionário para o Brasil, que não é só uma alternativa possível, mas urgente e necessária. Desta forma espera restringir o debate eleitoral às alternativas no campo da ordem (Continua o PT, volta para o PSDB ou tenta o PSB que caiu na Rede).

Neste cenário, a negação em participar das eleições pode referendar exatamente o que se deseja negar, isto é, que as alternativas estão restritas ao bloco dominante e não é possível uma alternativa anticapitalista. Colocar este tema no debate é estragar a festa do aparente consenso, não como alternativa às ruas, mas para trazer o que explodiu nas ruas para dentro do debate eleitoral.

Evidente que o centro são as ruas, as lutas dos trabalhadores, as greves e necessidade de construção de uma alternativa real de poder, um poder popular, anticapitalista e socialista. Alguns estarão lá, nas ruas, e vão defender o voto nulo, outros estarão lá também, nas ruas, e vão tentar meter o pé na porta no espaço privativo das eleições no qual não nos querem (como mostra as cláusulas de barreira e a restrição ao amplo debate de projetos) para defender uma alternativa socialista e revolucionária.

Em síntese: anule seu voto, vote na esquerda revolucionária… mas, não saia das ruas! É por lá que passa a mudança.

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iasiMAURO IASI é Professor adjunto da Escola de Serviço Social da UFRJ, pesquisador do NEPEM, do NEP 13 de Maio e membro do Comitê Central do PCB. É autor do livro“O dilema de Hamlet: o ser e o não ser da consciência”(Boitempo, 2002) e colabora com os livros “Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil” e “György Lukács e a emancipação humana” (Boitempo, 2013), organizado por Marcos Del Roio. Publicado originalmente no BLOG da BOITEMPO, em 14.05.2014, disponível emhttp://blogdaboitempo.com.br/2014/05/14/farsa-eleitoral-ou-luta-eleitoral-a-prioridade-das-ruas-e-a-disputa-nas-urnas/

PROJETO PREVÊ PENA PARA QUEM VEICULAR INFORMAÇÃO FALSA NA INTERNET

INTERNET

Lei se chamará Fabiane de Jesus, que foi morta no Guarujá ao ser confundida com sequestradora

Foto: Arquivo Pessoal

Fabiane Maria de Jesus, espancada e morta após boatos numa rede social de que seria uma suposta sequestradora de crianças

Fabiane Maria de Jesus, espancada e morta após boatos numa rede social de que seria uma suposta sequestradora de crianças

 

Lei Fabiane de Jesus. Caso seja aprovada, assim deverá ser denominada a legislação que incluirá no Código Penal a punição de veiculadores de falsas informações em perfis da internet.O projeto de lei sobre o assunto, de número 7544/2014, foi apresentado nesta terça-feira (13), na Câmara dos Deputados, em Brasília, pelo deputado federal Ricardo Izar Junior (PSD-SP).
Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, foi brutalmente agredida até a morte por dezenas de moradores da comunidade Morrinhos, em Guarujá (SP), após ser confundida com uma suposta sequestradora de crianças utilizadas em rituais de magia negra. Ela foi associada a um retrato falado publicado junto com um boato sobre a sequestradora no perfil Guarujá Alerta, mantido no Facebook.ObjetivoO advogado da família da vítima, Airton Sinto, foi quem redigiu a minuta do projeto de lei e encaminhou ao deputado. Após algumas adequações no texto, a proposta foi apresentada aos parlamentares. O objetivo de Izar Júnior, que se reúne na semana que vem com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), é conseguir apoio para que o projeto tramite em caráter de urgência.“São necessárias 270 assinaturas para que possamos obter o regime de urgência e fazer com que o texto seja submetido direto ao plenário, sem análise das comissões especiais”, explicou o parlamentar.

Notícia falsa

O advogado afirma que o objetivo é que seja criada a figura penal daquele que, por conta de uma notícia falsa, cause prejuízos decorrentes da incitação virtual

ao crime, que possam acarretar riscos de lesão corporal ou morte.Airton Sinto faz uma relação com a Lei Maria da Penha, que recebeu este nome em homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes, que por 20 anos lutou para ver seu agressor preso. Essa lei entrou em vigor em 2006 para combater a violência contra a mulher.Outro exemplo é a Lei Carolina Dieckmann, sancionada em 2012, tipificando os chamados delitos ou crimes informáticos. Em maio de 2011, a atriz teve copiadas de seu computador pessoal 36 fotos em situação íntima, que acabaram
divulgadas na internet.
Para o advogado, medidas urgentes precisam ser tomadas, já que por conta de um boato espalhado na internet, a dona de casa foi espancada e morta. “O caso da Fabiane é ainda mais grave, pois além de ser inocente, ela foi espancada até a morte. É preciso que os responsáveis por difundir informações inverídicas, em perfis apócrifos, respondam criminalmente pelas suas ações”, comenta.O projeto de leiA proposta inclui no Código Penal um artigo tipificando o delito de “Incitação Virtual ao Crime”, atribuído ao indivíduo que “publicar, por meio de rede social ou de qualquer veículo de comunicação virtual, conteúdo que incite a prática de crime ou de violência à pessoa”.A pena prevista é detenção de três a seis meses e multa. Caso a veiculação de conteúdo resulte em lesão corporal ou morte da pessoa exposta ou de terceiros, o autor da divulgação responderá, concorrentemente com o agente, pelos crimes previstos nos artigos 121 (homicídio e homicídio qualificado) e 129 (lesão corporal), do Código Penal, conforme o caso.

Próximo passo

O projeto ainda prevê pena agravada em um terço se a publicação tiver sido veiculada por perfil apócrifo. O advogado ressalta que a polícia continua investigando o crime, mas que o seu próximo passo será pedir a prisão temporária do administrador da página Guarujá Alerta. “Independentemente do que foi dito por ele para a polícia, eu vou pedir a sua prisão temporária”, afirma.

O delegado Luiz Ricardo Lara, que está à frente do caso, pondera que ainda é prematuro apontar a responsabilidade do administrador da página. “Caso, durante a instrução do inquérito policial, seja vislumbrado que, de alguma forma, ele colaborou com o crime, na medida em que propalou esses boatos, enfim, que praticou uma infração penal, ele será responsabilizado por aquele ato”, afirma.

Por Alcione Herzog/Especial para o Correio
correiopontocom@rac.com.br

PARADA DO ORGULHO LGBT CAI DE 2,5 MILHÕES EM 2005 PARA 100 MIL PESSOAS EM 2014

Lideranças apontam enfraquecimento da militância LGBT no Brasil, simbolizado pela queda de público da Parada Gay de São Paulo, que perdeu 500 mil participantes em sua última edição

Realizada há uma semana, a 18ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo surpreendeu ao registrar uma quantidade de participantes bem menor do que nos últimos anos. Segundo dados da Policia Militar, o evento levou 100 mil pessoas à Avenida Paulista. Em 2013, a PM contabilizou um número seis vezes maior, 600 mil. A cifra de 2014 fica ainda mais reduzida se comparada ao recorde da Parada Gay paulistana, em 2005, quando o público registrado foi de 2,5 milhões.

 

Lideranças LGBT ouvidas pelo iGay apontam a drástica redução de público da Parada Gay como uma representação clara de um momento de desmobilização da militância, com o movimento gay do Brasil perdendo força, sem conseguir atrair novos participantes ou mesmo manter os antigos. Com isso, projetos importantes de lei como a criminalização da homofobia e a regulamentação das identidades de gênero não conseguem avançar na pauta do Congresso Nacional.

Presidente do Movimento Gay de Minas (MGM), Oswaldo Braga mostra que o arrefecimento da militância LGBT não se exemplifica apenas como a Parada Gay de São Paulo. O evento similar que ele organiza na cidade mineira de Juiz de Fora também enfrenta uma queda de público.

 “Temos percebido uma diminuição. Em 2006, tivemos o recorde de 120 mil pessoas. Número importante se considerarmos o fato de que Juiz de Fora tem 500 mil habitantes. Mas no último ano, o público foi de 35 mil participantes”, relata Braga, que aponta para a necessidade de uma reinvenção do movimento LGBT.

“Hoje, grande parte das nossas lutas não faz mais tanto sentido. Antes, nós pedíamos uma lei para poder demonstrar afeto em público , agora já podemos casar” , explica Braga, que no entanto, lembra que ainda faltam muitas conquistas para a comunidade LGBT ter sua cidadania plenamente respeitada. “A homofobia acabou? Foi criminalizada? A reposta é não para as duas perguntas, isso evidencia que é preciso repensar muitas coisas, inclusive o formato da Parada”, acrescenta o presidente do MGM.

Conselheiro do Fórum LGBT de Pernambuco, que organiza a Parada Gay de Recife, Thiago Rocha faz uma ressalva em relação à diminuição de público em São Paulo, lembrando que o evento paulistano foi antecipado por conta da Copa do Mundo de 2014, impedindo que muitas pessoas pudessem se programar a tempo. “Eu mesmo tentei ir, mas não consegui me planejar. Porém , é nítido que estamos com dificuldade de chegar à sociedade” , reconhece Rocha.

Coordenador especial da Diversidade Sexual da cidade do Rio de Janeiro, o estilista Carlos Tufvesson vê a cooptação política das lideranças LGBT como fator preponderante para a erosão enfrentada pelo movimento gay. Falando como militante e não como representante do Estado, Tufvesson diz que a presença de partidos políticos foi danosa e fez muitas pessoas saírem da militância.

“Tivemos uma captação partidária ideológica muito forte. O movimento passou por um processo de exclusão de quem não se identificava com os partidos”, lamenta Tufvesson. “O movimento que ia às ruas hoje não vai mais, perdemos grupos históricos, pessoas que nos representavam foram se tornando instrumentos de politicas partidárias”, prossegue o estilista.

Presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Carlos Magno pensa diferente dos outros militantes LGBT, acreditando que a perda de força do movimento deve ser encarada de maneira relativa.

“Faltam elementos para saber se estamos realmente perdendo. Na verdade, as pautas têm ultrapassado a barreira da comunidade LGBT, o debate é público. Em qualquer área, o número de pessoas que milita é efetivamente pouco, se considerada a população como um todo”, pondera Magno.

Como argumento de que o movimento LGBT não está tão arrefecido, Magno conta que a ABGLT conta com 285 organizações filiadas e tem 30 pedidos de filiação. “Temos ainda núcleos de pesquisa em universidades, a Associação de Estudos Homoeróticos em Porto Alegre, grupos de mães, Igrejas inclusivas, além de paradas de Norte a Sul do País. Tudo isso é avanço.”

MUDANÇA PASSA PELO CONGRESSO NACIONAL

Para as lideranças, a reinvenção do movimento LGBT tem que incluir um número maior de representantes da comunidade gay em Brasília. “Precisamos de ideias novas, de maneiras novas de fazer, não só a Parada Gay, mas a militância como um todo. É a oxigenação que faz o movimento estar sempre vivo. As ONGs devem começar a se estruturar melhor, ter força. Além disso, precisamos urgentemente de representatividade no Congresso, temos apenas um congressista gay”, afirma Tufvesson, se referindo ao deputado federal Jean wyllys(PSOL-RJ), colunista do iGay.

Mais descrente com o futuro do movimento LGBT, Rocha lembra que os opositores da comunidade gay têm uma acachapante superioridade numérica no Congresso Nacional, com a Frente Evangélica ocupando 110 das 513 cadeiras do parlamento brasileiro. “Os políticos religiosos têm se fortalecido cada vez mais. Eles têm muita força e não é só isso, a cultura do Congresso é muito machista e não vai mudar”, argumenta o conselheiro do Fórum LGBT de Pernambuco.

Magno também percebe o conservadorismo e fundamentalismo religioso como obstáculos. “A força social é importante, ela que incentiva as mudanças. Mas a lógica que rege o Congresso é complexa. As leis Maria da Penha, de Discriminação Racial e Estatuto da Juventude tiveram dificuldade em passar, todas legislações relativas aos direitos humanos tiveram. Temos poucas mulheres no congresso, poucos negros, um gay e nenhum índio.”

Admitindo-se cansado, Braga faz um apelo para que novas gerações assumam seu papel na militância. “Quando falam que os dinossauros da militância não largam o osso, não levam em conta que ninguém quer entrar no nosso lugar. Mesmo que seja para mudar tudo, eles devem entrar no movimento”, conclui o presidente do Movimento Gay de Minas (MGM).

Fonte:IG

BOECHAT ALFINETA SHEHERAZADE: APRESENTADORA TAMBÉM É RESPONSÁVEL PELA MORTE DE MULHER ESPANCADA POR “JUSTICEIROS”

A morte de uma dona de casa inocente, espancada por ‘justiceiros’ no Guarujá, na Baixada Santista (SP), gerou revolta de internautas e jornalistas brasileiros.

Na edição do Jornal da Band de ontem (5), o âncora Ricardo Boechat criticou as“pessoas que mesmo em emissoras de TV estimulam a cultura da ‘justiça com as próprias mãos'”. Na avaliação do jornalista, esses formadores de opinião também são responsáveis pelo linchamento e morte de Fabiana Maria de Jesus.

É uma referência à jornalista Rachel Sheherazade, que em fevereiro deste ano defendeu o “justiçamento” na região do Flamengo, no Rio de Janeiro, onde um menor foi torturado e preso a um poste pelo pescoço.

Na época, Sheherazade incentivou o “contra-ataque aos bandidos” e julgou compreensível “a atitude dos vingadores”.

Boechat concluiu o comentário, dizendo que “é hora de essas pessoas virem a público e dizer como se sentem diante da consumação de sua própria teoria na prática”.

Boechat já havia criticado as declarações de Sheherazade em entrevista ao Pânico na Band em fevereiro. “A opinião dela é uma bo***, mas ela tem o direito de expressar”, disse.

Linchamento motivado por boato

Fabiana Maria de Jesus foi linchada e espancada por moradores do bairro Morrinhos, no Guarujá. Ela teria sido confundida com uma suposta sequestradora de crianças na cidade.

Entretanto, não havia sequestro algum, segundo a polícia do município.

O advogado da família de Fabiana diz que o problema começou na comunidade do Facebook Guarujá Alerta, que informou sobre boatos de crianças sequestradas para ritual de magia negra. Segundo o G1, a página publicou um retrato falado com imagem semelhante à da vítima.

Foi o suficiente para a vizinhança de Morrinhos atacar a dona de casa que nada tinha a ver com os boatos, segundo familiares e conhecidos.

Fonte: Brasil Post

DICAS PARA QUEM NÃO ESTÁ MUITO BEM NESSA SEGUNDA

SEGUNDA-BRAVA

Para quem está começando a Segunda não muito bem, segue algumas dicas para aliviar o estresse:

1º – Mudar o estilo de vida.

2º – Dieta balanceada e saudável.

3º – Dormir o suficiente e fazer exercícios.

4º – Limitar a ingestão de cafeína, álcool e não usar nicotina, cocaína ou outras drogas ilícitas.

Outras sugestões do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos:
Tirar férias do trabalho, passar tempo com a família e os amigos, fazer algum trabalho manual e aprender a tocar um instrumento musical também é excelente.

PEDOFILIA: NEUROCIÊNCIA VERSUS PSICANÁLISE

Continuação de ASPECTOS DA PEDOFILIA NAS SOCIEDADES HUMANAS

Segundo pesquisa realizada por Martin. H. Teicher (2000), professor de psiquiatria da Escola de Medicina da Universidade de Harvard, não ocorrem apenas traumas psicológicos reversíveis, mas danos permanentes no desenvolvimento e funções cerebrais, ou seja, algumas funções ficarão paralisadas. Assim, durante a infância, período formativo em que o cérebro está sendo fisicamente esculpido, o impacto do estresse dos sistemas de norepinefrina e dopamina pode produzir sintomas de depressão, psicose e hiperatividade, assim como prejudicar a atenção:

A ativação do sistema de dopamina desloca a atenção para o hemisfério esquerdo (verbal), enquanto a ativação do sistema de norepinefrina desloca a atenção para o hemisfério direito (emocional). O mais curioso, é que o vermis também ajuda a regular a atividade elétrica no sistema límbico, e sua estimulação pode suprimir ataques no hipocampo e na amígdala.  (Teicher. M. 2002; p. 50-67).

Tais efeitos neurobiológicos e moleculares são irreversíveis e comprometem o desenvolvimento neuronal da criança afetando a vida desse sujeito na idade adulta (Teicher, 2000). Estas descobertas sugerem um intrigante modelo que pode explicar a forma na qual o distúrbio de personalidade limítrofe (borderline) pode aparecer. Contudo, na psiquiatria e psicopatologia, incluir a análise do contexto sociocultural na formação da personalidade do pedófilo exige um estudo da relação entre o fenômeno supostamente patológico e o contexto social. Observa-se que o fenômeno patológico emerge e recebe significado cultural, mas a despeito da normalidade funcional do cérebro, tais conceitos não são necessariamente quantitativos. O fenômeno é considerado patológico a partir do momento em que é disfuncional e produz sofrimento para o próprio indivíduo ou para seu grupo social (Dalgallarondo, p.246, 2008).

Diante do exposto acima, não se pode considerar que a pedofilia seja produzida apenas pela sociedade ou então, determinar que a mesma tenha sua etiologia direcionada somente como um distúrbio neurológico no processo de formação do cérebro.  O significa dizer que a sua compreensão deve ser pautada por uma multifatorialidade.

Na perspectiva psicanalítica, a pedofilia exemplifica uma grande variação de objetos sexuais, e afirma que a importância do desejo está na pulsão sexual e não no valor do objeto de desejo. Dentre Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, Freud afirmava que “Os diferentes trajetos por onde passa a libido relacionam-se mutuamente desde o início, como vasos comunicantes…” (Freud, 1905. P.143). Para ele, a pedofilia como disfunção subjetiva, pode estar associada a uma dimensão sintomática das perversões e que pode desencadear uma patologia dessa ordem. Basicamente os fatores estão ligados a sexualidade reprimida do sujeito e o desvio de sua personalidade. Quanto mais perto se chega das perturbações mais profundas do desenvolvimento psicossexual, mais se destaca de maneira inequívoca a importância da escolha objetal incestuosa” (Freud, 1905; p. 215).

Segundo Freud, a pedofilia corresponde uma perversão de transgressão anatômica, ou seja, algumas regiões do corpo são eleitas para o ato sexual, como os lábios, o ânus, etc, e não se limita a união sexual da forma como a concebemos normalmente. Nessa concepção, o fetichismo somente é considerado patológico quando se torna o único objeto do desejo sexual. Com isso, o fetichismo teria sua origem na infância, sendo que este poderia funcionar como uma lembrança encobridora de algo esquecido e que estaria também relacionado às teorias sexuais infantis (Freud, 1905).

Assim, Freud oferece uma explicação para a pedofilia que consiste na persistência de elementos da sexualidade infantil no indivíduo adulto. Neste caso, o pedófilo, no processo de seu desenvolvimento teria sentido e recalcado sua excitação sexual e prazer no contato de um adulto com uma criança. A intensidade desse prazer teria causado um impacto de tal ordem e se instalado como uma única forma de obter o prazer sexual após a maturidade. A pulsão sexual do pedófilo seria então algo infantil e primitivo, estaria fixado no inconsciente e persistiria na vida adulta.

Segundo a visão psicanalítica, a mente normal tem a tendência a repetir modos de reação e funcionamento para tentar se ajustar sem maiores danos, por outro lado, quando o sentido adaptativo da mente sofre um trauma, tais estímulos vão se adequando e criando estratégias para enfrentar as situações de riscos para encontrar padrões de sobrevivência mental que pode ser expressado no aprimoramento ou aniquilamento da vida do sujeito.

De maneira geral, a tendência à repetição das situações traumáticas se deve a três tipos de fatores que não se excluem e frequentemente se combinam por causa de defeitos neuromentais, o que impede a superação do padrão traumático. Repetir para elaborá-lo e repetir por motivo das funções secundárias, estruturantes, defensivas, narcísicas e prazerosas que o inconsciente adquiriu.

A libido narcísica ou do ego, parece-nos ser o grande reservatório de onde partem as catexias de objeto e no qual elas voltam a serem recolhidas, e a catexia libidinosa narcísica do ego nos afigura como o estado originário realizado na primeira infância, que é apenas encoberto pelas emissões posteriores da libido, mas no fundo se conserva por trás dela (Freud, 1905, p. 206).

O pressuposto da teoria psicanalítica vem apontar sobre o papel estruturante do pai, parte da instauração do complexo de Édipo.  Na trama familiar, o sujeito se constrói e sai do estado de natureza para ingressar na cultura. O pai representa a possibilidade do equilíbrio pensado como regulador da capacidade da criança investir no mundo real. A necessidade da figura paterna ganha contornos no processo de desenvolvimento, de acordo, com cada etapa da infância e, na fase inicial da vida, é decisiva na resolução dos conflitos. Na adolescência, quando a maturação genital obriga a criança a definir seu papel na sociedade, a construção de uma imagem positiva ou negativa das trocas afetivas e da convivência com seus familiares serão construídos. Contudo, o tipo de desenvolvimento psicoafetivo da família acaba por influenciar a criança na reprodução de comportamentos negativos na fase adulta.

Foucault explica que a teoria psicanalítica da sexualidade teve uma função consoladora, quando ela coloca o recalque na idéia do desejo dos pais para com seus filhos (Foucault, 1971). Ou seja, os pais estariam sendo incestuosos e criando uma relação subjetiva sobre a sexualidade deles para com seus filhos. Para Foucault, a perversão está diretamente relacionada ao recalque dos pais que, por um motivo ainda desconhecido se refletiria em atos de abuso infantil, transformado devido à desestruturação da personalidade da criança.

Por Flavia Maria Pereira Marques

INDOLENTES E DILIGENTES! QUEM VOCÊ DESEJA SER?

las-personas-de-hormigas-trabajan- Indolentes são aqueles que não se mexem, nem se remexem! São pessoas que não saem do lugar, mesmo quando a água está chegando naquele “lugar”. Será que eu sou um indolente? Para algumas pessoas tenho certeza que sim, já ouvi gente dizendo “Orlando você precisa se mexer”, para outras pessoas tenho certeza que não sou indolente, já ouvi gente dizendo que preciso me desligar um pouco, mas nesse mundo é normal não agradar a gregos e troianos, há muitas opiniões divergentes, ainda mais se for de casa, se for próximo, vizinho ou mesmo um amigo, geralmente esses são os que menos confiam na gente ou acreditam que podemos fazer alguma coisa excepcional.

O que podemos esperar de uma pessoa indolente? Nada, a não ser o exemplo de como não se comportar, se ela acordar para a vida, talvez ainda seja possível colher alguns frutos! O indolente, que também significa aquele que não causa dor, só vai ficar esperto no dia em que ele sentir dor, pois há um ditado que diz que não há formação de consciência sem dor, mas infelizmente penso que alguns sentirão essa dor que forma consciência tarde demais!

E os diligentes quem são? São aqueles que se remexem muito! Aqueles que trabalham com prazer, que fazem as coisas com gosto, que não são preguiçosos e são rápidos nas responsabilidades que lhe são atribuídas, terminando antes de todos! Os diligentes são os primeiros a atingirem o alvo, mas por que? Porque são desembaraçados, porque prestam atenção em tudo que ouvem e assistem, os diligentes enxergam coisas que os outros nem imaginam. Os diligentes conseguem imaginar o resultado final sem saber como será o caminho até lá, pois eles sabem que encontrarão as soluções, mais cedo ou mais tarde, podemos chamar isso de fé, algo que eles tem de sobra e transbordando.

E aí? Você deseja ser indolente ou diligente? Medite no versículo abaixo:

Mas, desejamos que cada um de vós mostre a mesma diligência, para ter a plena certeza da esperança até o fim, para que não fiqueis indolentes, mas sejais imitadores daqueles que pela fé e pela paciência herdam as promessas. – Hebreus 6:11, 12

Compartilhe o que você aprende de bom!

*RESPEITO À VIDA*

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Não nos foi ensinado,desde que nascemos, que a VIDA É SAGRADA, e divinos todos os seres.
Por isso, por nossa falta de reverência ao divino que habita todas as formas, podemos passar indiferentes por um ser divino jogado na calçada, podemos conviver com a existência de crianças com fome e velhos desamparados – todos divinos; admitimos a guerra, a pobreza e a desigualdade, a destruição da Terra e de seus filhos menores.
Em suma: assistimos inertes ao desrespeito à Vida.

Ninguém ensinou aos maridos homicidas que não são donos da vida; nem aos adolescentes violentados pela miséria que uma vida vale mais que um par de tênis alheio.
Por quê? Porque nós, coletivamente, não respeitamos essa Vida, de modo incondicional.
E enquanto permanecermos na ilusão de que se pode pedir paz e exigir segurança num mundo sem esse respeito essencial, enquanto admitirmos a crueldade e a destruição de QUALQUER FORMA DE VIDA INOCENTE, tudo que fizermos será incapaz de mudar verdadeiramente o mundo.
A única argamassa definitiva capaz de cimentar a construção desse Mundo Melhor será a consolidação, na consciência coletiva, desse princípio simples e difícil: A VIDA É SAGRADA.
Um único artigo. Sem parágrafos. Sem exceções.

Há uma atitude individual concreta, possível e infinitamente poderosa, por seu alcance, que qualquer um de nós, que se diga consciente da Lei Evolutiva, pode tomar para iniciar hoje a transformação deste mundo violento e biocida num outro, pacífico e fraterno: RESPEITAR A VIDA. Começando por defender o direito à VIDA de todos os SERES INDEFESOS do Planeta, suspendendo a matança daqueles que a humanidade intitula indevidamente de ‘COMIDA’.

Podemos ensinar a nossos filhos o respeito incondicional a todas as vidas; podemos ensiná- los a respeitar e amar pássaros, insetos, gatos e cachorros, baleias, tartarugas-marinhas, golfinhos e micos-leões dourados; mas não podemos desmentir isso quando nos sentamos à mesa.
Não podemos amar e matar, respeitar e destruir ao mesmo tempo.
E se a nossa reverência à Vida for genuína, será contagiosa.

E uma criança nossa defenderá um caracol de ser pisado, levará gentilmente um inseto perdido até a janela – e nunca, nunca, nunca, poderá ferir nenhum ser humano.
Como nunca admitiu ou viu admitir que nenhum ser vivo fosse ferido.

Utopia?
Não. Existem crianças que foram criadas assim.
Se houvesse mais, nós poderíamos sair tranquilos pelas ruas à noite.
Se houvesse muitas mais, seria impossível a qualquer demente com poder levar pessoas à guerra (aliás, não haveria dementes no poder).
E se elas fossem a totalidade das crianças da Terra, esta já seria aquele Mundo Melhor.

(PAZ E AMOR, BICHO! – Mariléa de Castro)

HÁ CONSOLO NO LUTO?

pastoral-02042012No abraço senti seu corpo magro. Notei seus olhos baços. Eles me contemplavam sem entusiasmo. Logo na primeira palavra, percebi na voz quebrada, ela era uma mulher sofrida. Eu imaginava, sem  alcançar, a angústia que minha amiga atravessava. Ela experimentava a hora mais dolorida. Seu momento era o mais terrível da existência: o luto.

A morte é sorrateira, insidiosa e traiçoeira. Os desenganados recebem o bilhete fatal com algum tempo para arrumar a casa. Para minha amiga a guilhotina desceu sem aviso. A morte não respeitou sequer possíveis imaturidades. A morte serpenteou, deu o bote, feriu e ceifou a seu bel prazer. O que dizer, diante de uma mãe que chora, de uma esposa que perde o chão e que não sabe se terá forças para achar o norte?

As respostas aparentemente confortadoras se esvaziam. Deus tem um plano.  Ele leva para si os bons. Chegou a hora.  Frases bobas. Elas funcionam como aspirina, aliviam sem curar. Em um esforço medonho de não parecer professoral, procurei oferecer outro modelo de como perceber os mistérios da vida. Logo notei meu esforço inútil. Minha amiga esperneava dentro da cerca teológica que fora educada. Deus governa e como um dramaturgo celestial, conduz o desenrolar de nossas vidas. Deus não permite que nada aconteça sem que esteja previsto em seu roteiro.

Silenciei, abraçado. Voltei ao hotel.  Chorei. Por horas não consegui apagar o sofrimento daquela mãe. Além de ter que aprender a repetir a litania fúnebre do nunca mais, ela terá de brigar com a sua ideia de Deus. Que tristeza. Deitado, insone, escutei sua indignação lacerante: Por que Deus se mantém obscuro em seus planos? Por que, tão indiferente? Vou esperar quanto tempo até entender seus motivos para levar (levar não passa de eufemismo para “matar”) um pai precioso, um amigo querido, um filho especial?”.

Debulhei-me em lágrimas.

A morte baterá em outras portas. A ceifa da morte não cessa. Nunca distingue justos de injustos. Traficantes vivem mais do que mulheres bondosas. Pais enterram os filhos – o certo deveria ser o contrário. Acidentes eliminam em uma só tacada, jovens e idosos. Os amigos de Jó erram nas conjecturas sobre o sofrimento universal. O justo Jó é arrasado por todo tipo de infortúnio, sem que se conheçam os porquês de sua aflição.

Prefiro a insinuação bíblica de que Deus que não age como títere, a puxar os cordões das marionetes. Considero-o Emanuel: O Deus presente. Jesus encarnou e viveu a sua humanidade até as últimas consequências. Semelhantes a ele, no espaço da liberdade, também estamos cercados de perigos, e sempre à beira do derradeiro suspiro.

Deus não arbitra quem morre. Ele não rege a história segundo critérios inacessíveis. Deus se compromete a revelar seu amor no soluço da perda. Deus se revela em cada abraço, em cada palavra de solidariedade e em cada gesto de lealdade. A nossa dor dói em Deus, afirmou o profeta Isaías. Deus fonte de compaixão – nas duas raízes para “com-paixão”: Deus sofre junto.

Nada posso especular sobre a morte, mas minha intuição avisa: reconhecer a companhia fiel de Deus traz mais conforto do que questionar os porquês do que nos é inacessível.

Soli Deo Gloria

Por Ricardo Gondim

VACINAÇÃO CONTRA HPV EM MENINAS COMEÇA NA SEGUNDA

Em Campinas, será feita nos 63 postos de saúde; cidade tem 25 mil garotas entre 11 e 13 anos
Foto: Reprodução

Vacina contra HPV é aplicada em três doses: segunda será seis meses depois da primeira e a terceira, cinco anos após a primeira dose

Vacina é gratuita e usada na prevenção do câncer de colo do útero.

A partir desta segunda-feira (10), a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer de colo do útero, estará disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 11 a 13 anos nos 63 centros de saúde da cidade. A meta é imunizar 25 mil garotas no município, que corresponde a 80% da população nessa fase etária, e nos 5,2 milhões de pessoas do sexo feminino no país. A campanha de vacinação ocorre até 10 de abril.

A vacina contra o HPV é injetável e é aplicada em três doses. A segunda será seis meses depois da primeira e a terceira, cinco anos após a primeira dose. Para receber a vacina, basta apresentar o cartão de vacinação e o documento de identidade. Neste ano, será vacinado o primeiro grupo (11 a 13 anos). Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as meninas com idades entre 9 e 11 anos. Em 2016, a vacinação será apenas para as garotas de 9 anos.

Durante fevereiro, profissionais do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) se reuniram com diretores das escolas públicas de Campinas para ressaltar a importância da vacina. Todas as escolas, inclusive as particulares, receberam material educativo para divulgar a campanha de vacinação. Uma carta foi entregue aos pais dos alunos para explicar a importância e como será realizada a campanha na cidade.

A Prefeitura decidiu não aplicar as vacinas nas escolas por uma questão de logística, segundo. “Nós temos regiões com mais de 80 escolas, outras com 20 escolas. Então para operacionalizar esse trabalho, ficaria uma concentração muito grande de pessoas em poucos lugares. Se cada centro de saúde vacinar sua população alvo, fica mais fácil e evita filas”, explica a enfermeira da Vigilância Epidemiológica de Campinas Maria Alice Sato.

Campinas (SP) quer vacinar 25 mil garotas contra HPV em campanha até abril (Foto: Reprodução EPTV)
Campinas (SP) quer vacinar 25 mil garotas contra
HPV em campanha (Foto: Reprodução EPTV)

Transmissão
O HPV é um vírus que tem mais de 100 tipos diferentes, sendo que alguns provocam verrugas e outros estão ligados ao desenvolvimento de tumores. É transmitido através de relação sexual e o contágio também pode acontecer de mãe para filho, no momento do parto. Atualmente, está relacionado a infecções de região oral, genital, anal e da uretra, além de câncer de colo de útero, pênis, reto e orofaringe.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença. Em relação ao câncer de colo do útero, estimativas apontam que 270 mil mulheres no mundo morrem devido à doença. Neste ano, no Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos e cerca de 4,8 mil mortes. A orientação é para que as mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo (papanicolau) anualmente. A vacina não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais.

HPV (Foto: Arte/G1)

 

Do G1 Campinas e Região

STRESS – COMO GERIR O PIOR INIMIGO DO CÉREBRO

Um pouco de informação sobre o stress

O stress é um estado de alerta cujo objectivo primeiro é preparar-nos para a ação e ficar em estado de alerta em situações problemáticas e ameaçadoras. A generalidade dos médicos considera que o stress pode ser considerado um estado intermediário entre a saúde e a doença, evoluindo ao longo de três estágios: fase de alarme, fase de resistência e fase de exaustão. Um estado equilibrado de stress é, por conseguinte, benigno e desejável. Traduz-se por uma pequena excitação que aumenta a nossa capacidade de enfrentar diversas situações da vida com uma atitude positiva e uma saudável sensação de entusiasmo e motivação.

o estresse

Já o mesmo não acontece quando ele atinge níveis considerados perigosos para a saúde e se torna permanente. Se a falta de algum stress (agitação) nas nossas vidas nos mantém subexcitados, apáticos e entediados já o stress elevado e, pior ainda, o stress cronico empurra-nos para um estado de sobrexcitação de consequências nefastas para o organismo e a qualidade dos nossos desempenhos (intelectuais, sociais, etc).

Os especialistas identificaram as causas do stress. Conforme o seu grau de perigosidade podem ser divididas em três níveis. Eis alguns exemplos mais vulgares:

Nível 1

Os pequenos aborrecimentos

Ruídos de fundo (trânsito, máquinas, ar condicionado)

Pequenas discussões familiares e no trabalho

Trânsito automóvel

Pequenas surpresas desagradáveis

Acontecimentos indesejados (atrasos, desencontros)

Pequenas infracções da lei 

Nível 3

Morte de familiar muito próximo

Divórcio

Condenação em tribunal

Perda de emprego

Problemas sérios de saúde

Doença de familiares

Problemas sexuais

Gravidez

Morte de amigo íntimo

Grande hipoteca ou empréstimo

Problemas de dinheiro

Nível 2

Acontecimentos importantes

Mudança de emprego

Mudança de residência

Conflitos no trabalho

Alterações no emprego

Discussões familiares

Entrada na escola

Mudança de ciclo na escola

Entrada na universidade

Primeiro emprego

Mudança de escola 

 
stress exercício fisico
sintomas stress

Durante o dia a dia estamos sujeitos a um grande stress, especialmente se a viva for feita em grandes cidades, é inevitável escapar mas podemos tentar reduzir seguindo estes 10 mandamentos.

stress

1 – Acorde mais cedo
Em vez de começar o dia no meio do maior stress porque não tem tempo para fazer nada, experimente levantar-se um bocadinho mais cedo e organizar melhor as suas manhãs. Não se deixe tentar pelo calorzinho dos cobertores e salte da cama assim que o despertador tocar. Tome um bom pequeno-almoço, um banho relaxado e comece o dia descansado e com o pé direito.

2 – Planeie o seu dia
Tente perceber em que altura do dia a sua produtividade está em alta. Há pessoas que rendem mais de manhã enquanto outras funcionam a 100% mais pela tarde. Escolha o período em que tem mais energia e deixe para essa altura as tarefas de maior responsabilidade ou que exijam maior criatividade. Lembre-se, no entanto, que por muito organizado que seja, há imprevistos que nunca consegue controlar.

3 – Defina prioridades
Não queira fazer tudo ao mesmo tempo nem queira fazer tudo sozinho. Faça uma listagem das suas reais prioridades e tente cumpri-la. Ponha os assuntos que exigem mais de si em primeiro lugar mas tente não descurar os pequenos assuntos que tendem a ficar esquecidos.

4 – Saiba dizer não
Quando se sentir demasiado pressionado tenha a coragem de dizer basta!. Se o seu chefe lhe parecer demasiado empenhado em não o deixar respirar, exigindo-lhe mais e mais trabalho, explique-lhe que, apesar de tentar, não consegue fazer tanta coisa ao mesmo tempo. Tente também não cair na asneira de estar sempre a fazer o trabalho dos seus colegas. Sempre que poder ajudar, ajude, mas não deixe que eles fiquem mal habituados.

5 – Crie bom ambiente
Pensamentos positivos activam as energias positivas que temos em nós. E depois, simpatia gera simpatia. Elogie, seja prestável e simpático para os seus colegas. Ao trabalhar num local com bom ambiente tudo fica mais fácil. Aquilo que dantes lhe parecia uma tarefa dificílima vai passar a parecer o mais simples dos problemas.

6 – Aprenda a relaxar
Nada melhor do que depois de um dia estafante o poder chegar a casa e tomar um longo banho ou deixarmo-nos ficar estendidos no sofá horas a fio a ver tudo e mais alguma coisa na televisão. Conceda a si mesmo esses momentos que são preciosos para descomprimir o stress do dia-a-dia.

7 – Mude de rotina
É importante que você consiga viver para além do trabalho. Dê a si próprio presentes depois de conseguir fazer um trabalho complicado. Que tal aquele livro que sempre quis ou aquela camisola caríssima? Depois, também é importante saber deixar o trabalho à porta antes de entrar em casa. Só em casos extremos é que deve levar trabalho para concluir em casa.

8 – Tenha vida social
“Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque”. Nunca ouviu dizer? Faça por ter uma vida social activa porque desta maneira vai ser mais fácil de não pensar nos problemas que deixou para trás no escritório. Vá a festas, ao cinema ou ao café. Aproveite o que de melhor a vida tem para lhe oferecer.

9 – Dedique-se a uma actividade criativa
Utilize os seus tempos livres para se dedicar a uma actividade que puxe pela sua concentração e criatividade. Tendo a sua mente ocupada não vai ter tempo para pensar nem se chatear com os problemas do dia-a-dia ou do trabalho. A pintura é um bom exemplo.

10 – Melhore a sua vida sexual
Esta é também uma óptima solução para combater o stress acumulado durante um dia de trabalho. Ter uma vida sexual activa e saudável é meio caminho andado para se sentir uma pessoa plenamente realizada e, desta forma, sentir-se mais confiante.

 

FONTE: VLADMAN.NET

AQUECIMENTO GLOBAL É INEVITÁVEL E 6 BI MORRERÃO, DIZ CIENTISTA

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James Lovelock, renomado cientista, diz que o aquecimento global é irreversível – e que mais de 6 bilhões de pessoas vão morrer neste século
James Lovelock, sempre provocador, acredita que a raça humana está em perigo real e imediato. "Será uma época sombria, mas emocionante"
Cortesia de James Lovelock Veja a galeria completa
por POR JEFF GOODELL

Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana está condenada. “Gostaria de ser mais esperançoso”, ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade. Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas. Aliás, a chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse – guerra, fome, pestilência e morte – parece deixá-lo animado. “Será uma época sombria”, reconhece. “Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem emocionante.”

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040, o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing (deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. “Os chineses não terão para onde ir além da Sibéria”, sentencia Lovelock. “O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra entre a Rússia e a China seja inevitável.” Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa, virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes – Canadá, Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.

Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas de temperatura como a América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8 graus Celsius – quase o dobro das previsões mais prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, a organização sancionada pela ONU que inclui os principais cientistas do mundo. “Nosso futuro”, Lovelock escreveu, “é como o dos passageiros em um barquinho de passeio navegando tranqüilamente sobre as cataratas do Niagara, sem saber que os motores em breve sofrerão pane”. E trocar as lâmpadas de casa por aquelas que economizam energia não vai nos salvar. Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre. “Verde”, ele me diz, só meio de piada, “é a cor do mofo e da corrupção.”

Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as idéias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida como Gaia – a idéia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está “vivo”. Essa visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática. Lynn Margulis, bióloga pioneira na Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), diz que ele é “uma das mentes científicas mais inovadoras e rebeldes da atualidade”. Richard Branson, empresário britânico, afirma que Lovelock o inspirou a gastar bilhões de dólares para lutar contra o aquecimento global. “Jim é um cientista brilhante que já esteve certo a respeito de muitas coisas no passado”, diz Branson. E completa: “Se ele se sente pessimista a respeito do futuro, é importante para a humanidade prestar atenção.”

Lovelock sabe que prever o fim da civilização não é uma ciência exata. “Posso estar errado a respeito de tudo isso”, ele admite. “O problema é que todos os cientistas bem intencionados que argumentam que não estamos sujeitos a nenhum perigo iminente baseiam suas previsões em modelos de computador. Eu me baseio no que realmente está acontecendo.”

Quando você se aproxima da casa de Lovelock em Devon, uma área rural no sudoeste da Inglaterra, a placa no portão de metal diz, claramente: “Estação Experimental de Coombe Mill. Local de um novo hábitat. Por favor, não entre nem incomode”.
Depois de percorrer algumas centenas de metros em uma alameda estreita, ao lado de um moinho antigo, fica uma casinha branca com telhado de ardósia onde Lovelock mora com a segunda mulher, Sandy, uma norte-americana, e seu filho mais novo, John, de 51 anos e que tem incapacidade leve. É um cenário digno de conto de fadas, cercado de 14 hectares de bosques, sem hortas nem jardins com planejamento paisagístico. Parcialmente escondida no bosque fica uma estátua em tamanho natural de Gaia, a deusa grega da Terra, em homenagem à qual James Lovelock batizou sua teoria inovadora.

A maior parte dos cientistas trabalha às margens do conhecimento humano, adicionando, aos poucos, nova informações para a nossa compreensão do mundo. Lovelock é um dos poucos cujas idéias fomentaram, além da revolução científica, também a espiritual. “Os futuros historiadores da ciência considerarão Lovelock como o homem que inspirou uma mudança digna de Copérnico na maneira como nos enxergamos no mundo”, prevê Tim Lenton, pesquisador de clima na Universidade de East Anglia, na Inglaterra. Antes de Lovelock aparecer, a Terra era considerada pouco mais do que um pedaço de pedra aconchegante que dava voltas em torno do Sol. De acordo com a sabedoria em voga, a vida evoluiu aqui porque as condições eram adequadas: não muito quente nem muito frio, muita água. De algum modo, as bactérias se transformaram em organismos multicelulares, os peixes saíram do mar e, pouco tempo depois, surgiu Britney Spears.

Na década de 1970, Lovelock virou essa idéia de cabeça para baixo com uma simples pergunta: Por que a Terra é diferente de Marte e de Vênus, onde a atmosfera é tóxica para a vida? Em um arroubo de inspiração, ele compreendeu que nossa atmosfera não foi criada por eventos geológicos aleatórios, mas sim devido à efusão de tudo que já respirou, cresceu e apodreceu. Nosso ar “não é meramente um produto biológico”, James Lovelock escreveu. “É mais provável que seja uma construção biológica: uma extensão de um sistema vivo feito para manter um ambiente específico.” De acordo com a teoria de Gaia, a vida é participante ativa que ajuda a criar exatamente as condições que a sustentam. É uma bela idéia: a vida que sustenta a vida. Também estava bem em sintonia com o tom pós-hippie dos anos 70. Lovelock foi rapidamente adotado como guru espiritual, o homem que matou Deus e colocou o planeta no centro da experiência religiosa da Nova Era. O maior erro de sua carreira, aliás, não foi afirmar que o céu estava caindo, mas deixar de perceber que estava. Em 1973, depois de ser o primeiro a descobrir que os clorofluocarbonetos (CFCs), um produto químico industrial, tinham poluído a atmosfera, Lovelock declarou que a acumulação de CFCs “não apresentava perigo concebível”. De fato, os CFCs não eram tóxicos para a respiração, mas estavam abrindo um buraco na camada de ozônio. Lovelock rapidamente revisou sua opinião, chamando aquilo de “uma das minhas maiores bolas fora”, mas o erro pode ter lhe custado um prêmio Nobel.

No início, ele também não considerou o aquecimento global como uma ameaça urgente ao planeta. “Gaia é uma vagabunda durona”, ele explica com freqüência, tomando emprestada uma frase cunhada por um colega. Mas, há alguns anos, preocupado com o derretimento acelerado do gelo no Ártico e com outras mudanças relacionadas ao clima, ele se convenceu de que o sistema de piloto automático de Gaia está seriamente desregulado, tirado dos trilhos pela poluição e pelo desmatamento. Lovelock acredita que o planeta vai recuperar seu equilíbrio sozinho, mesmo que demore milhões de anos. Mas o que realmente está em risco é a civilização. “É bem possível considerar seriamente as mudanças climáticas como uma resposta do sistema que tem como objetivo se livrar de uma espécie irritante: nós, os seres humanos”, Lovelock me diz no pequeno escritório que montou em sua casa. “Ou pelo menos fazer com que diminua de tamanho.”

Se você digitar “gaia” e “religion” no Google, vai obter 2,36 milhões de páginas – praticantes de wicca, viajantes espirituais, massagistas e curandeiros sexuais, todos inspirados pela visão de Lovelock a respeito do planeta. Mas se você perguntar a ele sobre cultos pagãos, ele responde com uma careta: não tem interesse na espiritualidade desmiolada nem na religião organizada, principalmente quando coloca a existência humana acima de tudo o mais. Em Oxford, certa vez ele se levantou e repreendeu Madre Teresa por pedir à platéia que cuidasse dos pobres e “deixasse que Deus tomasse conta da Terra”. Como Lovelock explicou a ela, “se nós, as pessoas, não respeitarmos a Terra e não tomarmos conta dela, podemos ter certeza de que ela, no papel de Gaia, vai tomar conta de nós e, se necessário for, vai nos eliminar”.
Gaia oferece uma visão cheia de esperança a respeito de como o mundo funciona. Afinal de contas, se a Terra é mais do que uma simples pedra que gira ao redor do sol, se é um superorganismo que pode evoluir, isso significa que existe certa quantidade de perdão embutida em nosso mundo – e essa é uma conclusão que vai irritar profundamente estudiosos de biologia e neodarwinistas de absolutamente todas as origens.

Para Lovelock, essa é uma idéia reconfortante. Considere a pequena propriedade que ele tem em Devon. Quando ele comprou o terreno, há 30 anos, era rodeada por campos aparados por mil anos de ovelhas pastando. E ele se empenhou em devolver a seus 14 hectares um caráter mais próximo do natural. Depois de consultar um engenheiro florestal, plantou 20 mil árvores – amieiros, carvalhos, pinheiros. Infelizmente, plantou muitas delas próximas demais, e em fileiras. Agora, as árvores estão com cerca de 12 metros de altura, mas em vez de ter ar “natural”, partes do terreno dele parecem simplesmente um projeto de reflorestamento mal executado. “Meti os pés pelas mãos”, Lovelock diz com um sorriso enquanto caminhamos no bosque. “Mas, com o passar dos anos, Gaia vai dar um jeito.”

Até pouco tempo atrás, Lovelock achava que o aquecimento global seria como sua floresta meia-boca – algo que o planeta seria capaz de corrigir. Então, em 2004, Richard Betts, amigo de Lovelock e pesquisador no Centro Hadley para as Mudanças Climáticas – o principal instituto climático da Inglaterra -, convidou-o para dar uma passada lá e bater um papo com os cientistas. Lovelock fez reunião atrás de reunião, ouvindo os dados mais recentes a respeito do gelo derretido nos pólos, das florestas tropicais cada vez menores, do ciclo de carbono nos oceanos. “Foi apavorante”, conta.

“Mostraram para nós cinco cenas separadas de respostas positivas em climas regionais – polar, glacial, floresta boreal, floresta tropical e oceanos -, mas parecia que ninguém estava trabalhando nas conseqüências relativas ao planeta como um todo.” Segundo ele, o tom usado pelos cientistas para falar das mudanças que testemunharam foi igualmente de arrepiar: “Parecia que estavam discutindo algum planeta distante ou um universo-modelo, em vez do lugar em que todos nós, a humanidade, vivemos”.

Quando Lovelock estava voltando para casa em seu carro naquela noite, a compreensão lhe veio. A capacidade de adaptação do sistema se perdera. O perdão fora exaurido. “O sistema todo”, concluiu, “está em modo de falha.” Algumas semanas depois, ele começou a trabalhar em seu livro mais pessimista, A Vingança de Gaia, publicado no Brasil em 2006. Na sua visão, as falhas nos modelos climáticos computadorizados são dolorosamente aparentes. Tome como exemplo a incerteza relativa à projeção do nível do mar: o IPCC, o painel da ONU sobre mudanças climáticas, estima que o aquecimento global vá fazer com que a temperatura média da Terra aumente até 6,4 graus Celsius até 2100. Isso fará com que geleiras em terra firme derretam e que o mar se expanda, dando lugar à elevação máxima do nível de mar de apenas pouco menos de 60 centímetros. A Groenlândia, de acordo com os modelos do IPCC, demorará mil anos para derreter.

Mas evidências do mundo real sugerem que as estimativas do IPCC são conservadoras demais. Para começo de conversa, os cientistas sabem, devido aos registros geológicos, que há 3 milhões de anos, quando as temperaturas subiram cinco graus acima dos níveis atuais, os mares subiram não 60 centímetros, mas 24 metros. Além do mais, medidas feitas por satélite recentemente indicam que o Ártico está derretendo com tanta rapidez que a região pode ficar totalmente sem gelo até 2030. “Quem elabora os modelos não tem a menor noção sobre derretimento de placas de gelo”, desdenha o estudioso, sem sorrir.

Mas não é apenas o gelo que invalida os modelos climáticos. Sabe-se que é difícil prever corretamente a física das nuvens, e fatores da biosfera, como o desmatamento e o derretimento da Tundra, raramente são levados em conta. “Os modelos de computador não são bolas de cristal”, argumenta Ken Caldeira, que elabora modelos climáticos na Universidade de Stanford, cuja carreira foi profundamente influenciada pelas idéias de Lovelock. “Ao observar o passado, fazemos estimativas bem informadas em relação ao futuro. Os modelos de computador são apenas uma maneira de codificar esse conhecimento acumulado em apostas automatizadas e bem informadas.”

Aqui, em sua essência supersimplificada, está o cenário pessimista de Lovelock: o aumento da temperatura significa que mais gelo derreterá nos pólos, e isso significa mais água e terra. Isso, por sua vez, faz aumentar o calor (o gelo reflete o sol, a terra e a água o absorvem), fazendo com que mais gelo derreta. O nível do mar sobe. Mais calor faz com que a intensidade das chuvas aumente em alguns lugares e com que as secas se intensifiquem em outros. As florestas tropicais amazônicas e as grandes florestas boreais do norte – o cinturão de pinheiros e píceas que cobre o Alasca, o Canadá e a Sibéria – passarão por um estirão de crescimento, depois murcharão até desaparecer. O solo permanentemente congelado das latitudes do norte derrete, liberando metano, um gás que contribui para o efeito estufa e que é 20 vezes mais potente do que o CO2… e assim por diante. Em um mundo de Gaia funcional, essas respostas positivas seriam moduladas por respostas negativas, sendo que a maior de todas é a capacidade da Terra de irradiar calor para o espaço. Mas, a certa altura, o sistema de regulagem pára de funcionar e o clima dá um salto – como já aconteceu muitas vezes no passado – para uma nova situação, mais quente. Não é o fim do mundo, mas certamente é o fim do mundo como o conhecemos.

O cenário pessimista de Lovelock é desprezado por pesquisadores de clima de renome, sendo que a maior parte deles rejeita a idéia de que haja um único ponto de desequilíbrio para o planeta inteiro. “Ecossistemas individuais podem falhar ou as placas de gelo podem entrar em colapso”, esclarece Caldeira, “mas o sistema mais amplo parece ser surpreendentemente adaptável.” No entanto, vamos partir do princípio, por enquanto, de que Lovelock esteja certo e que de fato estejamos navegando por cima das cataratas do Niagara. Simplesmente vamos acenar antes de cair? Na visão de Lovelock, reduções modestas de emissões de gases que contribuem para o efeito estufa não vão nos ajudar – já é tarde demais para deter o aquecimento global trocando jipões a diesel por carrinhos híbridos. E a idéia de capturar a poluição de dióxido de carbono criada pelas usinas a carvão e bombear para o subsolo? “Não há como enterrar quantidade suficiente para fazer diferença.” Biocombustíveis? “Uma idéia monumentalmente idiota.” Renováveis? “Bacana, mas não vão nem fazer cócegas.” Para Lovelock, a idéia toda do desenvolvimento sustentável é equivocada: “Deveríamos estar pensando em retirada sustentável”.

A retirada, na visão dele, significa que está na hora de começar a discutir a mudança do lugar onde vivemos e de onde tiramos nossos alimentos; a fazer planos para a migração de milhões de pessoas de regiões de baixa altitude, como Bangladesh, para a Europa; a admitir que Nova Orleans já era e mudar as pessoas para cidades mais bem posicionadas para o futuro. E o mais importante de tudo é que absolutamente todo mundo “deve fazer o máximo que pode para sustentar a civilização, de modo que ela não degenere para a Idade das Trevas, com senhores guerreiros mandando em tudo, o que é um perigo real. Assim, podemos vir a perder tudo”.

Até os amigos de Lovelock se retraem quando ele fala assim. “Acho que ele está deixando nossa cota de desespero no negativo”, diz Chris Rapley, chefe do Museu de Ciência de Londres, que se empenhou com afinco para despertar a consciência mundial sobre o aquecimento global. Outros têm a preocupação justificada de que as opiniões de Lovelock sirvam para dispersar o momento de concentração de vontade política para impor restrições pesadas às emissões de gases poluentes que contribuem para o efeito estufa. Broecker, o paleoclimatologista de Columbia, classifica a crença de Lovelock de que reduzir a poluição é inútil como “uma bobagem perigosa”.

“Eu gostaria de poder dizer que turbinas de vento e painéis solares vão nos salvar”, Lovelock responde. “Mas não posso. Não existe nenhum tipo de solução possível. Hoje, há quase 7 bilhões de pessoas no planeta, isso sem falar nos animais. Se pegarmos apenas o CO2 de tudo que respira, já é 25% do total – quatro vezes mais CO2 do que todas as companhias aéreas do mundo. Então, se você quer diminuir suas emissões, é só parar de respirar. É apavorante. Simplesmente ultrapassamos todos os limites razoáveis em números. E, do ponto de vista puramente biológico, qualquer espécie que faz isso tem que entrar em colapso.”

Mas isso não é sugerir, no entanto, que Lovelock acredita que deveríamos ficar tocando harpa enquanto assistimos o mundo queimar. É bem o contrário. “Precisamos tomar ações ousadas”, ele insiste. “Temos uma quantidade enorme de coisas a fazer.” De acordo com a visão dele, temos duas escolhas: podemos retornar a um estilo de vida mais primitivo e viver em equilíbrio com o planeta como caçadores-coletores ou podemos nos isolar em uma civilização muito sofisticada, de altíssima tecnologia. “Não há dúvida sobre que caminho eu preferiria”, diz certa manhã, em sua casa, com um sorriso aberto no rosto enquanto digita em seu computador. “Realmente, é uma questão de como organizamos a sociedade – onde vamos conseguir nossa comida, nossa água. Como vamos gerar energia.”

Em relação à água, a resposta é bem direta: usinas de dessalinização, que são capazes de transformar água do mar em água potável. O suprimento de alimentos é mais difícil: o calor e a seca vão acabar com a maior parte das regiões de plantações de alimentos hoje existentes. Também vão empurrar as pessoas para o norte, onde vão se aglomerar em cidades. Nessas áreas, não haverá lugar para quintais ajardinados. Como resultado, Lovelock acredita, precisaremos sintetizar comida – teremos que criar alimentos em barris com culturas de tecidos de carnes e vegetais. Isso parece muito exagerado e profundamente desagradável, mas, do ponto de vista tecnológico, não será difícil de realizar.
O fornecimento contínuo de eletricidade também será vital, segundo ele. Cinco dias depois de visitar o centro Hadley, Lovelock escreveu um artigo opinativo polêmico, intitulado: “Energia nuclear é a única solução verde”. Lovelock argumentava que “devemos usar o pequeno resultado dos renováveis com sensatez”, mas que “não temos tempo para fazer experimentos com essas fontes de energia visionárias; a civilização está em perigo iminente e precisa usar a energia nuclear – a fonte de energia mais segura disponível – agora ou sofrer a dor que em breve será infligida a nosso planeta tão ressentido”.

Ambientalistas urraram em protesto, mas qualquer pessoa que conhecia o passado de Lovelock não se surpreendeu com sua defesa à energia nuclear. Aos 14 anos, ao ler que a energia do sol vem de uma reação nuclear, ele passou a acreditar que a energia nuclear é uma das forças fundamentais no universo. Por que não aproveitá-la? No que diz respeito aos perigos – lixo radioativo, vulnerabilidade ao terrorismo, desastres como o de Chernobyl – Lovelock diz que este é dos males o menos pior: “Mesmo que eles tenham razão a respeito dos perigos, e não têm, continua não sendo nada na comparação com as mudanças climáticas”.

Como último recurso, para manter o planeta pelo menos marginalmente habitável, Lovelock acredita que os seres humanos podem ser forçados a manipular o clima terrestre com a construção de protetores solares no espaço ou instalando equipamentos para enviar enormes quantidades de CO2 para fora da atmosfera. Mas ele considera a geoengenharia em larga escala como um ato de arrogância – “Imagino que seria mais fácil um bode se transformar em um bom jardineiro do que os seres humanos passarem a ser guardiões da Terra”. Na verdade, foi Lovelock que inspirou seu amigo Richard Branson a oferecer um prêmio de US$ 25 milhões para o “Virgin Earth Challenge” (Desafio Virgin da Terra), que será concedido à primeira pessoa que conseguir criar um método comercialmente viável de remover os gases responsáveis pelo efeito estufa da atmosfera. Lovelock é juiz do concurso, por isso não pode participar dele, mas ficou intrigado com o desafio. Sua mais recente idéia: suspender centenas de milhares de canos verticais de 18 metros de comprimento nos oceanos tropicais, colocar uma válvula na base de cada cano e permitir que a água das profundezas, rica em nutrientes, seja bombeada para a superfície pela ação das ondas. Os nutrientes das águas das profundezas aumentariam a proliferação das algas, que consumiriam o dióxido de carbono e ajudariam a resfriar o planeta. “É uma maneira de contrabalançar o sistema de energia natural da Terra usando ele próprio”, Lovelock especula. “Acho que Gaia aprovaria.”

Oslo é o tipo perfeito de cidade para Lovelock. Fica em latitudes do norte, que ficarão mais temperadas na medida em que o clima for esquentando; tem água aos montes; graças a suas reservas de petróleo e gás, é rica; e lá já há muito pensamento criativo relativo à energia, incluindo, para a satisfação de Lovelock, discussões renovadas a respeito da energia nuclear. “A questão principal a ser discutida aqui é como manejar as hordas de pessoas que chegarão à cidade”, Lovelock avisa. “Nas próximas décadas, metade da população do sul da Europa vai tentar se mudar para cá.”

Nós nos dirigimos para perto da água, passando pelo castelo de Akershus, uma fortaleza imponente do século 13 que funcionou como quartel-general nazista durante a ocupação da cidade na Segunda Guerra Mundial. Para Lovelock, os paralelos entre o que o mundo enfrentou naquela época e o que enfrenta hoje são bem claros. “Em certos aspectos, é como se estivéssemos de novo em 1939”, ele afirma. “A ameaça é óbvia, mas não conseguimos nos dar conta do que está em jogo. Ainda estamos falando de conciliação.”

Naquele tempo, como hoje, o que mais choca Lovelock é a ausência de liderança política. Apesar de respeitar as iniciativas de Al Gore para conscientizar as pessoas, não acredita que nenhum político tenha chegado perto de nos preparar para o que vem por aí. “Em muito pouco tempo, estaremos vivendo em um mundo desesperador, comenta Lovelock. Ele acredita que está mais do que na hora para uma versão “aquecimento global” do famoso discurso que Winston Churchill fez para preparar a Grã-Bretanha para a Segunda Guerra Mundial: “Não tenho nada a oferecer além de sangue, trabalho, lágrimas e suor”. “As pessoas estão prontas para isso”, Lovelock dispara quando passamos sob a sombra do castelo. “A população entende o que está acontecendo muito melhor do que a maior parte dos políticos.”

Independentemente do que o futuro trouxer, é provável que Lovelock não esteja por aí para ver. “O meu objetivo é viver uma vida retangular: longa, forte e firme, com uma queda rápida no final”, sentencia. Lovelock não apresenta sinais de estar se aproximando de seu ponto de queda. Apesar de já ter passado por 40 operações, incluindo ponte de safena, continua viajando de um lado para o outro no interior inglês em seu Honda branco, como um piloto de Fórmula 1. Ele e Sandy recentemente passaram um mês de férias na Austrália, onde visitaram a Grande Barreira de Corais. O cientista está prestes a começar a escrever mais um livro sobre Gaia. Richard Branson o convidou para o primeiro vôo do ônibus espacial Virgin Galactic, que acontecerá no fim do ano que vem – “Quero oferecer a ele a visão de Gaia do espaço”, diz Branson. Lovelock está ansioso para fazer o passeio, e planeja fazer um teste em uma centrífuga até o fim deste ano para ver se seu corpo suporta as forças gravitacionais de um vôo espacial. Ele evita falar de seu legado, mas brinca com os filhos dizendo que quer ver gravado na lápide de seu túmulo: “Ele nunca teve a intenção de ser conciliador”.

Em relação aos horrores que nos aguardam, Lovelock pode muito bem estar errado. Não por ter interpretado a ciência erroneamente (apesar de isso certamente ser possível), mas por ter interpretado os seres humanos erroneamente. Poucos cientistas sérios duvidam que estejamos prestes a viver uma catástrofe climática. Mas, apesar de toda a sensibilidade de Lovelock para a dinâmica sutil e para os ciclos de resposta no sistema climático, ele se mostra curiosamente alheio à dinâmica sutil e aos ciclos de resposta no sistema humano. Ele acredita que, apesar dos nossos iPhones e dos nossos ônibus espaciais, continuamos sendo animais tribais, amplamente incapazes de agir pelo bem maior ou de tomar decisões de longo prazo que garantam nosso bem-estar. “Nosso progresso moral”, diz Lovelock, “não acompanhou nosso progresso tecnológico.”

Mas talvez seja exatamente esse o motivo do apocalipse que está por vir. Uma das questões que fascina Lovelock é a seguinte: A vida vem evoluindo na Terra há mais de 3 bilhões de anos – e por que motivo? “Gostemos ou não, somos o cérebro e o sistema nervoso de Gaia”, ele explica. “Agora, assumimos responsabilidade pelo bem-estar do planeta. Como vamos lidar com isso?”
Enquanto abrimos caminho no meio dos turistas que se dirigem para o castelo, é fácil olhar para eles e ficar triste. Mais difícil é olhar para eles e ter esperança. Mas quando digo isso a Lovelock, ele argumenta que a raça humana passou por muitos gargalos antes – e que talvez sejamos melhores por causa disso. Então ele me conta a história de um acidente de avião, anos atrás, no aeroporto de Manchester. “Um tanque de combustível pegou fogo durante a decolagem”, recorda. “Havia tempo de sobra para todo mundo sair, mas alguns passageiros simplesmente ficaram paralisados, sentados nas poltronas, como tinham lhes dito para fazer, e as pessoas que escaparam tiveram que passar por cima deles para sair. Era perfeitamente óbvio o que era necessário fazer para sair, mas eles não se mexiam. Morreram carbonizados ou asfixiados pela fumaça. E muita gente, fico triste em dizer, é assim. E é isso que vai acontecer desta vez, só que em escala muito maior.”

Lovelock olha para mim com olhos azuis muito firmes. “Algumas pessoas vão ficar sentadas na poltrona sem fazer nada, paralisadas de pânico. Outras vão se mexer. Vão ver o que está prestes a acontecer, e vão tomar uma atitude, e vão sobreviver. São elas que vão levar a civilização em frente.”

(Tradução de Ana Ban)

Fonte: ROLLING STONE

MAIOR USINA SOLAR DO MUNDO COMEÇA A GERAR ELETRICIDADE

Débora Spitzcovsky, do 

 

Divulgação/Business Wire

A Ivanpah Solar Electric Generating System, maior usina de energia solar do mundo

Com o tanto de eletricidade que produz, a nova usina solar será capaz de abastecer cerca de 140 mil casas da Califórnia

A Ivanpah Solar Electric Generating System: usina abriga 300 mil espelhos para coletar a luz do sol e tem capacidade bruta de produção de 392 megawatts de energia

Começou a funcionar nesta quinta-feira (13) a Ivanpah Solar Electric Generating System, maior usina de energia solar do mundo, que está localizada na Califórnia, nos EUA.

O título de maior complexo produtor de eletricidade proveniente do sol era da Shams 1, usina localizada em Abu Dhabi, capaz de gerar 100 megawatts de energia.

Mas hoje, após resolver questões regulatórias e problemas jurídicos e entrar em funcionamento, a Ivanpah desbancou bonito a concorrente árabe.

Em um terreno de 13 km², a usina abriga 300 mil espelhos para coletar a luz do sol e tem capacidade bruta de produção de 392 megawatts de energia – quase quatro vezes mais que a Shams 1, em Abu Dhabi.

Com o tanto de eletricidade que produz, a nova usina solar – que pertence às empresas NRG Energy, BrightSource Energy e Google – será capaz de abastecer cerca de 140 mil casas da Califórnia. Segundo comunicado oficial, ao passar a utilizar energia limpa, esses domicílios deixaram de gerar 400 mil toneladas métricas de CO2 por ano – o que equivale a remover 72 mil veículos das ruas.

 

NÃO INTERESSA A RELIGIÃO PARA QUEM FOR TRABALHAR EM CAMPINAS

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A Câmara Municipal aprovou, na sessão desta quarta (12), a Legalidade (1ª discussão) do Projeto de Lei nº 157/ 2013, de autoria do Vereador Carlão, que proíbe perguntar sobre a religião aos candidatos em questionários de emprego, admissão ou adesão a empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins.

O PL ainda precisa ser submetido à 2ª discussão (do Mérito) para que seja aprovado pela Câmara. O objetivo é evitar a discriminação religiosa, que atinge principalmente as religiões de origem africana.
De acordo com a proposta, o valor da multa poderá variar de R$ 150,00 a R$ 2,5 mil por infração. Carlão defende que o Município deve atuar no combate à discriminação e à intolerância religiosa, por meio de sanções administrativas, conforme previsto na Constituição Federal (Parágrafo 3º do Artigo 5º). Já a proibição do uso de critérios de admissão discriminatórios consta do Parágrafo 4º.

Fonte: SITE DO VEREADOR

LISTA DE PESSOAS MORTAS E FERIDAS NO BRASIL EM MANIFESTAÇÕES

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SÉRGIO SILVA – SP  – CEGO PELA PM – 14/06/2013

GIULIANA VALLONE – SP ATINGIDA GRAVEMENTE NO OLHO PELA PM – 14/06/2013

ERIC PEDROSA – RJ ATINGIDO NO OLHO PELA PM – 20/06/2013

DOUGLAS HENRIQUE DE OLIVEIRA – BH MORTO ao pular do viaduto para tentar fugir da violência da PM – 27/06/2013.

LUIZ FELIPE ANICETO DE ALMEIDA – BH MORTO ao pular do viaduto para tentar fugir da violência da PM – 13/07/2013

FERNANDO CÂNDIDO – RJ MORTO pelas consequências da inalação de gases tóxicos jogados pela PM – 02/08/2013

RENATA – RJ CEGA POR ESTILHAÇOS DE BOMBA LANÇADA PELA PM – 08/08/2013

VITOR ARAÚJO – SP CEGO PELA PM – 07/09/2013

PEDRO RIBEIRO NOGUEIRA – RJ ESPANCADO PELA PM – 13/06/2013

CLEONICE VIEIRA – PA MORTA por gases tóxicos lançados pela PM – 21/06/2013

FÁBIO BRAGA – DF FERIDO POR ATAQUE DE CÃES DA PM – 07/09/2013

UESLEI MARCELINO – DF FERIDO POR ATAQUE DE CÃES DA PM – 07/09/2013

MANIFESTANTE [quem tiver referências sobre nome da pessoa, avise, por favor!] – RJ DEDO QUEBRADO PELA PM – 07/09/2013

RANI MESSIAS CASTRO – RJESPANCADA PELA PM – 27/08/2013

MANIFESTANTE [quem tiver referências sobre nome da pessoa, avise, por favor!] – RJFERIDO NO BRAÇO COM ARMA LETAL PELA PM – 20/07/2013

MANIFESTANTE [quem tiver referências sobre nome da pessoa, avise, por favor!] – Fortaleza – CEFERIDO NA PERNA COM ARMA LETAL PELA PM – 23/06/2013

MARCOS DELEFRATE Morto atropelado por motorista que era contra as manifestações. Vários manifestantes foram feridos. 19/06/2013

MANIFESTANTE [quem tiver referências sobre nome da pessoa, avise, por favor!] – RJFERIDO NA PERNA COM MUNIÇÃO LETAL PELA PM – 17/06/2013

MANIFESTANTE [quem tiver referências sobre nome da pessoa, avise, por favor!] – SPESPANCADA PELA PM – 03/07/2013

YASUYOSHI CHIBA – RJAtingido na cabeça com cacete pela PM – 22/06/2013

TÉRCIO TEIXEIRA – SP Ferido por tiro de munição letal disparado pela PM

LEONARDO MARTINS – BHEspancado e torturado pela PM – 07/11/2013

Advogado Ativista é atingido pela PM e preso no Instituto Royal

LAISE LEAL – BAAtingida com cacetete pela PM – 07/11/2013 (segundo Laise, a menina que estava a seu lado recebeu 2 socos no rosto de outro PM)

Estudante perde visão de um olho após confrontos em SP

Atropelado pela viatura da PM, que não prestou socorro – 07/09/2013

TASNAN ACCIOLY – RJ 06/02/2014 Idoso atropelado por um ônibus enquanto fugia junto com manifestantes das bombas de efeito moral e gás. Faleceu no hospital.

Vendedor ambulante que passava pelo local entrou em pânico e tentou atravessar a Av. Presidente Vargas em frente a Central do Brasil e foi atropelado por um ônibus violentamente 06/02/2014

SANTIAGO ILÍDIO ANDRADE 06/02/2014Atingido na cabeça e morto por um rojão. 

Existem vários outros casos que não estão acima, todos podem ir aos motores de buscas e fazerem pesquisas.

LIMÃO – UM FRUTO SAGRADO

Conceição Trucom*

Em uma passagem do livro Os mistérios de Shambala**, quando o autor se refere a essa remota era planetária, lê-se:

A única fruta que, por suas propriedades curativas especiais, conservou sua acidez natural foi o limão.

Em botânica oculta, o limão é chamado “o fruto sagrado“, pois contém elementos dinâmicos procedentes da aura etérica da Terra que podem ajudar a humanidade a preservar sua saúde física, se utilizados judiciosamente.

E mais que isso, o limão chegou à Terra para ajudar o ser humano, agora um bípede, com o cérebro frontal (cérebro novo) ativado, a enxergar melhor, ter horizontes, planejar como chegar nessas novas metas que são mais distantes, desenvolver a capacidade de raciocínios que precisam ser lúcidos e claros, e fazer uso do discernimento – corpos mentais. Saiba mais em Limão é lucidez

Veio também para ajudar o ser humano a ser mais desintoxicado, portanto menos denso, mais sutil, com maior potencial de enxergar “o todo” e assim ser mais positivo, construtivo e bem-humorado – espiritual. Saiba mais em Limão – Agente desintoxicante e adstringente

Veio também para ajudar o ser humano a fazer bom uso do seu corpo físico, cuidando para que seu organismo viva a harmonia metabólica, favorecendo a meditação, a concentração e a visão/intuição – corpo energético/emocional. Saiba mais em Não podemos ser ácidos

E o limão é tão sagrado que se torna 100% terapêutico, 100% poderoso, se integrado com frutas, folhas, raízes, sementes germinadas e legumes. Quanto mais integrado, maior seu poder de alcalinizar, de mineralizar e de provocar a manutenção e/ou resgate da saúde plena. Saiba mais em Limão – Agente alcalinizante e mineralizante

Sendo uma fruta absolutamente solar, entra em nossas células trazendo luz, digestão, excreção, respiração, vitalidade, juventude, saúde: VIDA! Saiba mais em Os componentes ácidos do limão

Com toda essa aproximação e perspectiva, torna-se inevitável sentir ao que um dia ensolarado nos instiga: leveza, alegria, bom-humor, bom astral, fluidez, relaxamento e paz.
** Do livro Os mistérios de Shambala – Vicente Beltran Anglada – Editora Aquariana.

Confira na AGENDA sobre as Oficinas do Limão e da Linhaça, além dos cursos e palestras da Alimentação Crua e Viva.
Lançamento do ano: De Bem com a Natureza – Cuidando do seu filho com a Alimentação Crua e Viva – Conceição Trucom – editora Alaúde.
* Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.

Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações, e citadas a autora e a fonte http://www.docelimao.com.br.

Recomenda-se a leitura na íntegra do livro O poder de cura do Limão.

A PRIMEIRA MORTE

 

A pequena tragédia de um homem comum diante do exame de colesterol
arteriosclerose

A notícia veio em um exame de rotina, aberto na página do laboratório na internet enquanto tomava um chocolate quente. Na verdade, leite com um chocolate em pó cheio de porcarias que ele toma desde a infância e, por isso, aos 43 anos, é uma fonte de alegria permanente na prateleira da cozinha. Quando bateu na minha porta, os olhos escancarados, avisando que tinha uma má notícia, eu pensei logo em câncer. No nosso tempo, é o que a gente sempre pensa, mesmo que não diga. “Meu colesterol está alto”, ele disse. “Muito acima do péssimo.” Amoleci inteira e até esbocei um sorriso. “Ah, mas isso não é tão grave.” Mas era. Eu não fui capaz de perceber logo, mas era a primeira morte de meu melhor amigo.

Não era uma doença incurável, não era um drama humanitário, não era nada que alterasse a ordem do mundo. Era só a pequena tragédia dele. Comezinha e cotidiana. A tragédia de um homem comum, com uma vida comum, que sentia a primeira fisgada do fim.

No percurso de uma vida, quando temos a sorte de ter uma existência longa, passamos por várias pequenas mortes e renascimentos. É importante que partes de nós morram para que outras possam nascer – ou apenas para que esses pedaços mofados de nossas crenças sobre nós ou da crença de outros sobre nós saiam do caminho. É triste quando alguém é uma coisa só a vida toda – perdendo a chance de acolher todos os outros de si. Quando alguém anda pela vida apertado em uma roupa que nunca lhe serviu direito, mas que foi vestida nele ou nela por seus pais ainda na infância, como se fosse o único modelo que lhe coubesse.

É importante que, em algum momento, de preferência mais cedo do que tarde, a gente descubra que essa roupa não serve – ou que apenas algumas partes servem e outras precisam ser jogadas fora, para que novas possam ser inventadas. É essencial que nos libertemos dos dogmas impingidos sobre nós para podermos criar uma vida que faça mais sentido – e para nos sentirmos livres para recriá-la o tempo todo. O olhar do outro sobre nós, a começar pelo dos nossos pais, às vezes é redenção, em outras é prisão, em geral é ambos.

Por isso me parece que uma vida é mais rica quando morremos e renascemos muitas vezes. Mas esta é a existência psíquica, é o que se passa em nossas porções invisíveis, naquela parte da nossa geografia que não se pode tocar com as mãos. Poucas coisas ou nenhuma são mais assustadoras do que ousar se libertar de um jeito de ser cujo funcionamento conhecemos. Porque ainda que esse jeito nos sequestre o desejo, nos parece mais seguro do que enfrentar o vazio de descobrir formas de viver mais próximas de nossos anseios. Mas, se tivermos essa coragem que anda de mãos agarradas com o medo, nós nos responsabilizamos pelas nossas escolhas, seguimos e criamos e morremos e renascemos. Muitas vezes.

Em algum momento, porém, o corpo anuncia uma morte da qual não é possível renascer. A rigor, começamos a morrer desde o nascimento. De fato, nosso declínio físico começa aos 20 e poucos anos, mas esses sinais podem ser ignorados. E são. Por volta dos 40 – um pouco depois, para quem tem mais sorte, um pouco antes, para quem tem mais azar –, recebemos a notícia da primeira morte que não podemos ignorar. A primeira morte do corpo.

Foi o que aconteceu com meu melhor amigo. Para não morrer nos próximos anos de enfarte ou AVC por causa das artérias entupidas de gordura, ele matou com um só golpe um mundo inteiro dentro de si. Não é uma mera mudança de hábitos, como médicos e nutricionistas tentam nos convencer em consultas, reportagens e sites da internet. É um mundo inteiro que se extingue como se o Sol explodisse de repente, muito antes dos bilhões de anos calculados pelos astrônomos. Para quem vive nesse planeta, é uma hecatombe. Para a imensidão do universo, é um nada, estrelas morrem o tempo todo sem que a ordem da vida dos outros se altere.

Para o planeta humano que é meu melhor amigo, foi uma hecatombe. Acabaram-se as feijoadas, o churrasco, a pizza, o hambúrguer, a batata frita, os pastéis, os bolos, os bolinhos, as tortas, os chocolates. Mas não só. Encerrou-se a possibilidade de renovar a qualquer momento a memória de uma vida de afetos: a receita de bacalhau da mãe que morreu, a torta de morangos que só a sogra sabe fazer, o feijão gordo que a mulher prepara toda quinta-feira e havia se tornado um acontecimento, a noite com o amigo de infância recheada de cumplicidade, chope e frituras.

Acabou-se a possibilidade de degustar territórios ainda não desbravados. As experiências gastronômicas com um amigo chefe de cozinha. O acesso às dores de alma e as alegrias de outros povos e terras através da comida, dos ingredientes e dos temperos, que o instigavam a jamais perder nenhuma chance de viajar. Suas próprias invenções com as panelas que reuniam os mais próximos em alegres descobertas na mesa da cozinha. Agora, ele terá de recusar pratos em almoços e jantares – e será um problema na cozinha alheia.

Um mundo dentro do mundo morreu em um segundo. E a notícia dessa morte o lembra o tempo todo de que é só a primeira das muitas que virão. “Tenho medo de morrer de repente”, ele diz. Porque sente que uma parte dele teve morte súbita tendo ele mesmo por testemunha. “Eu não fumo, não uso drogas, só bebo em ocasiões especiais”, ele diz, traído. Eu quase digo: “A vida não dá garantias”, mas me contenho a tempo.

Sei que dentro dele toca o réquiem de Verdi, dramático e grandiloquente, mas só ele escuta. Porque sua tragédia é prosaica, acontece com muitos, não é notícia nem na família. Ele é só mais um homem diante do parapeito da ponte – sem vontade de atirar-se dali, mas apavorado porque um dia vai estar lá embaixo.

Pesquisamos juntos na internet, tentamos inventar receitas, descobrir novos ingredientes, criar um mundo novo dentro do universo restrito ao qual ele foi confinado. Cheiramos desconfiados uma linguiça de soja, passamos retos pela manteiga, enchemos o carrinho de coisas verdes. Depois vamos ao cinema para esquecer seu pequeno drama diante da grandeza do drama maior de um outro, mas quando estaqueamos diante da pipoca, o luto desce sobre ele, inexorável. Sabemos que é preciso aceitar essa morte, assim como todas que virão, com o excesso de perdas que ela contém. Em geral não se morre de uma vez só, mas aos poucos. E é o corpo que nos ensina a brutalidade dessa verdade.

O colesterol não encolheu apenas a largura das artérias de meu melhor amigo, mas também a largura da sua vida. Ele sabe que não pode escapar dos limites impostos pelo corpo. Pode, como todos nós, no máximo adiá-los. No exame do laboratório o tal do LDL avisa que a juventude, aquele tempo no qual era possível fingir que não havia limites, acabou. Mas a gordura que entulha as artérias de meu melhor amigo não lhe obstrui o espírito. Porque morreu e nasceu muitas vezes ao longo de seus 43 anos, há nele uma vida dentro da vida que se amplia também nesse choque com os limites. Enquanto o corpo falha, sua mente recolhe suas lágrimas, sua surpresa e sua dor e os transforma em uma experiência a mais.

Sempre foi assim, afinal. É no confronto com a miséria da condição humana que produzimos o melhor do humano. Condenados eternamente ao fracasso de nosso embate com a morte, inventamos essa vida dentro da vida. Que, se tivermos a ousadia de morrer e nascer várias vezes no espaço de uma existência, será uma vida maior que a vida.

Não tenho dúvidas de que meu melhor amigo seguirá suspirando de saudades de uma picanha gorda ou de um feijão com costelinha de porco. Mas, nesse último final de semana, ele já havia colado um cartaz patético na cozinha, com imagens suas de a.C. e d.C. – “C” não de Cristo, mas de colesterol. Estava entrouxado de roupas porque acreditava que os 100 gramas que tinha perdido desde que abriu o exame tornaram-no “mais friorento”. E tentava inventar uma maionese caseira sem ovos nem óleo.

Soube então que estava salvo. Não do colesterol, mas de algo muito pior: uma vida pequena.

Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista (Foto: ÉPOCA)Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista.  Escreve às segundas-feiras para ÉPOCA.

elianebrum@uol.com.br
@brumelianebrum

ATITUDES QUE DRENAM ENERGIA

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1 – Pensamentos obsessivos
Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
2 – Sentimentos tóxicos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
4 – Fugir do presente
As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5 – Falta de perdão
Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.
6 – Mentira pessoal
Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7 – Viver a vida do outro
Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8 – Bagunça e projetos inacabados
A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9 – Afastamento da natureza
A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
(Autor Desconhecido)
Fonte: Sob Malhete

A CARNE É FRACA (HD)

A CARNE É FRACA – Melhor documentário já realizado no Brasil sobre o consumo da carne e suas conseqüências, é essencial para aqueles que buscam informações sobre o assunto e uma arma para os defensores dos animais.

“O justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel.” Provérbios 12:10

Créditos:
Instituto Nina Rosa: http://www.institutoninarosa.org.br/

DESVENDE 10 MITOS SOBRE A DEPRESSÃO

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A depressão é tratável e mais de 80% dos casos apresentam melhora com tratamento

Cada crença falsa sobre a depressão aumenta a dificuldade de compreender o real sentido do transtorno e a capacidade de tratá-la. Parte do problema já vem do nosso vocabulário sobre a área de saúde mental, mas é que nós usamos a palavra depressão para descrever tantas e tantas experiências afetivas, que o sentido médico da palavra pode se perder no meio a tantos significados.

Por conta de que um simples mau humor que é uma experiência universal, muitas pessoas podem achar que sabem tudo sobre a depressão. Mas, essa afirmação não é verdadeira. Confira os principais mitos que rondam a doença.

1º Mito: depressão não é uma doença médica – a depressão é uma condição médica séria que afeta não só o humor e pensamentos, como também todo o organismo da pessoa. As pesquisas mostram que a depressão tem causas genéticas e biológicas. Pessoas deprimidas apresentam maior nível de estresse e podem sofrer as consequências desse fator.

2º mito: mesmo se a depressão for uma doença médica, não há nada que possa ser feito. A depressão é tratável e mais que 80% dos indivíduos com transtornos depressivos melhoram com o tratamento. Medicamentos modernos e novos tratamentos continuam sendo descobertos. O primeiro passo para um tratamento efetivo é ser avaliado por um especialista que faça o diagnóstico diferencial, como por exemplo, uma  depressão que pode estar ligada a um problema na tireóide. Mas, uma vez que seja diagnosticado a depressão o médico precisa decidir por um tratamento que inclua medicamentos, psicoterapia ou a combinação dos dois.

3º mito: depressão não é diferente de “ficar pra baixo”  e isto é parte normal da vida. Fazer um paralelo entre “ficar pra baixo” e ter depressão, seria o mesmo que dizer que resfriado é igual a pneumonia. Muitas vezes nos decepcionamos, ficamos tristes, seja por um evento estressor, ou porque não formos lembrados por alguém que gostamos, ou em conseqüência de um fato, as vezes, até por conta de um dia chuvoso. Mas, essa tristeza dura muito pouco, geralmente, um dia ou dois. Já a depressão pode durar por toda a vida, e a doença é muito mais invasiva e limitante. Ninguém se suicida por conta de tristeza.

4º mito: pessoas que pensam que tem depressão, estão apenas tristes com elas mesmas. A depressão afeta 20 milhões de pessoas anualmente, só nos EUA. Muitos indivíduos famosos tiveram depressão, como Alexandre, o grande; Napoleao Bonaparte; Abraham Lincoln; Theodore Roosevelt; Winston Churchill; George Patton; John Brown; Robert E. Lee; Florence Nightingale; Sir Isaac Newton;  Michelangelo e muitos outros. Não exatamente pessoas que só ficaram chateadas por algumas situações cotidianas.

5º mito: você pode mandar a depressão ir embora. Caso contrário é um fraco. A depressão não pode ser banida, tanto quanto um ataque cardíaco ou diabetes. A depressão é um transtorno neuroquímico no organismo, que não pode ser superado simplesmente pelo pensamento positivo ou firme determinação. Devido ao estigma ainda grande pela doença mental, procurar ajuda para a depressão é um ato de coragem e força e não fraqueza.

6º mito: para algumas poucas pessoas afortunadas, a depressão pode ir embora por ela mesma. Mas, para quase todos nós, a depressão pode se arrastar por meses, anos ou indefinidamente. A depressão pode ir embora por ela mesma, mas para retornar no futuro; uma vez que um indivíduo tenha um episódio de depressão, ele terá predisposição para ter outros episódios depressivos. A depressão maior é uma doença potencialmente fatal, e o suicídio pode ser o resultado final de muitos que esperam a depressão “passar sozinha sem tratamento “.

7º mito: a depressão é parte normal do envelhecimento. A depressão não é parte esperada de um envelhecimento normal. Mas a idade faz com que nós experimentemos muito mais das situações que podem deprimir uma pessoa: perda de um familiar, de amigos, outras doenças, isolamento e problemas financeiros. Além do mais, muitas pessoas com mais de sessenta anos, viveram numa época onde a doença mental era abertamente comentada e conhecida, e eles podem sentir-se mais constrangidos de falar sobre a depressão e ou pedir ajuda para o seu tratamento, em comparação a pessoas de menos idade, de outra geração. As maiores taxas de suicídio ocorre em maiores de sessenta e cinco anos, sendo os homens mais vulneráveis do que as mulheres. É imperativo que os idosos deprimidos procurem ajuda médica para a depressão, se houver.

A depressão não deve fazer parte do envelhecimento

8º mito: a depressão afeta só as mulheres. Apesar das mulheres serem duas vezes mais acometidas que o homem pela depressão, a doença também afeta homens. Frequentemente, depressão clínica é sub-relatada em homens, principalmente em culturas desencorajadoras e que relacionam pedido de ajuda à fraqueza. Homens, tem taxas maiores de suicídios exitosos do que mulheres, por isso é crucial que os homens procurem ajuda para os seus sintomas.

9º mito: a depressão não afeta crianças e adolescentes. Gostaríamos de acreditar nisso, que todas as crianças vivenciassem uma infância alegre e sem preocupações. Mas, simplesmente, isso não é a verdade. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, os estudos mostram que um em cada 33 crianças e que um em cada oito adolescentes são deprimidos ao longo dessa etapa de vida. As crianças não estão preparadas para falarem sobre seus sentimentos como os adultos, por isso os adultos devem tomar a iniciativa de procurar e observar sintomas de depressão nessa faixa etária.

10º mito: se alguém da sua família sofrer de depressão, você, possivelmente herdará essa genética. Do mesmo modo que você pode ser predisposto a ter pressão alta ou diabetes, você pode ser geneticamente predisposto à depressão. O que não significa dizer que se uma pessoa da família tiver história de depressão você estará fadado a sofrer de depressão também. Simplesmente, saiba que as suas chances de ter depressão são maiores do que se você não tivesse nenhum parente com depressão. O tratamento deverá ser iniciado o mais precocemente o quanto possível.

Por: Evelyn VinocurNeuropsiquiatra e psicoterapeuta

foto especialistaESPECIALISTA MINHAVIDA.COM.BR

 

QUANDO O PRAZER VIRA DOR: O VÍCIO POR SEXO

Estreia do filme “Ninfomaníaca” volta a levantar discussão. Recuperado, engenheiro que sofreu da compulsão lembra que sexo era forma de anestesiar problemas da sua vida. Após sensação de “culpa e vergonha”, solução era se anestesiar de novo: “Aí é roleta russa”

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Cena de “Shame”, com Michael Fassbender, que gira em torno da vida de um viciado em sexo

 

“Geralmente temos um pico de procura quando as pessoas leem matérias que expõem o que é dependência sexual, como o caso do Michael Douglas (ator americano que confessou ser viciado em sexo e se submeteu a tratamento). A diferença entre a dependência química e a de comportamento é que esse conceito não é tão definido. As pessoas nem sempre se dão conta de que há um problema”, diz Aderbal Vieira Junior, psiquiatra e responsável pelo setor de tratamento de dependências de comportamentos do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

 

Além dos escândalos que já envolveram astros como Douglas, o também ator David Duchovny e Tiger Woods, filmes também ajudam a trazer luz sobre o vício por sexo e suas consequências. Há dois anos, esse papel coube a “Shame”, dirigido por Steve McQueen e estrelado por Michael Fassbender, que vive um sujeito, Brandon, bem sucedido, mas cheio de compulsões sexuais que lentamente o levam para o fundo do poço.

Apesar de “Ninfomaníaca”, novo – e polêmico – trabalho de Lars von Trier, seja dividido em duas partes e a primeira, em cartaz a partir de hoje no Brasil, seja considerada cômica e menos sombria do que a segunda, prevista para estrear este ano, a personagem central, Joe (Charlotte Gainsbourg), sofre das mesmas angústias e chega a repetir em alguns momentos que é “um ser humano horrível”.

“Não é exatamente arrependimento. A sensação é de culpa e vergonha. O jeito de anestesiar isso é o sexo. Aí é roleta russa. Chega uma hora que fazer a mesma coisa já não dá mais barato, você se acostumou. Quanto maior o risco, maior o barato.”

HOMENS SÃO MAIS DEPENDENTES?

“Shame” e “Ninfomaníaca” são protagonizados por atores do sexo oposto, mas, de acordo com Aderbal, um levantamento feito pelo Proad dentro dos casos atendidos mostrou que 95% dos dependentes são do sexo masculino. “Eu ficaria muito surpreso se isso não se refletisse na população, as mulheres tendem a ser mais dependentes amorosas”, comenta. O psiquiatra diz ainda que o mapeamento realizado por eles indica que a maioria dos pacientes procurou ajuda por volta dos 34 anos e que boa parte deles é instruída: “Já vi salas onde metade era graduada e a outra metade era pós-graduada, tinha gente com mais escolaridade que eu”.

Na opinião particular de “Rico”, espécie de porta-voz do Dasa (Dependentes de Amor e Sexo Anônimos), há um número maior de homens atendidos porque a mulher ainda não têm liberdade e coragem para se assumir. “Na nossa sociedade machista, mesmo o cara que vai pedir ajuda, ele é o tal porque pega todo mundo, já a mulher tem que assinar embaixo uma outra história, que é complicada.” No caso do Dasa, ele afirma os grupos dos encontros são bem divididos entre homens e mulheres por conta do anonimato: “As pessoas sabem disso e vão lá por isso”.

“É ROLETA RUSSA”

O início de tudo para Guilherme*, hoje com 43 anos, foi o término de dois relacionamentos quando ainda era adolescente, nos anos 90. Da “pele para fora”, como diz, sua vida era normal: ia para a faculdade e seguia estudando. Da “pele para dentro” era dor e solidão. Ao perceber que havia algo de errado consigo, o engenheiro lembra que não conseguia manter uma relação saudável com ninguém e tinha um sentimento de anorexia no sentido de que sofria de uma “compulsão do não”: “Digo ‘não’ para ser feliz, digo ‘não’ para ter uma sexualidade saudável”.

A “anestesia” para isso veio por meio do sexo, como a masturbação compulsiva e relações sexuais com diversas pessoas em um curto espaço de tempo. Para se anestesiar da “culpa e vergonha” que vinha horas depois ou no dia seguinte, Guilherme lembra que a solução era repetir tudo de novo: “Aí é roleta russa. Chega uma hora que fazer a mesma coisa já não dá mais barato, você se acostumou. Quanto maior o risco, maior o barato”. Ele revela ter ouvido histórias de pessoas que abandonaram o trabalho, acabaram demitidas, contraíram DSTs, acabaram na delegacia. Alguns – e ele também – chegaram a frequentar um local religioso, em vão. “Você passa um período ‘limpinho’, mas uma hora você volta. É que nem pavio de vela, volta a queimar de onde parou.”

Em busca de ajuda, ele frequentou as reuniões do Dasa dos 18 aos 23 anos. O engenheiro se diz livre e distante dos antigos padrões há muito tempo. “Consegui desenvolver todas as áreas da minha vida de forma saudável. Tenho uma vida financeira legal, sou executivo, completei 18 anos de casamento. Acho que, mais importante, meu relacionamento comigo, com minhas dores, foram resolvidas. Salvou minha vida.”

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Cartaz de “Ninfomaníaca”, filme dirigido pelo dinamarquês Lars von Trier e em cartaz no Brasil

REUNIÃO

iG acompanhou uma reunião de dependentes anônimos e pode observar alguns dos pontos destacados pelo psiquiatra. Das nove pessoas presentes ao encontro, promovido semanalmente, todos aparentavam ter passado dos 30 e poucos anos e sete delas eram homens. Assim como em encontros de outros tipos de dependências, a disposição das carteiras de aspecto escolar, daquelas com apoio apenas para o braço direito, é em forma de círculo, de forma que seja possível ver os rostos de todos.

“Geralmente temos um pico de procura quando as pessoas leem matérias que expõem o que é dependência sexual, como o caso do Michael Douglas. A diferença entre a dependência química e a de comportamento é que esse conceito não é tão definido. As pessoas nem sempre se dão conta de que há um problema.”

Quem chega é bem vindo, e logo se percebe que alguns já frequentam a reunião há um bom tempo e se conhecem dali, enquanto para outros é a primeira vez. Ninguém é obrigado a falar, mas quando falam, seguem o protocolo de se apresentar – mesmo quando são ouvidos pela segunda, terceira, quarta vez –, ao que todos respondem, e ao final de cada fala dizem “24 horas de abstinência” ou expressão similar.

Depoimentos são trocados, e a impressão é de que por mais que não seja a primeira reunião da maioria, os dependentes conversam sobre experiências do passado com a ideia de passar aos recém-chegados a sensação de que ninguém ali está sozinho. Estão todos juntos no mesmo barco, alertando uns aos outros sobre os perigos do vício em si, das dificuldades de não sofrerem uma “recaída” e de agir, muitas vezes, contra o que desejam. E talvez mais importante do que falar, é ser ouvido, enxergar a compreensão no rosto de quem ouve histórias e não se chocar, muito pelo contrário, saber exatamente o que o outro passou ou está passando.

VIDA SEXUAL MUITO ATIVA x COMPULSÃO SEXUAL

Uma das dúvidas mais recorrentes, segundo três especialistas consultados, é a confusão entre ter – ou desejar ter – uma vida sexual muito ativa e uma compulsão sexual incontrolável. “Tem que ter muito cuidado quando fala em viciado em sexo porque muitas pessoas classificadas como viciadas têm, na verdade, um apetite maior que a média. Não quer dizer que sejam viciadas”, diz Sandra Lima Vasques, psicóloga e consultora há mais de 20 anos do Instituto Kaplan, voltado para o tratamento terapêutico de dificuldades de cunho sexual entre a população carente.

“Tem gente que confunde porque quer sexo todo dia ou porque tem uma frequência alta, de três a quatro vezes por semana. Não tem nada a ver. Compulsão é gastar mais de 12 horas por dia procurando coisas relacionadas a sexo, é gastar o que ganha em sexo, é parar o que está fazendo para se masturbar, é uma vida voltada ao sexo”, explica Carla Cecarello, psicóloga e coordenadora do Projeto AmbSex. “A questão não é de frequência, é de qualidade”, completa Aderbal.

E quando o comportamento passa a ser um “sintoma” do vício por sexo? Aderbal, Sandra e Carla são unânimes: quando há “prejuízo”. Para o psiquiatra, existem três fatores que ajudam a identificar tal comportamento. Em primeiro lugar, o usuário sente que está perdendo seu poder de escolha, age não quando quer, mas porque “alguma força dentro dele o impele a fazer aquilo”; em segundo, há o prejuízo nas relações afetivas, no trabalho; e, por último, ocorre o “empobrecimento” da pessoa, o sexo não enriquece sua “experiência vivencial”.

“[Essas pessoas] acabam sofrendo um prejuízo. Colocam o sexo acima de tudo, dar uma escapada uma vez ou outra do relacionamento é uma coisa, mas se você faz isso todos os dias, é muito provável que seu par descubra. Você corre um risco desnecessário de vida, acaba no meio de um lugar que habitualmente não iria. Elas não conseguem ter limite. Precisam de ajuda”, conta Carla. Em “Shame”, por exemplo, em seu surto final, Brandon, que durante a maior parte do filme dá a entender que é heterossexual, vai para uma casa noturna GLS, onde se envolve com outro homem.

Carla observa ainda que outras compulsões, por apostas, comida, gasto excessivo de dinheiro, alcoolismo e drogas, podem servir de ponte para o vício pelo sexo. Aderbal concorda: “Existe um ditado na psiquiatria que diz que o principal fator para você ter uma doença psiquiátrica é ter outra, quem tem uma está mais predisposto a ter uma segunda, quem tem duas, pode ter uma terceira, e assim por diante. É mais frequente em casos de depressão, ansiedade, mas não é regra”.

TRATAMENTO

Quando se fala em vício ou compulsão sexual, se fala em tratamento, mas não em cura. Os mais comuns são terapia com acompanhamento profissional, grupos anônimos e medicação, este último aplicado em duas circunstâncias, afirma Aderbal Vieira. “Quando a pessoa tem outro problema, quando está deprimida, o tratamento é farmacológico. Em casos muito raros, quando o paciente está subindo pelas paredes, está muito descontrolado, posso usar a medicação para sintomaticamente reduzir sua libido, dar uma medicação que tem esse efeito colateral.”

No entanto, há muita pesquisa a ser feita. Aberdal informa que Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), referência para psicólogos e psiquiatras, já possui uma categoria voltada para o impulso sexual, mas “ainda existe uma solidez suficiente sobre quais critérios serão adotados para ser impulso”.

“Rico” defende que o vício por sexo seja encarado como o consumo excessivo do álcool. “A humanidade enxerga o alcoolismo como doença e trata de outra forma. A gente espera que faça o mesmo com o sexo. Um dia as pessoas vão levantar a bandeira amarela antes de destruírem suas vidas completamente”, diz o porta-voz do Dasa.

* O nome foi alterado a pedido da pessoa.

Por Brunno Kono | iG São Paulo

O QUE É SABEDORIA MORAL?

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A primeira vez que encontrei essas duas palavras juntas foi estudando sobre Confucio, então resolvi pesquisá-la e encontrei-as quase juntas numa frase de Mahatma Ghandi, que dizia o seguinte:

O que destrói a humanidade?

Política, sem princípios;
Prazer, sem compromisso;
Riqueza sem trabalho;
Sabedoria sem caráter;
Negócios sem moral;
Ciência sem humanidade;
Oração sem caridade.

Mahatma Gandhi

Então achei uma coincidência muito boa, pois encontrei sabedoria moral na vida de dois homens que admiro muito suas histórias de vida, na tentativa de salvar pessoas das injustiças ou melhorar a vida daqueles que viveram em suas épocas. Confucio viveu de 551 a.C. a 479 a.C. e Gandhi de 1869 a 1948, nos séculos 19 e 20, você encontra um pouco mais sobre eles na página de filmes do blog.

Então, vamos aprender o que pode ser sabedoria moral?

Comecemos pela moral. Ela é uma palavra derivada do latim relacionada aos costumes, que são regras para uma sociedade ou cultura e podem ser obrigatórias ou não. Na gramática romana moral foi uma tentava de traduzirem a palavra grega êthica. Para os gregos a palavra êthica possuia dois sentidos: o primeiro derivava de êthos, que significava aquilo que gera uma ação genuinamente humana ou que brota de dentro do homem, da sua intenção e o segundo sentido deriva de éthos, que seriam os hábitos, costumes, usos e regras, ou seja, os valores. Com ética e moral temos os bons valores e princípios ideais para o comportamento humano perante a sociedade, fundamentados em bons costumes, mas também fundamentados na razão e não no fanatismo. Usarei dois exemplos de moral que poderiam melhorar o mundo, um é a margem de lucro de um comerciante calculada honestamente, o outro me inspirei na frase de Gandhi acima e é não ficar rico sem trabalho, ou seja, quem fica rico às custas do trabalho do outro não tem moral, é desonesto.

Agora vamos para a sabedoria. Podemos dizer que sabedoria é uma facilidade mental de ser inteligente, ou seja, raciocinar, planejar, resolver problemas, ter ideias e compreendê-las facilmente. Sabedoria é aquilo que o sábio tem.

Agora podemos imaginar o que é sabedoria moral, ela é a facilidade mental que o indivíduo tem para praticar os bons costumes, hábitos e valores que ajudam os seres humanos a viverem bem em sociedade. É fazer as coisas certas naturalmente, pensando que o homem existe para ser honesto, gentil, educado, humilde e inteligente. Todos podemos ser sábios, às vezes pensamos que não, mas se tivermos paciência, se não desistirmos de praticar o bem, as coisas melhoram, dão certo e se encaixam, basta acreditar.

 

MÚSICAS INTERNACIONAIS

CULTURA COM SAÚDE E EDUCAÇÃO Não há revolução sem música! As músicas do meu blog são para pensar! Ouvir música não é proibido, mas há algumas que você ouve uma vez e pensa que não deve ouvir nunca mais, isso é normal e também acontece comigo. Então peço apenas que não me julgue porque talvez você encontre alguma que você não quis ouvir nunca mais estão por aqui, é que ainda penso e aprendo alguma coisa com elas… SEMPRE EM ORDEM ALFABÉTICA

EM CONSTRUÇÃO!

Meus cantores internacionais preferidos. Aqui também vou colocar link de cantores que você nunca ouviu em rádios do Brasil e vai surpreender-se com a qualidade. Sempre na ordem das mais ouvidas!

Clique no nome do cantor ou banda para ouvir as músicas:

TUPAC SHAKUR

4 NON BLONDES

AC-DC

ADELE

AEROSMITH

AKON

ALANIS MORISSETTE

ALPHAVILLE

ALICIA KEYS

AMERICA

AMY WINEHOUSE

AVRIL LAVIGNE

BEACH HOUSE

BEE GEES

BEN HARPER

BEYONCÉ

BIG MOUNTAIN

BILLY IDOL

BLACK BOX

BLACK EYED PEAS

BLONDIE

BOB MARLEY

BOB SINCLAR

BOB DYLAN

BRUCE SPRINGSTEEN

BRUNO MARS

BRYAN ADAMS

CÉLINE DION

CHAKA KHANCHER LLOYD,

CHRIS BROWNCHRISTINA AGUILERACOLBIE CAILLATCOLDPLAY—-

CONOR MAYNARDCRASH TEST DUMMIESCRYSTAL WATERS—-

CULTURE BEATCULTURE CLUB, David ArchuletaDAVID BOWIEDAVID GUETTADEBBIE GIBSONDEEP PURPLEDEMI LOVATODENNIS FERRERDEPECHE MODE,

DIDODIRE STRAITSDUFFYEDWARD MAYAELTON JOHN—-ELVIS PRESLEYERASUREEURYTHMICSFAITH NO MOREGARY MOORE,

GLORIA  ESTEFANGREEN DAYGREG LASWELLHEARTINFORMATION SOCIETYINGRID MICHAELSONINNAINNER CIRCLEIRA!IRON MAIDEN,

JAMES BLUNTJAY-ZJASON MRAZJENNIFER LOPEZJESSIE JJIMMY CLIFF,

JOHN DENVER

JOHN LEGEND

JOHN LENNON

JOHN MAYER

JOHNNY CASHJOHNNY RIVERSJOSH TURNERJOSS STONEJUSTIN BIEBERJUSTIN TIMBERLAKEKARMIN – KATE BUSHKATE NASH,

KATE RYANKATY PERRYKC E THE SUNSHINE BANDKELIS,

KELLY CLARKSONKENNY GKENNY CHESNEYKERI HILSON,

LA BOUCHELEANN RIMESLED ZEPPELINLENNY KRAVITZ,

LINKIN PARKLL COOL JLIONEL RICHIELUDACRISMADONNA,

MARTIKA,

MARTIN SOLVEIG

MENAT WORKMICHAEL JACKSONMIDNIGHT OIL,

NE YON.E.R.D.NORAH JONESOASISPASSION PITPAUL SIMON,

PAULA ABDULPEABO BRYSONPETER TOSHPRISCILLA AHN,

RASCAL FLATTSRICK ASTLEYROXETTESHABBA RANKSSHAGGY

STROMAETAIO CRUZTHE ASTEROIDS GALAXY TOUR,

THE BANGLES

THE CRANBERRIES

THE MAMAS & THE PAPAS

THE POLICE

THE TEMPER TRAP

TWO DOOR CINEMA CLUB

U2

USHER

WILL SMITH

WILL TO POWER

YES

YEASAYER

ZIGGY MARLEY

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A História das Coisas (versão brasileira)

Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

Assista o filme no vídeo abaixo:

VÍDEO MOSTRA MULHER SOB OS EFEITOS DEVASTADORES DA DROGA KROKODIL, CENAS FORTES

 

Vídeo postado no Youtube mostra uma mulher sob os efeitos devastadores da droga Krokodil, também conhecido como a “substância dos zumbis”, em razão do comportamento habitual de seu usuários. Usuários de todo o mundo têm compartilhado este conteúdo como forma de conscientização a respeito dos efeitos da droga.

Krokodil é uma droga russa fabricada a partir da desomorfina. O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, uma vez que a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Krokodil é um substituto para uma droga de alto valor, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a “desomorphine” que é vendida em alguns países da Europa (especialmente na Suíça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932.

A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína. A primeira aparição desta droga foi na Sibéria, em 1992. Seu consumo tem aumentado cada vez mais pois ela é uma alternativa barata quando comparada à heroína. Seus efeitos colaterais são bizarros. Ela causa necrose no local onde é aplicada, expondo ossos e músculos. Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns. Largá-la é uma tarefa extremamente difícil.

A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês. A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.

Veja o vídeo e saiba mais abaixo ( Cenas fortes, recomenda-se cautela. )

SIMPLIFIQUE – ENFERMEIRA REVELA OS 5 MAIORES ARREPENDIMENTOS DAS PESSOAS EM SEUS LEITOS DE MORTE

 

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Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Algumas experiências incrivelmente especiais foram compartilhadas. Eu estava com eles nos últimas três a doze semanas de suas vidas. As pessoas crescem muito quando eles são confrontados com a sua própria mortalidade.

Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o seu crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado, negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, finalmente, aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes deles partirem, cada um deles.

Quando questionados sobre algum arrependimento que tiveram ou qualquer coisa que faria diferente, temas comuns vieram à tona. Aqui estão os cinco mais comuns:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim.
Este foi o arrependimento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinha honrado nem metade dos seus sonhos e morreram sabendo que foi devido às escolhas que fizeram, ou não fizeram.

É muito importante tentar e honrar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que muitos poucos percebem, até que já não a tem.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tão duro.
Isto veio de cada paciente do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo dos parceiros. As mulheres também falaram sobre esse arrependimento. Mas, como a maioria era de uma geração mais velha, muitas das pacientes do sexo feminino não tinham sido as pessoas que sustentavam a casa. Todos os homens que acompanhei lamentaram profundamente gastar tanto de suas vidas na esteira de uma existência de trabalho.

Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não precisar da renda que você acha que precisa. E criando mais tempo livre em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, aquelas mais adequados ao seu novo estilo de vida.

3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos a fim de manter a paz com os outros. Como resultado, eles se estabeleceram por uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de se tornar. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que carregavam, como resultado disso.

Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam, inicialmente, reagir quando você mudar a maneira que você está falando com honestidade, no final isso erguerá a relação à um nível totalmente novo e saudável. Ou isso ou ele libera o relacionamento doentio de sua vida. De qualquer maneira, você ganha.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.
Muitas vezes eles não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até estarem em seu leito de morte, e nem sempre foi possível reencontrá-los nestes últimos momentos. Muitos haviam se tornado tão envolvido em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro escapar nos últimos anos. Havia muitos arrependimentos profundos sobre não dar às amizades, o tempo e esforço que mereciam. Todo mundo sente falta de seus amigos quando estão morrendo.

É comum à qualquer um com um estilo de vida agitado, deixar amizades escorregarem, mas quando você se depara com a sua morte se aproximando, os detalhes físicos da vida caem. As pessoas querem colocar suas finanças em ordem, se possível. Mas não é dinheiro ou status que tem a verdadeira importância para eles. Eles querem arrumar as coisas para o benefício daqueles à quem amam. Normalmente, porém, eles estão muito doentes e cansados de gerir esta tarefa. E tudo se resume ao amor e relacionamentos no final. Isso é tudo o que resta nas semanas finais, amor e relacionamentos.

5. Eu gostaria que eu tivesse me deixado ser feliz.
Este é surpreendentemente comum. Muitos não percebem, até o fim de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” da familiaridade transbordou em suas emoções, bem como as suas vidas físicas. O medo da mudança os fazia fingir para os outros e para si mesmos, que estavam satisfeitos. Quando lá no fundo, eles ansiavam em rir e serem bobos em sua vida novamente. Quando você está no seu leito de morte, o que os outros pensam de você é muito diferente do que está em sua mente. Como é maravilhoso ser capaz de relaxar e sorrir novamente, muito antes de você estar morrendo.

A vida é uma escolha. É a sua vida. Escolha conscientemente, escolha sabiamente, escolha honestamente. Escolha a felicidade.

Fonte: http://worldobserveronline.com/

Tradução por: Blog Dancing With De.

Bronnie Ware

Bronnie Ware, enfermeira que durante anos cuidou de pacientes no leito de morte, escreveu o livro “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing”, que, como o título diz, trata dos cinco arrependimentos mais comuns manifestados pelas pessoas antes de morrerem. 

13 COISAS QUE PESSOAS DE BOA MENTE EVITAM

???????????????????????????????????????????????????????????????????????Inúmeros artigos, particularmente voltados a empreendedores, falam sobre as características críticas das pessoas mentalmente fortes, como tenacidade, otimismo e uma capacidade de superar obstáculos.

No entanto, também podemos definir força mental identificando as coisas que indivíduos mentalmente fortes não fazem. Confira alguns desses itens na lista compilada pela psicoterapeuta e assistente social Amy Morin:

1. Perder tempo sentindo pena de si mesmas

Você não vê pessoas mentalmente fortes sentindo pena de si mesmas ou suas circunstâncias. Elas aprenderam a assumir a responsabilidade por suas ações e resultados, e têm uma compreensão inerente de que muitas vezes a vida não é justa. Elas são capazes de emergir de uma situação difícil com consciência e gratidão pelas lições aprendidas. Quando uma ocasião acaba mal para elas, pessoas fortes simplesmente seguem em frente.

2. Ser controladas ou subjugadas

Pessoas mentalmente fortes evitam dar aos outros o poder de fazê-los sentir-se inferiores ou ruins. Elas entendem que estão no controle de suas ações e emoções. Elas sabem que a sua força está na sua capacidade de reagir de maneira adequada.

3. Fugir de mudanças

Pessoas mentalmente fortes aceitam e abraçam a mudança. Seu maior “medo”, se tiverem um, não é do desconhecido, mas de tornarem-se complacentes e estagnadas. Um ambiente de mudança e incerteza pode energizar uma pessoa mentalmente forte e estimular o seu melhor lado.

4. Gastar energia em coisas que não podem controlar

Pessoas mentalmente fortes não reclamam (muito) do tráfego, da bagagem perdida e especialmente das outras pessoas, pois reconhecem que todos esses fatores estão, geralmente, fora do seu controle. Em uma situação ruim, elas reconhecem que a única coisa que sempre podem controlar é a sua própria resposta e atitude.

5. Preocupar-se em agradar os outros

É impossível agradar a todos. Pior ainda é quem se esforça para desagradar outros como forma de reforçar uma imagem de força. Nenhuma dessas posições é boa. Uma pessoa mentalmente forte se esforça para ser gentil e justa e para agradar aos outros quando necessário, mas não tem medo de dar sua opinião ou apoiar o que acha certo. Elas são capazes de suportar a possibilidade de que alguém vai ficar chateado com elas, e passam por essa situação, sempre que possível, com graça e elegância.

6. Ter medo de assumir riscos calculados

Uma pessoa mentalmente forte está disposta a assumir riscos calculados. Isso é uma coisa completamente diferente do que pular de cabeça em situações obviamente tolas. Mas com a força mental, o indivíduo pode pesar os riscos e benefícios completamente, e avaliar plenamente as potenciais desvantagens e até mesmo os piores cenários antes de tomar uma atitude.

7. Saudosismo freqüente

Há força em reconhecer o passado e, sobretudo, as coisas aprendidas com as experiências passadas, mas uma pessoa mentalmente forte é capaz de evitar se afundar em decepções antigas ou fantasias dos “dias de glória” de outrora. Elas investem a maior parte de sua energia na criação de um presente e futuro melhores.

8. Cometer os mesmos erros repetidamente

Não adianta realizarmos as mesmas ações repetidas vezes esperando um resultado diferente e melhor do que o que já recebemos. Uma pessoa mentalmente forte assume total responsabilidade por seu comportamento passado e está disposta a aprender com os erros. Pesquisas sugerem que a capacidade de ser autorreflexivo de forma precisa e produtiva é uma das maiores características de executivos e empresários bem-sucedidos.

9. Ressentir o sucesso dos outros

É preciso ter força de caráter para sentir alegria genuína pelo sucesso de outras pessoas. Pessoas mentalmente fortes têm essa capacidade. Elas não ficam com ciúmes ou ressentidas quando outros alcançam sucesso (embora possam tomar nota do que o indivíduo fez bem). Elas estão dispostos a trabalhar duro por suas próprias chances de sucesso, sem depender de atalhos.

10. Desistir depois de falhar

Cada fracasso é uma oportunidade para melhorar. Mesmo os maiores empresários estão dispostos a admitir que seus esforços iniciais invariavelmente trouxeram muitas falhas. Pessoas mentalmente fortes estão dispostas a falhar de novo e de novo, se necessário, desde que cada “fracasso” os traga mais perto de seus objetivos finais.

11. Ter medo de passar tempo sozinhas

Pessoas mentalmente fortes apreciam e até mesmo valorizam o tempo que passam sozinhas. Elas usam esse tempo de inatividade para refletir, planejar e ser produtivas. Mais importante, elas não dependem de outros para reforçar a sua felicidade e humor. Elas podem ser felizes com os outros, bem como sozinhas.

12. Sentir que o mundo lhes deve algo

Na economia atual, executivos e funcionários de todos os níveis estão ganhando a percepção de que o mundo não lhes deve um salário, um pacote de benefícios e uma vida confortável, independentemente da sua preparação e escolaridade. Pessoas mentalmente fortes entram no mercado preparadas para trabalhar e ter sucesso de acordo com seu mérito, ao invés de já chegar com uma lista de coisas que deveriam receber de mão beijada.

13. Esperar resultados imediatos

Quer se trate de um treino, um regime nutricional ou de começar um negócio, as pessoas mentalmente fortes entram nas situações pensando a longo prazo. Elas sabem que não devem esperar resultados imediatos. Elas aplicam sua energia e tempo em doses e celebram cada etapa e aumento de sucesso no caminho. Elas têm “poder de permanência” e entendem que as mudanças genuínas levam tempo.

E aí? Você tem força mental? Existem elementos nesta lista que você precisa melhorar? 

Fonte: HYPESCIENCE

OPINIÕES – É MELHOR NÃO DISCUTIR POR MUITO TEMPO

 

OPINIÕES – É MELHOR NÃO DISCUTIR POR MUITO TEMPO

 

Sou uma pessoa que ouço todas as opiniões, pois quero e preciso aprender com elas, mas é bom ser rápido no raciocínio e não discutir por muito tempo! Se você for uma pessoa que não sabe conversar ou tem dificuldade para saber a hora de parar de discutir, separe o vídeo abaixo e medite nele todos os dias:

IRRACIONALIDADE – VOCÊ É FANÁTICO POR ALGUMA COISA?

                             Arte: Elaine Casadofases-do-fanatismoFanatismo (do francês “fanatisme“) é o estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza religiosa ou política. É extremamente frequente em paranóides, cuja apaixonada adesão a uma causa pode avizinhar-se do delírio.

Em Psicologia, os fanáticos são descritos como indivíduos dotados das seguintes características:

1. Agressividade excessiva ;
2. Preconceitos váriados;
3. Estreiteza mental;
4. Extrema credulidade quanto a um determinado “sistema”
5. Ódio;
6. Sistema subjetivo de valores;
7. Intenso individualismo;
8. Demora excessivamente prolongada em determinada situação/circunstância.

O apego e cultivo, mesmo quando desmesurado, por determinados gostos e práticas (como costuma ocorrer com colecionadores de selos, revistas, etc) não configura, necessariamente, fanatismo. Para tanto, faz-se preciso que a conduta da pessoa seja marcada pelo radicalismo e por absoluta intolerância para com todos os que não compartilhem suas predileções.

De um modo geral, o fanático tem uma visão-de-mundo maniqueísta, cultivando a dicotomia bem/mal, onde o mal reside naquilo e naqueles que contrariam seu modo de pensar, levando-o a adotar condutas irracionais e agressivas que podem, inclusive, chegar a extremos perigosos, como o recurso à violência para impor seu ponto de vista.

Tradicionalmente, o fanatismo aparece associado a temas de natureza religiosa ou política, porém, mais recentemente, ele se tem mostrado também em outros cenários, como os das torcidas de futebol e ídolos da música.

Fonte: Wikipedia

SITUAÇÕES ADVERSAS – O QUE É RESILIÊNCIA (PSICOLOGIA)?

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resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job (2003), que estudou a resiliência em organizações, argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, em 2006 Barbosa propôs que se pode considerar a resiliência como uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.

Fatores

Administração de emoções

Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a autorregulação. Segundo esse autor, quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos e com frequência desgastam, no âmbito emocional, aqueles com quem convivem em família ou no trabalho.

Controle dos impulsos

Um segundo fator é o controle de impulsos, tal qual é feito por Mahatma Gandhi, famoso líder indiano, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercer um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, visto que esse sistema está vinculado à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O controle de impulso garante a autorregulação dessas emoções ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções, tornando o grau de compreensão do autor mais sensível e apurado mediante a situação.

Otimismo

Um terceiro fator é otimismo. Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos.

Análise do ambiente

O quarto fator é a análise do ambiente. Trata-se da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presentes no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco.

Empatia

empatia é o quinto fator que constitui a resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos)(colocar-se no lugar do outro).

Autoeficácia

Autoeficácia é o sexto fator, que se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas. ex: Um pai alcoólatra, que propõe a si colocar em prática um destino longe desta doença que é opcional ao dar o primeiro gole.

Alcance de pessoas

O sétimo e último fator constituinte da resiliência é alcançar pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso.

Desdobramentos a partir de 2006

No transcorrer de novas pesquisas, o Prof. Dr. Barbosa [SOBRARE] constatou a necessidade de ampliar sua investigação científica na temática da resiliência, pesquisando o mapeamento de oito modelos básicos de crenças. Esse desdobramento, conhecido como Quest_Resiliência, é estruturado com uma abordagem teórica da terapia cognitiva, da psicologia positiva e da teoria geral dos sistemas, cobrindo oito Modelos de Crenças Determinantes (MCDs), relacionados à resiliência a partir de uma abordagem psicossomática.

De 2006 até agora, as pesquisas possibilitaram ampliar os entendimentos sobre a resiliência. É vista agora como o resultado de crenças determinantes que se organizam em blocos denominados modelos. Esses MCDs são estruturados desde a primeira infância. São crenças que se aglutinam quando vamos conhecendo/aprendendo/experimentando os fatos da vida com aqueles que nos cercam. Os MCDs são:

  1. MCD de autocontrole – capacidade de se administrar emocionalmente diante do inesperado. É amadurecer no comportamento expresso, uma vez que será esse comportamento que irá ser lido pelas outras pessoas;
  2. MCD de leitura corporal – capacidade de ler e organizar-se no sistema nervoso/muscular. É amadurecer no modo de lidar com as reações somáticas que surgem quando a tensão ou o estresse se tornam elevados;
  3. MCD de otimismo para com a vida – capacidade de enxergar a vida com esperança, alegria e sonhos. É a maturidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão está fora de suas mãos;
  4. MCD de análise do ambiente – capacidade de identificar e perceber precisamente as causas, as relações e as implicações dos problemas, dos conflitos e das adversidades presentes no ambiente;
  5. MCD empatia – capacidade de evidenciar a habilidade de empatia, bom humor e de emitir mensagens que promovam interação e aproximação, conectividade e reciprocidade entre as pessoas;
  6. MCD autoconfiança – capacidade de ter convicção de ser eficaz nas ações propostas;
  7. MCD alcançar e manter pessoas – capacidade de se vincular às outras pessoas sem receios ou medo de fracasso, conectando-se para a formação de fortes redes de apoio e proteção;
  8. MCD sentido de vida – capacidade de entendimento de um propósito vital de vida. Promove um enriquecimento do valor da vida, fortalecendo e capacitando a pessoa a preservar sua vida ao máximo.

Cada um dos MCDs desenvolve resiliência em uma área da vida e o leque de todos eles juntos contempla a vida de uma pessoa.

Fonte: Wikipedia

VALORES MORAIS – OUTRA ADOLESCENTE COMETE SUICÍDIO APÓS TER FOTOS ÍNTIMAS DIVULGADAS NA WEB

Uma adolescente de 16 anos cometeu suicídio em Veranópolis, na serra gaúcha, após ter fotos íntimas divulgadas na internet. Ainda tentando entender as circunstâncias que levaram a filha à medida extrema, o pai registrou ocorrência na terça-feira na delegacia do município. O corpo da menina foi encontrado na quinta-feira na casa da família, horas depois de a estudante descobrir que um colega com quem teve um relacionamento havia espalhado uma imagem dela seminua via celular e redes sociais. Em seu Twitter, a adolescente publicou no mesmo dia em que se matou a sua última mensagem. “Hoje de tarde eu dou um jeito nisso. Não vou ser mais estorvo para ninguém”, escreveu. As informações foram publicadas no jornal Zero Hora.

A imagem divulgada na web teria sido registrada pelo rapaz a partir de uma conversa com ela pela webcam, cerca de seis meses atrás, e divulgado depois que os dois se afastaram. Os jovens eram colegas no segundo ano do Ensino Médio, e há um mês a adolescente namorava outro jovem. Responsável pela investigação, o delegado Marcelo dos Santos Ferrugem pretende enquadrar os responsáveis no artigo 241A do Estatuto da Criança e do Adolescente, que qualifica como crime grave a divulgação de imagens de crianças ou adolescentes em situação de sexo explícito ou pornográfica. Além do autor da imagem, outras pessoas poderão ser responsabilizadas. “Todos os que repassaram cometeram crime”, advertiu, que vai pedir perícia do computador da vítima.

No dia 10 de novembro, uma estudante de 17 anos teria cometido suicídio no Piauí após divulgação de vídeo íntimo no Whatsapp. Júlia Rebeca, 17 anos, foi encontrada morta em seu quarto no município de Parnaíba, a 318 quilômetro da capital, Teresina. A família denunciou que a estudante teria se matado após ser espalhada uma gravação em que ela aparece fazendo sexo com duas pessoas – um rapaz e uma outra garota.

Júlia Rebeca foi encontrada enrolada no fio de uma chapinha no último dia 10 de novembro. Em mensagens deixadas nas suas páginas do Instagram e do Twitter, a estudante pede desculpas à família. “Eu te amo, desculpa eu n ser a filha perfeita mas eu tentei… desculpa desculpa eu te amo muito mãezinha.. desculpa desculpa…!! Guarda esse dia 10.11.13”, escreveu.

Comente abaixo sua opinião sobre o assunto!
Fonte: Terra e R7

A ARTE DE NÃO ADOECER

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Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”.
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna… Com o tempo arepressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer – “Tome decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções”
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se”
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – “Confie”
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – “Não viva sempre triste”
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia. “

Por Dr. Draúzio Varella

SOMOS SAGRADOS – MESMO EM COMA, MULHER DÁ A LUZ NO CAISM DA UNICAMP

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CLIQUE AQUI para assistir o vídeo.

Grávida de cinco meses, a enfermeira Aline Piton, de 32 anos, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico enquanto trabalhava no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em Campinas (SP), e entrou em coma. Caso raro na medicina, ela deu à luz o menino Guilherme após dois meses internada. O bebê já tem um mês de vida e a mãe ainda permanece em tratamento, mas sem ter recuperado a consciência.

“Em todo instante eu penso que quero ver minha esposa abrançando nosso filho. No dia a dia, esse desejo é maior que tudo”, afirma o marido e pai da criança, Daniel Piton. Representante comercial, ele conseguiu a licença maternidade para cuidar do filho durante os primeiros meses de vida.

Segundo ele, a mulher mantinha hábitos saudáveis e estava de plantão no dia 21 de julho quando sofreu o AVC hemorrágico, motivado pela combinação de uma má formação arterovenosa que ela desconhecia e a brusca mudança de hormônios desencadeada pela gravidez. “Ela foi atendida de imediato, tudo aconteceu para salvar a vida dela. Ela estava do lado da sala de UTI e os médicos e enfermeiros amigos dela que a socorreram”, conta Piton.

Enfermeira Aline Zavarizzi Lucatto sofreu AVC durante o trabalho e permanece em coma há quatro meses (Foto: Reprodução EPTV)
Enfermeira Aline Zavarizzi Lucatto sofreu AVC
durante o trabalho (Foto: Reprodução EPTV)

A decisão dos médicos foi a manutenção da gravidez e, após dois meses em coma, Guilherme nasceu. “No 7º mês, já estava propício para ele nascer sem correr riscos”, conta o pai. Aline permanece internada em coma e Piton tem no filho o estímulo para não perder as esperanças. “Eu estou cuidando dele e ele está servindo de estímulo para todo mundo. Não tem como chegar perto dele e não abrir um sorriso”, conta o pai.

“O sonho maior dela era ser mãe”, relembra a irmã de Daniel Piton, Niceli Marini. Segundo ela, o irmão não mede esforços para que Aline acorde e fique junto do filho. “Tudo que ele acha que pode ajudá-la a recobrar a consciência, ele faz. A gente fala que cada dia a mais é um dia a menos para ela retornar”, afirma ela.

A tia de Guilherme se diz orgulhosa do irmão que dá toda atenção necessária ao filho. “Hoje em dia, qual pai, qual marido faz o que ele está fazendo? De repente, você vê alguém que acabou de casar, passa por esse problema todo e está com a esposa”, diz Niceli.

Rápido socorro
O médico neurocirurgião da Unicamp Enrico Ghizoni afirma que é fundamental que o paciente com AVC seja atendido rapidamente. “Assim é possível identificar que tipo de AVC ele está sofrendo e tomar as medidas necessárias”. Durante o Dia Mundial do AVC, comemorado nesta terça-feira (29), várias ações são realizadas para concientizar a população sobre prevenção e cuidados em caso de derrame.

Ele explica que é importante procurar o pronto-socorro ao sentir dormência no braço, fraqueza em um lado do corpo e uma dor de cabeça súbita. “O paciente que tem dor de cabeça, percebe que é diferente porque é uma dor súbita e em explosão”, explica o médico.

Bebê nasceu durante o 7º mês de gravidez durante coma da mãe em Campinas (Foto: Reprodução EPTV)
Bebê nasceu no 7º mês de gravidez durante coma da mãe em Campinas (Foto: Reprodução EPTV)

Do G1 Campinas e Região

COAÇÃO, CABRESTO E POLITICAGEM – DESCAMINHO DO SISTEMA

voto de cabresto

Significados de Coação no dicionário informal:

Por  (PR) em 06-08-2008

Coação é entendida como mal injusto, grave e eminente, utilizado contra uma pessoa por meio de manobras/maquinações, podendo ser com violência física ou psíquica, com o objetivo de forçar uma declaração contra a vontade voluntária do coagido.

Muitas pessoas são ofendidas e coagidas no ambiente de trabalho a fazerem o que não querem ou não concordam, mas acabam tendo que se submeter para não perder o emprego

 

Significados de Voto de cabresto no Dicionário Informal:

Por  (SP) em 10-09-2012

Diz-se do voto dado pelo eleitor aos candidatos que lhe são inculcados por um chefe político ou cabo eleitoral, sem que o votante – denominado ” eleitor de cabresto” – saiba exatamente em quem vota, ou por que vota.

Você se LEMBRA do voto de cabresto?

Significados de Politicagem no Dicionário Informal:

Por  (MG) em 26-11-2012

S.f. Política que tem por objetivo atender aos interesses pessoais ou trocar favores particulares em benefício próprio.
Política reles e mesquinha de interesses pessoais.
Refere-se aos ou políticos adeptos dessa política.
pl. politicagens.
(Etm. política + agem)

“O PSDB quanto partido sempre fez politicagem.”
“O embaixador da Liga Árabe em Paris, Nassif Hitti, denunciou as “manobras políticas e a politicagem que rondaram esta eleição”. Folha de São Paulo, 23/09/2009

Por  (SP) em 26-04-2008

Política mesquinha.

Atualmente, o PT no poder, tem feito politicagem.

Por  (RS) em 19-05-2009

Política mesquinha que serve a interesses individuais.

Politicagem é o descaminho da política .

ACIDENTES DE TRABALHO MATAM, EM MÉDIA, UM POR DIA EM SP

 

Os acidentes de trabalho matam, em média, mais de uma pessoa por dia no estado de São Paulo. Os dados, do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador e da Divisão de Saúde do Trabalhador da Vigilância Sanitária Estadual, referem-se ao ano de 2012, quando foram registradas 444 mortes no estado em decorrência desse tipo de acidente.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, apenas no último ano, foram feitos 25.486 atendimentos ambulatoriais ou emergenciais – cerca de 70 por dia, no Sistema Único de Saúde (SUS) por causa de acidentes de trabalho.

“É muito importante que todos os casos sejam notificados pelos serviços conveniados ao SUS”, explica Rosemairy Inamine, diretora técnica da Divisão de Saúde do Trabalhador da Vigilância Sanitária Estadual.

A secretaria destaca que acidentes de trabalho podem ser evitados com o controle dos ambientes e das condições oferecidas aos trabalhadores. Seguir as regras de segurança e tomar cuidado nas atividades diárias de trabalho também previnem acidentes.

Casos de acidentes de trabalho fatais, graves ou que envolvam crianças e adolescentes são de  notificação compulsória e devem ser comunicados pelos serviços de saúde às secretarias municipais de Saúde por meio de ficha de investigação, preenchida por um profissional de saúde, com o diagnóstico clínico.

Para prevenir acidentes, a secretaria recomenda que os trabalhadores e empregadores sigam todas as regras de segurança e utilizem equipamentos de proteção adequados, como óculos, capacetes e dispositivos antiqueda, além de equipamentos de proteção respiratória.

Fonte: Agência Brasil 

CITAÇÕES PREFERIDAS

“A política é quase tão excitante como a guerra e não menos perigosa. Na guerra a pessoa só pode ser morta uma vez, mas na política diversas vezes.”
Winston Churchill – 30/11/1874 a 24/1/1965

“Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo.” – Malcolm X – 19/5/1925 – 21/2/1965

“Frequentemente, porém, nas nossas sociedades, o que prevalece é o egoísmo. São tantos os mercadores de morte que seguem a lógica do poder e do dinheiro a todo custo.”
Papa Francisco – 17/12/1936

“Os sábios aprendem com os erros dos outros, os tolos com os próprios erros e os idiotas não aprendem nunca.”
Provérbio Chinês

“Seu mundo todo pode tornar-se irreconhecível, a única constante são os laços familiares. Que nunca mudarão.” – Kristine Belson

“Às vezes a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé.”
Steve Jobs 1955-2011

“Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados.”
Mahatma Gandhi 1869 – 1948

“As mãos que ajudam, são mais sagradas que os lábios que rezam. ”
Madre Tereza de Calcutá
“Quem é um manual de regras esta apto a lidar com máquinas e não com pessoas.”
Augusto Cury 1958-

“Meu Deus, se errarmos, faz-nos querer mudar; se tivermos razão, dá-nos força para vivermos com isso.”
Reverendo Peter Marshall 27/5/1902 – 26/1/1949

“Em geral as pessoas que se perdem em pensamentos é porque não conhecem muito bem esse território.”
Millôr Fernandes 1923-2012

“O homem é dono do que cala e escravo do que fala.”
Sigmund Freud 1835-1930
“Não é que eu tenha medo de morrer, eu só não quero estar lá quando for acontecer.”
Woody Allen 1935-

“Tenho tanta autoridade quanto o Papa, só não tenho tantas pessoas que acreditem nela.”
George Carlin 1937-2008

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
Martin Luther King 1929-1968

“Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito.”
Martin Luther King 1929-1968

“Três pessoas são capazes de guardar um segredo, se duas delas estiverem mortas.”
Benjamin Franklin 1706-1790

“Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento.”
Érico Veríssimo 1905-1975

O homem mais sábio que já conheci me ensinou uma coisa que jamais esqueci. E embora eu nunca tenha esquecido, nunca a memorizei também. Então, o que me sobrou foi a memória de ter aprendido algo muito sábio a qual não consigo me lembrar.
George Carlin 1937-2008

“O principal objetivo da educação nas escolas deveria ser a criação de homens e mulheres que sejam capazes de realizar coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram; homens e mulheres que são criativos, inventivos e descobridores, que possam ser críticos e verificar, e não aceitar, tudo que lhes é oferecido.”
Jean Piaget 1896-1980