PH ALCALINO E A BOA SAÚDE

tabela alcalina

A verdade é que os alimentos e bebidas que você consome fazem com que seu sangue se torne mais alcalino ou mais ácido.

 

O pH do sangue é estreitamente regulado por um complexo sistema de amortecedores (buffers) que estão continuamente trabalhando para manter um PH na  faixa de 7,35 à 7,45, o que é ligeiramente mais alcalino do que a água pura (em torno de 7,0).

 

Se o pH do sangue cai abaixo de 7,35, o resultado é uma condição chamada ‘acidose’, um estado que leva à depressão do sistema nervoso central. Acidose grave – em que o pH do sangue cai abaixo de 7,00 – pode levar ao coma e até morte.

 

Se o pH do sangue sobe acima de 7,45, o resultado é ‘alcalose’. Alcalose severa também pode levar à morte, mas através de um mecanismo diferente; alcalose faz com que todos os nervos em seu corpo se tornem hipersensíveis e super-excitáveis, muitas vezes resultando em espasmos musculares, nervosismo e convulsões; são geralmente as convulsões que causam a morte em casos graves.

 

Se você está respirando e mantendo suas atividades diárias, seu corpo está fazendo um trabalho adequado para manter o seu pH do sangue em algum lugar entre 7,35-7,45, e os alimentos que você está comendo não estão causando eventuais desvios brutos em seu pH. Então, o que ocorre quando a pessoa fica muito ácida? Pode causar osteoporose, pedras nos rins, e uma série de outros problemas de saúde indesejáveis.

As respostas a essas perguntas sobre a saúde humana podem ser compreendidas quando analisamos os princípios básicos da fisiologia humana. Então, vamos dar uma olhada nos princípios fundamentais do pH e como seu corpo regula o equilíbrio ácido-alcalino de seus fluidos momento à momento.

O pH é uma medida para saber se um líquido está ácido ou alcalino. No que diz respeito à sua saúde, os líquidos envolvidos são os seus fluidos corporais, que podem ser classificados em dois grupos principais:

 

  1. Fluido intracelular, que é o fluido encontrado em todas as suas células. O fluido intracelular é muitas vezes chamado de citosol, e geralmente é cerca de dois terços da quantidade total de fluidos em seu corpo.
  2. Líquido extracelular, que é o fluido encontrado fora de suas células. Os fluidos extracelulares são ainda classificadas em dois grupos:

 

  • O plasma:  – que é o fluido que compõe o seu sangue.
  • O fluido intersticial:  – que ocupa todos os espaços que rodeiam seus tecidos. O fluido intersticial inclui os fluidos encontrados nos seus olhos, no sistema linfático, juntas, sistema nervoso, e entre as membranas protetoras que rodeiam o seu sistema cardiovascular, respiratório e cavidades abdominais.

 

Seu sangue (plasma) precisa manter um pH de 7,35 a 7,45 para as células funcionarem corretamente. A razão mais importante sobre porque o seu corpo precisa manter este PH é que todas as proteínas que funcionam em seu corpo necessitam manter uma forma geométrica específica para funcionar adequadamente, e as formas tridimensionais das proteínas no seu corpo são afetadas pelas alterações ínfimas do pH nos seus fluidos corporais. A escala de pH varia de 0 à 14. Um líquido que tem um pH de 7 é considerado como sendo neutro (água pura é geralmente considerada como pH neutro). Fluidos que possuem um pH abaixo de 7 – como por exemplo sumo de limão e café – são considerados como sendo acídicos. E fluidos que têm um pH superior a 7 – como o sangue humano e o leite de magnésia – são considerados alcalinos.

É importante notar que na escala de pH, cada número representa uma diferença de dez vezes em grandeza à partir de números adjacentes; em outras palavras, um líquido que tem um pH de 6 é dez vezes mais ácido do que um líquido que tem um pH de 7 (água pura), e um líquido com um pH de 5 é cem vezes mais ácido do que a água pura (de 7). A maioria dos refrigerantes tem um pH de cerca de 3, tornando-os cerca de dez mil vezes mais ácidos do que a água pura (PH 7). Por favor, lembre-se disso da próxima vez que você pensar em beber uma lata de refrigerante.Quando ingerir alimentos e líquidos, os produtos finais de digestão e assimilação de nutrientes muitas vezes resultam em uma substância de efeito ácidificante ou de efeito alcalinizante – os produtos finais são, por vezes, chamados de cinza ácida ou cinza alcalina.

Além disso, como as células produzem energia em uma base contínua, uma série de diferentes ácidos são formados e liberados em seus fluidos corporais. Estes ácidos – gerados por suas atividades metabólicas diárias – são inevitáveis. Contanto que seu corpo tenha bons nutrientes para assim gerar energia e sobreviver, ele irá produzir um fornecimento contínuo de muitos tipos de ácidos. Portanto, há duas forças principais no trabalho diário que podem interromper o pH dos seus fluidos corporais –

estas forças são:

1) A ácidez ou efeitos de alcalinidade dos alimentos e líquidos que você ingere, e

2) A ácidez ou efeitos de alcalinidade geradas através de suas atividades metabólicas normais.

Felizmente, o seu corpo tem três principais mecanismos de trabalho em todos os momentos para evitar que essas forças de deslocamento do pH do sangue fiquem fora do intervalo ideal de 7,35-7,45.

Estes mecanismos são:

1. Os sistemas tampão.    

O sistema tampão ácido carbônico-bicarbonato

O sistema tampão Proteína

O sistema tampão Fosfato

2. Exalação de dióxido de carbono

3. Eliminação de íons hidrogênio através dos Rins.

Os mecanismos citados acima são de caráter especificamente bioquímicos e não vamos nos prolongar com detalhes mais técnicos. Mas, para este artigo, queremos salientar que estes sistemas existem para evitar que certos fatores ‘empurrem’ o pH do sangue para fora do intervalo ideal entre 7,35 à 7,45. Quando as pessoas o incentivam a “alcalinizar seu sangue”, a principal mensagem deles sugere que você coma em abundância os alimentos que têm um efeito alcalinizante em seu sistema. A razão para fazer essa sugestão é que a grande maioria dos alimentos altamente processados – como produtos de farinha branca, açúcar branco e leite Pasteurizado – têm um efeito de formação de ácido em seu corpo, e se você passar anos comendo uma dieta pobre e principalmente formadora de ácido, você vai sobrecarregar alguns dos sistemas tampão acima mencionadas até um ponto onde você poderá forçar o organismo à criar mudanças indesejáveis na sua saúde. Tomemos por exemplo, o sistema tampão fosfato  que utiliza diferentes íons fosfato em seu corpo para neutralizar os ácidos e bases fortes. Cerca de 85% dos ions de fosfato, que são usados no sistema de tampão de fosfato vêm à partir de sais de fosfato de cálcio, que são componentes estruturais de seus ossos e dentes. Se os seus fluidos corporais são regularmente expostos a grandes quantidades de alimentos e líquidos formadoras de ácido, seu corpo vai recorrer às suas reservas de fosfato de cálcio armazenadas em seus dentes e ossos para realizar seu sistema tampão fosfato e desta forma neutralizar os efeitos da formação destes ácidos. Com o tempo, isso pode levar à fraqueza estrutural em seus ossos e dentes. Se suas reservas de fosfato de cálcio estiverem em uma taxa elevada, isto pode aumentar a quantidade de cálcio que será eliminado através de seu sistema urinário, razão pela qual uma dieta predominantemente de formação de ácido pode aumentar o risco de desenvolver pedras nos rins. Este é apenas um exemplo de como os seus sistemas de amortecimento podem ser sobrecarregados até um ponto onde você sofrerá consequências negativas para a saúde. Uma vez que seus sistemas de amortecimento trabalham o tempo todo para neutralizar os ácidos que se formam a partir de atividades metabólicas diárias, é de seu grande interesse seguir uma dieta que não crie trabalho desnecessário para os seus sistemas de tamponamento.

Alimentos comuns formadores de ácido e formadores de alcalinidade:

De um modo geral, a maioria dos legumes e frutas têm um efeito alcalinizante em seus fluidos corporais. A maioria dos grãos, alimentos de origem animal e alimentos altamente processados têm um efeito de formação de ácido em seus fluidos corporais. Sua saúde estará sempre melhor servida por uma boa dieta de alimentos formadores de alcalinidade e ricos em nutrientes. Idealmente, você deveria comer mais alimentos alcalinizantes do que alimentos formadores de ácidos para ajudar no equilíbrio de seu fluído de sangue que possue um PH alcalino.  As listas a seguir indicam os alimentos comuns que têm um efeito alcalinizante, e quais os que resultam na formação de cinza ácida quando eles são digeridos e assimilados em seu sistema.

Os alimentos que têm um Efeito-Formador Alcalinizante são: melancia, limão, melões, salsão, limas, manga, mamão, salsinha, algas marinhas, uvas sem sementes, agrião, aspargos, kiwi, peras, abacaxi, uva passa, sucos vegetais, maçãs, damascos, brotos de alfafa, abacates, bananas, alho, gengibre, pêssegos, nectarinas, laranjas, a maioria das verduras, ervilhas, alface, brócolis, couve-flor.

Alimentos que têm um efeito formador de ácido são: álcool, refrigerantes, tabaco, café, açúcar branco, sal refinado, adoçantes artificiais, leite pasteurizado, antibióticos (e a maioria dos medicamentos), produtos de farinha branca (incluindo massas), frutos do mar, vinagre branco, cevada, frituras, a maioria das caixas de cereais em flocos, queijo duro,   a  maioria dos grãos, carnes, a maioria dos tipos de pães. Esta não é uma lista abrangente mas serve para você ter uma idéia para se orientar sobre a forma como vem se alimentando. Se você está comendo principalmente grãos, produtos que contém farinha, alimentos de origem animal, e tomar muito café, refrigerante, leite, você  certamente vem promovendo  seu sangue como ácido. Portanto deve rapidamente mudar seus padrões e incluir mais alimentos e bebidas alcalinas como frutas e legumes frescos. Seu corpo está projetado para manter o pH dos seus fluidos corporais em uma escala apertada, ligeiramente alcalina, por isso não sobrecarregue sua alimentação com alimentos processados, frituras, produtos industrializados para não perder outros minerais e nutrientes de sua reserva metabólica por causa da acidez que tais alimentos irão formar em seu organismo. Sangue ácido significa ” sangue grosso ” , significa fluido” lento ” e desta forma sua função eficaz em transportar nutrientes para todas as partes do nosso corpo ficará reduzida. Sangue espesso é “anfitrião” para uma miríade de micro-organismos nocivos como bactérias, vírus , parasitas , leveduras , etc. Ao longo do tempo, ele começa a entupir os órgãos de purificação e causar outros problemas. Alguns dos problemas de saúde mais conhecidos que estão relacionados a essa condição são: insônia , obesidade , diabetes, ovários policísticos, doença cardiovasculares, problemas na tireóide, pressão arterial elevada e tipos variados de câncer.

Portanto controle sua alimentação e ajude a sua saúde optando por uma dieta mais alcalina.

Fonte: https://ramashakti.com/ph-alcalino-e-a-boa-saude/

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Wave – Tom Jobim

Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho
 
O resto é mar
É tudo que não sei contar
São coisas lindas que eu tenho pra te dar
Vem de mansinho à brisa e me diz
É impossível ser feliz sozinho
 
Da primeira vez era a cidade
Da segunda, o cais e a eternidade
 
Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver
 
Da primeira vez era a cidade
Da segunda, o cais e a eternidade
 
Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver
 
Vou te contar

6 FRASES QUE VOCÊ NÃO DEVE DIZER AOS SEUS FILHOS

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Ter filhos exige um comprometimento e uma paciência por parte dos pais, isso todos sabemos, mas nem sempre lembramos quando diante de momentos difíceis. Palavras, atitudes podem ficar marcados para sempre na mente dos filhos e interferir em suas vidas, como também em seus comportamentos.

Por isso, todo cuidado quando conversar com seu filho.

Certas frases negativas podem causar um grande impacto na vida do seu filho. Por menos valor que elas tenham acredite, elas podem deixar os filhos mais agressivos, com baixa autoestima e ainda revoltados. A seguir algumas frases que não deveriam ser ditas para as crianças.


“Eu preferia que você não tivesse nascido”

Sim, por mais agressiva que seja esta frase, acreditem,  muitos pais já a falaram para seus filhos. Falar para um filho que ele não deveria ter nascido é como dizer que a vida dele não tem importância para ninguém. A rejeição, o sentimento de abandono, tristeza profunda estão carregados nesta frase. Por isso, em momentos de raiva jamais diga uma frase tão ofensiva e drástica assim.


“Você só incomoda”

É uma frase bem comum de escutar os pais falarem. Esta frase tem um impacto, pois acaba mostrando para a criança que ela esta ‘atrapalhando’ a vida de seus pais, e isso pode fazer muito mal a ela.


“Você só come, é gordo e feio”

Esta frase, quase não precisa de comentários, pois é uma frase que causa muita humilhação e baixa autoestima. Mesmo que a criança esteja gorda, não é afirmando que ela é gorda que os problemas vão ser resolvidos. Esse tipo de afirmação, com certeza, deixará marcas que a conduzirão no futuro, sem que ela saiba o porque de ter atitudes negativas para ela mesma.


“Fizemos tudo por você e você nem reconhece”

As crianças em certas fases não são capazes de compreender a relação de trabalho, dinheiro, compromisso, e na verdade nem deveriam, pois tem idade para tudo e criança deve ter o direito de ser criança apenas. Desta forma, fica mais difícil elas compreenderem essa frase e assim acaba lhes soando de forma negativa, fazendo com que a criança se feche totalmente para seus pais, sentindo-se um estorvo.


“Não chore por nada”

Precisamos parar de esconder a tristeza. Sim. Assim como a alegria a tristeza também faz parte da vida. Claro, é preciso saber diferenciar, mas quando a criança estiver triste, não fuga ou finja que não é nada. Estes sentimentos precisam estar sempre bem claros, e ela precisa saber que pode falar sobre eles .


“Eu tenho vergonha de você”

Evite falar essa frase para seus filhos. Independente dos problemas e das situações que você passou com eles, essa frase demonstra desprezo e uma frieza que pode deixar marcas profundas, como rejeição. E rejeição leva muito tempo para ser esquecida, e sempre deixa marcas e traumas, que trarão sérias consequências nas escolhas futuras de seus filhos.


Como evitar estas frases?

Não existe mistério. Muitos sabem que criar um filho não é algo simples, pois exige dedicação e paciência, mas acima de tudo amor. E com amor sim, é possível mudar situações. Sim, nem tudo são estrelas como alguns dizem, por isso é sempre possível procurar ajuda e não ignorar atitudes e comportamentos. Em momentos tensos, o melhor é se afastar e explicar a seu filho que conversam depois.

Pais amorosos, dedicados e cientes sempre serão sábios em suas palavras. Viva o amor, sinta este sentimento. Espalhem este sentimento, e junto com ele compaixão e respeito ao próximo.

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Texto escrito por Angelica Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras

Fonte: Eu Sem Fronteiras

Tom Tom Club – Genius Of Love (Live @ Summer Sonic ’09)

O que você vai fazer quando sair da prisão? Eu vou me divertir! O que você considera diversão? Diversão, naturalmente! Eu estou no paraíso com o meu namorado, o meu namorado divertido! Não há começo e nem fim! O tempo não está presente naquela dimensão! Ele me leva pelo braço quando estamos andando, rolando e sacudindo! Parece que estou sonhando, mas não estou dormindo! Aumentam as expectativas para uma nova intenção! Quem precisa pensar quando o pé vai sozinho? Quem precisa pensar quando o pé vai sozinho? James Brown, James Brown James Brown, James Brown! Ele é o gênio do amor! Ele tem um sentimento mais profundo! Bem, ele é o gênio do amor!

Tom Tom Club – Genius of Love 09

EM CAMPINAS, FAMÍLIA DE SÍRIOS LUTA PARA SOBREVIVER

Família deixou a Síria em fuga da guerra no País, porém, sem emprego, tem enfrentado sérios problemas para sobreviver no Brasil

 

Foto: Dominique Torquato/ AAN

Família síria tenta se restabelecer em Campinas após fugir da guerra em seu País

Família síria tenta se restabelecer em Campinas após fugir da guerra em seu País
A imagem do menino sírio Aylan Kurdi, de 3 anos, morto em uma praia na Turquia, chocou e mobilizou o mundo para a causa dos refugiados que buscam escapar de uma guerra sangrenta em seu país e sobreviver. Mas, a milhares de quilômetros daquelas tristes areias, em Campinas, outra criança enfrenta com sua família o mesmo desafio. O pequeno Diego Issa Alturk, de 11 meses, vive com os pais e mais cinco outros sírios em um pequeno apartamento praticamente vazio no Centro. Todos ali estão desempregados e, até a próxima semana, se não tiverem dinheiro para pagar o aluguel, terão que deixar o único teto que têm e cair na incerteza.

“O Brasil é um país bonito e as pessoas são muito boas, mas nós estamos sofrendo com a falta de trabalho. O custo de vida é muito alto também. Nossa situação está difícil”, lamenta o pai do garoto, Issa Alturk, que procura uma chance como ajudante de cozinheiro. “Espero o melhor para o meu filho, mas não sei se conseguiremos ficar por aqui”, afirma ele, insistindo na necessidade de todos ali precisarem muito de um emprego, qualquer que seja.

A mãe, Roula Barbar, chegou grávida de oito meses a Campinas. Desesperados para fugir da Síria e sem falar uma palavra em português até então, ela e o marido venderam até as alianças de casamento para conseguir comprar as passagens para o Brasil. Foram mais de 20 horas de voo e um grande risco da criança no ventre sofrer as consequências dessa longa jornada motivada pela esperança por algo melhor.
O menino Diego nasceu campineiro, graças à solidariedade sem tamanho de médicos e funcionários do Hospital Vera Cruz. Todo o procedimento do parto foi realizado de graça. Os profissionais cederam seu tempo e conhecimento para ajudar o casal estrangeiro.

Os sírios lamentam a trágica morte de Aylan, mas também pedem socorro para sobreviver. “Falamos com nossos parentes na Síria. Eles não têm eletricidade, água ou remédios. Há apenas morte, destruição e terrorismo”, conta Issa, que não deseja voltar para esse cenário. O grupo busca o mais rápido possível qualquer tipo de trabalho ou oportunidade; uma chance que pode salvar suas vidas e garantir a permanência na região.

Críticas

Ainda na região central de Campinas, o palestino Ghassan Abdallatif, que tem cerca de uma década de Brasil, mostra uma visão um pouco mais crítica em relação à foto do menino sírio. “O mundo sente quando a inocência morre. Mas, por que esperar ver uma criança morta para se mobilizar? Por que esperar esse último momento para chorar? Por que a gente não pensa em proteger aquela criança desde o primeiro momento em que ela sentiu o perigo? Ela morreu e não vai ser a primeira e nem a última. Existem milhares ainda que perderam suas famílias, que estão com graves problemas psicológicos”, diz ele, mencionando que o conflito na Síria já dura quatro anos. “Ok, algumas crianças atravessaram o mar, superaram os riscos e sobreviveram. Mas, que vida elas vão ter a partir de agora?”, questiona Abdallatif.

Em Campinas, depois de vencer os obstáculos de uma fuga e nascer brasileiro, o pequeno Diego e sua família também esperam por uma chance de viver em paz.
SERVIÇO
QUEM QUISER AJUDAR PODE ENTRAR EM CONTATO POR MEIO DO WHATSAPP. VALE LEMBRAR QUE ELES NÃO FALAM O PORTUGUÊS E, POR ISSO, A COMUNICAÇÃO ESCRITA É MAIS FÁCIL.

19 98206-4781 – ISSA
19 98163-5007 – JORGE

Fábio Gallacci, do Grupo RAC
gallacci@rac.com.br

Fonte: correio.rac.com.br/_conteudo/2015/09/capa/campinas_e_rmc/374829-em-campinas-familia-de-sirios-luta-para-sobreviver.html

SOBRE ESTAR SOZINHO

Sou_tão_você
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
 
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
 
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
 
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
 
Flávio Gikovate 
flaviogikovate.com.br/sobre-estar-sozinho/
 

Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Atualmente apresentando o programa “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN, e dedicando a maior parte do tempo à clínica.

ASTRONAUTA DA MISSÃO APOLLO AFIRMA: OVNIS EVITARAM A GUERRA NUCLEAR

 POR REDAÇÃO GALILEU

edgar mitchell (Foto: wikimedia commons)EDGAR MITCHELL (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

Edgar Mitchell, participante da missão Apollo 14 e o sexto homem a caminhar na Lua, afirmou em uma entrevista recente que acredita que aliens pacifistas visitaram a Terra. O objetivo era impedir que ataques nucleares acontecessem durante a Guerra Fria. Isso, de acordo com ele, explicaria os avistamentos de Ovnis perto de bases militares na época.

“Falei com muitos oficiais da força aérea que trabalharam nessas estações durante a Guerra Fria. Eles me contaram que os Ovnis eram vistos com frequência e que eram capazes de desligar seus mísseis. Outros oficiais da costa do Pacífico contaram que os mísseis eram derrubados com frequência por naves alienígenas”, afirmou Mitchell.

Não é de hoje que sabemos que o astronauta acredita em visitas extraterrestres. Anteriormente ele já havia declarado crenças similares sobre a presença de ETs em Roswell. Ele cresceu no Novo México, próximo a Roswell, onde as primeiras bombas nucleares foram testadas. “Os ETs estavam por lá porque queriam saber da nossa capacidade militar”, afirmou.

Já falamos aqui na GALILEU sobre como, possivelmente, toda a história de Roswell foi usada justamente para acobertar operações militares. Vale a leitura!

Fonte: revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/08/astronauta-da-missao-apollo-afirma-ovnis-evitaram-guerra-nuclear.html

O TERREMOTO E O MESTRE ZEN

Aconteceu que um mestre Zen foi chamado como convidado. Alguns amigos haviam se reunido e estavam comendo e conversando quando, de repente, houve um terremoto. O prédio em que eles estavam era um prédio de sete andares, e eles estavam no sétimo andar, então a vida estava em perigo.

Todo mundo tentou escapar. O anfitrião, correndo, olhou para ver o que tinha acontecido com o mestre. Ele estava ali sem sequer uma ruga de preocupação no rosto. Com os olhos fechados, ele estava sentado em sua cadeira da mesma maneira que estava sentado antes.

O anfitrião sentiu-se um pouco culpado, sentiu-se um pouco covarde; não fica bem que o hóspede fique sentado e o anfitrião fuja. Os outros, os outros vinte hóspedes, já tinham descido as escadas, mas ele parou, embora estivesse tremendo de medo, e se sentou ao lado do mestre.

O terremoto chegou e passou, o mestre abriu os olhos e retomou a palestra que, por causa do terremoto, havia interrompido. Ele continuou novamente, exatamente na mesma frase – como se o terremoto não tivesse acontecido.

O anfitrião estava agora sem vontade de ouvir, não estava com disposição de entender porque todo o seu ser estava muito perturbado e ele estava com muito medo. Mesmo que o terremoto já tivesse ido embora, o medo ainda estava lá.

Ele disse: “Agora não diga nada, porque não serei capaz de compreender, não sou mais o mesmo. O terremoto me perturbou muito. Mas há uma pergunta que eu gostaria de fazer. Todos os outros hóspedes haviam escapado, eu também estava na escada, já quase correndo, quando de repente me lembrei de você. Vendo você aqui sentado com os olhos fechados, sentado tão tranquilo, tão imperturbável, me senti um pouco covarde – sou o anfitrião, eu não deveria correr. Então voltei e estou aqui sentado ao seu lado. Gostaria de fazer uma pergunta. Nós todos tentamos fugir. O que aconteceu a você? O que você me diz sobre o terremoto?”

O mestre disse: “Eu também fugi, mas você fugiu para fora, eu fugi para dentro. Sua fuga é inútil porque para onde quer que você esteja indo lá também há um terremoto, então é sem sentido, não faz sentido. Você pode alcançar o sexto andar ou quinto ou o quarto, mas lá também há um terremoto. Eu fugi para um ponto dentro de mim onde nenhum terremoto jamais chega, não pode chegar. Entrei em meu centro.

Isso é o que Lao Tzu diz: “Agarre-se firmemente ao princípio da Quietude”. Se você é passivo, aos poucos vai se tornar consciente do centro dentro de você. Você o tem carregado o tempo todo, ele sempre esteve aí, só que você não sabe, não está alerta.

Uma vez que você fique alerta sobre ele, a vida em sua totalidade se torna diferente. Você pode permanecer no mundo e fora dele porque você está sempre em contato com o seu centro. Você pode passar por um terremoto e permanecer imperturbável porque nada toca você.

No Zen eles têm um ditado que diz que um mestre Zen que tenha alcançado o seu centro interior pode passar por um riacho, mas a água nunca toca seus pés . Isso é belo. Não quer dizer que a água nunca toca seus pés – a água vai tocá-los -, refere-se a algo sobre o mundo interior, o profundo interior. Nada o toca, tudo permanece fora, na periferia, e o centro permanece intocado, puro, inocente, virgem.

Osho.

Fonte: http://estaremsi.com.br/o-terremoto-e-o-mestre-zen/

Natiruts Reggae Power

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Transcendental
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Sintonize sua vibração, não há tempo pra viver em vão. E não pense mais em desistir, existe um mundo que só quer te ver sorrir. Quando a noite cair e o som te lembrar algum sonho bom e fazer tudo transcender. Tristeza vai sumir e ninguém vai sofrer.
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Quando a noite cair e o som
Te lembrar algum sonho bom
E fazer tudo transcender
Tristeza vai sumir e ninguém vai sofrer

Sintonize sua vibração
Não há tempo pra viver em vão
E não pense mais em desistir
Existe um mundo que só quer te ver sorrir

Não chora, a nossa vida é feita mesmo para se aprender
E agora, é hora de tentar se libertar não vai doer
Deixe a energia do som te levar
A vibe positiva solta pelo ar
Quem sente com a alma é capaz de amar
Está sempre livre pra cantar

Ô, ô, ô, Ô Natiruts Reggae Power Chegou
Ô, ô, ô, Ô Transformando Toda Noite Em Amor

Da paz e do amor eu quero muito mais
Não tenho a vida ganha vou correndo atrás
A luz do seu sorriso pela noite é demais
Brasil, Jamaica harmonia de paz

Sintonize sua vibração
Não há tempo pra viver em vão
E não pense mais em desistir
Existe um mundo que só quer te ver sorrir

Não chora, a nossa vida é feita mesmo para se aprender
E agora, é hora de tentar se libertar não vai doer
Deixe a energia do som te levar
A vibe positiva solta pelo ar
Quem sente com a alma é capaz de amar
Está sempre livre pra cantar

Ô, ô, ô, Ô Natiruts Reggae Power Chegou
Ô, ô, ô, Ô Transformando Toda Noite Em Amor

Natiruts Reggae Power

Om Mani Padme Hum Original Extended Version (x9)

Om mani padme hum

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Om mani padme hum significa “da lama nasce a flor de lótus” é um dos mantras do budismo; o mantra de seis sílabas do Bodisatva da compaixão: Avalokiteshvara. De origemindiana, de lá foi para o Tibete. O mantra é associado ao deus de 4 braços Shadakshari, uma das formas de Avalokiteshvara.

O Dalai Lama é tido como uma emanação de Chenrezig (Avalokiteshvara), por isso o mantra é especialmente entoado por seus devotos e é comumente esculpido em rochas e escrito em papéis que são inseridos em rodas de oração (“mani korlo” em tibetano) para potencializar seu efeito.

É o mantra mais entoado pelos budistas tibetanos.

Om mani padme hum[editar | editar código-fonte]

  • Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses (isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores). Este sofrimento vem do orgulho.
  • Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja.
  • Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo.
  • Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles, etc; e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância.
  • Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.
  • Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou do ódio.

O que é Rapport:

Nesse planeta, estamos com um quebra-cabeças na mente, que poderá ser melhor entendido, quando começarmos a usar o Rapport, mas isso é somente para pessoas corajosas e honestas, compreenda abaixo: 670px-Build-Rapport-Step-4-Version-2   Rapport é um conceito do ramo da psicologia que significa uma técnica usada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa. Esta palavra tem origem no termo em francês rapporter que significa “trazer de volta”. O rapport ocorre quando existe uma sensação de sincronização entre duas ou mais pessoas, porque elas se relacionam de forma agradável. A nível teórico, o rapport inclui três componentes comportamentais: atenção mútua, positividade mútua e coordenação. Importante no estudo e identificação de várias manifestações comportamentais, o rapport pode ser usado no contexto de relacionamentos pessoais ou profissionais. Esta técnica é muito útil, porque cria laços de compreensão entre dois ou mais indivíduos. Usar o rapport não significa aceitar todas as opiniões da outra pessoa, e sim ouvi-la e fazer com que ela veja que o seu ponto de vista ou valores são compreendidos e respeitados. É bastante comum pessoas tentarem “forçar” o rapport, com o objetivo de manipular o outro. No entanto, quando a intenção não é ter uma ligação genuína com essa pessoa, ela pode desconfiar e reagir negativamente à tentativa. O rapport tem grande relevância no mundo empresarial, sendo muitas vezes usado estrategicamente em processos de negociação e vendas. No rapport, uma pessoa mostra interesse na opinião e nos pensamentos do outro, uma atitude que funciona como facilitadora de qualquer negociação. Para muitas pessoas, o rapport é algo natural, sendo que elas conseguem criar uma ligação de respeito e confiança com outras pessoas sem terem que fazer um esforço consciente. Em muitas ocasiões, o rapport está relacionado com a sedução, sendo uma ferramenta usada no contexto de relacionamentos, para melhorar a relação entre duas pessoas ou para conquistar uma pessoa interessante. O rapport é frequentemente descrito como um dos fundamentos da PNL (Programação Neurolinguística), uma ciência que tem a mente humana como objeto de estudo e que pode ser usada para reprogramar condutas indesejadas.

Técnicas de rapport

A técnica de rapport mais famosa é conhecida como espelhamento. Nesta técnica, uma pessoa imita alguns elementos da linguagem corporal da outra (como a postura, gestos, expressões faciais, respiração, etc). No entanto, é preciso ter cuidado, porque o espelhamento deve ser gradual, ou seja, a imitação deve ser feita de um elemento de cada vez, para que a outra pessoa não pense que está sendo alvo de deboche. A reciprocidade, outra técnica de rapport, consiste em dar presentes ou fazer favores, sem pedir nada em troca. Outra forma de criar conexões com outras pessoas é encontrar interesses em comum, para estabelecer um sentido de camaradagem e confiança.

O significado de Rapport está na categoria: Geral

Fonte: http://www.significados.com.br/rapport/

Jimmy Cliff no Domingão do Faustão – 1990

Se o rebelde em mim pode tocar o rebelde em você e o rebelde em você pode tocar o rebelde em mim! E os rebeldes que nós somos vai nos libertar! Então isso iria evocar o rebelde! Evocar o rebelde! Evocar o rebelde em mim! Se o amante em você pode tocar o amante em mim e o amante em mim pode tocar o amante em você! E os amantes que nós somos vai trazer doce harmonia! Então isso iria evocar o amor! Evocar o amor! Evocar todo o amor em mim! Meu amor é mais profundo do que o oceano! Nosso amor precisa de doce devoção! Venha, pois você tem a poção que evoca o amor em mim! E eu evocaria o amor em você! Deixe o amante em você tocar o amante em mim! E o rebelde em mim tocará o rebelde em você! E os amantes que nós somos vai trazer doce harmonia! Então isso iria evocar o amor! Evocar o amor! Evocar todo o amor em nós! Deixe o rebelde em você tocar o rebelde em mim e o rebelde em mim tocará o rebelde em você! E os amantes que nós somos vai trazer doce harmonia! Então isso iria evocar o amor! Evocar o amor! Evocar todo o amor em nós! Evocar o amor! Eu disse que queria evocar o amor! Evocar o amor! Eu disse que queria evocar o amor! Evocar o amor! Evocar o amor!

More Than Words – Extreme

Mais do que palavras! Dizer eu te amo, não são as palavras que eu quero ouvir de você! Não é que eu não queira que você diga, mas se ao menos você soubesse como poderia ser fácil me mostrar o que você sente! Mais do que palavras é tudo que você tem que fazer para tornar real! Então, você não precisaria dizer que me ama! Pois eu já saberia! O que você faria se meu coração fosse partido em dois? Mais do que palavras para mostrar o que você sente! Que seu amor por mim é real! O que você diria se eu jogasse essas palavras fora? Depois você não poderia tornar as coisas novas, só dizendo eu te amo! Agora que tentei conversar com você e te fazer entender, tudo o que você tem que fazer é fechar os olhos e estender as mãos para me tocar, me abraçar, não me deixar partir jamais! Mais do que palavras é tudo que você tem que mostrar! Então, você não precisaria dizer que me ama, pois eu já saberia! O que você faria se meu coração fosse partido em dois? Mais do que palavras para mostrar o que você sente! Que seu amor por mim é real! O que você diria se eu jogasse essas palavras fora?

Monte Castelo – Legião Urbana

Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria! É só o amor! É só o amor que conhece o que é verdade! O amor é bom, não quer o mal, não sente inveja ou se envaidece! O amor é o fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente! É um contentamento descontente! É dor que desatina sem doer! Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria! É um não querer mais que bem querer! É solitário andar por entre a gente! É um não contentar-se de contente! É cuidar que se ganha em se perder! É um estar-se preso por vontade! É servir a quem vence, o vencedor! É um ter com quem nos mata a lealdade! Tão contrário a si é o mesmo amor! Estou acordado e todos dormem! Todos dormem, todos dormem! Agora vejo em parte, mas então veremos face a face! É só o amor! É só o amor! Que conhece o que é verdade! Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria!

Space Oddity – Chris Hadfield

Controle de Solo para Major Tom! Controle de Solo para Major Tom! Pegue suas pílulas de proteínas e coloque seu capacete! Controle de Solo para Major Tom (10, 9, 8, 7). Começando contagem regressiva e motores ligados (6, 5, 4, 3). Checar ignição e que o amor de Deus esteja com você (2, 1). Esse é o Controle de Solo para Major Tom! Você realmente teve sucesso e os jornais querem saber de quem são as camisetas que você usa agora, é a hora de sair da cápsula, se você tiver coragem! Aqui é Major Tom para Controle de Solo! Estou dando um passo pra fora da porta! E estou flutuando no jeito mais peculiar! E as estrelas parecem muito diferentes hoje! Estou sentado numa lata bem acima do mundo! A Terra é azul e não há nada que eu possa fazer! Porém eu ultrapassei cem mil milhas! Estou me sentindo bem calmo e eu acho que minha nave espacial sabe onde ir! Diga pra minha mulher que eu a amo muito, ela sabe! Controle de Solo para Major Tom! Seu circuito pifou pode me ouvir Major Tom? Pode me ouvir Major Tom? Pode me ouvir Major Tom? Você pode! Aqui estou flutuando em volta da minha lata, bem acima da lua! A Terra é azul e não há nada que eu possa fazer!

 

APÓS POLÊMICAS, PSOL EXPULSA deputado Cabo Daciolo do partido

Parlamentar contrariou estatuto da legenda ao fazer declarações e protocolar projetos de cunho religioso
Gustavo Lima – Câmara dos Deputados
Cabo Daciolo

A gota d’água teria sido a defesa que o parlamentar fez de militares envolvidos na morte do pedreiro Amarildo, desaparecido desde 2013

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O Diretório Nacional do PSOL decidiu, neste sábado 16, expulsar o deputado federal Cabo Daciolo (RJ) do partido, por 54 votos a um. A decisão saiu dois meses depois do parlamentar ser suspenso por decisão da Executiva Nacional, quando teve oportunidade de fazer sua defesa. O motivo foi infidelidade partidária, já que odeputado contrariou o programa e o estatuto do partido tanto em declarações polêmicas como na atividade parlamentar. A legenda não divulgou, no entanto, se irá reivindicar o mandato na Justiça.

O processo de expulsão começou depois que o militar apresentou uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), apelidada por ele de “PEC dos Apóstolos”, que sugere alterar um parágrafo na Carta Magna: em vez de determinar que “todo o poder emana do povo”, como é atualmente, estabeleceria que “todo o poder emana de Deus”. O que fere a concepção do PSOL na defesa do Estado laico. Mas o ápice foi o discurso do deputado, no Plenário, em defesa dos PMs  que estariam envolvidos com o sumiço, tortura e morte do pedreiro Amarildo de Souza, em 2013.

De acordo com o parecer da comissão de ética, a posição do deputado Cabo Daciolo de defender os policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) “vai na contramão do engajamento de militância do partido na campanha Cadê Amarildo? e na luta contra a criminalização dos moradores das periferias”. Com a expulsão do Cabo Daciolo, a bancada do PSOL na Câmara passa dos atuais cinco para quatro deputados federais.

Cabo Daciolo foi eleito, pela primeira vez, em 2014, quando iniciou sua carreira política. Ele foi convidado para se filiar ao partido porque havia liderado a greve dos bombeiros no Rio de Janeiro, em 2011. Na ocasião, ele comandou a invasão do Quartel General da corporação e o acampamento nas escadarias da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O partido, no entanto, parece não ter percebido que o militar não era tão progressista como dizia.

Antes mesmo de assumir o mandato, Cabo Daciolo já havia criado constrangimento ao partido. Na época da diplomação dos deputados eleitos, ainda no ano passado, ele ‘tietou’ o deputado Jair Bolsonaro e seu filho depois da cerimônia e posou para uma foto com os dois. Depois, divulgou um vídeo na sua página em que dava a entender que Brasil vive “falsa democracia” e pedia a nomeação de um general para o Ministério da Defesa.

Após a expulsão, Daciolo divulgou um texto em sua rede social, no qual acusa o PSOL de desrespeitar sua liberdade e religiosa e persegui-lo.  “Fui discriminado. Mesmo assim, eu os perdoo. Não levo mágoas comigo”. Leia o texto na íntegra:

“TODO O PODER EMANA DE DEUS!

Não recebi com alegria a notícia de minha expulsão pelo Diretório Nacional do PSOL. Fui eleito com 49.831 votos, numa campanha desacreditada pela maioria dos militantes psolistas. Não tive tempo de TV e os recursos financeiros foram escassos. Mesmo assim, diante da especulação negativa de que seria derrotado nas ruas, Deus, o Todo-poderoso, honrou a nossa fé e o empenho voluntário, aguerrido, das pessoas que acreditaram genuinamente em nossa proposta.

O meu desejo é permanecer no PSOL. Sempre foi. Quando fui suspenso, apresentei minha defesa, sem abrir mão dos pontos que defendo, mas expressando a minha sincera vontade de continuar filiado. Hoje não é um dia para se comemorar. Todavia, a minha confiança está no Senhor e nos seus desígnios. A vontade de Deus é boa, agradável e perfeita (Rm 12.2). A Bíblia, o meu único manual de fé e prática, diz que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus. Nunca me envergonharei em declarar que Deus vem em primeiro lugar na minha vida. Todo o poder emana de Deus.

O PSOL me perseguiu, desrespeitou a minha liberdade religiosa e não permitiu que eu pudesse discutir as minhas propostas junto ao partido. Fui discriminado. Mesmo assim, eu os perdoo. Não levo mágoas comigo. Jesus me ensinou a perdoar. Para encerrar, quero reiterar que em qualquer partido político irei honrar a minha fé e defender os militares. Militar também é cidadão.

Sigo em frente, de cabeça erguida, sabendo que Deus está no controle. O trabalho não vai parar. Vamos honrar cada voto. Juntos somos mais fortes.

Abraços fraternos,

Cabo Daciolo

Deputado Federal”

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/blogs/parlatorio/apos-polemicas-psol-expulsa-deputado-cabo-daciolo-do-partido-5792.html

BLOGUEIRO BRITÂNICO DIZ QUE BRASILEIROS EXAGERARAM NA REJEIÇÃO AO BRASIL

Pouco depois de chegar a São Paulo, fui a uma loja na Vila Madalena comprar um violão. O atendente, notando meu sotaque, perguntou de onde eu era. Quando respondi “de Londres”, veio um grande sorriso de aprovação. Devolvi a pergunta e ele respondeu: ‘sou deste país sofrido aqui’.

Fiquei surpreso. Eu – como vários gringos que conheço que ficaram um tempo no Brasil – adoro o país pela cultura e pelo povo, apesar dos problemas. E que país não tem problemas? O Brasil tem uma reputação invejável no exterior, mas os brasileiros, às vezes, parecem ser cegos para tudo exceto o lado negativo. Frustração e ódio da própria cultura foram coisas que senti bastante e me surpreenderam durante meus 6 meses no Brasil. Sei que há problemas, mas será que não há também exagero (no sentido apartidário da discussão)?

 

Tem uma expressão brasileira, frequentemente mencionada, que parece resumir essa questão: complexo de vira-lata. A frase tem origem na derrota desastrosa do Brasil nas mãos da seleção uruguaia no Maracanã, na final da Copa de 1950. Foi usada por Nelson Rodrigues para descrever “a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.

E, por todo lado, percebi o que gradualmente comecei a enxergar como o aspecto mais ‘sofrido’ deste país: a combinação do abandono de tudo brasileiro, e veneração, principalmente, de tudo americano. É um processo que parece estrangular a identidade brasileira.

 

Sei que é complicado generalizar e que minha estada no Brasil não me torna um especialista, mas isso pode ser visto nos shoppings, clones dos ‘malls’ dos Estados Unidos, com aquele microclima de consumismo frígido e lojas com nomes em inglês e onde mesmo liquidação vira ‘sale’. Pode ser sentido na comida. Neste “país tropical” tão fértil e com tantos produtos maravilhosos, é mais fácil achar hot dog e hambúrguer do que tapioca nas ruas. Pode ser ouvido na música americana que toca nos carros, lojas e bares no berço do Samba e da Bossa Nova.

Tapioca
Cadê a tapioca?

Pode ser visto também no estilo das pessoas na rua. Para mim, uma das coisas mais lindas do Brasil é a mistura das raças. Mas, em Sampa, vi brasileiras com cabelo loiro descolorido por toda a parte. Para mim (aliás, tenho orgulho de ser mulato e afro-britânico), dá pena ver o esforço das brasileiras em criar uma aparência caucasiana.

Acabei concluindo que, na metrópole financeira que é São Paulo, onde o status depende do tamanho da carteira e da versão de iPhone que se exibe, a importância do dinheiro é simplesmente mais uma, embora a mais perniciosa, importação americana. As duas irmãs chamadas Exclusividade e Desigualdade caminham de mãos dadas pelas ruas paulistanas. E o Brasil tem tantas outras formas de riqueza que parece não exaltar…

Um dos meus alunos de inglês, que trabalha em uma grande empresa brasileira, não parava de falar sobre a América do Norte. Idealizou os Estados Unidos e Canadá de tal forma que os olhos dele brilhavam cada vez que mencionava algo desses países. Sempre que eu falava de algo que curti no Brasil, ele retrucava depreciando o país e dando algum exemplo (subjetivo) de como a América do Norte era muito melhor.

O Brasil está passando por um período difícil e, para muitos brasileiros com quem falei sobre os problemas, a solução ideal seria ir embora, abandonar este país para viver um idealizado sonho americano. Acho esta solução deprimente. Não tenho remédio para os problemas do Brasil, obviamente, mas não consigo me desfazer da impressão de que, talvez, se os brasileiros tivessem um pouco mais orgulho da própria identidade, este país ficaria ainda mais incrível. Se há insatisfação, não faz mais sentido tentar melhorar o sistema?

Destaco aqui o que vejo como um uma segunda colonização do Brasil, a colonização cultural pelos Estados Unidos, ao lado do complexo de vira-latas porque, na minha opinião, além de andarem juntos, ao mesmo tempo em que existe um exagero na idealização dos americanos, existe um exagero na rejeição ao Brasil pelos próprios brasileiros. É preciso lutar contra o complexo de vira-latas. Uma divertida, porém inspiradora, lição veio de um vendedor em Ipanema. Quando pedi para ele botar um pouco mais de ‘pinga’ na caipirinha, ele respondeu: “Claro, (mermão) meu irmão. A miséria tá aqui não!” Viva a alma brasileira!

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss?ocid=socialflow_facebookAcabei

PROCESSOS SOCIAIS

Embora alguns autores valorizem a longa duração e outros não, todos concordam que os processos sociais são relacionados â mudanças e/ou transformações que ocorrem de forma contínua e que entre outras coisas, refletem determinados tipos de relações socais. Segundo Oliveira (2001) qualquer mudança proveniente dos contatos e da interação social entre os membros de uma sociedade constitui, um processo social.

Tipos de processo social

ASSOCIATIVOS (Cooperação, Acomodação e Assimilação)

  • Cooperação – É um tipo de processo social caracterizado pela atuação de um ou mais indivíduos atuam juntos visando uma finalidade comum. A cooperação pode ser ainda:
  • Direta ou temporária – quando as pessoas se unem para realizar uma atividade durante um período determinado. Exemplo : mutirões para a construção de casas populares.
  • Contínua ou Indireta – quando as pessoas unidas em atividades diferentes, sempre necessitam indiretamente umas das outras, por não serem auto-suficientes. Exemplo: o médico e o lavrador – o médico não pode viver sem o alimento produzido pelo lavrador, e este necessita do medico quando fica doente.
  • Acomodação-É um processo social com o objetivo de diminuir o conflito entre indivíduos ou grupos, reduzindo o mesmo e encontrando um novo modus vivendi. O modus vivendi é uma espécie de arranjo temporário, que possibilita a convivência entre elementos e grupos antagônicos. Segundo Oliveira (2201) A acomodação é o processo social em que o indivíduo ou o grupo se ajusta a uma situação de conflito, sem que ocorram transformações internas, trata-se, portanto, de uma solução superficial com alcance menor que a assimilação.A acomodação cooperação pode assumir diversas formas como:
  • Coerção– pautada na ameaça e uso da força do mais forte sobre o mais fraco.
  • Compromisso – Quando as partes envolvidas possuem poderes semelhantes e chegam a acomodação através de concessões mútuas.
  • Arbitragem – Acomodação obtida por meio de um terceiro.
  • Tolerância – caracteriza o grau mínimo de acomodação. Não podendo ser considerado uma solução para situações conflitivas.
  • Conciliação – envolve mudanças de sentimento com diminuição da hostilidade

Exemplos de acomodação. Imigrantes recém chegados, diplomacia, pactos pos- guerra, relação entre grupos religiosos,etc..

411713_arafat1993                Yasser Arafat cumprimenta o primeirro ministro de Israel, Yatzhak Rabin

  • Assimilação – Bastante associado a idéia de integração sócio-cultural , esse tipo de processo social ocorre quando um indivíduo ou grupo aceita e adquire padrões culturais (costumes, tradição comportamento) de outro indivíduo ou grupo distinto. Segundo Oliveira(2001) trata-se de um processo de ajustamento, pelo qual os indivíduos ou grupos diferentes tornam-se semelhantes. Difere da acomodação, porque implica em transformações internas nos indivíduos ou grupo. Tais modificações envolvem mudanças na maneira de pensar, de sentir e agir.

Exemplo, índios catequizados

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Padre Anchieta catequizando índias

DISSOCIATIVOS (Competição e Conflito)

  • Competição – Alguns sociólogos afirmam que a competição é a forma mais elementar e universal de interação, consistindo em uma luta disputa incessante por coisas concretas.Alguns acrescentam que trata-se de uma contenda contínua, inconsciente e impessoal.

Exemplo. Ações relacionadas a obtenção de êxito na vida econômica, na posição social, nos esportes, nas atividades profissionais.

Competição                                                     competição de ciclismo

  • Conflito – Ocorre quando a competição assume características de elevada tensão social. No processo de conflito a luta torna-se pessoal e hostil, já que cada um dos envolvidos tem consciência de que para alcançar os próprios objetivos é necessário fazer com que o adversário não alcance o seu. O conflito é uma contenda de indivíduos ou grupos, em que cada qual dos contendores almeja uma solução que exclui a desejada pelo adversário.

vietnam                                                        Guerra no Vietnan

Referências:

LAKATOs,Eva Maria. Sciologia Geral, São Paulo. Atlas 1985
PERSIO SANTOS DE OLIVEIRA · Introdução à Sociologia da Educação. São Paulo, Atica, 2001

Postado por Jesus Marmanillo às 02:59

Marcadores: Aulas de Sociologia

Fonte: manguevirtual.blogspot.com/2010/09/processos-sociais_17.html

TREZE DE MAIO E O PRECONCEITO RACIAL NO BRASIL

 

preconceito
Treze de Maio é a data em que se comemora a assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel.

Deveria ser uma data festiva, uma vez que comemora a libertação dos escravos. Entretanto, as coisas não são bem assim. A alforria, de fato, foi concedida, mas não a libertação. Libertação não é só devolver ao escravo a sua liberdade, significa também proporcionar-lhe as condições necessárias para sua emancipação como ser humano. E isso, de fato, não aconteceu.

Para começar, não houve indenização. Depois de tantos anos — na verdade séculos — debaixo da escravidão o mínimo que se poderia esperar é que se concedesse ao ex-escravo a chance de recuperar sua dignidade, por meio da recuperação de sua condição de vida, de modo a desfrutar de uma condição econômica suficiente e necessária para garantir-lhe uma sobrevivência digna.

As Escrituras afirmam, em Lucas 10.7 que “o trabalhador é digno do seu salário”, mas isso sempre foi negado aos escravos, por razões óbvias. O problema é que mesmo após a abolição da escravidão, esse direito continuou a ser negado aos descendentes dos escravos.

A lei da vadiagem, que veio logo depois da Lei Áurea, exigia que o ex-escravo tivesse um lugar para morar. Se ele não tivesse moradia certa e endereço conhecido, era tido como vagabundo. Isso fez com que o ex-escravo se submetesse a uma situação que ficou conhecida como submoradia.

Não bastasse isso, os senhores de escravos, latifundiários e demais, sentindo-se traídos pela realeza, dormiram monarquistas e acordaram republicanos, o que tornou a proclamação da República um arremedo de transformação sociopolítica, uma vez que a lógica feudal foi mantida.

Desse modo, a nação passou a ter uma dívida moral, econômica e social para com os ex-escravos e seus descendentes. Ao mesmo tempo, desenvolveu-se no Brasil um não confessado, mal disfarçado e cruel preconceito racial não admitido e, portanto, não tratado, que permanece até hoje.

O primeiro movimento de resgate da dívida econômica veio com o advento das chamadas cotas raciais, que privilegiam os descendentes de escravos nos concursos públicos e exames vestibulares. É pouco para indenizar 380 anos de escravidão, mas já é um começo. Não podemos esquecer que foi graças à ausência de medidas indenizatórias por parte das políticas públicas, que os descendentes de escravos foram mantidos na pobreza e sem acesso aos meios necessários para sua emancipação socioeconômica.

A maior parte da população brasileira é composta por descendentes dos povos originários da África, que vieram para o Brasil na condição de escravos. Mas, é fácil constatar que essa maioria não tem acesso aos postos-chave, seja na atividade pública, seja na iniciativa privada.

Antes de ser uma data comemorativa, o Treze de Maio surge como um desafio à sociedade brasileira, para que se faça justiça àqueles que, por meio da força, contribuíram para o enriquecimento do Brasil.

Ariovaldo Ramos, pastor na Igreja Reformada em São Paulo, membro do Conselho de Referência da Aliança Evangélica.

Fonte: http://www.aliancaevangelica.org.br/index.php/declaracoes/item/298-13maio-preconceito-racial

Bob Dylan – “Like a Rolling Stone”

Houve uma época que você se vestia tão bem! Você atirava centavos pros mendigos no seu auge, não é? Pessoas anunciavam, diziam “Tome cuidado, boneca, você está destinada a cair”! Você pensava que estavam todos brincando com você! Você costumava rir disso! Todo mundo que estava desperdiçando tempo! Agora você não fala tão alto! Agora você não parece tão arrogante! A respeito de ter de pedir sua próxima refeição, qual a sensação? Qual a sensação de ficar sem um lar? Como uma completa desconhecida? Como uma perdida na vida? Você freqüentou os melhores colégios, não, Srta. Solitária! Mas você sabe que só costumava ser espremida neles! E ninguém jamais te ensinou como viver na rua! E agora você descobre que vai ter de se acostumar a isso! Você disse que nunca se comprometeria com a jornada de trabalho, mas agora você percebe que ele não está negociando nenhum pretexto, enquanto você olha dentro do vazio dos olhos dele! E pergunta-LHE: “você quer fazer um acordo? ” Qual a sensação? Qual a sensação de estar por sua própria conta? Sem nenhum rumo para casa? Como uma completa desconhecida? Como uma perdida na vida? Você nunca se voltou para ver o olhar carrancudo dos malabaristas e palhaços! Quando eles faziam truques para você! Você nunca compreendeu que isso é inútil! Você não devia permitir que outras pessoas levassem seus chutes no seu lugar! Você costumava andar no cavalo cromado com seu diplomata! Que carregava em seus ombros um gato siamês! Não é duro quando você descobre que ELE realmente não estava onde está? Após ELE tirar de você tudo que podia roubar? Qual a sensação? Qual a sensação? De estar por sua própria conta? Sem nenhum rumo para casa? Como uma completa desconhecida? Como uma perdida na vida? Princesa na torre e todas as lindas pessoas estão bebendo, pensando que já têm a vida ganha! Trocando todos os tipos de presentes e coisas valiosas, mas seria melhor que você levantasse seu anel de diamante! Seria melhor você penhorá-lo, babe! Você costumava ficar tão entretida [por] Aquele Napoleão vestido em trapos e a linguagem que ele usava! Vá para ele agora, ele te chama, você não pode recusar! Quando você não tem nada, você não tem nada a perder! Você está invisível agora você não tem segredos para esconder! Qual a sensação? Qual a sensação De estar por sua própria conta? Sem nenhum rumo para casa? Como uma completa desconhecida Como uma perdida na vida?

LIVING INSIDE MYSELF – GINO VANNELLI – (1981)

Na minha vida eu sempre me senti tão assegurado, mas de repente, está tudo mudando! Ela é uma nuvem que paira sob meu mundo! E eu me encontro pensando na chuva! Agora eu não consigo ir em frente, porque estou perdido, vivendo dentro de mim mesmo! Vivendo dentro desta concha! Vivendo fora de seu AMOR! Eu estou perdido em algum lugar dentro de meus próprios sonhos, com medo do que a vida realmente significa! Vivendo sem o seu AMOR! Eu preciso de uma luz-guia, para iluminar meus dias mais escuros! Eu era jovem, e o tempo estava do meu lado, mas como um tolo, eu deixei isto escapar! E agora aqueles dias se foram, porque eu estou perdido! Na minha vida eu me senti tão assegurado! Mas oh, como todas as estações mudam e agora eu não estou tão forte! Porque estou perdido, vivendo dentro de mim mesmo! Vivendo dentro deste inferno! Vivendo fora de seu AMOR! Eu estou perdido! Em algum lugar dentro de meus próprios sonhos, fora de seu AMOR!

7 FATOS QUE PROVAM QUE VOCÊ E O COSMOS ESTÃO INTIMAMENTE CONECTADOS

POR ANDRÉ JORGE DE OLIVEIRA

Foto em longa exposição mostra a trajetória de estrelas durante a noite (Foto: flickr/creative commons/ ben a. king)FOTO EM LONGA EXPOSIÇÃO MOSTRA A TRAJETÓRIA DE ESTRELAS DURANTE A NOITE (FOTO: FLICKR/CREATIVE COMMONS/ BEN A. KING)

 

Oque antes pertencia ao domínio da religião e do mito está, cada vez mais, tornando-se consenso na ciência: todas as coisas do Universo estão profundamente relacionadas umas com as outras.

Acredite: conforme os cientistas vão escavando os mistérios da realidade, fica cada vez mais evidente que parece haver uma profunda interdependência entre as coisas. Esta convicção, que já foi muitas vezes trazida à tona pela intuição humana, tem ganhado cada vez mais espaço na comunidade científica.

Existem certos fatos, já familiares à ciência, que podem dar origem a uma espécie de espiritualidade, similar àquela proporcionada pela religião. São descobertas grandiosas que nos recordam que fazemos parte de um grande todo, do qual somos inseparáveis.Elas reforçam a ideia de que a velha distinção homem versus natureza não faz sentido algum.

Separamos sete destes fatos, que têm grande impacto filosófico e podem te fazer olhar de outra forma para a realidade ao seu redor. Confira:

1 – Somos todos poeira das estrelas

A frase, tornada famosa pelo astrônomo Carl Sagan, significa basicamente que todos os elementos que formam os seres humanos, os vegetais, as rochas e tudo o mais que existe no planeta foram formados há bilhões de anos, durante a explosão de estrelas a anos luz de distância daqui. É isso mesmo: elementos pesados como o ferro que corre no nosso sangue, ou o ouro que compõe as nossas jóias, só podem ser sintetizados na natureza em condições extremas de temperatura e pressão – ou seja, quando uma estrela morre e explode violentamente, virando uma supernova. O material formado, então, se espalha pelo espaço interestelar, podendo dar origem a novas estrelas e planetas.

2 – Os átomos do seu corpo já pertenceram a outros seres vivos

A Terra é praticamente um sistema fechado – a matéria que existe aqui não escapa naturalmente para o espaço sideral. Logo, podemos concluir que todos os átomos existentes no planeta estiveram aqui desde o início, e circularam ao longo das eras por incontáveis ciclos químicos e biológicos. Isto quer dizer que os elementos que hoje compõem nossos corpos podem, perfeitamente, ter feito parte de um tiranossauro rex no passado, ou de uma árvore, uma pedra, ou até mesmo de outros seres humanos.

3 – Toda a vida na Terra tem um grau de parentesco

Quando olhamos para a exuberante biosfera que  existe em nosso planeta, é difícil acreditar que, nos primórdios da vida, o único ser se resumia a um organismo unicelular. Ao longo de bilhões de anos de evolução, as espécies foram se diferenciando e se adaptando a diferentes ambientes. Mas, por mais distintas que pareçam, todas têm um grau de parentesco umas com as outras, sem exceção. Todas tiveram um ancestral comum em algum momento.

4 – Quimicamente, animais e plantas se complementam

As árvores são nossas “primas”, e podem ser compreendidas como complexas fábricas naturais que sintetizam o gás carbônico, eliminando o oxigênio. No nosso caso, o processo é reverso – nós respiramos o oxigênio e expelimos gás carbônico. Podemos dizer então que os vegetais e os animais são, evolutivamente falando, perfeitos uns para os outros, e mantém uma relação de interdependência.

5 – Seu corpo é perfeitamente adaptado para viver na Terra

Não apenas o corpo humano, mas todos os seres vivos do planeta, são minuciosamente moldados para sobreviver no ambiente terráqueo. Se vivêssemos em um lugar com maior gravidade, por exemplo, nossos músculos e estrutura óssea teriam de ser bem mais resistentes para aguentar a pressão. O implacável processo de seleção natural se encarrega de escolher as espécies mais aptas à sobrevivência. De certa forma, toda a vida que conhecemos tem a cara da Terra, porque é perfeita para ela.

6 – No nível quântico, não existem objetos sólidos

Quando tocamos em qualquer objeto, sentimos claramente que se trata de algo sólido, palpável. No entanto, a sensação não passa de um engano de nossos sentidos: são apenas as nuvens de elétrons dos átomos de nossa pele interagindo com as nuvens eletrônicas do objeto. O que se pode chamar de sólido é o núcleo dos átomos, mas eles jamais se tocam. Os átomos são compostos quase que inteiramente de vazio.

7 – Partículas subatômicas podem estar conectadas mesmo a milhões de anos luz uma da outra

Não importa que uma das partículas esteja na Via Láctea e a outra na vizinha Andrômeda – se houver entre elas o chamado entrelaçamento quântico, uma é parte indissociável da outra. Elas se influenciam instantaneamente, superando até mesmo a velocidade da luz. Isto é possível pois o princípio sugere que a matéria universal esteja interligada por uma rede de “forças”, sobre a qual pouco conhecemos, que transcende até mesmo nossa concepção de tempo e espaço.

>>>> Quer ver grandes mestres da ciência falando de forma inspirada sobre os mistérios do Universo e compartilhando sua paixão pelo que estudam? Então confira nossa lista de 9 vídeos inspiradores sobre o cosmos.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2014/07/7-fatos-que-provam-que-voce-e-o-cosmos-estao-intimamente-conectados.html

Desireless – Voyage Voyage

Acima dos velhos vulcões, deslizando tuas asas sobre o tapete do vento! Viaje, viaje eternamente das nuvens aos pântanos! Do vento da Espanha à chuva do Equador! Viaje, viaje! Voe até as alturas, acima das capitais, das idéias fatais! Olha o oceano! Viaje, viaje mais longe que a noite e o dia! Viaje no espaço inaudito do AMOR! Viaje, viaje sobre a ÁGUA SAGRADA de um rio indiano! Viaje, viaje e jamais retorne! Sobre o Ganges ou o Amazonas! Entre os negros, entre os chiques, entre os amarelos! Viaje, viaje em todo o reino! Sobre as dunas do Saara, das Ilhas Fidji ao Fujiama! Viaje, viaje! Não pare ACIMA DAS CERCAS dos corações bombardeados! Olha o oceano!

CAPITALISMO OU SOCIALISMO? SOLUÇÃO APONTADA POR UM PAPA

Nenhuma das duas ideologias, sozinha, resolve o problema central da exclusão humana

No início do filme “Coração Valente”, Mel Gibson diz que “a históriaé escrita por aqueles que enforcaram os heróis”. Will Durant, no primeiro dos 11 volumes da sua “Story of Civilization” [História da Civilização], observa que “a maior parte da história é adivinhação e o resto é preconceito”. O escritor Mark Twain endossa esta visão, dizendo que “a própria tinta com que toda a história é escrita é puro preconceito líquido”. E Voltaire declarava que os historiadores eram apenas “fofoqueiros que provocam os mortos”.

Todos nós já ouvimos dizer que “a história é escrita pelos vencedores” e desconfiamos (ou deveríamos desconfiar) que os vencedores contam a sua própria versão dos fatos.

O que nem sempre admitimos é que isto não é diferente quando se narra a história do capitalismo e do socialismo.

Comecemos pelo relato que o capitalismo contaria sobre si próprio:

“O capitalismo é o herói da civilização. É a melhor teoria econômica já inventada, responsável pela era da tecnologia e por um grau sem precedentes de bem-estar, liberdade e conforto. O capitalismo tornou a vida melhor em todos os lugares. No entanto, apareceu um propagandista radical chamado Karl Marx. Ele era um idealista utópico, semeador da discórdia, que procurava acabar com apropriedade privada por meio do controle estatal dos meios de produção. Felizmente, Marx foi derrotado pelo próprio sucesso: as nações que acolheram a sua ideologia se tornaram exemplos assustadores de fracasso para o resto do mundo, provando, de uma vez por todas, que o capitalismo é O Caminho”.

 

Na vida real, se o capitalismo não estivesse deixando muita gente gravemente insatisfeita com as próprias condições desumanas de sobrevivência, as ideias socialistas não teriam germinado. Ninguém lutaria honestamente contra a propriedade privada se já não possuísse propriedade alguma. O capitalismo trouxe muitos progressos, mas, ao mesmo tempo, condenou a maior parte da humanidade ao papel de empregados em troca de tostões.

A denúncia de Karl Marx, portanto, fazia sentido e tinha ressonância na experiência real de boa parte da população que não colhia os frutos do próprio esforço. Este cenário continua existindo. O mal óbvio do capitalismo, que é a alienação da propriedade, precisa de cura. Entretanto, a cura proposta por Marx é ainda pior do que a doença.

Foi isto o que o papa Leão XIII observou.

Em maio de 1891, ele publicou a histórica encíclica “Rerum Novarum”, condenando firmemente tanto o capitalismo quanto o socialismo e procurando lançar luz sobre os erros que ambos cometiam no tocante à ideia de propriedade privada.

Primeiro, o papa notou as tristes condições causadas pelocapitalismo desenfreado:

“A contratação de mão de obra e a condução do comércio estão concentradas na mão de relativamente poucos; deste modo, um número pequeno de homens muito ricos pode impor à massas dos trabalhadores pobres um jugo que é pouca coisa melhor que o da própria escravidão”.

A seguir, ele rejeitou também a solução marxista:

“Para remediar esses erros, os socialistas exploram a inveja que o pobre tem do rico e se esforçam para acabar com a propriedade privada, afirmando que as posses individuais devem tornar-se propriedade comum de todos. Mas as suas afirmações são tão claramente impotentes para acabar com a controvérsia que, com elas, o trabalhador seria o primeiro a sofrer”.

Por quê? Porque o capitalismo tinha concentrado a riqueza em grau extremo. O socialismo completaria o desastre, transferindo a propriedade, já concentrada, para um único “dono”: o Estado.

Leão XIII argumentou numa direção oposta a ambos: na direção da propriedade real para o trabalhador e para a sua família:

“A propriedade privada deve ser considerada sagrada e inviolável. A lei, portanto, deve favorecer a propriedade e adotar como política a de levar o maior número possível de pessoas a se tornaremproprietárias“.

Nos dias de hoje, a concentração da propriedade fora das mãos das famílias é um perigo mais claramente percebido, assim como a constatação de que o capitalismo provoca exatamente o mesmo problema. Ainda assim, continua havendo grande polarização entre as duas ideologias, com uma fechando os olhos para o que pode haver de bom na outra e para o que há de ruim nela mesma.

O papa Francisco, seguindo a perspectiva de Leão XIII e dos demais pontífices que o sucederam, volta a propor que o centro do diálogo social seja ocupado pela dignidade da pessoa humana. Em meio à briga tantas vezes rancorosa entre as teorias, é sempre a dignidade da pessoa humana que acaba sendo atropelada na prática.

(A partir de textos de Daniel Schwindt)

Fonte: http://www.aleteia.org/pt/sociedade/artigo/capitalismo-ou-socialismo-leao-xiii-aponta-a-solucao-para-esta-briga-interminavel-5823217058971648

http://www.aleteia.org/pt/sociedade/artigo/capitalismo-ou-socialismo-leao-xiii-aponta-a-solucao-para-esta-briga-interminavel-5823217058971648?page=2

JUST ONCE – James Ingram

Fiz o meu melhor, mas acho que o meu melhor não foi bom o suficiente! Porque aqui estamos de volta onde estávamos antes! Parece que nada muda! Voltamos a ser estranhos! Nos perguntando se devemos ficar ou ir embora! Só uma vez! Não pode descobrir o que nós vamos continuar fazendo errado? Porque nós nunca duramos muito tempo? O que estamos fazendo errado. Apenas uma vez! Não pode encontrar uma maneira de torná-la finalmente direito? Para fazer a mágica durar por mais do que apenas uma noite? Se pudéssemos nos chegar a ELE! Eu sei que poderia rompe-lo. Ohh Ohhh!! Eu dei meu coração! Mas acho que meu coração pode ter sido muito! Porque Deus sabe não estamos indo a nenhum lugar! Parece que estamos sempre soprando! Nós não temos uma oração …. Só uma vez! Não pode descobrir o que nós vamos continuar fazendo errado? Por isso que os bons tempos nunca duram por muito tempo! Onde estamos indo errado? Apenas uma vez … Não pode encontrar uma maneira de torná-la finalmente direito? Para fazer a mágica durar por mais do que apenas uma noite! Eu sei que ele poderia romper! Se pudéssemos nos chegar a ELE!

Lugar ao Sol – Charlie Brown Jr

Que bom viver, como é bom sonhar
E o que ficou pra trás passou e eu não me importei
Foi até melhor, tive que pensar em algo novo que fizesse sentido

Ainda vejo o mundo com os olhos de criança
Que só quer brincar e não tanta responsa
Mas a vida cobra sério e realmente não dá pra fugir

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

Um dia eu espero te reencontrar numa bem melhor
Cada um tem seu caminho, eu sei foi até melhor
Irmãos do mesmo Cristo, eu quero e não desisto

Caro pai, como é bom ter por que se orgulhar
A vida pode passar, não estou sozinho
Eu sei se eu tiver fé eu volto até a sonhar

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

O amor é assim, é a paz de Deus em sua casa
O amor é assim, é a paz de Deus que nunca acaba

O amor é assim, é a paz de Deus em sua casa
O amor é assim, é a paz de Deus… que nunca acaba

Nossas vidas, nossos sonhos têm o mesmo valor
Nossas vidas, nossos sonhos têm o mesmo valor
Eu vou com você pra onde você for

Eu descobri que é azul a cor da parede da casa de Deus
E não há mais ninguém como você e eu

 

ERA DE AQUÁRIO: DESMISTIFICANDO FANTASIAS

Aquário de cristal líquido

2009 foi um ano muito importante para mim, então resolvi publicar esse estudo aqui no blog para você fazer sua meditação e tirar suas conclusões. Sobre ERA DE AQUÁRIO ou NOVA ERA, digo apenas que o que marca o início de uma era é aquilo que acontece dentro de você TODOS OS DIAS!! Tenha paz, harmonia, compreensão, simpatia e confiança!! Tudo isso já está dentro de você!! Elimine as falsidades e zombarias, deixando que o AMOR guie sua mente!! Liberte-se de tudo que causa ódio!! Veja o estudo abaixo:

Era de Aquário: desmistificando fantasias

Desmistificando ‘certezas’ que não passavam de intuições

Além do movimento de rotação da Terra em torno de seu eixo, há também outro, que envolve uma lenta mudança deste próprio eixo, e a este chamamos precessão dos equinócios. Por conta desse deslocamento, a posição do Sol na eclíptica se modifica vagarosamente, mudando o fundo aparente das estrelas ditas “fixas”. Um observador atento notará que, ano após ano, o Sol cruza o equador no início de cada equinócio sempre um pouco antes do ponto cruzado anteriormente. Aproximadamente a cada 72 anos, os equinócios caminham um grau para trás, o que incorre na duração de cerca de 2.156 anos para cada era astrológica, e um ano sideral de 25.868 anos terrestres (quando todo o zodíaco é percorrido). Cálculos variados localizam a Era de Aquário como tendo início por volta do ano de 2600. Há algumas divergências quanto a isso. Max Heindel, por exemplo, aponta o ano de 2654 como início da nova era, enquanto que Shepherd Simpson, o ano de 2680. Divergências acerca da exatidão à parte, o importante aqui é compreender o que caracteriza a mudança de uma era para a outra: a precessão dos equinócios.

Nos anos 60, pouco antes da estréia do famoso musical Hair, no qual foi lançada a conhecida canção Let the sunshine in – mais conhecida como Aquarius, por conta de seu refrão -, ocorreu um acúmulo planetário – stellium – no 11º signo zodiacal. Nos dias quatro e 5 de fevereiro de 1962, praticamente todos os planetas tradicionais da astrologia no céu visível se encontravam alinhados no signo de aquário. Na ocasião, diversas reportagens e astrólogos anunciavam que este seria o sinal para o início da Era de Aquário. Investigações em bibliotecas públicas poderão comprovar o que digo: muitos astrólogos de todas as partes do mundo anunciavam o dia quatro de fevereiro de 1962 como sendo o início da tão esperada nova era, considerada a promessa de um período de paz, harmonia e fraternidade entre os povos.

Há dois pontos importantes a serem considerados: primeiramente, não obstante o fato de que o aglomerado planetário de 1962 tenha sido realmente impressionante, o que marca o início de uma era não é um aglomerado num signo, e sim a precessão equinocial. É tecnicamente incorreto atribuir o início da nova era ao dia quatro de fevereiro de 1962. Em segundo lugar, o acúmulo astrológico em aquário foi seguido pelos mesmos tradicionais conflitos, guerras, manifestações de intolerância e todas as coisas que ainda fazem parte da natureza humana. Em 17 de outubro de 1967, anos após o impressionante aglomerado aquariano, foi lançado o musical Hair, cuja música-tema canta (traduzindo para o português):

“Quando a Lua estiver na sétima casa
E Júpiter se alinhar com Marte
Então a paz guiará os planetas
E o amor dirigirá as estrelas
Este é o começo da Era de Aquário (…)”

A música em questão não está tecnicamente correta, já que, conforme explicado, o início da Era de Aquário não tem absolutamente nada a ver com Marte alinhado com Júpiter ou com a Lua na casa sete. Entretanto, a música não tem nenhuma obrigação de estar tecnicamente correta. Vale aqui recordar a controvérsia envolvendo o filme O Signo da Cidade, no ano passado: a arte não tem que corresponder a uma verdade técnica. Se a música expressasse que a Era de Aquário começaria com Plutão na casa 13 ou com a Lua retrógrada, isso seria licença poética, a prioridade é a rima, a estética, e não a verdade técnica. O problema começa quando queremos de qualquer jeito encaixar a arte na verdade técnica ou a verdade técnica na arte. Vale também salientar que a música em momento algum diz que o alinhamento de Marte com Júpiter deve ser no signo de Aquário. Ela fala de alinhamento de Marte com Júpiter puro e simples, coisa que acontece com grande regularidade. A Lua na casa sete, por sua vez, é um evento diário. A propósito, a Lua sempre estará na casa sete em algum ponto do planeta Terra.

Nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro, vivemos um alinhamento envolvendo os planetas Marte e Júpiter no signo de aquário, numa conjunção muito próxima. O nodo lunar norte e quíron também estiveram envolvidos nessa configuração. Mercúrio se aproximou de Marte e Júpiter por conjunção aplicativa. Netuno, apesar de estar em aquário, está muito distante do que seria aceitável para uma conjunção. Alguns astrólogos salientaram a importância deste dia como sendo favorável para meditações concernentes à paz mundial, à fraternidade entre os povos e outras coisas que fazem parte do ideal aquariano. Outros (poucos) apontam para esta data como sendo o início da Era de Aquário, usando como argumento o fato de a configuração astrológica desse dia ser a cantada pela música Let the sunshine in. No tocante à possibilidade de meditarmos e fazermos mentalizações pela paz mundial, não há nenhuma incorreção técnica neste clamor. Particularmente, creio que todos os dias são dias em que este tipo de bom desejo pode ser emitido, mas esbarramos aí com a crença de cada um, que não tem nada a ver com tecnicidades astrológicas.

Entretanto, se o astrólogo acredita que o dia 14 de fevereiro de 2009 assinalou o início da nova era, ele está tão errado quanto estiveram aqueles que, em 1962, diante de um aglomerado astral muito mais impressionante do que o que vimos no dia 14, afirmaram a mesma coisa. O que poderia ser comemorado no dia 14 de fevereiro seria tão somente a conjunção de Marte com Júpiter, e não o início da era aquariana. Vale destacar que nos encontramos num período de transição, em que a Era de Peixes manifesta seus derradeiros estertores e a Era de Aquário já mostra seus primeiros sinais. Apesar de a nova era só se iniciar por volta do ano 2600, é perfeitamente possível vislumbrarmos suas características desde já. Por fim, como ponto de reflexão possível, vale questionar se a Era de Aquário é o que imaginamos que seja. Muitos a idealizam, apostando nela como sendo um período de paz, amor e harmonia universais. Na prática, entretanto, uma era astrológica não é melhor do que a outra, é apenas diferente, com novas virtudes e novos problemas. As dificuldades possíveis que podemos ter de enfrentar é assunto para muitas discussões.

Fonte: http://www.ufo.com.br/noticias/era-de-aquario-desmistificando-fantasias

I SAY A LITTLE PRAYER – ARETHA FRANKLIN – 1970

Eu faço uma pequena oração! Pra sempre e sempre, você ficará no meu coração! E eu eu te amarei! Para sempre e sempre, nós nunca nos separaremos! Oh, como eu te amarei! Juntos, pra sempre, é como tem que ser! Viver sem você só partiria meu coração! Acredite em mim! Por favor me ame também! Atenda às minhas preces, diga que você me ama também! Por que você não respondeu à minha oração?

LINGER – The Cranberries

Tenho certeza de que não estou sendo rude, mas é apenas sua atitude! Está acabando comigo! Está arruinando tudo! Você estava mentindo o tempo todo? Foi só um jogo para você? Você tem que deixar isso se prolongar? Se você pudesse sobreviver tentando não mentir! As coisas não seriam tão confusas! Você tem que deixar isso se prolongar?

Every Breath You Take – The Police

Cada vez que você respira! A cada suspiro que você der! Cada movimento que você faz! A cada elo que você quebrar! A cada passo que você der! Eu estarei observando você! A cada dia! A cada palavra que você falar! A cada jogo que você jogar! A cada noite que você ficar! Eu estarei observando você! Oh, você não vê! Que você pertence a mim? Como meu pobre coração dói! A cada passo seu! Cada movimento que você faz! A cada promessa que você quebrar! A cada sorriso que você fingir! A cada pedido que você fizer! Eu estarei observando você!

CLIMAX – USHER

O amor é a luva que continua reformulando! Onde você está agora, quando preciso de você por perto? Estou ajoelhado, mas parece que nós estamos indo pra lugar nenhum rapidamente, criamos essa bagunça com o que costumava ser amor! Então, por que me importo, se é que me importa afinal?

PAPA DIZ QUE HÁ POUCO TEMPO PARA ENFRENTAR ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

(Lusa)
“As consequências das alterações climáticas, que já se sentem de forma dramática em muitos países, sobretudo nos Estados insulares do Pacífico, lembram-nos da gravidade da incúria e da inação: o tempo para encontrar soluções globais está a esgotar-se”, alerta Francisco, num texto endereçado ao ministro do Ambiente do Peru, Manuel Pulga Vidal. Saiba mais no link abaixo:
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/vaticano/vaticano-papa-diz-que-ha-pouco-tempo-para-enfrentar-alteracoes-climaticas/

 

BICHOS ESCROTOS – TITÃS – AO VIVO

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos escrotos
Venham enfeitar
Meu lar
Meu jantar
Meu nobre paladar!

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos!
Baratas!
Ratos!
Cidadão civilizado!
Pulgas!
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos escrotos
Venham enfeitar
Meu lar
Meu jantar
Meu nobre paladar!

MEUS PENSAMENTOS’

FORTALECENDO-OS-SEUS-PENSAMENTOS
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Não perca nenhuma inspiração! Aproveite todos os estímulos, bons sonhos, tenha as melhores atitudes e tome as melhores decisões.

Orlando Oráculo

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Não molde-se ao mundo, molde-se ao ESPÍRITO de DEUS, que habita em você e ELE te elevará ao mais alto céu! Creia nisso!

Orlando Oráculo

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O criador do universo tem morada eterna em nossos corações, todos precisam saber disso e em qualquer local que estiverem!!

Orlando Oráculo

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O CRIADOR DO UNIVERSO ESTÁ CONTIGO!! AÍ DENTRO DO SEU CORAÇÃO E CHEIO DE AMOR PARA SEGURAR SEU MUNDO!!

Orlando Oráculo

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Cada um é aquilo que pensa ser!

Orlando Oráculo

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Acabei de beber uma latinha de veneno! Agora preciso beber muita água!

Orlando Oráculo

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Ciúmes é uma doença que precisa ser eliminada! Acredito que DEUS não seja ciumento, pois não podemos ter DEUS somente para satisfazer nossos desejos, mas sim o desejo de todos que tenham o amor de DEUS em seus corações. Ciúmes provoca medo e precisamos eliminar todo o medo.

Orlando Oráculo

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Sabe aquela pessoa que você pensa que é uma cobra? Aquela mesmo, que talvez você não conversa com ela, muito menos ela com você! Ela pode te amar profundamente e estar apenas querendo o seu bem!

Orlando Oráculo

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A pessoa que pensa que DEUS não está falando mais com ela, fale comigo e eu explico o que está acontecendo!

Orlando Oráculo

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Cuide desde já dos seus pensamentos, pois um dia você pode perder o controle de sua mente e todos saberão tudo que passa e passava por ela.

Orlando Oráculo

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Inferno, céu e paraíso! Onde ficam? Guerras interiores!

Orlando Oráculo

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Estou do lado daqueles que não amam ao dinheiro, há alguns grupos por aqui que não consigo descobrir o que amam e o que ocupa o primeiro lugar em seus corações, aí complica demais o nosso relacionamento!

Orlando Oráculo

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Antes que alguém pergunte qual o nome do meu mestre preferido, no momento só posso falar que ele é criador do universo! Não posso falar mais nada para não causar, ciúmes, discussões desnecessárias, partidárias e nenhum tipo de guerra! Trabalhamos pelo fim das guerras!!!

Orlando Oráculo

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Há pessoas que conseguem dominar a língua ou o que falam para evitar atritos, agora imagine-se dominando seus pensamentos de maneira parecida, não haverá atritos nem em seu interior.

Orlando Oráculo

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Ninguém tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo ou aquele que eu decidir que pode. Eu sou o que sou e serei o que serei conforme minhas decisões.

Orlando Oráculo

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Sinto que não fomos criados para o cemitério e sonho em não precisar passar por essa fase dessa vida. Sonho em não morrer, mesmo sabendo que isso pode acontecer a qualquer instante, mas se acontecer, sinto que não fui criado para morar no cemitério e penso que alguém vai me tirar de lá!

Orlando Oráculo

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A falsidade é tudo! Tudo de ruim que existe nesse sistema em que vivemos!

Orlando Oráculo

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Raso de mente e simplista de pensamento, ser ou não ser?

Orlando Oráculo

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Se for para fazer aqueles que não aceitam as diferenças de crenças, nacionalidades ou tradições tropeçarem, é melhor permanecer anônimo em relação a isso, dar apenas bons exemplos, para que tenham algum resultado na vida dessas pessoas e esperar que lá na frente elas aprendam a respeitar as diferenças!

Orlando Oráculo

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Muitas e muitas pessoas comuns se comportam pior do que os praticantes aplicados da politicagem!

Orlando Oráculo

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Unidade e igualdade, será que são as mesmas coisas? Se você tivesse que escolher apenas uma, qual seria mais importante?

Orlando Oráculo

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É o corrupto brigando com o corrompido! E a gente só assistindo!

Orlando Oráculo

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Alienação, nome que as pessoas inventaram para chamar todo aquele que tem uma opinião diferente, para não precisar conhecê-la e não conversar mais sobre o assunto! Mas quem será o verdadeiro alienado?

Orlando Oráculo

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Quem tem fé não fica pedindo coragem a todo momento, quem tem fé simplesmente vive, vive tomando atitudes conscientes e com certeza de que lá na frente vai dar tudo certo!

Orlando Oráculo

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Quem pensa muda a todo instante, pode ser para fazer coisas novas ou aquilo que você disse que nunca mais faria. O importante é pensar com amor e caridade.

Orlando Oráculo

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É possível que ainda hoje, Jeová use pessoas movidas pelo espírito santo. As coisas são conhecidas parcialmente e o propósito ainda não está completo para nossas vidas. Uma das maneiras de sabermos se estamos sendo movidos pelo espírito santo, é fazendo todas as coisas com amor e caridade, acreditando que aquilo que você pensa em praticar é possível de realizar-se.

Orlando Oráculo

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Se você pensa que com seu cargo e com sua profissão as coisas estão indo muito bem, então continue aí levando a vida sossegado!

Orlando Oráculo

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Pensar ou ser doutrinado? Eis uma questão que serve para tudo aquilo que lemos, assistimos e ouvimos! O que você pensa sobre o assunto?

Orlando Oráculo

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Em atitudes de amor agimos mais rápido do que qualquer coisa que já vimos, as mães entendem.

Orlando Oráculo

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Eu acredito no que tenho que fazer.

Orlando Oráculo

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O propósito da vida é viver.

Orlando Oráculo

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A mudança é um jogo que sempre será perigoso e é você que precisa decidir.

Orlando Oráculo

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 Se antes de fazer algo você pára e pensa se é certo ou errado, você ainda pode saber o que são valores morais.

Orlando Oráculo

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Você que ainda é novo, não seja infectado pelo sistema. Você que não é mais novo, veja até que ponto você está infectado e procure desinfectar-se!

Orlando Oráculo

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Deixe as promessas para aqueles que seguem tradições religiosas, para os escoteiros ou para qualquer outro que você sabe que também gosta de fazer promessas!

Orlando Oráculo

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É melhor tomar uma decisão equivocada do que nenhuma decisão, na dúvida decida-se e diga não! Se a oportunidade era boa, talvez ela bata em sua porta novamente de outra maneira e você terá uma segunda chance para decidir-se, dizendo sim!

Orlando Oráculo

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Não queremos cargos, queremos saúde e educação!

Orlando Oráculo

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A glória é de Deus, mas o dinheiro pode deixar com eles mesmos!

Orlando Oráculo

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Oração é um negócio muito bonito, tenho certeza que faz muito bem para aquela pessoa que faz com fé e dá resultados surpreendentes, é por isso que oro quando acho que é preciso, mas penso que há casos em que é necessário atitudes concretas para solucionar problemas! Precisamos de atitudes sólidas e perceptíveis aos sentidos!

Orlando Oráculo

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Quer serotonina e endorfina na veia? Ajude, faça o bem e ame as pessoas!

Orlando Oráculo

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O sistema de dominação existente nesse planeta é perfeito, mas em breve ele vai começar a falhar!

Orlando Oráculo

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Uma pessoa sábia é pacífica, cheia de misericórdia, de bons frutos e pronta para obedecer àquilo que for sem parcialidade e sem hipocrisia.

Orlando Oráculo

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O que falta é união por parte dos moradores e dos políticos! Se as pessoas fossem conscientizadas a participarem das discussões e decidirem o que fazer em alguns problemas, talvez nem precisaríamos ir atrás do governo para resolvê-los, mas sim para pedir redução nos impostos ou para dizer onde queremos que sejam usados!

Orlando Oráculo

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O amor vence tudo e é ele que vai surpreender muita gente!! Lá na frente eu vou ver gente falando assim: “Você não era gay? O que está fazendo aí e eu aqui?” Daí ele vai responder assim: “Sim, mas o amigo que me trouxe aqui ensinava sobre amor e eu entendi, mas você pensava que ele ensinava sobre ódio e não entendeu!

Orlando Oráculo

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Quem confiar no dinheiro ficará profundamente desapontado!

Orlando Oráculo

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Quando eu era mais novo, tratava mulher como se fosse sagrada e continuo pensando que isso não é errado!

Orlando Oráculo

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Com a tecnologia que temos hoje em dia, podemos ficar anônimos aos olhos da maioria e, com ALGUMAS pessoas melhorar o mundo de dentro do nosso quarto, sentado na nossa cama, debaixo da nossa coberta ou encostadinho tranquilo no nosso travesseiro

Orlando Oráculo

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Melhor não assemelhar-se aos que praticam males, pois um dia todos serão destruídos ou se destruirão!

Orlando Oráculo

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A vontade de Jeová para nossas vidas é perfeita e agradável, como a que ele tem para o reino dele. Muitas coisas que acontecem nesse mundo não estão de acordo com a vontade de Jeová, não diga em tudo que acontece em sua vida ou na vida de seus queridos que foi vontade dele.

Orlando Oráculo

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Não dá mais para fazer reuniões para resolver problemas, existem coisas que precisam ser resolvidas em tempo real! Os governantes precisam saber disso!

Orlando Oráculo

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Quando os meios de comunicação pararem de ser gananciosos, não se venderem por dinheiro e informarem honestamente. Quando os governantes também não se venderem por dinheiro e trabalharem honestamente, nosso país será melhor. São coisas que penso ser muito difíceis de acontecer, mas não são impossíveis!

Orlando Oráculo

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Pelo jeito que as coisas estão neste mundo, se eu morrer vou levar todos os meus segredos comigo!

Orlando Oráculo

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O problema de conversar com pessoas ignorantes é que geralmente elas não dão espaço para você dizer uma palavra.

Orlando Oráculo

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Uns querem respeito, outros não querem o preconceito!! Que tal todos praticarmos as duas coisas? Aí não haverá mais problemas!

Orlando Oráculo

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CRISTIANISMO SEM RELIGIÃO

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MULHER

LIBERTE-SE DO MEDO E SAIA DA MATRIX!

PREPARE-SE PARA APRENDER A VIVER EM COLETIVOS

SOBRE ANIMAIS

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NUNCA, NUNCA, NUNCA VEJA PORNOGRAFIA

PROTETORES DE ANIMAIS DO CAMPO GRANDE – CAMPINAS

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CUIDE DESDE JÁ DE SUA MENTE

“QUAL A TUA OBRA”

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CADA UM É AQUILO QUE PENSA SER – https://www.facebook.com/orlandotandrade/posts/779406792107294?pnref=story

OLAVO DE CARVALHO, OFERTAS E COMUNISMO

‘RELÓGIO DO APOCALIPSE’ É ADIANTADO PARA 23h57m E HUMANIDADE FICA MAIS PERTO DA EXTINÇÃO

Você acredita nisso? Somos uns privilegiados! A nossa espécie já existe há tantos milhares de anos e nós é que fomos os sortudos selecionados para assistir à festa de fim de ano(s)!

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HORTA COMUNITÁRIA: CONHEÇA O BAIRRO SUÍÇO NO QUAL CADA MORADOR PLANTA UM ALIMENTO E COMPARTILHA COM OS DEMAIS

por Redação Hypeness

Já pensou em poder colher diariamente alimentos orgânicos sem ter que comprá-los no mercado? Pois é, os moradores da Avenida Crozet, em Genebra, na Suíça, têm esse privilégio. Transformaram seus jardins em verdadeiras hortas comunitárias. A lei é a seguinte: cada um planta um tipo de alimento em seu quintal e depois pode colher outra variedade de alimento dos vizinhos. Assim, os habitantes consomem produtos orgânicos frescos à base de trocas e aumentam o senso de comunidade.

A ideia surgiu de um antigo conceito criado por Moritz Schreber no século XIX. No ano de 1864,  as pessoas começaram a utilizar espaços externos de suas casas para cultivar seus próprios alimentos. Logo, países como Áustria e Suíça aderiram à ideia. Hoje, o bairro da Avenida Crozet é conhecido pela sua enorme horta comunitária e virou modelo de consumo sustentável para todos nós.

Através do Google Maps, é possível ver a estrutura bem organizada criada pelos moradores:

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mapa-suica-okFotos © GoogleMaps

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Foto via natvegi

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Foto via MontedoLaranjal

 Fonte: http://www.hypeness.com.br/2015/01/moradores/

 

John Legend – Ordinary People

Sei que me portei mal! E nós ainda temos oportunidade de crescer! E apesar de que o amor às vezes machuque, eu ainda coloco você em primeiro lugar! E nós faremos com que dê certo! Somos apenas pessoas comuns, não sabemos que caminho tomar, pois somos apenas pessoas comuns! Talvez devêssemos ir com calma! Dessa vez iremos com calma! Ir com calma! Às vezes é o paraíso na terra! Talvez a gente viva e aprenda! Talvez você fique, talvez vá embora! Talvez você retorne! Talvez devêssemos ir com calma! Ir com calma! Dessa vez iremos com calma!

TERRA EM TRANSE: 9 ALERTAS INQUIETANTES DO IPCC PARA O MUNDO

Relatório do IPCC que é sempre uma versão politizada para não cardíacos

Alguns cientistas já dizem que o pior está por vir. Nós já vivemos o pior que poderíamos em nossa geração. E nossos filhos e nossos netos enfrentarão, se nada for feito até lá o o que de pior poderão viver no seu tempo.

CLIQUE AQUI para ver a matéria completa em exame.abril.com

Black Eyed Peas ft. Sting – Union

Comecemos a união! Um por todos, Um por todos! E todos e todos por um! Imagine se qualquer profeta estivesse vivo em nossos dias, entre você e eu. Você acha que eles teriam a mesma opinião que você e eu temos. Perceba que você não pode mudar o mundo sozinho e entenda que nós somos iguais. Assim quando eu contar até três vamos mudar. Não é tempo de buscar grandes filosofias! Eu raramente deixo minha mente ser levada pela maré. Eu mudaria o mundo se eu pudesse mudar minha mente, se eu pudesse viver além de meus medos. Todos nós na verdade nos afastamos, no meio de toda esta situação negativa, dividido por convicções, religião e lugares diferentes. Porque nós não entendemos o ponto de nossa missão? Escute, eu sei que é realmente difícil fazer mudanças, porém dois de nós poderiam reorganizar esta praga, salvar a próxima geração. Reúna-se como um! Isto exige um, só um e então um segue o outro. E então outro segue outro! Na próxima vez você saberá que conseguiu um bilhão! Pessoas que fazem coisas maravilhosas! Pessoas que fazem coisas poderosas! Mudemos e façamos algo poderoso! 1,2,3!

 

NORUEGA USA PRINCÍPIO DA RECIPROCIDADE COM ISLAMISMO DA ARÁBIA SAUDITA E PROÍBE DOAÇOES PARA CONSTRUÇÃO DE MESQUITAS

Uma decisão polêmica e ousada tomada pelo governo da Noruega proibiu o governo da Arábia Saudita de financiar a construção de mesquitas em território norueguês. A justificativa foi simples: os sauditas não permitem a construção de igrejas em seu país.

O princípio da reciprocidade foi aplicado sob o viés da liberdade religiosa, e o representante do governo da Noruega, Jonas Gahr Stor, que é ministro dos Negócios Estrangeiros, disse que os repasses de doações para construção de mesquitas estavam proibidos.

O islamismo vem sendo difundido na Europa, e uma das frentes de crescimento é a construção de mesquitas, a partir de doações milionárias de muçulmanos dos países do Oriente Médio. Na Noruega, o governo da Arábia Saudita teria feito donativos vultosos para a construção de templos, segundo informações do Jornal Q.

Ao averiguar que as autoridades sauditas não autorizam a construção de igrejas e impõem dificuldades e restrições ao evangelismo em seu território, os noruegueses aplicaram o mesmo tratamento.

“Seria um paradoxo anti-natural aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa. A aceitação desse dinheiro seria um contrassenso”, disse Stor, referindo-se à proibição de construção de igrejas de outras religiões existentes na legislação saudita.

A medida, no entanto, permite que as comunidades religiosas recebam ajuda financeira para se manter. Jonas Gahr Stor afirmou que o assunto será tratado no Conselho da Europa, e defenderá a postura tomada pela Noruega.

O islamismo é a religião que mais cresce na Europa, tendo na França o principal foco de difusão da mensagem muçulmana. Nos países do Oriente Médio, a perseguição religiosa contra cristãos é intensa. Grupos extremistas, como o Estado Islâmico, falam abertamente em erradicar o cristianismo destes países, e entre os mais ousados, há os que defendam a ideia de “invadir” o ocidente e impor a religião seguida por eles.

Fonte: noticias.gospelmais.com.br/noruega-proibe-doacoes-construcao-mesquitas-72642.html

“ÊXODO, DEUSES E REIS” É PROIBIDO NO EGITO

O novo filme do diretor Ridley Scott foi também retirado de várias salas de cinema no Marrocos.

Na esteira da polêmica em torno do cancelamento e posterior exibição de A Entrevista nos cinemas norte-americanos, devido aos ataques hacker sofridos pela Sony nas últimas semanas, outro filme tem enfrentado dificuldades de exibição. Êxodo: Deuses e Reis foi proibido no Egito e teve várias de suas sessões canceladas no Marrocos.

O motivo da proibição no Egito é que, de acordo com a censura local, o novo filme dirigido por Ridley Scott traria uma “visão distorcida” em torno da vida de Moisés. Abdel Sattar Fathi, chefe da censura egípcia, lamentou que o filme mostre que “os judeus estiveram envolvidos na construção da pirâmide de Ghiza como povo eleito por Deus” e que passe a impressão de que os egípcios teriam torturado os judeus. Além disto, Êxodo teria manipulado os ensinamentos do Alcorão, o livro sagrado do islã.

Outro país onde Êxodo: Deuses e Reis tem enfrentado problemas é no Marrocos. Apesar de não ter ocorrido uma proibição oficial do governo, o longa-metragem teve várias de suas sessões repentinamente canceladas. Ainda não houve um posicionamento oficial nem dos exibidores locais nem do Centro Cinematográfico Marroquino sobre o assunto.

No Brasil, Êxodo: Deuses e Reis está em cartaz desde ontem, após atrair pouco mais de 150 mil espectadores nas pré-estreias realizadas na semana passada. Confira a crítica do AdoroCinema sobre o filme.

Fonte: www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-110991/

NASA DESTACA POSSIBILIDADE DE COLAPSO DA CIVILIZAÇÃO

Com o padrão de consumo atual e a desigualdade social, a Terra vai esquentar (Foto: Wikimedia Commons)COM O PADRÃO DE CONSUMO ATUAL E A DESIGUALDADE SOCIAL, A TERRA VAI ESQUENTAR (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

Um estudo encomendado pela NASA e divulgado essa semana destaca a possibilidade de que, nas próximas décadas, a humanidade entre em colapso. A exploração insustentável de recursos naturais e o aumento da desigualdade na distribuição de renda seriam as principais causas.

O estudo, conduzido pelo Centro Nacional de Síntese Sócio-Ambiental, um orgão parceiro da Fundação Nacional de Ciências Norte-Americana, destacou que testemunhamos vários exemplos civilizações com níveis de desenvolvimento complexos entrarem em colapso ao longo da história. “A queda do Império Romano (…), bem como de vários Impérios Mesopotâmicos avançados, confirmam o fato de que civilizações sofisticadas, complexas e criativas podem também ser frágeis e impermanentes”, diz a pesquisa.

Superpopulação, clima, água, agricultura e energia são, de acordo com o estudo, os fatores mais importantes relacionados a um possível declínio da humanidade e que podem, inclusive, ajudar a avaliar o risco desse colapso. A desigualdade social também contribui para o colapso, dizem os cientistas responsáveis pela pesquisa, porque hoje em dia, altos níveis de desigualdade social estão ligados a um consumo excessivo de recursos.

A conclusão do relatório é que, em uma situação que reflita a realidade do mundo hoje, (…), “achamos que será difícil evitar um colapso”. Os cenários possíveis preveem um alto consumo de recursos por parte das elites, o que acaba privando as outras classes sociais desses recursos – e como são as classes sociais abaixo da elite as responsáveis por produzir a riqueza consumida pela elite, sem ela, toda a sociedade entraria em declínio.

A tecnologia pode nos salvar?

Apesar de a tecnologia ter o potencial economizar recursos naturais ao aumentar sua eficiência, ela também aumenta a velocidade com que esses recursos são extraídos e o consumo de recursos per capita. Ou seja: no fim das contas, o aumento da eficiência dos recursos extraídos acaba ficando no zero a zero, já que a gente consome mais por ter mais acesso aos produtos industrializados que são resultados dos recursos.

As soluções apontadas pelo estudo são a redução da desigualdade econômica, pra garantir uma distribuição de recursos mais justa, e a diminuição drástica do consumo de recursos e também do crescimento populacional.

O relatório não prevê a situação para datas específicas mas fala em ‘próximas décadas’. Outros estudos que analisam a insustentabilidade do modelo tradicional de sociedade ocidental e a possibilidade de colapso falam em 15 a 20 anos, mas essa é considerada uma estimativa pessimista. Cedo ou tarde, todos esses relatórios costumam concordar que melhorar a distribuição de renda e reduzir drasticamente o consumo de recursos é a única maneira de impedir o colapso do modelo socioeconômico ocidental.

Via The Guardian

Fonte: revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2014/03/nasa-destaca-possibilidade-de-colapso-da-civilizacao.html

UM DE NÓS – JOAN OSBORNE

Oh, uma noites destas, por volta de meia noite
Esta terra inteira vai se recolher e chacoalhar
Os santos vão tremer e chorar de dor
Pois o senhor vai chegar em seu avião celestial

Se Deus tivesse um nome, qual seria?
E você o diria diante dele
Se estivesse cara a cara com ele em toda a sua glória?
O que você perguntaria, se pudesse fazer só uma pergunta?

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa

Se Deus tivesse um rosto, com o que seria parecido?
E você ia querer ver
Se ver significasse que você teria que crer
Em coisas como o céu, Jesus e os santos
E todos os profetas?

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa casa
Apenas tentando ir pra casa
De volta para o céu sozinho
Ninguém telefona pra ele
Exceto, talvez, o papa, em Roma

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa
Como um andarilho sagrado
De volta para o céu sozinho
Apenas tentando ir pra casa
Ninguém telefona pra ele
Exceto, talvez, o papa, em Roma

JOSS STONE – FREE ME – Festival SWU

Não venha me dizer que não vou, eu posso
Não venha me dizer que eu não sou, eu sou
Não venha me dizer que os meus planos
Não passam disso

Não venha me dizer que não vou, eu irei
Não me diga como devo pensar, eu sinto
Não me diga porque eu sei o que é real
O que eu posso fazer

Algo que você não vê todos os dias

GIANNA JESSEN – SOBREVIVENTE DE ABORTO POR ENVENENAMENTO SALINO

Nesse dia 25 de novembro de 2014, Dia Internacional de Combate a Violência Contra a Mulher, deixo essa reflexão sobre o aborto de Gianna Jessen, sobrevivente de um aborto por envenenamento salino, veja seu recado para os homens, para as mulheres e decida qual deve ser a melhor atitude em respeito a vida, sua e daqueles que podem te amar um dia!

1ª parte

2ª parte

ENTREVISTA COM LUC FERRY

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Para o filósofo Luc Ferry, se ficamos tão chocados com casos como o da menina Isabella, é porque amar a família é uma novidade radical na nossa história

por Rita Loiola,

 

O filósofo Luc Ferry é o oposto do que geralmente se associa a um intelectual francês. Seus livros são fáceis de ler – estão sempre na lista dos 10 mais vendidos na França. Os títulos lembram a auto-ajuda (Aprender a Viver, O Que É uma Vida Bem-Sucedida ou Famílias, Amo Vocês), mas tratam apenas de questões-chave da história da filosofia. “Minha questão é saber como o ser humano pode viver melhor, e isso só a filosofia é capaz de responder”, diz. Além de escrever best sellers, Luc Ferry milita na direita francesa, ao contrário de muitos dos seus colegas intelectuais. Membro do atual governo do presidente Nicolas Sarkozy, ele era ministro da Educação em 2004, quando a França criou polêmica ao proibir que as crianças usassem símbolos religiosos na escola – lei que afetou sobretudo jovens muçulmanas que usavam véu. Ele também não é um intelectual pessimista, mas um entusiasta da maneira de viver e pensar do Ocidente. Se o Brasil e o mundo ficam escandalizados com a morte da menina Isabella ou o caso do austríaco que praticou incesto com a filha durante 28 anos, Ferry diz que nunca amamos tanto nossa família. Numa tarde quente de primavera em Paris, o filósofo explicou por que o amor à família é a novidade na história que define o mundo de hoje.

No livro Famílias, Amo Vocês, lançado este mês no Brasil, você diz que os pais nunca amaram tanto os filhos. No entanto, estamos todos chocados com o caso de uma menina que foi jogada pela janela do 6º andar. E, na Áustria, veio à tona um caso de incesto que durou 28 anos. Esses episódios não o contradizem?

Não. Já ouvi falar dezenas de vezes desse caso da garota Isabella, e estamos todos chocados, tanto quanto com o caso de incesto da Áustria. O importante é que, hoje, esses episódios deixam a maior parte da população escandalizada. Analisando historicamente, percebemos que nem sempre as pessoas ficaram chocadas com histórias como essas. Até o século 18, antes do nascimento da família moderna, cerca de 30% das crianças eram abandonadas. No norte da França, as mortes chegavam a 90% no primeiro ano de vida. Na Idade Média, a morte de uma criança era menos importante que a perda de um cavalo. Existiam diferenças em relação ao primogênito, mas, em geral, as crianças simplesmente eram abandonadas para morrer. A situação mudou completamente. E, no futuro, a família deve se tornar ainda mais importante.

Por quê?

Porque o ser humano é uma das últimas coisas sagradas hoje em dia. Na história, o sagrado (aquilo pelo qual somos capazes de arriscar nossa vida) mudou muito. Os europeus já morreram por 3 grandes motivos: Deus, a pátria e a revolução. Nos últimos séculos, houve mortes maciças em guerras de religião, nacionalistas e guerras revolucionárias. Esses motivos desapareceram. Os jovens ocidentais de hoje não são capazes de morrer nem pela pátria, nem por Deus, nem pela revolução. Acabou.

Mas ainda existe quem morreria por um ideal, como os homens-bomba ou os terroristas bascos. Não?

Existem os extremismos políticos, mas acredito que, entre os ocidentais, nem mesmo os 5% de extrema direita ou esquerda morreriam por um ideal. No entanto, os únicos seres pelos quais seríamos capazes de arriscar nossa vida são os outros seres humanos – nossos filhos, nossos amigos ou mesmo pessoas que passam por situações graves de miséria, como os famintos da África e os movimentos humanitários que tentam salvá-los. O sagrado não desapareceu, ele só mudou de lugar e se encarnou na humanidade. Passamos da transcendência vertical – Deus, pátria, as grandes utopias – para a transcendência horizontal – os homens. Na minha opinião, trata-se de uma grande mudança. É uma maravilha não morrer por motivos estúpidos, e sim para salvar outros seres humanos. Muita gente acha que o fim das utopias é uma tragédia. Para mim, é uma coisa formidável.

Como o fim dos ideais influencia a política hoje?

No Ocidente, faz com que a política, em vez de ser um fim em si mesma, seja um auxílio para a vida privada. Hoje em dia, as pessoas pedem que nós, políticos, sejamos um instrumento do desenvolvimento da família. Não trabalhamos a serviço da glória do país ou da revolução, mas a serviço dos cidadãos. É uma mudança de foco imensa. Com ela, surgem problemas novos, como a preocupação com as gerações futuras. Vem daí o interesse pela ecologia e também pela dívida pública – questões para resolvermos a longo prazo. Temos que dar conta desses problemas não para contribuir para a grandeza do país, mas porque não queremos deixar um mundo pior para nossos filhos.

Essa preocupação com a família é um dos aspectos do que você chama de “novo humanismo” do mundo moderno ou “sabedoria do amor”?

Exatamente. O mundo de hoje é marcado por relações amorosas que têm uma origem muito recente. Antes do capitalismo, as pessoas se casavam à força e nunca por amor. O casamento tinha duas funções: manter a linhagem familiar e tocar a vida rural – fazer a roça, construir cercas para os animais, preparar a comida e até fazer as próprias roupas. Com o capitalismo, surge o povo assalariado e o mercado de trabalho. As mulheres saem da roça para trabalhar nas cidades, vão ser operárias, domésticas em casas burguesas e se descobrem como indivíduos. Largam a bolha em que viviam e descobrem duas liberdades: o anonimato – ninguém mais as vigia – e o salário, um pouco de dinheiro que significa a autonomia material. Coloque-se no lugar dessa moça que escapa do olhar da família e do padre da vila: é uma liberdade formidável! Essa mulher passa a se recusar a ser casada à força. Ela vai querer “se” casar – e com alguém de quem ela goste. Surge assim o casamento por amor, e desse casamento vem o amor pelos filhos e depois a sacralização das pessoas. Foi assim que o amor familiar virou um grande traço que nos define hoje em dia.

Então é o amor que dá sentido à vida hoje?

Sim. O amor é uma das poucas coisas absolutas, indiscutíveis hoje em dia. E a única coisa capaz de dar sentido à vida é o absoluto. Antigamente, o valor absoluto era uma coisa transcendente, ou seja, superior a nós, como Deus e a eternidade. O valor absoluto caía do céu. Mas agora ele está em nós, o que eu chamo de uma “transcendência na imanência”. É mais ou menos como quando alguém se apaixona: ele descobre a transcendência do outro, mas consciente de que o sentimento foi criado dentro de si. A verdade não é mais descoberta hoje sob argumentos autoritários, superiores, mas na sua parte mais íntima – o coração.

Alguns psicólogos dizem que estamos obcecados pela felicidade e pela realização pessoal. Essa busca por felicidade do mundo moderno pode nos levar a mais decontentamento?

Bem, você gostaria de voltar aos séculos passados onde essa felicidade não existia? Se não gostaria, é preciso aceitar que a vida moderna, democrática e livre tem um custo, que é fazer e até mesmo inventar a vida sozinho, arranjar um sentido para a própria vida. Certamente não devemos pensar que a vida deve ser sempre feliz e despreocupada. Pessoas que tentam viver como se a vida pudesse ter nenhum sofrimento lembram um animal – digamos, um coelho – que vive sem imaginar que há um caçador por perto para estragar a festa. Kant, o filósofo alemão, diz que se a Providência quisesse que fôssemos felizes não teria nos dado a inteligência. Nunca conseguiremos ter uma vida totalmente despreocupada. O ser humano tem problemas, tem medos que o fazem diferente de um coelho que brinca inocentemente.

Os títulos de seus últimos livros parecem tirados de manuais de auto-ajuda, mas falam somente sobre questões filosóficas cruciais. A filosofia pode nos ajudar a viver melhor?

Sim. Quando a filosofia surgiu, na Grécia, era uma “aprendizagem sobre a vida”, e não um discurso chato, como hoje. Naquela época, as escolas de filosofia passavam como lição de casa exercícios para os alunos viverem melhor e mais livres. Por isso, um dos meus livros têm o título Aprender a Viver, que é uma frase de Sêneca, o filósofo estóico grego. Só depois da vitória do cristianismo sobre a cultura grega que a filosofia vira questão religiosa e acadêmica. Quando a religião cristã se sobrepõe à filosofia, principalmente a partir da Idade Média, e toma para si a questão da “aprendizagem da vida” ou do “saber viver”, a filosofia fica esvaziada de seu objetivo principal e se transforma em um estudo abstrato e puramente teórico. Apesar de a vida na Grécia e no século 21 serem bem diferentes, os problemas do ser humano são parecidos. Como os gregos, nós hoje achamos que uma vida mortal bem-sucedida é melhor que ter uma imortalidade fracassada, uma vida infinita e sem sentido. Buscamos uma vida boa para quem aceita lucidamente a morte sem a ajuda de uma força superior.

Mas atualmente ajudar a viver melhor não é papel da psicologia?

O projeto da filosofia e da psicologia é igual – salvar o ser humano dos seus medos. Mas os caminhos são bem diferentes. Acho que a psicologia nos diz “como” e a filosofia responde “por que”. A psicologia acalma e a filosofia mostra o sentido.

 

A escola e a religião

Na breve passagem de Luc Ferry pela política,como ministro da Educação, entre 2002 e 2004, seu ato mais polêmico foi proibir que os alunos usassem símbolos religiosos nas escolas. A lei valia para todas as religiões, mas provocou a ira de muçulmanos residentes na França que obrigam as filhas a usar lenços na cabeça. Os críticos afirmaram que a “lei do véu” era um atentado à livre expressão religiosa. Já quem apoiou a proibição a considerou uma proteção aos direitos humanos do Ocidente. Para Luc Ferry, o fato por trás da polêmica do véu é a ausência de deveres na sociedade. “O homem de hoje está convencido de que tem muitos direitos, mas é inconsciente de seus deveres. Isso fica bem visível no sistema educacional. Se a escola é laica, não há por que utilizar símbolos religiosos ostensivos”, diz ele. Mas o Estado laico não permite liberdade religiosa? Ferry prefere fugir dessa pergunta e explicar o conflito de etnias da França. “Temos em nosso território a comunidade muçulmana mais importante da Europa e o 3º maior grupo judeu do mundo (depois de Israel e dos EUA). Depois da 2ª Intifada, em 2001, as crianças das duas comunidades começaram a brigar. Houve, entre 2001 e 2004, um aumento de 200% de ações anti-semitas na França. O governo decidiu, então, proibir não os símbolos religiosos discretos, mas os agressivos, militantes”, diz ele.

Luc Ferry

• Tem 57 anos e 3 filhos.

• Preside o Conselho de Análises da Sociedade, órgão ligado à Presidência da França.

• Gosta de jogar tênis e viajar no ano passado, visitou o Brasil e ficou fascinado pela cidade de Salvador (BA).

• Seu escritório se destaca pela bagunça: a mesa do computador e a da sala de reuniões são repletas de livros e folhas espalhadas. 

Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/entrevista-luc-ferry-447617.shtml

MULHER LIGA PARA A POLÍCIA, FINGE PEDIR PIZZA E CONSEGUE COLOCAR MARIDO QUE A ESPANCAVA NA CADEIA

ThinkStock

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O serviço de emergência dos EUA costuma receber vários trotes diariamente. Mas graças à inteligência de um atendente, uma ligação que parecia piada, mas era uma mensagem codificada, acabou salvando uma mulher.

Ela ligou ao 911 pedindo uma pizza, mas por trás do que parecia uma piada, pedia socorro contra o marido que a agredia.

O policial que recebeu a ligação verificou o endereço passado e descobriu que lá já havia sido registrado caso de violência doméstica. Por conta disso, enviou uma viatura ao local. Após a chegada da polícia, o agressor foi preso.

Veja como foi o diálogo:

– 911, qual é a emergência?
– Rua Maine, 123
– Ok, o que está acontecendo aí?
– Eu gostaria de pedir uma pizza
– A senhora ligou para o serviço de emergência
– Sim, eu sei. Quero uma pizza grande, meia pepperoni, meia cogumelo com pimentão
– Mmmm, desculpe, você sabe que ligou para o 911, certo?
– Sim, você sabe quanto tempo vai demorar?
– Ok, está tudo bem aí? A senhora está em uma emergência?
– Sim, estou
– E não pode falar porque tem alguém ao seu lado?
– Correto. Você sabe quanto tempo vai demorar?
– Tenho um policial há cerca de dois quilômetros da sua casa. Há alguma arma na casa?
– Não, até logo, obrigada

Por | Yahoo Notícias 

RELIGIÃO PRECISA DE POLÍTICA?

Todos os líderes religiosos deveriam pensar como esse aí em relação ao envolvimento deles com a política, Ariovaldo Ramos é o nome dele. Penso que ele está certo e vocês? Penso que as pessoas precisam de políticas públicas para viver sim, precisam se organizar sim, já as religiões não dependem disso mesmo, elas se organizam conforme sua fé e é somente por isso que respeito a opinião daqueles líderes religiosos que tem fé na política para se manterem vivos!

MEMÓRIAS DO CAMPO GRANDE – DOCUMENTÁRIO

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Por Orlando TeixeiraPresidente da Associação de Moradores do Jardim Florence

Em CAMPO GRANDE CONSCIENTE

“Memórias do Campo Grande” é um documentário muito importante para os jovens que não conhecem a história da nossa região formarem suas opiniões, fazerem uma interpretação da situação política atual e usarem como modelo para novas conquistas. Veja como a união das igrejas foi essencial na organização de manifestações em busca da conquista de grandes melhorias para a região Campo Grande, como a duplicação da Avenida John Boyd Dunlop, melhorias no transporte público, iluminação, asfalto, escolas, postos de saúde e muitas outras. O documentário conta a história de moradores e lideranças de igrejas da região, como a Soeli Alves, a irmã Dilce, que foi minha professora antes da Crisma, em meados de 80 e o Padre Benedito Ferraro, que era o responsável pela igreja do Jardim Florence e por outras comunidades da região por muitos anos depois que eu deixei a religião.

O projeto registra 30 anos de história baseada nas memórias dos personagens e em arquivos de reportagens jornalísticas no período de 1979 a 2009. Participaram do projeto desde professores a metalúrgicos. Foram mais de 25 entrevistados, que são Maria José Cunha, Dilce Martins, Paulo Brito, Osmair (Jardim Florence), Orlando Aparecido, Elpídio de Souza, Maria de Lourdes (Jardim Maracanã), Cecílio (Satélite 4),  Lourdes Wolf, Maria das Graças, Ana Jardim, José Marques (Jardim Novo Maracanã), João Antunes (Parque Itajaí),  Manoel Dionísio (Jardim Liliza), Aparecida Dias,  Cícero José (Jardim Rossim), Idair, Sebastião (Jardim Campina Grande), Maria de Lourdes, Arnaldo Valentim, Antonia (Jardim Santa Clara), Irani, Odila, Soeli, Neide Vital (Satélite 1), Vicente Paulo (Nova Esperança), Pes Benedito Ferraro, João Batista Cesário e Antonio Carlos Barreiro. Assista vídeos abaixo:

Memórias do Campo Grande – parte 1

Memórias do Campo Grande – parte 2

Memórias do Campo Grande – parte 3

A CURA PELA PALAVRA: PSICOTERAPIA

Nunca tanta gente consultou um psicólogo para falar de sua vida no divã. Mas será que vale a pena gastar tempo e dinheiro contando nossa intimidade a alguém que mal conhecemos?

por Texto Denize Guedes, em SUPERINTERESSANTE

Jean de Oliveira Leite batia na namorada. De repente, por causa de uma discussão ou por terem esquecido uma das sacolas de compras no supermercado, ele dava tapas e pancadas na mulher que amava. Dois anos de namoro e algumas situações de violência depois, ela deu queixa na delegacia e terminou com ele. Os dois estariam separados até hoje se Jean não tivesse procurado um analista e ingressado num grupo de reflexão de homens com o mesmo problema. Na terapia, entendeu por que, em um de seus sonhos que tinha a namorada como personagem, ela assumiu a forma de um arame que ele dobrava sem parar. “Eu não podia dobrá-la metendo a mão”, diz. Depois das sessões de psicoterapia, os dois voltaram. Estão juntos – e em paz – há 3 anos.

No ano passado, a bancária Tatiana Dória não queria mais viver. No fundo de uma depressão, não se interessava por nada nem ninguém. Raramente saía: passava os dias na cama, dormindo ou assistindo filmes. Foi quando decidiu bater à porta de um psiquiatra. Saiu de lá com uma receita de antidepressivos e um encaminhamento à psicoterapia. Durante 6 meses, passou por dois terapeutas de abordagens diferentes, até o convênio médico cortar o benefício. Insistiu por dois meses, pagando as sessões do próprio bolso, mas resolveu abandonar o tratamento por achá-lo inútil. “Procuro o autoconhecimento há muito tempo, mas realmente não sei se um terapeuta tem algo a me acrescentar”, diz Tatiana, que preferiu seguir com os remédios e se dedicar a práticas como meditação.

Assim como Jean e Tatiana, milhares de pessoas estão insatisfeitas com o que são ou como estão. Querem se livrar de fobias, manias obsessivas, conseguir dormir direito, ter forças para sair da cama pela manhã, deixar para trás dificuldades sexuais ou simplesmente achar a vida mais interessante. Cada vez mais gente resolve desbravar a torre de Babel que é o mundo das terapias, habitado por mais de 400 modelos. O número de psicólogos deu um salto de 48% desde 2000, de 123 mil para 182 mil. Sem contar o crescimento do número de psicanalistas, psiquiatras e outros profissionais, como os filósofos clínicos. A quantidade de pessoas que procuram terapia também deve aumentar, já que, em abril, o governo tornou obrigatório aos planos de saúde oferecer 12 sessões anuais de psicoterapia a todos os conveniados. Se antes ir a psicólogos era coisa de “problemáticos”, hoje falar da expe­riência parece ser um bom jeito de engatar conversas com amigos no bar.

A palavra vem do grego therapeúein, que carrega significados como assistir e cuidar. Desabafar no ombro do amigo e conversar com um médico atencioso pode até ser terapêutico – mas não é um método que afasta o sofrimento por meio de técnicas apoiadas em fundamentação teórica, as psicoterapias, todas, de um modo ou de outro, baseadas no tratamento pela fala. Entre quem freqüenta um psicoterapeuta e quem está pensando em procurar um, é comum haver dúvidas do tipo: vale a pena gastar tempo e dinheiro com isso? Não é besteira contar detalhes da intimidade a alguém que mal conhecemos e que não oferece nenhuma garantia de eficácia? Afinal, terapia funciona?

Sim e não. Dezenas de pesquisas neurológicas provam que sessões de psicoterapia modificam conexões neurais e padrões de comportamento, como aconteceu com Jean­. Apesar disso, é grande a possibilidade de você conhecer terapia e, como Tatiana, achar o método inútil – e até bizarro.

Por dentro da terapia

A primeira pessoa tratada pela terapia da palavra se chamava Bertha Pappenheim, mas ela ficou conhecida como Anna O. Foi assim que os médicos Josef Breuer e Sigmund Freud a chamaram na hora de narrar o caso clínico que germinou a psicanálise. Anna O. sofria de alucinações histéricas, sonambulismo e se recusava a beber água. Já levava 6 semanas ingerindo somente a água de frutas quando os sintomas começaram a desaparecer – sempre após falar em voz alta sobre o que a atormentava. “Depois de ter desabafado energicamente a raiva que ficara dentro dela, pediu para beber e bebeu sem inibição uma grande quantidade de água, acordando da hipnose com o copo nos lábios. Com isso, o distúrbio desapareceu para sempre”, escreveram os dois no livro Estudos sobre a Histeria, de 1895.

Anna O. fez Freud ter uma sacada genial: expressar em voz alta pensamentos opressores e resgatar lembranças traumáticas causam efeitos benéficos ao corpo. Isso parece óbvio hoje em dia, mas não naquela época. As pessoas então enxergavam o corpo e a alma (o pensamento e o sentimento) como elementos que se opunham ou pelo menos não se comunicavam. Tratavam-se doenças mentais com procedimentos físicos, como eletrochoques ou incisões no cérebro. Com a criação do tratamento pela fala, Freud revolucionou a psiquiatria, criando uma nova área de estudo – a psicanálise.

Primeiro, ele afirmou que todos temos problemas mentais de menor ou maior grau. Cada pessoa, para Freud, monta sua identidade em cima de conflitos do inconsciente – local dos traumas e desejos reprimidos na infância. Depois, para chegar a esses desejos e impulsos que operam abaixo do nível da consciência, ele criou todo um conjunto de técnicas. Colocou um divã para dentro do consultório (e do nosso imaginário), onde o paciente deveria sentar e falar fazendo associações livres, de modo que o psicanalista pudesse desvendar as reais motivações por trás daquela fala e dos sonhos que a pessoa narrava ter vivido. “Não apenas Freud inventou sozinho o campo da psicoterapia mas o fez de uma só vez”, afirma, no livro Os Desafios da Terapia, o psiquiatra Irvin D. Yalom, professor emérito de psiquiatria da Universidade Stanford (EUA) e autor de Quando Nietzsche Chorou.

Nesses mais de 100 anos, a psicanálise se multiplicou em diferentes teorias e abordagens, dando origem a uma área mais abrangente, a psicologia. Mas a criação de Freud permanece a fonte onde, de alguma forma, todas as correntes da psicoterapia ainda bebem. “Dá para considerar a psicanálise como o berço de todo o campo, pelo menos em relação à maioria das linhas de psicologia profunda”, diz Franklin Goldgrub, professor de psicologia da PUC-SP. De modo geral, o terapeuta com alguma influência de Freud tenta provocar no paciente um processo de autoconhecimento, ou seja, de descoberta da raiz das suas motivações e traços de personalidade. Um processo que envolve passos como estes:

Rever o passado. Entre psicólogos, é comum ouvir a frase “o passado muda todo dia”. A idéia é que podemos voltar aos fatos do passado que mais nos atormentam e reavaliá-los, dando a eles outro significado. Fazer uma “arqueologia da alma”, como dizia Freud, passa por descobrir como nossos pais e os desejos deles influenciaram a nossa vida. Uma passagem de Cartas a um Jovem Terapeuta, do psicanalista Contardo Calligaris, explica por que a infância assume papel tão importante na terapia: “Não é porque os eventos da infância sejam mais marcantes do que os de hoje, mas porque os eventos de hoje tomam relevância e sentido a partir de nosso passado e, portanto, de nossa infância”.

Tomar consciência. É quando o paciente descobre o que faz com a própria vida e tenta vislumbrar o motivo por trás de suas ações. Geralmente a tomada de consciência provoca descobertas revolucionárias sobre si próprio, do tipo: “Minha mulher morreu há 3 anos e desde então vivo fingindo que ela está viva” ou “Sou ranzinza e intolerante com as pessoas da mesma forma como ajo comigo mesmo”.

Responsabilizar-se. Depois que a pessoa se dá conta de seus traços de comportamento, vem a hora de tomar para si a responsabilidade pelos problemas e deixar de culpar os outros – os pais, o chefe, a sociedade ou o marido que decidiu ir embora. Como diz o psiquiatra Yalom no livro O Carrasco do Amor: “Se a pessoa não se sente responsável pelas próprias dificuldades, como, então, ela será capaz de modificar sua situação?” Não significa se culpar pelos infortúnios da vida. “Culpar-se é querer se castigar. Responsabilizar-se é querer mudar. O objetivo é fazer a pessoa perceber o que quer e como ela própria se sabota”, diz Goldgrub.

O problema é que esse roteiro inspirado nas idéias de Freud pode demorar anos para se desenvolver – e ninguém garante que produza os resultados que o paciente espera. Tem mais: muitas das teorias de Freud e outros grandes psicanalistas não nasceram do método científico tradicional – aquele em que um cientista delimita um universo de pesquisa, faz análises e a partir dela tira conclusões. Suspeita-se até que Freud tenha exagerado histórias de seus pacientes para comprovar sua teo­ria. “Do nascimento da psicanálise até hoje, várias idéias de Freud foram descartadas”, diz o neurocientista Renato Sabbatini, da Unicamp. “A neurociência, por exemplo, descobriu que os sonhos têm mais a ver com a memória do dia anterior do que com desejos reprimidos.”

À medida que as idéias de Freud foram sendo questionadas, novos tratamentos surgiram. Das mais de 400 técnicas diferentes que existem hoje, a maioria apareceu a partir da década de 1960, quando a revolução sexual fez as pessoas dar mais importância ao bem-estar do corpo e da mente. Enquanto a terapia baseada na psicanálise tradicional permaneceu um processo demorado, onde falar de cura e eficácia soa estranho, sua hegemonia foi dando lugar a modelos mais curtos e focados, as psicoterapias breves dinâmicas. Uma das correntes mais fortes é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), recomendada sobretudo a quem sofre de fobias, como medo de dirigir, ou transtornos obsessivos, como o hábito de lavar as mãos várias vezes por hora. Bem diferente das terapias baseadas em Freud, a TCC quer saber pouco do passado ou dos desejos reprimidos do paciente. O tratamento costuma ser mais curto e se concentra no que a pessoa pensa sobre si mesma e como esse pensamento se reflete nas ações. “Para a terapia cognitiva, os sintomas depressivos vêm de pensamentos e crenças negativas sobre si e sobre o mundo”, diz o psiquiatra Aristides Volpato Cordioli, organizador de um catatau de quase 900 páginas chamado Psicoterapias – Abordagens A­tuais.­ Assim como a TCC, existem técnicas mentais que fazem você se acostumar a ter pensamentos tranqüilizantes, levando esse sentimento a situações de ansiedade.

Freud também vem perdendo terreno porque se restringiu aos conflitos interiores de um indivíduo, dando pouca importância a influências sociais nos sentimentos dele. “O sofrimento psíquico varia de acordo com o contexto sociocultural”, diz o psiquiatra e psicanalista Mário Eduardo Pereira, professor de psiquiatria da Unicamp. Se na época de Freud os casos de histeria proliferavam, provavelmente em resposta à repressão sexual do século 19, a sociedade atual pode nos deixar mais narcisistas, competidores e ansiosos por ter prazer. “Vive-se hoje em uma sociedade nada solidária e muito competitiva, onde as posições conquistadas são sempre incertas. Isso está fortemente relacionado aos casos, cada vez mais comuns, de pânico, insônia, ansiedade, estresse e depressão”, diz Mário Eduardo Pereira. Se a raiz desses problemas está no tipo de vida que levamos hoje em dia, eles não podem ser tratados apenas pelas técnicas de Freud.

Por dentro do cérebro

Tantas correntes diferentes de psicoterapia impõem uma questão: como saber qual é a mais eficaz ou pelo menos se alguma delas é eficaz? É aqui que entra uma outra área da ciência que está se interessando pelo que acontece no divã. Pesquisas com neuroimagem funcional, método que fotografa o fluxo sanguíneo no cérebro, estão provando que a terapia baseada na fala causa, sim, efeitos permanentes no nosso sistema de aprendizagem, na memória e no processamento de emoções.

O último estudo da área, feito na Universidade de Amsterdã no ano passado, analisou 20 pessoas com transtorno do estresse pós-traumático, distúrbio que geralmente atinge quem passa por traumas como seqüestro, acidentes graves e abuso sexual. Elas foram submetidas a uma sessão semanal de psicoterapia breve – inspirada em Freud, porém focada e mais curta – durante 4 meses. Enquanto isso, outras 15 pessoas com o mesmo diagnóstico ficaram num grupo sem tratamento. No final, o cérebro de quem fez terapia mudou. Houve mais atividade em regiões do córtex pré-frontal, área relacionada a cálculos, pensamentos práticos e ações que tomamos conscientemente. Na prática, o tratamento deu alívio a sintomas que têm tudo a ver com traumas, como hipervigilância (estado de alerta permanente) e recordações aflitivas, que se manifestam em pesadelos e pensamentos recorrentes.

Alguém pode logo dizer que não é privilégio da psicoterapia alterar redes neurais. E não é mesmo. Com maior ou menor intensidade, as experiências da nossa vida provocam mudanças na atividade cerebral – como na hora em que ouvimos a seleção de músicas da nossa banda favorita, recebemos a notícia triste da morte de alguém ou damos uma boa caminhada no parque. “O que é bastante recente é o reconhecimento da comunidade científica sobre a intensidade e a permanência das mudanças alcançadas pela psicoterapia. Não se imaginava que o funcionamento do cérebro pudesse ser alterado tão dramaticamente pelo tratamento, e com benefícios tão duradouros”, diz o psicólogo e neurocientista Marco Montarroyos Callegaro.

É como se o pensamento alterado pela terapia fosse a tabuada que a gente não esquece mais. “Os sistemas de memória e aprendizagem constituem a base de todas as psicoterapias. Como o cérebro é uma estrutura plástica, que se modifica de acordo com nossas experiências, o tratamento consegue atuar em determinados circuitos”, diz Jesus Landeira-Fernandez, diretor do Laboratório de Neuropsicologia Clínica e Experimental da PUC-RJ.

Meses antes da pesquisa holandesa, uma outra, realizada pela USP, mostrou resultados parecidos. O estudo envolveu 16 pacientes também com transtorno do estresse pós-traumático. Eram pessoas que tinham vivido eventos como a morte de parentes, seqüestro e assalto. Em dois meses, elas passaram por sessões semanais de uma psicoterapia chamada exposição e reestruturação cognitiva, que consiste em revisitar o evento para então dar a ele um significado menos traumático. Outros 11 pacientes com o mesmo distúrbio ficaram numa lista de espera. Resultado: aqueles que foram às sessões tiveram mais atividade no córtex pré-frontal e menos na amígdala. Como esta parte do cérebro regula nossa sensação de medo, a relação é direta: a terapia reduziu o medo e a ansiedade dos pacientes. Já quem ficou no grupo de controle não teve mudanças relevantes. “Novos arranjos das sinapses ocorrem durante o aprendizado promovido pela psicoterapia”, diz o psicólogo Julio Perez, o autor do estudo. “O tratamento modifica as redes associativas que antes estavam relacionadas à situação que causava dor e dificuldade.”

Quer mais? Há ainda estudos provando a eficácia da terapia para problemas específicos, como as fobias. Na Alemanha, em 2006, 28 voluntárias perderam o medo de aranha em sessões semanais, de 5 horas, de TCC. Elas tiveram menor atividade da ínsula e do giro do cíngulo anterior direito, áreas ligadas àquelas reações que nós não controlamos, como ficar assustado e com o coração batendo rápido logo depois de ver uma aranha. No Japão, também em 2006, 12 pacientes com síndrome do pânico se livraram do mal em 10 sessões de terapia comportamental ao longo de 6 meses. O cérebro deles também deu uma recauchutada nas áreas ligadas ao medo, à memória e ao pensamento consciente. “Há indícios de que as psicoterapias promovem o fortalecimento das funções executivas, ligadas ao córtex pré-frontal”, diz Landeira-Fernandez. Em outras palavras, a terapia fez as pessoas pensar melhor.

As pesquisas de neuroimagem indicam que quem completa o tratamento sai, em geral, 80% melhor do que os pacientes fora do consultório. É um resultado tão positivo que já está provocando mudanças na saúde pública de alguns países. Na Inglaterra, o governo anunciou um investimento de 170 milhões de libras para treinar 3 600 profissionais em terapia cognitivo-comportamental. “O valor inicial do tratamento com antidepressivos é inferior ao da psicoterapia. No entanto, no médio e no longo prazo, a melhor relação é a do tratamento psicoterápico, que tende a apresentar menor reincidência da depressão e efeitos mais duradouros”, diz Callegaro. O resultado também fez até os mais céticos admitir as vantagens da terapia. “Uma coisa é a teoria ultrapassada de Freud, outra são os efeitos comprovados da prática”, diz o neurocientista Sabbatini.

Por fora da terapia

Mas tem um probleminha. A neuroimagem também levanta questões que incomodam a psicologia. Em grande parte das pesquisas, há um paradoxo aterrador: não importa se o paciente passou por uma tratamento inspirado em Freud ou uma prática mais nova. No fim, o efeito de todas é muito parecido. Ou seja: em eficácia, abordagens distintas não fazem diferença nenhuma entre si. Inconformados com isso, pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, tentaram recentemente pôr fim ao mistério. Durante 3 anos, eles estudaram 5 500 pacientes que passaram por 3 tipos de terapia: cognitivo-comportamental, psicodinâmica e centrada na pessoa. Conclusão publicada em 2007: equivalência de novo.

O fato de terapias diferentes funcionarem igualmente cria uma hipótese: talvez a psicoterapia não funcione pelo motivo que os terapeutas apontam, mas por razões não tão confortáveis à psicologia. Dylan Evans, pesquisador da Universidade de Cork, na Irlanda, especializado em psicologia evolutiva, defende uma dessas razões incômodas: “Se as diferentes técnicas não têm qualquer impacto na recuperação, então é plausível que os benefícios se devam à única coisa que todas as abordagens têm em comum. A crença do paciente de que está recebendo ajuda médica de boa-fé”. Ou seja: efeito placebo – o mesmo que faz as pessoas se sentir melhor depois de tomarem um remédio de farinha ou passarem por um benzimento.

Evans conta em seu livro Placebo (sem tradução para o português) que essa possibilidade teria assombrado Freud até a morte. O Pai da Psicanálise acreditava na supremacia do seu método e, tão logo diferentes linhas se formaram dentro da escola psicanalítica, passou a atribuir os efeitos provocados por essas dissidências à pura sugestão. “Logo se tornou claro que seus próprios pacientes não diferiam em recaídas daqueles tratados por heréticos como Jung e Adler”, afirma Evans.

Assim se desenrola um novelo de pontos fracos dos tratamentos psicológicos. Apesar de as pesquisas neurológicas provarem os efeitos da terapia, não há provas de que isso acontece pelos motivos que os terapeutas apontam. “Na área da saúde mental, é difícil até saber qual é o distúrbio que a pessoa apresenta”, diz Sabbatini. Distúrbios mentais não são como dores de cabeça – não há certeza do que o paciente tem e nem se o tratamento vai ser eficaz como um analgésico. A falta de fundamentação faz das terapias um serviço estranho: elas oferecem um tratamento sem saber se ele vai dar certo. Por causa disso, “a psiquiatria é uma das últimas áreas da medicina que ainda não conseguiu o status de ciência”, diz Sabbatini.

É o que os especialistas chamam de fase empírica não científica: quando se descobriu, pela prática, que uma erva ou uma atitude ajudam a prevenir ou curar uma doença, mas sem ninguém saber exatamente por quê. Por exemplo: no século 18, o médico italiano Giovanni Lancisi acreditava que a malária era contraída ao se respirar o ar fétido de pântanos – daí o nome da doença, que vem de “maus ares”. De fato, deixar de circular em pântanos evita malária, mas não por causa dos maus ares, e sim porque o lugar é cheio de mosquitos – estes, sim, a verdadeira origem da doença. As psicoterapias podem estar nesse nível. Baseiam-se numa crença forte e têm alguma eficiência, mas ninguém sabe exatamente como a melhora acontece. E mais: pode haver uma causa e um tratamento mais acertados, porém não descobertos.

Um exemplo é a genética. Por muito tempo, acreditou-se que a esquizofrenia era um mal psicológico que deveria ser tratado no divã. Quando vieram à tona suas raízes genéticas e químicas, a psicoterapia para tratar esquizofrenia virou coisa do passado. Do mesmo modo, cada vez mais pesquisas ligam os genes à predisposição ao comportamento depressivo. E uma pesquisa de biólogos evolutivos dos EUA acaba de mostrar que a hiperatividade tem laços genéticos. Psicólogos costumam explicar esse distúrbio como uma estratégia de filhos para chamar a atenção dos pais. Já os biólogos americanos descobriram que há uma razão evolutiva para a hiperatividade existir. Quando o ser humano vivia em grupos nômades, não conseguir parar quieto era uma vantagem competitiva para caçadores e pastores. Hoje, porém, a vida sedentária fez desse traço um problema. Pesquisas como essa mostram que, no futuro, os cientistas podem descobrir que tratar depressão ou hiperatividade no divã é tão equivocado quanto achar que os ares do lodaçal causam malária.

Trapalhadas no divã

Para os psicoterapeutas, porém, a história é outra. Se linhas diferentes de tratamento funcionam da mesma forma, não significa que o efeito da terapia seja placebo ou coisa parecida. E sim que a eficácia não depende do tipo de tratamento, mas da vontade do paciente em amadurecer, da habilidade do terapeuta e sobretudo da relação que os dois desenvolvem.

Pouca gente gostaria, por exemplo, de se tratar com quem se compromete mais com a doutrina em que se formou do que com o paciente. E passa as sessões tentando encaixar o pobre coitado na teoria. Críticos da psicanálise chamam essa prática de “cara eu ganho, coroa você perde”. É o caso do analista convicto de que o rapaz sofre do clássico complexo de Édipo, quer matar o pai para ficar com a mãe. Se ele concorda com a interpretação, perfeito. Se não, é porque está reprimindo impulsos sexuais. “Um dos desafios é não tornar o nosso fazer um leito de Procusto”, diz Julieta Quayle, um dos presidentes da Associação Brasileira de Psicoterapia. No mito grego, os hóspedes de Procusto não saíam vivos de sua casa, pois ele cortava ou esticava seus pés para que coubessem no tamanho exato da cama que oferecia.

Também há o problema da má formação. A cada ano, o Brasil ganha 17 mil novos psicólogos. Muitos saem de faculdades pouco prestigiadas, não fazem um curso de especialização num método ou num distúrbio e mesmo assim abrem seus ouvidos para tratar das razões individuais do ser humano – talvez o objeto de estudo mais complexo que existe. Além disso, terapeutas também têm seus problemas emocionais, que podem resvalar para o paciente. Nem todos mantêm uma necessidade básica: sua própria terapia. “Como é possível uma pessoa guiar os outros num exame das estruturas profundas da existência sem examinar a si mesmo?”, questiona Yalom. Entre os resultados da falta de análise do terapeuta, está o de seduzir ou deixar-se seduzir pelo paciente. Não raro terapeutas mal analisados têm relacionamentos amorosos com clientes.

“Se fôssemos submeter terapeutas a um controle estatístico, poucos sobreviveriam”, diz o neurocientista Sabbatini. Mas, como grande parte do sucesso do tratamento depende de quem está se tratando, é muito difícil avaliar um terapeuta. Para o profissional, fica fácil culpar o paciente pela ineficácia das sessões. Diante disso, faz sentido a metáfora que o psicólogo clínico americano Scott Miller usa para falar do paciente: cliente herói. “Quer o terapeuta funcione ou não, depende do cliente, e de suas habilidades heróicas, levantar-se contra as coisas horríveis que lhe aconteceram”, afirma ele.

A terapia no futuro

A falta de certeza do tratamento pelo menos tem uma vantagem: exigir terapeutas cada vez mais focados em resultados, que usem técnicas mais científicas para descobrir o problema do paciente. “No futuro, talvez possamos diagnosticar os transtornos através de exames de neuroimagem”, diz Landeira-Fernandez.

Na hora do tratamento, uma das tendências é que cada vez mais os profissionais se especializem no distúrbio e não numa doutrina intelectual. Um exemplo é o trabalho do psicólogo clínico Albert Rizzo, da Universidade do Sul da Califórnia. Bancado pelo Exército americano, ele adequou a terapia cognitivo-comportamental a um game de guerra e vem tratando soldados que sofreram traumas no Iraque. “Jovens acostumados à realidade virtual, eles se sentem incentivados a voltar aos eventos da guerra pelo computador”, diz Rizzo.

Mas também existe a tendência oposta: que algumas correntes fiquem ainda mais distantes da ciência e próximas da filosofia, criando sessões onde a cura seja um fator secundário. “Vivemos questões existenciais que acompanham o ser humano há séculos”, diz o filósofo Lúcio Packter, pioneiro da filosofia clínica no Brasil. Não à toa, o psiquiatra Irvin Yalom dedicou o livro A Cura de Schopenhauer aos filósofos clínicos – que ele chamou de terapeutas do futuro: “Nós [os psicólogos] fazemos parte de uma tradição que remonta não só aos nossos ancestrais imediatos da psicoterapia, começando com Freud e Jung, e todos os ancestrais deles – Nietzsche, Schopenhauer, Kierkegaard – mas também Jesus, Buda, Platão, Sócrates, Galeno, Hipócrates e todos os outros grandes líderes religiosos, filósofos e médicos que se ocuparam de cuidar do desespero humano”. Uma venerável agremiação.

 

Terapia no cockpit da F-1

O mundo das terapias anda tão especializado que a SUPER ouviu até Jarno Trulli, piloto de Fórmula 1 da Toyota, e seu médico,Riccardo Ceccarelli. Calma, Trulli não sofre de nenhum distúrbio mental nem está passando por uma crise existencial. Ele só quer correr melhor – e usa psicoterapia para isso. No divã, pratica exercícios para ter um cérebro mais ágil na corrida.

Como assim terapia na F-1?

Trulli: Pratico algumas técnicas para trabalhar o cérebro. É que uma coisa é se concentrar o máximo possível em uma tarefa e outra é se concentrar em realizar diversas atividades ao mesmo tempo, o que um piloto de Fórmula 1 deve fazer. Trabalhamos para cultivar uma mente o mais elástica possível, preparada para lidar com todas as ações e informações da corrida, mesmo quando fisicamente você já está cansado. Como não há um treinamento específico que sirva para o nosso trabalho, nos valemos de diversas disciplinas.

Como funciona?

Ceccarelli: São duas sessões diárias, pela manhã e à tarde. Peço a Trulli que imagine que está correndo uma volta de um circuito, movendo seus braços, brecando e acelerando no ponto correto. Isso mostra a precisão do que ele está visualisando. Normalmente, completa a volta entre dois ou três segundos a mais ou a menos do tempo de uma volta real. Em uma outra técnica, peço que ele olhe para diversos objetos e tente se concentrar em todos ao mesmo tempo, vendo detalhes e movimentos. Isso treina o cérebro a lidar com várias tarefas. 

Terapia para a guerra

Ela foi chamada de “coração de soldado” na Guerra de Secessão, de “choque da bomba” na 2ª Guerra e de “fadiga do combate” na Guerra do Vietnã – quando foi batizada de transtorno do estresse pós-traumático. Com a Guerra do Iraque, o distúrbio reapareceu. Para tratar os soldados que voltam traumatizados do Iraque, os americanos usam até videogames. Bancado pelo Exército, o psicólogo clínico Albert Rizzo, da Universidade do Sul da Califórnia, adequou a terapia cognitivo-comportamental a um game de guerra, tratando os soldados com realidade virtual.

Como o tipo de tratamento começou?

No início, todos imaginavam que a Guerra do Iraque seria rápida – e que por isso não haveria soldados com transtorno do estresse pós-traumático. Em 2004, porém, uma revista médica publicou um artigo com números assustadores de gente traumatizada voltando do Iraque e do Afeganistão. Os militares reconheceram o problema e vieram até nós. Tínhamos adaptado o game Full Spectrum Warrior, que se parece muito com o ambiente de guerra do Iraque, para incluir nele elementos úteis à terapia.

Como a realidade virtual contribui para o tratamento?

Trata-se de uma simulação em 3D em que o paciente, com um headset, pode dirigir um tanque humvee ou andar por uma vila. É quando o terapeuta faz coisas acontecer. No começo, muda o número de pessoas na rua. Depois, conforme o paciente fica mais confortável e sua resposta ao medo diminui, adiciona coisas como o barulho de uma arma a distância ou de uma bomba. Um helicóptero que sobrevoa um veículo que explodiu. Tudo bem gradual. Montamos um simulador do ambiente de guerra que inclui até o cheiro de combustível, pólvora, lixo, borracha queimada, todo tipo de cheiro da guerra. Quando uma bomba explode, eles sentem o chão tremer.

Qual o papel da fala no tratamento?

É o elemento principal. A tecnologia não cura ninguém. O paciente não fica simplesmente sentado olhando o que acontece no mundo virtual. Eles são encorajados a falar da experiência, a chorar e a contar os detalhes. O mundo da realidade virtual os ajuda a ter condições de voltar para aquele evento e a processar a memória emocional. Nós ouvimos a sua história repetidas vezes, a gravamos e a entregamos em uma fita no final da sessão. Todo o processo é desenhado para ampliar a habilidade do terapeuta em aplicar a terapia de exposição, não para substituí-lo.

Que tipos de sintomas os soldados estão eliminando?

Os principais são o que chamamos de re-experiências. Elas aparecem em pesadelos e flashbacks, que talvez sejam os piores sintomas. Basicamente, o transtorno consiste em ter atitudes extremas quando não é necessário. Por exemplo: o sujeito está sentado do lado de fora de um café e o escapamento do carro dá um estrondo. De repente, ele volta ao Iraque. Eles também evitam acontecimentos associados ao trauma. Voltam para casa e não querem ir a canto nenhum, porque acham que uma bomba vai explodir. Ou, se estão dirigindo e vêem uma pilha de lixo ao lado da estrada, relembram a guerra e, eventualmente, não dirigem mais. De 15 veteranos que completaram o programa desde 2005, 12 mostraram melhoras impressionantes. Não pretendemos eliminar a memória de ninguém, mas ajudá-los a não ser assombrados pelos sintomas do TEPT, que fazem a guerra continuar dentro de cada um. 

10 grandes linhas do autoconhecimento

Desde que Freud inventou a terapia pela palavra, seu método foi questionado, derrubado, reerguido e reformado. Hoje, sua influência está dispersa em centenas de correntes – algumas mais, outras menos freudianas. Veja abaixo como 10 grandes linhas da psicoterapia funcionam.

Alta influência de Freud

Psicanálise

O analista acredita que os problemas vêm de impulsos reprimidos na infância do paciente, que passa a maior parte da sessão falando por meio de associações livres. O terapeuta geralmente fala pouco, sem emitir juízo, tentando analisar a fala e os sonhos. Modelo mais antigo, foi ampliado e modernizado com os estudos de Jacques Lacan (1901-1981).

Psicanálise junguiana

Também chamada de psicoterapia analítica, foi criada por Carl Jung, discípulo de Freud, que introduziu na psicanálise o conceito de inconsciente coletivo – as imagens e as experiências comuns a todos os seres humanos. Por isso, o método junguiano leva em conta, além das questões individuais do paciente, as influências externas e coletivas que podem atormentá-lo.

Psicodinâmica

Chamada de psicanálise light, baseia-se em noções tradicionais da psicanálise, só que é mais breve, com o terapeuta tentando ativamente engajar o paciente em um diálogo que o faça reconhecer e resolver conflitos antigos. É também mais focada para atingir objetivos concretos preestabelecidos entre paciente e terapeuta.

Média influência de Freud

Gestalt

Usando o teatro e outras expressões artísticas, explora técnicas dramáticas para construir pensamentos e atitudes criativas. Com blocos de espuma, bonecos ou almofadas, o paciente é encorajado a adotar novos papéis e expressar sentimentos, com o objetivo de compreendê-los melhor.

Terapia de grupo

Abriga teorias e práticas de outras correntes, com a diferença de ser praticada em grupo. O convívio com os outros pacientes funciona como um microcosmo social – um ambiente seguro para um novo comportamento. É indicada para quem sofre de problemas comuns do seu ambiente e tem dificuldade de se relacionar com os outros.

Interpessoal

Recomendada a quem passa por depressão leve ligada a conflitos pessoais, luto ou mudança repentina de papéis (um casamento ou um novo cargo profissional). O tempo da terapia é predeterminado, e as sessões se concentram no tempo presente, sem ligar experiências atuais ao passado.

Centrada na pessoa

Foca na relação entre paciente e o profissional. Sem interpretar pensamentos e comportamentos, o terapeuta cria um clima de empatia que permite ao paciente explorar questões que o perturbam e desenvolver a auto-estima. Por isso, é indicada a quem se sente oprimido pelo mundo e tem baixa aceitação de si próprio.

Baixa influência de Freud

Terapia comportamental

Linha bem distante de Freud, é indicada para quem sofre reações indesejáveis do corpo diante de manias e fobias (como medo de aranha ou de avião). Utiliza técnicas básicas de aprendizagem, como exposição e condicionamento, na tentativa de trocar o comportamento usual por reações mais agradáveis. Para os críticos, esse tipo de terapia tenta fazer um adestramento do paciente.

Terapia cognitiva

Baseada na idéia de que “os homens se perturbam não pelas coisas, mas pela visão que têm delas”, como disse o pensador romano Epíteto (60-117). A terapia cognitiva tenta reconhece e alterar padrões de pensamento que incomodam o paciente, para ensiná-lo a vigiar idéias automáticas e corrigi-las. Indicada a quem sofre de depressão e precisa mudar o que pensa sobre si próprio.

Terapia cognitivo-comportamental

Utiliza técnicas das duas correntes ao lado para tentar fazer o paciente identificar pensamentos e crenças distorcidas que tem de si próprio. A idéia é fazer a pessoa perceber seus pensamentos e procurar corrigi-los, gerando novos padrões de raciocínio. Indicada para quem sofre de depressão, ansiedade e perturbações relacionadas a traumas. 

Para saber mais

Os Desafios da Terapia

Irvin Yalom, Ediouro, 2007.

Placebo

Dylan Evans, Oxford, EUA, 2004 .

Psicoterapias – Abordagens Atuais

Aristides Volpato Cordioli, Artmed, 2008.

Estudos sobre a Histeria

Sigmund Freud, Imago, 2006.

APENAS 37 DOS 270 CANDIDATOS FAVORÁVEIS AOS DIREITOS LGBT CONSEGUIRAM SE ELEGER NESTAS ELEIÇÕES

Por Ricardo Senra, Em NOTÍCIAS UOL

Candidatos LGBT têm baixa votação; ‘vivemos estigma’, diz Jean Wyllys

O deputado federal reeleito Jean Wyllys (PSOL-RJ) é o único dos eleitos em 2014 cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT

  • O deputado federal reeleito Jean Wyllys (PSOL-RJ) é o único dos eleitos em 2014 cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT

Apenas 37 dos 270 candidatos que se declararam favoráveis aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros conseguiram se eleger nestas eleições. O levantamento foi feito pela “BBC Brasil” a partir do cruzamento das candidaturas indicadas pelo movimento #voteLGBT –que mapeou políticos cuja campanha ou atuação parlamentar destacaram questões importantes para esta população– com informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre os eleitos no último domingo (5).

Na lista #voteLGBT estão candidatos a senador, deputado federal e deputado estadual filiados a 17 partidos –num espectro que vai do PSDB ao PSTU– em todos os Estados brasileiros.

Proporcionalmente, o Piauí foi o Estado que mais elegeu estes candidatos: metade dos seis mapeados. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 30,4% dos 23 candidatos que apoiam a causa LGBT eleitos. O Rio Grande do Norte ficou em terceiro lugar, com 28% (veja quadro).

Entre suas pautas estão a criminalização da homofobia, o direito ao casamento igualitário entre casais do mesmo sexo e o uso em documentos do nome social – e não do nome registrado em certidão de nascimento – por travestis e transexuais.

Mais da metade dos 26 Estados brasileiros, mais o Distrito Federal, não elegeu nenhum dos políticos ligados ao eleitorado homo ou transexual.

“Estigma”

“Se houver um candidato hetero com as mesmas qualidades de um LGBT, as pessoas ainda optam pelo heterossexual. É um movimento até inconsciente”, disse à reportagem o deputado federal reeleito Jean Wyllys, do PSOL-RJ.
“Nós, homossexuais, crescemos muito em aceitação e visibilidade, mas ainda vivemos um estigma”, afirma. “Existe uma forte homofobia internalizada, que nos afeta diretamente, mesmo que o resto das pessoas nem perceba.”

Dos 37 eleitos, Wyllys é o único cuja principal bandeira e eixo de campanha são as pautas LGBT . Eleito com 144.770 votos, o ex-BBB se tornou o sétimo deputado federal mais votado do Rio de Janeiro em 2014.

“Se você considerar que pastor Everaldo (PSC) e Levy Fidelix (PRTB) tiveram menos da metade dos votos da Luciana (Genro – PSOL), podemos concluir que o campo progressista ainda é maior, mesmo que o conservadorismo venha ganhando expressão”, disse Wyllys.

Apesar de dizer que “é cedo para chegar a qualquer conclusão sobre estas eleições”, Wyllys sugere que os baixos índices de votação em candidatos LGBT podem ser relacionados a outras demandas desta população.

“Talvez a própria comunidade LGBT quisesse representantes que sejam mais plurais”, completou o deputado. “Na minha atuação como parlamentar, que foi 100% pró-LGBT e direitos humanos, sempre vimos o indivíduo como alguém plural: o gay negro, o gay pobre… Essas questões – gênero, identidade religiosa, raça – são indissociáveis.”

Pautas

Em todo o país, 14 Estados – Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins – não elegeram candidatos que apoiam as causas LGBT.

São Paulo, principal colégio eleitoral do país, registrou recorde de candidatos declaradamente favoráveis aos direitos dos homo e transexuais – 59 no total. Destes, quatro foram eleitos deputados federais – Paulo Teixeira (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Ivan Valente (PSOL) e Orlando Silva (PCdoB) – e dois assumirão o cargo de deputados estaduais – Leci Brandão (PCdoB) e Carlos Giannazi (PSOL).

Entre os 53 não eleitos está o ativista LGBT Todd Tomorrow (PSOL), que obteve 19.313 votos. Ele ficou em terceiro lugar entre os deputados estaduais mais votados de sua legenda – que só conseguiu eleger os dois primeiros.

Para Tomorrow, o desempenho dos candidatos LGBT ao legislativo teria sido melhor se os partidos tivessem aproveitado as discussões sobre o tema entre os presidenciáveis. “Acho que foi um erro de avaliação dos partidos. A pauta LGBT não costuma ser central, mas durante o debate eleitoral ganhou o centro. Naquele momento os partidos deveriam ter destacado suas candidaturas LGBT, mas preferiram não se expor para não perderem o voto conservador”, afirma.

Leia mais em: http://zip.net/bdpNmp

O QUE É FUNDAMENTALISMO?

FUNDAMENTALISMO

Ao Pé da Letra

É o termo usado para se referir à crença na interpretação literal dos livros sagrados. Fundamentalistas são encontrados entre religiosos diversos e pregam que os dogmas de seus livros sagrados sejam seguidos à risca.

O termo surgiu no começo do século 20 nos EUA, quando protestantes determinaram que a fé cristã exigia acreditar em tudo que está escrito na Bíblia. Mas o fundamentalismo só começou a preocupar o mundo em 1979, quando a Revolução Islâmica transformou o Irã num Estado teocrático e obrigou o país a um retrocesso aos olhos do Ocidente: mulheres foram obrigadas a cobrir o rosto e festas, proibidas. “Para quem aprecia as conquistas da modernidade, não é fácil entender a angústia que elas causam nos fundamentalistas religiosos”, escreveu Karen Armstrong no livro Em Nome de Deus: o Fundamentalismo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo.

Os ataques de 11 de setembro, organizados pelo grupo Al Qaeda, reacenderam a preocupação contra fundamentalistas e criaram 2 mitos freqüentes: o de que todo fundamentalista é muçulmano e terrorista. “Poucos grupos apelam para a violência”, diz o antropólogo Richard Antoun, autor de Understanding Fundamentalism: Christian, Islamic and Jewish Movements (“Entendendo o Fundamentalismo: Movimentos Cristãos, Islâmicos e Judaicos”, inédito no Brasil). Conheça, ao lado, alguns grupos fundamentalistas espalhados pelo mundo.

 

Grupos judaicos

Kach Kahane Chai

Objetivo: Restabelecer os territórios judaicos como determina a Torá e expulsar os palestinos da região.

Modo de agir: Atentados terroristas em Israel. Em 1994, Baruch Goldstein, seguidor do Kach, matou 29 palestinos que rezavam na Caverna dos Patriarcas, em Hebron.

Neturei Karta

Objetivo: Oposição ao sionismo. O grupo acredita que Israel é obra de Satã e que judeus não devem se envolver em política ou luta armada, só em assuntos espirituais.

Modo de agir: Boicote. Em 1948, quando o Estado de Israel foi criado, o grupo proibiu todos os seus membros de participarem de eleições, recusou subsídios governamentais para suas escolas e jurou que não entraria em nenhuma instituição governamental. No ano passado, quando o líder da Autoridade Palestina Iasser Arafat morreu, membros do Naturei Karta visitaram o túmulo dele. Muitos membros do grupo apóiam a criação de um Estado palestino.

Satmar

Objetivo: Oposição ao sionismo. É um dos maiores grupos ultra-ortodoxos existentes hoje. Surgido na Romênia, vê o Estado de Israel como profanação. Acredita que o povo eleito deve sofrer a punição do exílio e não tomar iniciativas para se salvar, confiando na vontade de Deus.

Modo de agir: Encoraja os seguidores a criarem comunidades fora de Israel. O líder do grupo, rabino Joel Teitelbaum, culpa os sionistas pelo Holocausto, pois “atraíram a maioria dos judeus para uma hedionda heresia, como nunca se viu desde a criação do mundo”. 

Grupos islâmicos

Partido Frente Islâmica de Salvação

Objetivo: Fundar uma república islâmica regida pelas leis do Alcorão na Argélia.

Modo de agir: Política. Em 1991, o partido iria ganhar as eleições, mas o governo interrompeu o processo eleitoral. A medida gerou revolta entre os muçulmanos e uma guerra civil durante toda a década de 1990. Deste conflito, surgiram os grupos fundamentalistas Exército Islâmico da Salvação e Grupo Armado Islâmico.

Al-Gama·a al-Islamiyya

Objetivo: Pela guerra santa, fazer do Egito um Estado islâmico.

Modo de agir: Ataques terroristas, em especial contra turistas. “O turismo é uma praga. As mulheres vêm vestidas em roupas provocativas para despertar o desejo dos fiéis”, disse o líder Omar Abdel Rahman a um jornal israelense em 1993. Em 1997, o grupo matou 58 pessoas que visitavam o templo de Hatshepsut, um dos principais pontos turísticos do país. Também já cometeu um ataque contra o presidente egípcio Hosni Mubarak, em 1995.

Abu Sayyaf

Objetivo: O grupo, ligado à Al Qaeda, quer criar um Estado islâmico nas Filipinas.

Modo de agir: Ataques terroristas. É acusado de ter matado 100 pessoas no ataque a um barco, em fevereiro de 2004. No dia 14 de fevereiro deste ano, dia dos namorados nas Filipinas, 3 atentados à bomba mataram 11 pessoas. Os ataques seriam um presentinho para a presidente Gloria Arroyo. 

Grupos cristãos

Pró-vida de Anápolis

Objetivo: Combater o aborto em qualquer caso, o homossexualismo e o uso de preservativos.

Modo de agir: Campanhas e lobbies junto a vereadores e deputados. O grupo luta contra ações judiciais que permitem certos tipos de aborto e é reconhecido como entidade de utilidade pública por uma lei municipal de Anápolis.

Christian Voice (Voz Cristã)

Objetivo: Analisar os acontecimentos atuais sobre a ótica da Bíblia, unir Igreja e Estado na Inglaterra. “Abençoada é a nação em que Deus é o senhor”, informa o site do grupo.

Modo de agir: Manifestações de oposição à União Européia e ao divórcio, ataques a clínicas de aborto e promoção da cura de homossexuais. No começo do ano, o grupo fez uma manifestação contra a tevê britânica BBC por ter apresentado o musical Jerry Springer – The Opera em que Jesus, Maria e Deus são convidados de um programa de entrevistas no inferno e Jesus diz que é gay. Telefones de funcionários da BBC foram divulgados no site do grupo para quem quisesse reclamar pessoalmente.

Universidade Bob Jones

Objetivo: Formar profissionais preparados para seguir Cristo, independentemente da carreira.

Modo de agir: Os estudantes são obrigados a participar de um curso bíblico por semestre. Proíbe namoros entre estudantes de raças diferentes e expulsa alunos homossexuais.

Por Adriana Küchler,  em Superinteressante

MENTE E CORAÇÃO – GUILHERME KERR NETO

Mente e Coração – Guilherme Kerr Neto

Ah! Como é bom poder
aos pés da cruz depositar
este meu fardo, pesado e árduo de carregar.

E não ter que andar ansioso de nada, senão,
a Deus tudo levar, em grata e súplice oração.
E a paz de Deus, então, mente e coração guardará
em Cristo Jesus.

Ah! Como é bom poder
aos pés da cruz depositar
este meu fardo, pesado e árduo de carregar.

E não ter que andar ansioso de nada, senão,
sobre Ele lançar, cada problema, cada aflição.
E a paz de Deus, então, mente e coração guardará
em Cristo Jesus.

Ah! Como é bom poder, como é bom saber!

VOTO DE CABRESTO É CONDENADO POR LÍDER RELIGIOSO DE CAMPINAS

Contra o Voto de cabresto divino

 

O arcebispo de Campinas, dom Airton José dos Santos, enviou carta às paróquias em que orienta qual deve ser o papel da igreja nas eleições do dia 05 de outubro.

Entre elas, o religioso condena o voto de cabresto, proíbe o uso dos templos e lugares de cultos, assim como eventos religiosos, para propaganda eleitoral partidária e ressalta ainda que os candidatos que são voluntários da igreja devem se afastar do cargo de leigo das paróquias para não constrangerem os fiéis a votarem neles.

Além disso, deixa claro a defesa do financiamento público de campanha – evitando assim a influência do poder econômico sobre as candidaturas -, defende alteração do sistema político em que o pleito seria realizado em dois turnos, sendo que no primeiro votaria na proposta e, no segundo, no candidato, entre outras propostas.

A carta é extensa e propositiva. Mas entre seguir as orientações e ignorá-las há um longo caminho. O que tenho visto é pastores e padres ignorarem sistematicamente o papel da igreja – defendo a conscientização política, mas condeno a partidarização das igrejas – e estão transformando os púlpitos em palanques eleitorais. Não se constrangem em pedir votos para os seus candidatos e tratam os fiéis como ignorantes. O voto de cabresto tem sido uma realidade nos arraiais evangélicos e católicos.

Por Rose Guglielminetti

VOCÊ É QUAL TIPO DE PESSOA?

Existem dois tipos de pessoas que não vão para a frente:
Aquelas que não fazem o que lhes é pedido. Aquelas que só fazem o que lhes é pedido.
Napoleon Hill

AS 16 LEIS DE TODA PESSOA DE SUCESSO, SEGUNDO NAPOLEON HILL

 

No começo do século XX, um dos empresários mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, Andrew Carnegie, decidiu que queria saber quais eram os denominadores comuns entre todos os grandes homens de sucesso da época.

Para isso, contratou um jovem chamado Napoleon Hill e deu a ele a tarefa de estudar – durante 20 anos – sobre as 6 mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo e descobrir o que elas tinham em comum. Hill não só as estudou como também entrevistou pessoalmente centenas delas, incluindo nomes como Thomas Edson, Graham Bell, George Eastman, Henry Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt e Woodrow Wilson.
Depois de apresentado a Andrew Carnegie, o resultado do trabalho foi transformado em um curso, no qual Napoleon Hill definiu 16 leis que todas as pessoas de grande sucesso seguiam, conscientemente ou não. Se você quer modelar alguns desses grandes nomes da humanidade, leia sobre e tente aplicar você mesmo todas essas 16 essenciais regras.

1. Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento

A primeira lei revela que todos os grandes homens tiveram que se associar a outras pessoas para conseguir realizar os seus objetivos. Uma vez que todos compreenderam a interdependência, buscaram principalmente pessoas que seguiam uma mesma linha de pensamento. Assim, todos trabalhavam em rapport com seus sócios.
Napoleon Hill afirmava que a união de duas ou mais mentes gerava um todo que era maior do que a soma das partes, o que ele chamou de Master Mind – ou Mente Mestra. Sozinhos, nenhum deles teria conseguido o sucesso que conseguiu.

2. Objetivo principal definido

Outro ponto que ficou bastante claro durante a pesquisa foi que todas as pessoas que realizam seus sonhos tinham um objetivo principal claramente definido em suas mentes, muitas vezes ricos em detalhes.
Muita gente diz que quer mudar de vida, mas quando são perguntadas o que realmente querem, se atrapalham para dizer. Sabem que não querem continuar do jeito que estão, mas não tem um objetivo claro de onde querem chegar, do que querem realmente mudar.
O objetivo principal na vida deve ser escolhido com um grande cuidado e, depois de escolhido, deverá ser escrito e colocado num lugar onde se possa vê-lo pelo menos uma vez por dia. Isso tem por efeito psicológico impressionar o subconsciente da pessoa de tal maneira que ela aceita esse propósito como um lema, um projeto, uma “planta” que finalmente dominará as suas atividades na vida e a guiará, passo a passo, para a consecução desse objetivo. – Napoleon Hill

Sem ter um objetivo traçado, é muito complicado realizar alguma coisa. Não devemos ser 100% orientados a meats, contudo se não tivermos um lugar para onde ir, será difícil saber como chegar lá.

3. Confiança em si próprio

As pessoas de sucesso entrevistadas demonstravam grande confiança em seu potencial. Se não para resolver o problema, para saber quem chamar para resolver. A autoconfiança é essencial para quem quer empreender algo. Quem vai confiar um investimento em alguém que não demonstra segurança? Qual cliente vai comprar algo de alguém que duvida de si mesmo?

4. Economia

A quarta lei das pessoas de sucesso é o hábito da economia. Em uma tradução mais moderna, podemos dizer que educação financeira é uma das regras essenciais para quem quer obter sucesso.
Embora o dinheiro não seja a única ferramenta para medir o sucesso de uma pessoa, quando estamos falando de negócios e empresas (que era o caso da maioria dos entrevistados de Napoleon Hill), essa é sim a principal medida de sucesso.
O estudo mostrou que os entrevistados sabiam controlar suas finanças e assim tinham sempre dinheiro para investir em oportunidades e para arriscar empreendimentos que, se não dessem certo, também não os iria deixar no meio da rua.

5. Iniciativa e Liderança

Um outro ponto bastante claro na pesquisa foi o de que todos os entrevistados tinham um perfil de líder e não de seguidor. Todos tomaram a iniciativa de assumir o controle de suas próprias vidas, de empreender, de sair da mesmice e levar outros associados juntos no caminho.
Embora algumas pessoas realmente não tenham o perfil de liderança, acreditamos que isso pode ser trabalhado e melhorado. Para levar outras pessoas a trabalharem com você em uma iniciativa própria ou mesmo para convencer outros a comprarem seus serviços e produtos, é preciso demonstrar liderança.

6. Imaginação

Pensar fora da caixa. Essa é a sexta lei do triunfo identificada por Napoleon Hill entre os homens bem-sucedidos que ele entrevistou. Boa parte deles precisou muitas vezes usar a imaginação para pensar em um negócio que não existia, para criar uma solução na qual ninguém pensou antes, para criar coisas novas.
Existe uma série de técnicas para desenvolver a imaginação e a criatividade, mas o ponto principal é você forçar-se a mudar suas rotinas de ações e pensamentos e não ter receio de experimentar coisas novas.

7. Entusiasmo

Aqui chegamos a um ponto muito importante. Muita gente parece ter um desejo de mudar de vida, mas acaba não indo em frente. É como se faltasse o combustível para levar o carro adiante.
Segundo a pesquisa encomendada por Andrew Carnegie, esse combustível que move homens e mulheres rumo a grandes descobertas e empreendimentos é o entusiasmo. Grande parte dos maiores realizadores do mundo eram absolutamente apaixonados por seus objetivos principais definidos, a ponto de isso despertar neles grande entusiasmo para seguir em frente mesmo quando todas as condições pareciam adversas.
O homem geralmente triunfa com mais facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração. – Napoleon Hill
Criar entusiasmo em si mesmo – literalmente viver com paixão – é um dos desafios mais intensos e prazerosos que você pode impor a si mesmo.

8. Autocontrole

O oitavo ponto bate muito com o quinto: ter autocontrole é, na verdade, ser o líder de si mesmo. É pensar no longo prazo, avaliar as consequências de cada ação, ter a ideia exata de que tudo o que você faz ou o aproxima ou o afasta do seu objetivo principal definido.
Não ser escravo das tentações mundanas ou de estados alterados de consciência – como a embriaguez, por exemplo – é um passo essencial para quem quer estar no comando da própria vida.

9. Hábito de fazer mais do que a obrigação

Segundo Napoleon Hill, existem dois tipos de pessoas que não vão para a frente:
  1. Aquelas que não fazem o que lhes é pedido
  2. Aquelas que só fazem o que lhes é pedido
Se você quer se destacar em sua área de atuação, precisa criar o saudável hábito de andar a milha extra: sempre fazer mais do que lhe pedem, sempre fazer mais do que é obrigado a fazer. Do contrário, você será apenas uma pessoa mediana, igual a tantas outras.

10. Personalidade atraente

Os negócios são resultados diretos de interações humanas. Cultivar uma personalidade atraente é ser uma figura agradável, simpática, bem apresentada. Não estamos falando aqui de padrões de beleza e sim de comportamentos que o tornem uma companhia agradável para os outros.
Existem pessoas que não fazem a menor questão de serem simpáticas. Elas estão no direito delas, porém para quem quer levar sua carreira a patamares mais altos, além de competência, é preciso ser uma companhia no mínimo agradável.

11. Pensar com Exatidão

Ter foco é outra lei essencial para quem quer obter sucesso. Devemos aprender a dirigir os nossos pensamentos somente para os assuntos, fatos e informações que, de alguma forma, nos deixarão mais próximos de nosso objetivo principal definido.
A meta é passar a raciocinar dedutivamente, apenas com base em fatos comprovadamente verdadeiros, que possuam importância real e que sejam úteis de alguma maneira.

12. Concentração

Esse ponto parece ser muito mais difícil hoje em dia do que na época em que a pesquisa foi realizada. Isso porque hoje boa parte da humanidade sofre com distúrbios de déficit de atenção. As novas tecnologias e seus processos multitarefas nos oferecem tantas coisas que cada uma delas recebe apenas uma pequena fração da nossa atenção. O resultado são trabalhos mal-feitos, falta de foco, sensação de excesso de informação e um grande sentimento de frustração.
A saída aqui é treinar a própria mente para pensar com exatidão. Técnicas de meditação e o hábito de lidar com apenas uma coisa de cada vez, com foco total, são úteis para esse tipo de treinamento.

13. Cooperação

Além de se associar com pessoas com a mesma linha de pensamento, os homens de sucesso entendem que a cooperação é o melhor caminho para a realização pessoal e coletiva. Isso inclui ver os concorrentes apenas como outros players do mercado, não como inimigos. Significa ver os funcionários não como escravos, mas como pessoas que estão colaborando para tornar o seu sonho realidade.
A cooperação deve se dar em todos os níveis, pensando não somente no interesse próprio, mas também no bem-estar das pessoas com quem você se relaciona.

14. Fracasso

Como o fracasso pode ser uma das leis do sucesso? É simples: todas as pessoas que atingiram uma grande realização na vida, fracassaram algumas vezes antes. Na verdade, como diria Thomas Edson, aprenderam maneiras de “não inventar a lâmpada”.
O fracasso deve ser visto como um grande aliado. Cada vez que você falha, você descobre uma maneira de não realizar o seu objetivo. Elimina um caminho. Continue fazendo isso até você achar a trilha ideal.
Anthony Robbins em seus treinamentos pergunta: quantas vezes você deixaria o seu filho cair antes de desistir de ensiná-lo a andar? As pessoas respondem com simplicidade: ora, ele vai cair até conseguir andar. E aí está a fórmula mágica do sucesso! Não existe maneira de fracassar, apenas de aprender como não chegar lá.

15. Tolerância

Para lidar com o fracasso, com as limitações de outras pessoas e as suas próprias, com as adversidades que a vida nos impõe, é preciso ter uma boa dose de tolerância e paciência.
Você já deve ter percebido que não existe ninguém no mundo que consiga ter todas as coisas sob controle. Coisa que queremos não acontecem. Coisas que não queremos acontecem. O segredo é nos desapegar de querer controlar tudo e ter tolerância e paciência para ir acertando e errando até chegar onde queremos, seguindo sempre em frente.
A maior recomendação que alguém que está buscando uma melhoria na qualidade de vida pode receber é a de aproveitar toda a jornada, não apenas a realização da meta. O momento em que você realiza o objetivo é muito fugaz perto de todo o caminho que você tem para percorrer até ele.
Se você condicionar sua felicidade somente à realização dos objetivos, estará se condenando a uma vida triste.

16. Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo

Conhecida como A Regra de  Ouro, essa lei é usada em grande parte das religiões e filosofias de vida já criadas no mundo. Se ela fosse realmente levada a sério, viveríamos um mundo bem melhor.
No momento em que você percebe que somos todos – seres vivos e meio-ambiente – uma única rede interdependente, que a ideia de eu como uma coisa distinta e independente nada mais é do que uma ilusão, aí, meu amigo, temos uma grande oportunidade de nos libertarmos de padrões limitadores. Tratar as outras pessoas como a si mesmo é um passo importante para essa compreensão.

Livro

Esse é apenas um resumo das 16 leis do sucesso de Napoleon Hill. Se você quiser saber sobre cada uma delas em detalhes, inclusive com muitos exemplos práticos, procure o livro de 736 páginas que no Brasil recebeu o título de A Lei do Triunfo. Embora seja antigo – com primeira edição no ano de 1930 – todas as leis continuam válidas, algumas até mais hoje em dia do que no século passado.
Fonte: IDECRIM

10 LIÇÕES DE ALBERT EINSTEIN

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Albert Einstein é uma das maiores personalidades do século 20. Em 2009 foi eleito o físico mais memorável de todos os tempos. Confira lições que você pode aprender com ele

Mesmo com toda a genialidade e sucesso, Einstein sempre se manteve humilde e aberto para novas descobertas e revisões

Albert Einstein é uma das maiores personalidades do século XX. Em 2009 foi eleito o físico mais memorável de todos os tempos. Ele é responsável, entre outros estudos, pela famosa teoria da relatividade. Além de cientista brilhante, Einstein também teve outras áreas de interesse como a filosofia e ética, por exemplo. Com ele é possível aprender muito mais do que física. Confira a seguir as lições que os estudantes por aprender com Albert Einstein:

10 lições de Albert Einstein: 1 – A imaginação é mais importante que o conhecimento.

Sem a capacidade de sonhar e imaginar Einstein jamais teria conseguido formular suas brilhantes teorias.

10 lições de Albert Einstein: 2 – Não se preocupe com as dificuldades em matemática. Eu posso garantir que as minhas são muito maiores.

Diferente do que muitos pensam, Einstein nunca reprovou em matemática. Mesmo assim, ele alegou diversas vezes possuir certa dificuldade com a matéria.

10 lições de Albert Einstein: 3 – A única coisa realmente valiosa é a intuição.

Einstein entendia o valor do instinto e intuição na resolução de problemas. Enquanto o conhecimento e informação são essenciais, confiar em suas intuições e reações também é um importante diferencial.

10 lições de Albert Einstein: 4 – Qualquer pessoa que nunca tenha cometido um erro nunca tentou algo novo.

Errar é uma parte essencial das experiências vivenciadas pelos seres humanos. As falhas permitem que nós revisemos outras perspectivas e abordagens, além de aprender a respeitar a importância do tempo e reflexão.

10 lições de Albert Einstein: 5 – A única coisa que interfere em meu aprendizado é minha educação.

O aprendizado não se limita as paredes de uma instituição de ensino, pelo contrário, é um processo vivenciado ao longo da vida. Padrões e imposições de ideologias muitas vezes são as maiores barreiras que as pessoas podem encontrar para aprender.

10 lições de Albert Einstein: 6 – Eu não sei com que armas a III Guerra Mundial será travada, mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras.

As teorias de física de Einstein contribuíram para o desenvolvimento das armas atômicas, mesmo assim, ele deplorava seu uso e pressionou diversos presidentes norte-americanos para limitar sua proliferação.

10 lições de Albert Einstein: 7 – Não podemos resolver problemas usando o mesmo padrão de pensamento que tivemos para criá-los.

Encontrar soluções significa repensar a conduta adotada até o momento do erro. Se você insistir nos mesmos padrões provavelmente irá encontrar as mesmas barreiras.

10 lições de Albert Einstein: 8 – O mais importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão de existir.

Questionar é o que leva a humanidade ao avanço. Se você aceitar todas as coisas a sua volta sem repensá-las jamais, nunca irá conseguir encontrar soluções e novas oportunidades.

10 lições de Albert Einstein: 9 – Quem se compromete a definir-se como juiz da Verdade e do Conhecimento é afundado pela gargalhada dos deuses.

Mesmo com toda a genialidade e sucesso, Einstein sempre se manteve humilde e aberto para novas descobertas e revisões. Essa característica fez dele (e faz até hoje) um dos maiores ícones de várias gerações de seres humanos.

10 lições de Albert Einstein: 10 – Nem tudo que conta pode ser contado, e nem tudo que pode ser contado conta.

Essa frase estava pendurada no escritório de Einstein na Universidade de Princeton e servia como um lembrete das coisas realmente importantes da vida: amor e felicidade.

MAIS DE 2.500 SOCORRISTAS DO 11 DE SETEMBRO ESTÃO COM CÂNCER

No ano passado, cerca de 1.140 casos foram registrados

Da ANSA

Os aviões atingiram as torres no dia 11/09/2001AP Photo/Carmen Taylor

Mais de 2.500 pessoas que trabalharam no resgate de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, quando foram derrubadas as Torres Gêmeas, sofrem de câncer.

De acordo com o jornal local New York Post, um número crescente de pessoas está buscando indenização. No ano passado, cerca de 1.140 casos similares foram registrados.

Segundo o Programa de Saúde ligado ao World Trade Center no Hospital Mount Sinai, em Nova York, 1.655 dos 37 mil policiais, entre outros funcionários da prefeitura e voluntários que trabalharam no local do atentado, estão com câncer.

Museu de 11 de setembro é autorizado a exibir viga do WTC em forma de cruz

O número sobe para 2.518 quando são somados os bombeiros e paramédicos que prestaram ajuda no local.

Um capitão dos bombeiros aposentado, de 63 anos, que trabalhou incansavelmente por uma semana depois de 11 de Setembro e passou meses nos escombros das torres, recebeu recentemente uma indenização de cerca de R$ 3 milhões (US$ 1,5 milhões) do Fundo de Compensação para Vítimas do 11/9 por problemas no pulmão e câncer inoperável no pâncreas.

Fonte: R7 Página Inicial

Documentário: Paradise or Oblivion (Paraíso ou Esquecimento)

Paradise or Oblivion (Paraíso ou Esquecimento) é um documentário desenvolvido pelo Projeto Vênus, de Jacque Fresco – um visionário engenheiro social, futurista, inventor e engenheiro industrial. O Documentário trata sobre como a sociedade caminha para o colapso social e econômico, conforme foi estabelecida ao passar dos anos.

O diretor inicia mostrando tudo o que há de controverso na sociedade e como o governo lida com o dinheiro, impostos e no investimento em guerras. É como se as guerras fossem necessárias para que a economia do país progrida. Algo que todos deveríamos nos questionar!

Simplesmente nada pode ser feito sem dinheiro. Não se bebe uma água e não se alimenta sem dinheiro e os sistemas de trocas e produção comunitária ficaram praticamente obsoletos. Temos recursos em abundância, mas de que adiantam quando a bolsa quebra, por exemplo? As fábricas ficam repletas de produtos sem que as pessoas tenham condições de comprar. Nosso sistema é totalmente falho e faz com que fiquemos dependentes do mesmo.

É por esse motivo que Jacque Fresco traz uma nova proposta, onde haveria uma sociedade de oportunidades e com fartura de alimentos, recreação, roupas, meios de transportes, novas tecnologias e acesso ao conhecimento. Não haveria dinheiro e tudo seria provido para todos.

01

Esse novo estilo de vida, oferecendo lazer e recreação, também ampliaria o conhecimento e a criatividade de todos. A medida do sucesso seria a satisfação dos interesses pessoais no lugar da aquisição de riqueza e objetivos egocêntricos. Uma economia baseada em recursos não só mudaria o ambiente para torná-lo limpo, eficiente e agradável, mas introduziria um novo sistema de valores apropriado à direção e metas da inovadora abordagem social.

02

Liberado o acesso à educação e aos recursos, não haveria limite para o potencial humano. Todos teriam liberdade para procurar qualquer área de desafio construtivo que escolhessem sem terem as limitações econômicas que hoje são enfrentadas. O objetivo seria criar uma sociedade sustentável de preocupação ambiental e abundância.

03

Para finalizar o documentário, Jacque Fresco faz as seguintes observações – “Tudo isso pode ser construído com o que sabemos hoje. Levaria 10 anos para transformar a superfície da Terra. Para reconstruir o mundo como um segundo Jardim do Éden. A escolha é sua. A estupidez de uma corrida armamentista nuclear, o desenvolvimento de armas tentando resolver seus problemas politicamente. Elegendo este ou aquele partido político. Todos os políticos estão imersos em corrupção. Vou repetir: comunismo, socialismo, fascismo, democratas, liberais. Não há problemas de negros, poloneses ou judeus, problemas de gregos ou mulheres. Há problemas humanos.”

Aproveite e confira este documentário logo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=PoJyb1R9U4s

Conheça também o Projeto Vênus – www.thevenusproject.com

Fonte: Editorial Ciências Paralelas

Killing In The Name – Rage Against The Machine live at PinkPop 1993

Matando em nome de! Alguns das forças de trabalho são os mesmos que queimam cruzes! Alguns das forças de trabalho são os mesmos que queimam cruzes! E agora você faz o que eles falaram! E agora você faz o que eles falaram! Mas agora você faz o que eles falaram! Enfim agora você faz o que eles falaram! Aqueles que morreram foram justificados por usarem o emblema! Eles eram os brancos escolhidos! Você justifica aqueles que morreram usando o emblema! Eles eram os brancos escolhidos! Aqueles que morreram foram justificados por usarem o emblema! Eles eram os brancos escolhidos! Você justifica aqueles que morreram usando o emblema! Eles eram os brancos escolhidos! Alguns das forças de trabalho são os mesmos que queimam cruzes! Alguns das forças de trabalho são os mesmos que queimam cruzes! Alguns das forças de trabalho são os mesmos que queimam cruzes! Matando em nome de! Matando em nome de e agora você faz o que eles falaram! E agora você faz o que eles falaram, você esta sob controle! Você esta sob controle e agora você faz o que eles falaram! Você esta sob controle! Aqueles que morreram foram justificados por usarem o emblema! Vamos lá! Sim! vamos lá! Eu não vou fazer o que você me diz!

Ao Cubo – Um Por Todos – Part. GOG, MPXIII, Elly, Dexter, Don Pixote e Helião (Versão Oficial)

A cidade é selvagem
Um passo em falso te arrebenta
É rápido e parece que anda em câmera lenta
O coração não aguenta Jesus
Salva das cinzas
Tem mais pedra que caminho
E só ele tranquiliza
Machucado cicatriza lutador
Ossos do ofício, lembra dessa gente pastor?
São meu patrícios, lembra do agressor
Mas muito mais do agredido
Acredito antes vem o fraco e oprimido
Acho que é por isso que eles choraram pra nascer
Quando vêm o que vêm pela frente aí assusta
Os meus irmãos, sem ocupação indo pra busca
Queriam profissão
Tem não pra quem não estuda
Firmeza total nenhum mal vai nos deter
Se você é por mim, Deus é por nós,
E eu por você
Uma mão vai estender
E um coração pra entender
Nos que tá vai que da alegria no amanhecer

Ei doutores da lei amantes do amor você que de uma forma ou de outra
Criou lucrou
Colheu enriqueceu com sangue plebeu
Miséria não tem cor essa parte você escondeu
E escreveu num livro que não dava pra ler
Quem não aprenderia mesmo fazendo tv
Sempre se considerou melhor do que eu pior
Sãos os meus e tudo que é bom é seu
Só sua arte é digna de aplausos
Abraço só que eu não calço seu numero falso
Não vou enforcar usando meu próprio cardaço
Pra desatar o laço passo a passo faço o que faço,
Evoluir, dividir, somar multiplicar, aula que você fez questão de não dar
O sinal vai cobrar seu muro não vai segurar
E assim que a cerca elétrica desativar

Olha pra nós os manos e as minas da quebrada precisa de ajuda mais que nada (2x)

Quando criança a esperança era amostra de viver
Sonho dar pra minha coroa o que ela não pode ter
Suponho que a vida nunca foi generosa comigo
Criado no fundão da leste.
No meu abrigo
Vários amigos da infância viraram bandido
Vai vendo cansado de tanto veneno
Entraram pro crime bem cedo fui crescendo
Vendo vários manos morrendo por causa de orgulho próprio
Tipo assim vendo
Ajuda do governo nunca recebemos
Aqui era pra eu ter morrido
Faz tempo mais sobrevivi nessa selva de leões
Onde as emoções são fortes com Deus no coração
Do povão e muita sorte

É assim que a gente vive é assim que acontece
Só tenho a agradecer a Deus que Fortalece
Faço a minha prece ergo a minha voz pro Senhor proteger quem vive com nois

Quebrada é quebrada é feita de gente pobre, sofrida, defasada
Nos estilo de vida, famílias humildes e massacradas
Jaraguá pa, mp, zo., sp ae favela
Eu tenho uma linhagem dela por que
Deus protege a todos mesmo
Que nem todos creiam nisso
Eu tenho visto por isso não desisto de cantar a paz de Cristo
É preciso conhecê-Lo melhor
Porque se a vida ta difícil é só o inicio
Vai ficar pior eu vou alem da minha quebrada
Na palavra por toda a quebrada
Eu espalho o amor
Por mais que a dor siga
Nos não só mais uma voz na virtude
Eu sou um a mais mensageiro de uma fita se não acredita eu sou da paz
Quebrada também erra
Rapaziada também quer conforto pra família
E pede a Deus pra continuar de pé
O pai ajuda quem madruga
E quem se ajuda viver porque se Deus é por nós então
Quebrada Deus é por você

Olha pra nos os manos e as mina da quebrada precisa de ajuda mais que nada (2x)

Preciso de amor preciso de carinho
Vou pedir pra Deus por alguém no meu caminho
Que me de sem querer nada mais que o mesmo em troca
Coisa preciosa e comunhão com os irmãos
Mas não cultivo a ilusão que alguns preferem
Sei que não to vivendo no Jardim do Éden
Convivo por aqui com homens que fedem
Fantásticos e ordinários vermes mercenários
Abútres do planalto nada mais que mafiosos
Comem nossa carne e ainda bicam nossos ossos
Pegou tudo que o quis roubou tudo o que pode é o bicho da maçã
Devora ate o que já ta podre.
Cigarras preguiçosas não ajudam no plantio
Gafanhoto egoísta
Devorou tudo o que viu
Pegou tudo só pra ele,
Muquiou não repartiu
Território de ninguém Pátria Amada Brasil.

Eu to aqui na missão com a cabeça a milhão
Sigo com convicção, predador no mundão
Sobrevivendo ao jogo perigoso do gueto
Cê tem que ter poder, conhecimento e respeito
A vida é um desafio é disso eu não duvido
De cara a cara sempre sempre com o perigo avante prossigo,
Invejosos não ligo eu sei o que é o joio e separo do trigo
Têm vários por ai que querem caçar o seu pé
Só quem é das ruas sabe bem qual que é
Recíproco sentimento é claro lógico guerreiro não se abala com olhar de filho prodigo
Firme na palavra ela sim que tem poder
A rima me consagra arma do meu viver
Periférico não genérico fenomenal,
Sou letal preto original

Olha pra nos os manos e as mina da quebrada precisa de ajuda mais que nada

Nova jerusalém queremos ir também
Então nos vemos enquadrados o inimigo vem
Bebendo wiskes vem brisando
No vai vem daquela mina que enfeitiça sem olhar a quem
Um baseado tem um trago ainda não brisou
A nossa vida bandida a musica educou
Representantes das ruas tamo pelo amor
Tamo com fardo do povo Deus que escalou na era do sexo e do faz-me rir
Nois com os parceiros fechado debate aqui e ali
Sempre em meios as treta a nossa vida é assim
Limpando o ouvido da onça com Palim
Porem sabemos que a mudança e certa
Dia apos dia a verdade liberta
E o desejo vai alem os erros ficam no mundo
Agradeço as orações dos meus amigos
Ao Cubo
Oh Gloria!

CONFÚCIO

Confúcio

Confúcio ensinando, retratado por Wu Daozi, Dinastia Tang

Nascimento 27 de Agosto de 551 a.C.
Morte 479 a.C. (72 anos)
Influências
Influenciados
Escola/tradição Fundador doConfucionismo
Principais interesses ÉticaFilosofia Social
Ideias notáveis Confucionismo
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Portal de Filosofia

Confúcio (chinêspinyinKǒng ZǐWade-GilesK’ung-tzu, ou chinês: 孔夫子, pinyinKǒng FūzǐWade-GilesK’ung-fu-tzu), literalmente “Mestre Kong“,1(tradicionalmente 27 de agosto de 551 a.C. – 479 a.C.)2 foi um pensador e filósofo chinês do Período das Primaveras e Outonos.

A filosofia de Confúcio sublinhava uma moralidade pessoal e governamental, também os procedimentos correctos nas relações sociais, a justiça e a sinceridade. Estes valores ganharam relevo na China sobre outras doutrinas, como o legalismo (法家) e o taoismo (道家) durante a Dinastia Han3 4 5 (206 a.C. – 220). Os pensamentos de Confúcio foram desenvolvidos num sistema filosófico conhecido por confucianismo (儒家).

Porque nenhum texto é demonstrável ser de autoria de Confúcio, e as ideias que mais chegadas lhe eram foram elaboradas em escritos acumulados durante o período entre a sua morte e a fundação do primeiro império chinês em 221 a.C., muitos académicos são muito cautelosos em atribuir asserções específicas ao próprio Confúcio. Os seus ensinamentos podem ser encontrados na obra Analectos de Confúcio (論語), uma colecção de aforismos, que foi compilada muitos anos após a sua morte. Por cerca de dois mil anos, pensou-se ter sido Confúcio o autor ou editor de todos os Cinco Clássicos (五經)6 7 como o Clássico dos Ritos (禮記) (editor), e Os Anais de Primavera e Outono (春秋) (autor).

Os princípios de Confúcio tinham uma base nas tradições e crenças chinesas comuns. Favorecia uma lealdade familiar forte, veneração dos ancestrais, respeito para com os idosos pelas suas crianças (e, de acordo com intérpretes posteriores, das esposas para como os maridos), e a família como a base para um governo ideal. Expressou o conhecido princípio, “não faças aos outros o que não queres que façam a ti“, uma das versões mais antigas da ética da reciprocidade.

 

Nascimento e juventude

Confúcio, também conhecido como K’ung Ch’iu, K’ung Chung-ni ou Confucius,8 nasceu em meados do século VI (551 a.C.), em Tsou, uma pequena cidade no estado de Lu, hoje Shantung. Segundo algumas fontes antigas, teria nascido em 27 de agosto de 552 a.C. (ou seja, no vigésimo primeiro ano do duque Hsiang).9 Esse estado é denominado de “terra santa” pelos chineses. Confúcio estava longe de se originar de uma família abastada, embora seja dito que ele tinha ascendência aristocrática. Seu pai, Shu-Liang He, antes magistrado e guerreiro de certa fama, tinha setenta anos quando se casou com a mãe de Confúcio, uma jovem de quinze anos chamada Yen Cheng Tsai, que diziam ser descendente de Po Chi’in, o filho mais velho do Duque de Chou, cujo sobrenome era Chi.

Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu quando ele tinha três anos de idade, o que o obrigou a trabalhar desde muito jovem para ajudar no sustento da família. Aos quinze anos, resolveu dedicar suas energias em busca do aprendizado. Em vários estágios de sua vida empregou suas habilidades como pastor, vaqueiro, funcionário e guarda-livros. Aos dezenove anos se casou com uma jovem chamada Chi-Kuan. Confúcio teve um filho, K’ung Li.

Ilustração de 1922 de Confúcio.

Viagens

Confúcio viajou por diversos destes reinos, esteve em íntimo contacto com o povo e pregou a necessidade de uma mudança total do sistema de governo por outro que se destinasse a assegurar o bem-estar dos súbditos, pondo em prática processos tão simples como a diminuição de contribuições e o abrandamento das penalidades. Embora tentasse ocupar um alto cargo administrativo que lhe permitisse desenvolver as suas ideias na prática, nunca o conseguiu, pois tais ideias eram consideradas muito perigosas pelos governantes. Aquilo que ele não pôde fazer pessoalmente acabaram fazendo-o alguns dos seus discípulos, que, graças à boa preparação por ele ministrada, se guindaram, dia após dia, aos cargos mais elevados. Já idoso, retirou-se para a sua terra natal, onde morreu com 72 anos.

Confúcio é biograficamente, segundo o historiador chinês Sima Qian (século II a.C.), uma representação típica do herói chinês. Ele era alto, forte, enxergava longe, tinha uma barriga cheia de Chi, usava longa barba, símbolo de sabedoria, mas vestia-se bem e era simples. Era também de um comportamento exemplar, demonstrando sua doutrina nos seus actos. Pescava com anzol, dando opção aos peixes, e caçava com um arco pequeno, para que os animais pudessem fugir. Comia sem falar, era directo, franco, acreditava ser um representante do céu.

Ideias

A sua ideologia de organização da sociedade procurava também recuperar os valores antigos, perdidos pelos homens de sua época. No entanto, em sua busca pelo Tao, ele usava uma abordagem diferente da noção de desprendimento proposta pelos taoístas. A sua teoria baseava-se num critério mais realístico, onde a prática do comportamento ritual daria uma possibilidade real aos praticantes de sua doutrina de viverem em harmonia.

Confúcio não pregava a aceitação plena de um papel definido para os elementos da sociedade, mas sim que cada um cumprisse com seu dever de forma correta. Já o condicionamento dos hábitos serviria para temperar os espíritos e evitar os excessos. Logo, a sua doutrina apregoava a criação de uma sociedade capaz, culturalmente instruída e disposta ao bem estar comum. A sua escola foi sistematizada nos seguintesprincípios:

Fotografia do túmulo de Confúcio em Qufu, Província de Shandong, China.

Cada um desses princípios ligar-se-ia às características que para ele se encontravam ausentes ou decadentes na sociedade.

Confúcio não procurou uma distinção aprofundada sobre a natureza humana, mas parece ter acreditado sempre no valor da educação para a condicionar. Sua bibliografia consta de três livros básicos, sendo que os dois últimos são atribuídos aos seus discípulos:

Após sua morte, Confúcio recebeu o título de “Lorde Propagador da Cultura Sábio Supremo e Grande Realizador” (大成至聖文宣王), nome que se encontra registado em seu túmulo.

Discípulos e legado

Discípulos de Confúcio e seu único neto, Zisi, continuaram a sua escola filosófica após sua morte. Estes esforços espalharam os ideais de Confúcio para os estudantes que depois se tornaram funcionários em muitas das cortes reais chinesas, dando assim ao Confucionismo o primeiro teste em grande escala de seu dogma. Apesar de confiar fortemente no sistema ético-político de Confúcio, dois de seus mais famosos seguidores enfatizaram aspectos radicalmente diferentes de seus ensinamentos. Mêncio (século IV a.C.) articulou a bondade inata no ser humano como uma fonte das intuições éticas que guiam as pessoas para rén, e , enquanto Xun Zi (século III d.C.) ressaltou os aspectos realista e materialista do pensamento de Confúcio, salientando que a moralidade foi incutida na sociedade através da tradição e nos indivíduos, através da formação.

Este realinhamento no pensamento de Confúcio foi paralelo ao desenvolvimento de Legalismo, que viu a piedade filial como auto-interesse e não como um instrumento útil para um governante criar um Estado eficiente. A divergência entre estas duas filosofias políticas veio à tona em 223 a.C., quando o estado de Qin conquistou toda a China. Li Ssu, o primeiro-ministro da Dinastia Qin convenceu Qin Shi Huang a abandonar as recomendações confucionistas de distribuir feudos a parentes, voltando ao sistema anterior da Dinastia Zhou, que ele via como contrário à ideia legalista de centralização do Estado em torno do governante. Quando os conselheiros de Confúcio defenderam sua posição, Li Ssu executou muitos estudiosos confucionistas e seus livros foram queimados, o que foi considerado um duro golpe para a filosofia e a sabedoria chinesas.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Unidade e Diversidade – Guilherme Kerr Neto/Vencedores Por Cristo

E finalizamos nossas comemorações de 18 anos de casamento, cantando Unidade e Diversidade – Vencedores por Cristo/Guilherme Kerr, com Casso da Ipicamp Campinas na ministração, em Ipi Jaguariuna, vindos de um belo final de semana em Serra Negra! Foi uma ótima surpresa de Jeová, que fez tudo se encaixar perfeitamente nesse final de semana!! Logo mais algumas fotos no perfil da Lucely Teixeira!! Segue abaixo a letra e vídeo:Unidade e Diversidade
Guilherme Kerr

Da multidão dos que creram
Era só um o coração e a alma,
Uma só mente, uma semente,
Somente uma esperança brotando dentro da gente.
Nosso era o pão cada dia, nosso era o vinho, santa folia,
O que se parte e reparte, a própria vida,
Galho ligado à parreira, vida, em comum, verdadeira.

Sempre grande poder: curas, milagres de Deus.
Sempre proclamação! Cristo, o Senhor, ressurgiu!

Da multidão dos que creram
Era só um o coração e a alma,
Muita alegria, singela a vida,
Na simpatia de todos, nasce a Igreja de novo
Povo de Deus, sal e luz pra todos os povos.

18 ANOS DE CASAMENTO

Há 25 anos atrás foi o primeiro beijo e poucos meses depois começamos o namoro! Algumas idas e vindas, mas sempre estive colado nela, até que no dia 25 de Maio de 1996 oficializamos nosso relacionamento no cartório e na igreja, o dia que considero o mais feliz da minha vida! São 18 anos de muitas alegrias, muita felicidade, mas também de algumas lutas!  Lucely, te amo demais! Agradeço pelos 3 filhos, que sempre foram motivo de orgulho para mim! Agradeço porque até hoje você sempre esteve comigo e demonstra em suas atitudes que sempre estará! Peço perdão por meus erros, mas você sabe que Deus sempre esteve comigo e também demonstra que sempre estará!

São muitas músicas, deixo abaixo essa da Nikka Costa, Midnight é uma das que mais representa nosso amor, só não sou Marinheiro, mas fui da Aeronáutica! Se alguém quiser ouvir nosso repertório, acesse a CAMPINAS BY NIGHT, que criei especialmente para colocar nossas românticas preferidas!

MAIS DE 1.000 LIVROS GRATUITOS DE JORNALISMO PARA BAIXAR

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jornal é um portador de diferentes gêneros: textos opinativos (editorial, cartas dos leitores, críticas), notícias, reportagens, dicas culturais, classificados etc. distribuídos em diferentes cadernos.

Hoje, os alunos têm acesso a essa linguagem por diferentes formas, inclusive por meio dos telejornais. O trabalho com a leitura desses textos tem como objetivo conhecer essas linguagens para ter uma visão mais crítica do mundo.

Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados e divulgação de informações. Todo e qualquer estudante de jornalismo já buscou algum livro para download. No entanto, nem sempre é fácil encontrar algo que realmente sirva para alguma coisa.

Portanto, listamos aqui inúmeros livros, apostilas e manuais sobre jornalismo.

Manuais de Redação:

Webjornalismo:

Temas Variados:

Gostou da seleção? Caso conheça mais algum livro de jornalismo grátis, comente!

Fonte: Ferramentas Foca

TITÃS – LUGAR NENHUM (30 ANOS)

Titãs – Lugar Nenhum (30 anos)

Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro

Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum
Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum

Não sou de São Paulo
Não sou japonês
Não sou carioca
Não sou português
Não sou de Brasília
Não sou do Brasil
Nenhuma pátria me pariu

Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui

Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro

Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum
Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum

Não sou de São Paulo
Não sou japonês
Não sou carioca
Não sou português
Não sou de Brasília
Não sou do Brasil
Nenhuma pátria me pariu

Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui
Eu não tô nem aí, eu não tô nem aqui

Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro

PRIMEIRAS TRANSFUSÕES DE SANGUE “FABRICADO” SÃO PREVISTAS PARA 2016

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Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 107 milhões de doações de sangue são coletados globalmente a cada ano. No entanto, o sangue é muitas vezes escassos – particularmente em países em desenvolvimento. Apesar das novas salvaguardas, também há ainda o risco de incompatibilidade, ou de infecções sendo transmitidos de doadores para os destinatários. A Organização de caridade Wellcome Trust espera resolver estes problemas, desenvolvendo a capacidade de fabricar sangue fora do corpo. Ela anunciou em meados de Abril de 2014 que os assuntos de teste devem começar a receber transfusões de sangue feitas com glóbulos vermelhos cultivadas em laboratório até o final de 2016.

 

As instituições que colaboram no projeto incluem a Universidade de Glasgow, da Universidade de Edimburgo, Universidade de Loughborough, NHS Blood and Transplant, o Serviço de Transfusão de Sangue irlandês, Roslin Cells Ltd e Terapia Celular Catapulta, em colaboração com a Universidade de Bristol e da Universidade de Cambridge.

O projeto já tem criado glóbulos vermelhos tipo – O, que são “adequados para transfusão clínica”, de acordo com uma reportagem do The Telegraph. Estes foram fabricados a partir de células-tronco pluripotentes induzidas.

“Nós devemos primeiro fazer as células-tronco se tornar um mesoderme – uma das camadas do corpo que faz com que coisas como músculo, osso e sangue e, em seguida, fazê-lo se transformar em células do sangue”, explicou o Dr. Joanne Mountford da Universidade de Glasgow. “Então nós temos que fazê-lo se transformar em uma célula vermelha do sangue especificamente e, finalmente, fazê-lo ejetar seus núcleos e amadurecer corretamente.”

A escolha do tipo O é significativo, pois pacientes com todos os outros tipos de sangue podem recebê-lo.

Enquanto espera-se que os ensaios em pacientes humanos poderiam começar dentro de três anos, ainda há muito trabalho a ser feito antes que as chamadas “fábricas de sangue” sejam uma realidade.

“Cada bolsa de sangue transfundido tem cerca de dois trilhões de células vermelhas do sangue nela”, disse Mountford. “É um número absurdamente alto para fazer no laboratório. Usamos dois milhões desses sacos a cada ano só no Reino Unido. Garantir que todo o sangue produzido industrialmente pode ser feito economicamente viável é uma grande tarefa.”

Fontes: Wellcome Trust , da Universidade de Glasgow via The Telegraph

The Human League – (Keep Feeling) Fascination

É verdade?

The Human League – (Keep Feeling) Fascination

(Mantenha a Sensação) Fascínio
Parece necessário um pouco de tempo
Há decisões a serem tomadas
Os bons conselhos dos amigos ignorado
O melhor dos planos perdido

Basta olhar para uma nova direção
Da velha forma familiar
Formando uma nova conexão
Para estudar ou tocar

E assim a conversa se voltou
Até que o sol se pôr
E muitas fantasias foram desvendada
Naquele dia

Mantenha a sensação de fascínio
Ardendo a paixão
Amor tão forte
Mantenha a sensação de fascínio
Olhando aprendendo
Seguindo em frente

Bem, a verdade pode precisar de algum
Rearranjo
Histórias a serem contadas
E fácil ver os fatos estão mudando
Nenhum significado foi deixado para contar

E assim a conversa rolou
Até que o sol se pôr
E muitas fantasias foram desvendadas
Naquele dia

E então a conversa rolou
Até que o Sol se pôr
E tantas fantasias foram desvendadas
Naquele dia

FARSA ELEITORAL OU LUTA ELEITORAL: A PRIORIDADE DAS RUAS E A DISPUTAS NAS URNAS

Só tire conclusões se ler o artigo de MAURO IASI por completo!

 

Teoria da Revolução no Jovem Marx Final 02.indd

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através de seu ministro, Marco Aurélio, anunciou a campanha da instituição para tentar atrair os jovens para as eleições. Ao falar das motivações da campanha o Ministro afirmou: “Vamos fazer uma propaganda institucional cujo mote será: NÃO VEM PARA A RUA, VEM PARA A URNA.” A coordenadora de Comunicação do TSE, a “jovem” Verônica Tavares, foi ainda mais explícita ao reafirmar que o mote principal será convencer os jovens que “ao invés de ir às ruas, têm que ir às urnas” e conclui dizendo que:

“O momento do jovem se expressar é indo às urnas, porque assim ele vai poder se manifestar realmente e fazer parte da decisão”.

A boa notícia é que, ao que parece, as manifestações de massa assustaram o governo a ponto de ele ter que fazer uma campanha institucional com medo de uma juventude que redescobriu as ruas como espaço da política e a luta como meio de exigir aquilo que necessita, demonstrando, praticamente, os limites da chamada democracia representativa. A má notícia é que a campanha institucional do TSE semeia confusão e reforça o que há de pior no conservadorismo político que reina entre nós. É, neste sentido, profundamente antidemocrática.

Os governos petistas produziram uma profunda despolitização com a intenção de manter sua governabilidade fundada em um pacto social com as classes dominantes, isto é, optaram por uma aliança por cima que esvazia as formas autônomas e independentes próprias da classe trabalhadora que, em grande medida, estão na base da mudança da correlação de forças que os levaram ao governo: as greves, as manifestações de massa, as lutas populares, etc.

Durante 12 anos de governo petista, não vimos, uma vez se quer, as massas trabalhadoras serem chamadas como ator político importante para intervir num impasse no qual alguma demanda popular estivesse ameaçada por uma resistência conservadora. Pelo contrário, era necessário desarmá-la e apassivá-la, para passar sem problemas a reforma da previdência, o código florestal, a continuidade da política de privatizações, diretas ou indiretas, a prioridade para o agronegócio, a farra dos grandes eventos e o abandono da Reforma Agrária.

Na atual estratégia política em curso não há lugar para as lutas de massa e movimentos independentes da classe trabalhadora. Pelo contrário, quando eles emergem atrapalham a governabilidade costurada por cima, via alianças com bancadas de sustentação parlamentar, poderosos lobbies que representam os interesses do grande capital monopolista (como empreiteiras, bancos, grandes empresas, etc.). É natural que diante da explosão social que estamos vendo no Brasil, as instituições se preocupem em dizer aos jovens que o espaço para “se manifestar realmente e fazer parte da decisão” esta nas urnas e não nas ruas.

Ora, este argumento é falho por inúmeros motivos, mas vamos ao essencial. Nenhum centímetro de direito, nenhum milímetro de conquista, veio pelas urnas. A própria crise da ditadura e o processo de democratização não veio simplesmente porque o MDB cresceu nas eleições de 1974, mas, fundamentalmente, pelas lutas de massas e pelas greves operárias no final dos anos 1970. Nenhum centímetro de terra foi desapropriada para a reforma agrária sem que tivesse mobilização, luta e, não raro, mortes para que cercas dessem lugar a assentamentos, nenhum direito surgiu do “auto-aperfeiçoamento das instituições”, como esperava Marshall e sua famosa “evolução do quadro institucional”, mas da luta, como é o caso exemplar da luta das mulheres, para não falar de direitos dos trabalhadores que agora são flexibilizados.

Todo Direito nasce fora do direito estabelecido e, muitas vezes, contra ele. Menosprezar o papel das lutas sociais e das mobilizações como fonte de resistência e defesa de direitos e luta por demandas populares não é apenas uma bobagem, é perigoso. Mesmo o direito ao voto só existe por conta de muita luta, no mundo e aqui no Brasil. O que o TSE, como instrumento do Estado burguês sob direção do governo petista, está dizendo, em poucas palavras é: a ÚNICA forma de participar e expressar a indignação, o protesto e buscar outros caminhos são as eleições, é a URNA e não a rua.

Regressamos a Hobbes. O voto não é poder soberano, é transferência de poder soberano. Dizia o pensador inglês do século XVII que o Estado é instituído quando as pessoas concordam e pactual em transferir seu direito de governar-se a si mesmo à um homem ou uma assembléia de homens, de forma que “deverão autorizar todos seus atos e decisões desse homem ou assembléia de homens, tais como se fossem seus próprios atos e decisões” (Thomas Hobbes, Leviatã, capítulo XXI).

Segundo o TSE, os jovens devem preferir as urnas às ruas porque nelas eles podem de fato “fazer parte da decisão”. Será? Não ficou demonstrado pela história recente o enorme poder que os grupos econômicos burgueses têm de intervir na decisão política dos ditos representantes, sejam eles parlamentares ou do poder executivo? Ao transferirmos o poder para esta “assembléia de homens”, ou para determinado homem ou mulher, aceitamos que depois de trabalhar toda uma vida devemos nos aposentar ganhando menos e termos nossa pensão reajustada de forma diferente daqueles que estão na ativa? Aceitamos que quase 50% do fundo público seja sangrado para banqueiros enquanto áreas essenciais como saúde ou educação fiquem com o que sobra, concordamos como uma política tributária na qual são os pobres que mais pagam imposto e os ricos gozem de uma infinidade de isenções e “incentivos”?

Por tudo isso é natural que haja descontentamento com a democracia representativa e com as formas institucionais de uma política “bem comportada” que quer democratizar o Estado burguês e humanizar o capitalismo. O que explodiu na cara destes senhores (e senhoras) amantes da lei e da ordem é o limite de sua própria estratégia gradualista e antipopular, que de fato expressa o limite da ordem capitalista burguesa – que não pode ser reformada. Temos mais que ir para as ruas, ir em maior número e mais incisivamente, porque é lá que se joga a parte essencial do jogo político e onde os interesses da maioria podem emergir.

O crescimento deste descontentamento aparece de duas maneiras: pelo crescimento do voto nulo e a rejeição aos processos eleitorais, ou pela busca de alternativas políticas na disputa eleitoral.

A defesa do voto nulo cresceu e deve crescer ainda mais e devemos respeitar esta posição. Ela expressa não apenas descontentamento, mas a compreensão dos limites da farsa eleitoral e da possibilidade de alcançar mudanças profundas pela reforma do Estado, como se fosse possível usar o Estado burguês para iniciar uma transição que nos levasse para além da ordem da mercadoria e do capital. Mas não apenas. O problema do voto nulo é que ele abriga conteúdos muito distintos que são difíceis de separar. Parte do conteúdo do voto nulo é um descontentamento conservador, que culpa a democracia pelo risco da ordem que lhes interessa manter, que generaliza a culpa da política como atividade corrupta e degenerada e clama pela volta da autocracia burguesa sem disfarces.

No campo da busca de alternativas políticas o cenário não é menos complicado. O maior risco é o velho discurso do voto útil. O debate sobre as alternativas reais e necessárias se esconde por de trás do mando enganoso do “menos pior” ou das falsas dicotomias (neoliberalismo ou neo-desenvolvimentismo?). Há, ainda, as alternativas artificiais, aquelas que aproveitam do desgaste do governo para se beneficiar da lógica da alternância, tentando esconder o fato que até ontem estavam todos lá e que no fundo defendem o mesmo conteúdo sob outras formas.

Há as alternativas à esquerda e entre elas, sem dúvida, os que ainda padecem da crença na possibilidade de um gradualismo reformista que possa democratizar a sociedade capitalista e o Estado burguês (ainda que reafirmando a necessidade de uma meta socialista), ou que, mesmo taticamente, crêem na possibilidade de ocupar pequenos espaços no jogo parlamentar como acúmulo político para projetos futuros de transformação social.

Diante desse cenário, muitos acreditam que a possibilidade do voto nulo se apresenta como uma alternativa necessária, como é o caso de meu querido camarada Gás PA, combativo militante do hip hop revolucionário, e meu amigo Ivo Tonet, intelectual e militante de primeira ordem. Ivo Tonet, que fez uma instigante contribuição ao debate, depois de algumas considerações sobre o caráter da sociedade capitalista e a necessidade de superação estado burguês (que concordamos), afirma que:

“Em consequência disto, só faz sentido a classe trabalhadora participar do processo político-eleitoral se ela puder controlar os seus representantes. Mas, ela só poderá controlá-los se estiver consciente dos seus interesses e organizada para defendê-los. Este controle não é, de modo nenhum, uma questão jurídica, mas política. Ele mesmo só teria sentido em um momento em que a luta extraparlamentar, contra o capital e contra o próprio Estado, fosse o eixo da luta, o que caracterizaria, já, um processo revolucionário.” (Ivo Tonet, “Eleições: repensando caminhos”)

Concordamos que não se trata de uma questão jurídica, mas política, isto é, não se trata de uma engenharia institucional ou uma reforma política qualquer que poderia reverter o caráter de classe do Estado burguês, pois este é determinado pelas relações sociais, formas de propriedade, a forma mercadoria subssumida ao capital. No entanto, quando Tonet afirma que só faria sentido a participação nos processos eleitorais quando os trabalhadores puderem “controlar seus representantes”, quando a luta extraparlamentar já atingiu a temperatura de um “processo revolucionário”, cai num paradoxo, pois desta forma a luta eleitoral só seria um meio válido se já estivéssemos chegado ao fim.

Afinal, para aqueles que tem uma posição revolucionária, não acreditam na reforma da sociedade burguesa/capitalista e defendem uma alternativa socialista e comunista, ou seja, uma sociedade fundada na livre associação dos produtores, com o fim das classes e, portanto, do Estado, que tem convicção que será necessário, portanto, uma ruptura; tem algum sentido participar das eleições? A resposta de Tonet é, neste caso, simplista, contrapondo de um lado a posição revolucionária e de outra a opção por participar das eleições.

O que nos chama a atenção no texto de nosso companheiro Ivo Tonet é que ele, frequentemente indica textos de marxistas ou do próprio Marx para respaldar sua posição, mas não trás nenhuma citação. Creio que por um motivo evidente, se é verdade que encontraria várias passagens destes clássicos revolucionários alertando para os limites da luta eleitoral ou, mais explicitamente, sobre o equívoco de pensar na possibilidade de um gradualismo sem rupturas, o autor não encontraria uma passagem sequer destes revolucionários negando a possibilidade de participar das eleições, e não somente em momentos revolucionários.

Isso por um simples motivo: todos eles, TODOS, (Marx, Engels, Lênin, Troski, Lukács, Gramsci, Rosa, Che, etc.) defendiam a tática de participar de eleições, sem perder de vista os objetivos estratégicos. Vamos a alguns exemplos:

Marx e Engels na Mensagem do Comitê Central à liga dos comunistas, ao tratar da possibilidade, na Alemanha, de no curso da luta ser chamada a eleiçãopara uma assembléia nacional representativa, defendem que:

“I. Nenhum núcleo operário seja privado de voto, a pretexto algum, […] II. Ao lado dos candidatos burgueses democráticos figurem em toda parte candidatos operários escolhidos na medida do possível entre os membros da Liga [Liga dos Comunistas], e que para seu triunfo se ponham em jogo todos os meios disponíveis. Mesmo que não exista esperança alguma de triunfo, os operários devem apresentar candidatos próprios para conservar sua independência […].”

Lênin e Trostki na direção da Revolução Russa passaram, no momento mais agudo da crise, por duas situações nas quais tiveram que decidir participar ou não das eleições, uma antes da tomada do poder quando o Governo Provisório chamou eleições para uma Conferencia Nacional e outro depois de outubro/novembro quando se deu as eleições para a Constituinte. Nas duas situações os bolcheviques participaram das eleições.

Rosa de Luxemburgo, que por desconhecimento ou interesse é evocada na defesa de um espontaneísmo absoluto, afirmava, exatamente no texto em que defende a importância da greve de massas e a necessidade de pensar a ação espontânea no conjunto da estratégia revolucionária, que:

“O perigo mais iminente que espia há anos o movimento operário alemão é o golpe de Estado da reação que pretendesse privar as mais largas camadas populares do seu mais importante direito político: o sufrágio universal.”

Gramsci que foi deformado até parecer um reformista socialdemocrata ou liberal, mas que, ao nosso juízo, manteve-se coerentemente marxista, se perguntava em um texto do jornalL’OrdineNuovo de 1919, intitulado “Os revolucionários e as eleições, o que deveriam esperar das eleições os revolucionários conscientes” que escolheria por sufrágio universal o Parlamento e seus deputados, como “máscara da ditadura burguesa”. E respondia:

“Não esperam decerto a conquista de metade mais um dos lugares e uma legislatura, […] [para] tornar mais fácil e cômoda a convivência das duas classes, a dos explorados e dos exploradores. Esperam, pelo contrário, que o esforço eleitoral do proletariado consiga fazer entrar no Parlamento um bom nervo de militantes […] para tornar impossível […] um governo estável e forte, para obrigar a burguesia a sair do equívoco democrático, a sair da legalidade, e determinar uma sublevação dos estratos mais profundos e vastos da classe trabalhadora […].

Por fim, o insuspeitável Comandante Che Guevara em sua critica à via pacífica, depois de considerar que em certos países da America Latina, por conta de um certo desenvolvimento do capitalismo industrial, prevalecia uma visão institucionalista que chegava a acreditar no aumento quantitativo de representantes revolucionários no parlamento, perguntasse se esta via poderia ser uma caminho para o socialismo em nossas terras. Logo depois de afirmar que não crê que isso seja possível, o Comandante alerta que não devemos “descartar a possibilidade que em algum país a mudança se inicie pela via eleitoral”. E conclui que “seria um erro imperdoável descartar por princípio a participação em algum processo eleitoral”, pois poderia, em um determinado momento, “significar um avanço do programa revolucionário”. Evidente que, segundo Che, seria igualmente errado limitar-se a esta forma de luta.

Como vemos, ainda que a experiência histórica nos alerte sobre os riscos deste terreno perigoso (e nisso estamos de acordo com Tonet, Gás PA e outros), não há uma conexão direta entre o uso da luta eleitoral e o caráter irremediavelmente reformista ou conciliador de uma estratégia.

A questão, então, é: se não devemos descartar por princípio (coisa que Tonet concorda), seria no quadro atual da situação brasileira uma alternativa válida?

Acreditamos que sim e mais que isso, necessária. Ao contrapor as ruas e as manifestações, assim como as lutas dos trabalhadores, às urnas, o TSE quer expulsar do debate eleitoral a posição da esquerda socialista e comunista que vê nas demandas que emergiram das manifestações o germe de um programa político anticapitalista e revolucionário para o Brasil, que não é só uma alternativa possível, mas urgente e necessária. Desta forma espera restringir o debate eleitoral às alternativas no campo da ordem (Continua o PT, volta para o PSDB ou tenta o PSB que caiu na Rede).

Neste cenário, a negação em participar das eleições pode referendar exatamente o que se deseja negar, isto é, que as alternativas estão restritas ao bloco dominante e não é possível uma alternativa anticapitalista. Colocar este tema no debate é estragar a festa do aparente consenso, não como alternativa às ruas, mas para trazer o que explodiu nas ruas para dentro do debate eleitoral.

Evidente que o centro são as ruas, as lutas dos trabalhadores, as greves e necessidade de construção de uma alternativa real de poder, um poder popular, anticapitalista e socialista. Alguns estarão lá, nas ruas, e vão defender o voto nulo, outros estarão lá também, nas ruas, e vão tentar meter o pé na porta no espaço privativo das eleições no qual não nos querem (como mostra as cláusulas de barreira e a restrição ao amplo debate de projetos) para defender uma alternativa socialista e revolucionária.

Em síntese: anule seu voto, vote na esquerda revolucionária… mas, não saia das ruas! É por lá que passa a mudança.

Teoria da Revolução no Jovem Marx Final 02.indd

 

iasiMAURO IASI é Professor adjunto da Escola de Serviço Social da UFRJ, pesquisador do NEPEM, do NEP 13 de Maio e membro do Comitê Central do PCB. É autor do livro“O dilema de Hamlet: o ser e o não ser da consciência”(Boitempo, 2002) e colabora com os livros “Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil” e “György Lukács e a emancipação humana” (Boitempo, 2013), organizado por Marcos Del Roio. Publicado originalmente no BLOG da BOITEMPO, em 14.05.2014, disponível emhttp://blogdaboitempo.com.br/2014/05/14/farsa-eleitoral-ou-luta-eleitoral-a-prioridade-das-ruas-e-a-disputa-nas-urnas/

PROJETO PREVÊ PENA PARA QUEM VEICULAR INFORMAÇÃO FALSA NA INTERNET

INTERNET

Lei se chamará Fabiane de Jesus, que foi morta no Guarujá ao ser confundida com sequestradora

Foto: Arquivo Pessoal

Fabiane Maria de Jesus, espancada e morta após boatos numa rede social de que seria uma suposta sequestradora de crianças

Fabiane Maria de Jesus, espancada e morta após boatos numa rede social de que seria uma suposta sequestradora de crianças

 

Lei Fabiane de Jesus. Caso seja aprovada, assim deverá ser denominada a legislação que incluirá no Código Penal a punição de veiculadores de falsas informações em perfis da internet.O projeto de lei sobre o assunto, de número 7544/2014, foi apresentado nesta terça-feira (13), na Câmara dos Deputados, em Brasília, pelo deputado federal Ricardo Izar Junior (PSD-SP).
Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, foi brutalmente agredida até a morte por dezenas de moradores da comunidade Morrinhos, em Guarujá (SP), após ser confundida com uma suposta sequestradora de crianças utilizadas em rituais de magia negra. Ela foi associada a um retrato falado publicado junto com um boato sobre a sequestradora no perfil Guarujá Alerta, mantido no Facebook.ObjetivoO advogado da família da vítima, Airton Sinto, foi quem redigiu a minuta do projeto de lei e encaminhou ao deputado. Após algumas adequações no texto, a proposta foi apresentada aos parlamentares. O objetivo de Izar Júnior, que se reúne na semana que vem com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), é conseguir apoio para que o projeto tramite em caráter de urgência.“São necessárias 270 assinaturas para que possamos obter o regime de urgência e fazer com que o texto seja submetido direto ao plenário, sem análise das comissões especiais”, explicou o parlamentar.

Notícia falsa

O advogado afirma que o objetivo é que seja criada a figura penal daquele que, por conta de uma notícia falsa, cause prejuízos decorrentes da incitação virtual

ao crime, que possam acarretar riscos de lesão corporal ou morte.Airton Sinto faz uma relação com a Lei Maria da Penha, que recebeu este nome em homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes, que por 20 anos lutou para ver seu agressor preso. Essa lei entrou em vigor em 2006 para combater a violência contra a mulher.Outro exemplo é a Lei Carolina Dieckmann, sancionada em 2012, tipificando os chamados delitos ou crimes informáticos. Em maio de 2011, a atriz teve copiadas de seu computador pessoal 36 fotos em situação íntima, que acabaram
divulgadas na internet.
Para o advogado, medidas urgentes precisam ser tomadas, já que por conta de um boato espalhado na internet, a dona de casa foi espancada e morta. “O caso da Fabiane é ainda mais grave, pois além de ser inocente, ela foi espancada até a morte. É preciso que os responsáveis por difundir informações inverídicas, em perfis apócrifos, respondam criminalmente pelas suas ações”, comenta.O projeto de leiA proposta inclui no Código Penal um artigo tipificando o delito de “Incitação Virtual ao Crime”, atribuído ao indivíduo que “publicar, por meio de rede social ou de qualquer veículo de comunicação virtual, conteúdo que incite a prática de crime ou de violência à pessoa”.A pena prevista é detenção de três a seis meses e multa. Caso a veiculação de conteúdo resulte em lesão corporal ou morte da pessoa exposta ou de terceiros, o autor da divulgação responderá, concorrentemente com o agente, pelos crimes previstos nos artigos 121 (homicídio e homicídio qualificado) e 129 (lesão corporal), do Código Penal, conforme o caso.

Próximo passo

O projeto ainda prevê pena agravada em um terço se a publicação tiver sido veiculada por perfil apócrifo. O advogado ressalta que a polícia continua investigando o crime, mas que o seu próximo passo será pedir a prisão temporária do administrador da página Guarujá Alerta. “Independentemente do que foi dito por ele para a polícia, eu vou pedir a sua prisão temporária”, afirma.

O delegado Luiz Ricardo Lara, que está à frente do caso, pondera que ainda é prematuro apontar a responsabilidade do administrador da página. “Caso, durante a instrução do inquérito policial, seja vislumbrado que, de alguma forma, ele colaborou com o crime, na medida em que propalou esses boatos, enfim, que praticou uma infração penal, ele será responsabilizado por aquele ato”, afirma.

Por Alcione Herzog/Especial para o Correio
correiopontocom@rac.com.br

PARADA DO ORGULHO LGBT CAI DE 2,5 MILHÕES EM 2005 PARA 100 MIL PESSOAS EM 2014

Lideranças apontam enfraquecimento da militância LGBT no Brasil, simbolizado pela queda de público da Parada Gay de São Paulo, que perdeu 500 mil participantes em sua última edição

Realizada há uma semana, a 18ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo surpreendeu ao registrar uma quantidade de participantes bem menor do que nos últimos anos. Segundo dados da Policia Militar, o evento levou 100 mil pessoas à Avenida Paulista. Em 2013, a PM contabilizou um número seis vezes maior, 600 mil. A cifra de 2014 fica ainda mais reduzida se comparada ao recorde da Parada Gay paulistana, em 2005, quando o público registrado foi de 2,5 milhões.

 

Lideranças LGBT ouvidas pelo iGay apontam a drástica redução de público da Parada Gay como uma representação clara de um momento de desmobilização da militância, com o movimento gay do Brasil perdendo força, sem conseguir atrair novos participantes ou mesmo manter os antigos. Com isso, projetos importantes de lei como a criminalização da homofobia e a regulamentação das identidades de gênero não conseguem avançar na pauta do Congresso Nacional.

Presidente do Movimento Gay de Minas (MGM), Oswaldo Braga mostra que o arrefecimento da militância LGBT não se exemplifica apenas como a Parada Gay de São Paulo. O evento similar que ele organiza na cidade mineira de Juiz de Fora também enfrenta uma queda de público.

 “Temos percebido uma diminuição. Em 2006, tivemos o recorde de 120 mil pessoas. Número importante se considerarmos o fato de que Juiz de Fora tem 500 mil habitantes. Mas no último ano, o público foi de 35 mil participantes”, relata Braga, que aponta para a necessidade de uma reinvenção do movimento LGBT.

“Hoje, grande parte das nossas lutas não faz mais tanto sentido. Antes, nós pedíamos uma lei para poder demonstrar afeto em público , agora já podemos casar” , explica Braga, que no entanto, lembra que ainda faltam muitas conquistas para a comunidade LGBT ter sua cidadania plenamente respeitada. “A homofobia acabou? Foi criminalizada? A reposta é não para as duas perguntas, isso evidencia que é preciso repensar muitas coisas, inclusive o formato da Parada”, acrescenta o presidente do MGM.

Conselheiro do Fórum LGBT de Pernambuco, que organiza a Parada Gay de Recife, Thiago Rocha faz uma ressalva em relação à diminuição de público em São Paulo, lembrando que o evento paulistano foi antecipado por conta da Copa do Mundo de 2014, impedindo que muitas pessoas pudessem se programar a tempo. “Eu mesmo tentei ir, mas não consegui me planejar. Porém , é nítido que estamos com dificuldade de chegar à sociedade” , reconhece Rocha.

Coordenador especial da Diversidade Sexual da cidade do Rio de Janeiro, o estilista Carlos Tufvesson vê a cooptação política das lideranças LGBT como fator preponderante para a erosão enfrentada pelo movimento gay. Falando como militante e não como representante do Estado, Tufvesson diz que a presença de partidos políticos foi danosa e fez muitas pessoas saírem da militância.

“Tivemos uma captação partidária ideológica muito forte. O movimento passou por um processo de exclusão de quem não se identificava com os partidos”, lamenta Tufvesson. “O movimento que ia às ruas hoje não vai mais, perdemos grupos históricos, pessoas que nos representavam foram se tornando instrumentos de politicas partidárias”, prossegue o estilista.

Presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Carlos Magno pensa diferente dos outros militantes LGBT, acreditando que a perda de força do movimento deve ser encarada de maneira relativa.

“Faltam elementos para saber se estamos realmente perdendo. Na verdade, as pautas têm ultrapassado a barreira da comunidade LGBT, o debate é público. Em qualquer área, o número de pessoas que milita é efetivamente pouco, se considerada a população como um todo”, pondera Magno.

Como argumento de que o movimento LGBT não está tão arrefecido, Magno conta que a ABGLT conta com 285 organizações filiadas e tem 30 pedidos de filiação. “Temos ainda núcleos de pesquisa em universidades, a Associação de Estudos Homoeróticos em Porto Alegre, grupos de mães, Igrejas inclusivas, além de paradas de Norte a Sul do País. Tudo isso é avanço.”

MUDANÇA PASSA PELO CONGRESSO NACIONAL

Para as lideranças, a reinvenção do movimento LGBT tem que incluir um número maior de representantes da comunidade gay em Brasília. “Precisamos de ideias novas, de maneiras novas de fazer, não só a Parada Gay, mas a militância como um todo. É a oxigenação que faz o movimento estar sempre vivo. As ONGs devem começar a se estruturar melhor, ter força. Além disso, precisamos urgentemente de representatividade no Congresso, temos apenas um congressista gay”, afirma Tufvesson, se referindo ao deputado federal Jean wyllys(PSOL-RJ), colunista do iGay.

Mais descrente com o futuro do movimento LGBT, Rocha lembra que os opositores da comunidade gay têm uma acachapante superioridade numérica no Congresso Nacional, com a Frente Evangélica ocupando 110 das 513 cadeiras do parlamento brasileiro. “Os políticos religiosos têm se fortalecido cada vez mais. Eles têm muita força e não é só isso, a cultura do Congresso é muito machista e não vai mudar”, argumenta o conselheiro do Fórum LGBT de Pernambuco.

Magno também percebe o conservadorismo e fundamentalismo religioso como obstáculos. “A força social é importante, ela que incentiva as mudanças. Mas a lógica que rege o Congresso é complexa. As leis Maria da Penha, de Discriminação Racial e Estatuto da Juventude tiveram dificuldade em passar, todas legislações relativas aos direitos humanos tiveram. Temos poucas mulheres no congresso, poucos negros, um gay e nenhum índio.”

Admitindo-se cansado, Braga faz um apelo para que novas gerações assumam seu papel na militância. “Quando falam que os dinossauros da militância não largam o osso, não levam em conta que ninguém quer entrar no nosso lugar. Mesmo que seja para mudar tudo, eles devem entrar no movimento”, conclui o presidente do Movimento Gay de Minas (MGM).

Fonte:IG

BOECHAT ALFINETA SHEHERAZADE: APRESENTADORA TAMBÉM É RESPONSÁVEL PELA MORTE DE MULHER ESPANCADA POR “JUSTICEIROS”

A morte de uma dona de casa inocente, espancada por ‘justiceiros’ no Guarujá, na Baixada Santista (SP), gerou revolta de internautas e jornalistas brasileiros.

Na edição do Jornal da Band de ontem (5), o âncora Ricardo Boechat criticou as“pessoas que mesmo em emissoras de TV estimulam a cultura da ‘justiça com as próprias mãos'”. Na avaliação do jornalista, esses formadores de opinião também são responsáveis pelo linchamento e morte de Fabiana Maria de Jesus.

É uma referência à jornalista Rachel Sheherazade, que em fevereiro deste ano defendeu o “justiçamento” na região do Flamengo, no Rio de Janeiro, onde um menor foi torturado e preso a um poste pelo pescoço.

Na época, Sheherazade incentivou o “contra-ataque aos bandidos” e julgou compreensível “a atitude dos vingadores”.

Boechat concluiu o comentário, dizendo que “é hora de essas pessoas virem a público e dizer como se sentem diante da consumação de sua própria teoria na prática”.

Boechat já havia criticado as declarações de Sheherazade em entrevista ao Pânico na Band em fevereiro. “A opinião dela é uma bo***, mas ela tem o direito de expressar”, disse.

Linchamento motivado por boato

Fabiana Maria de Jesus foi linchada e espancada por moradores do bairro Morrinhos, no Guarujá. Ela teria sido confundida com uma suposta sequestradora de crianças na cidade.

Entretanto, não havia sequestro algum, segundo a polícia do município.

O advogado da família de Fabiana diz que o problema começou na comunidade do Facebook Guarujá Alerta, que informou sobre boatos de crianças sequestradas para ritual de magia negra. Segundo o G1, a página publicou um retrato falado com imagem semelhante à da vítima.

Foi o suficiente para a vizinhança de Morrinhos atacar a dona de casa que nada tinha a ver com os boatos, segundo familiares e conhecidos.

Fonte: Brasil Post

DICAS PARA QUEM NÃO ESTÁ MUITO BEM NESSA SEGUNDA

SEGUNDA-BRAVA

Para quem está começando a Segunda não muito bem, segue algumas dicas para aliviar o estresse:

1º – Mudar o estilo de vida.

2º – Dieta balanceada e saudável.

3º – Dormir o suficiente e fazer exercícios.

4º – Limitar a ingestão de cafeína, álcool e não usar nicotina, cocaína ou outras drogas ilícitas.

Outras sugestões do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos:
Tirar férias do trabalho, passar tempo com a família e os amigos, fazer algum trabalho manual e aprender a tocar um instrumento musical também é excelente.

INDOLENTES E DILIGENTES! QUEM VOCÊ DESEJA SER?

las-personas-de-hormigas-trabajan- Indolentes são aqueles que não se mexem, nem se remexem! São pessoas que não saem do lugar, mesmo quando a água está chegando naquele “lugar”. Será que eu sou um indolente? Para algumas pessoas tenho certeza que sim, já ouvi gente dizendo “Orlando você precisa se mexer”, para outras pessoas tenho certeza que não sou indolente, já ouvi gente dizendo que preciso me desligar um pouco, mas nesse mundo é normal não agradar a gregos e troianos, há muitas opiniões divergentes, ainda mais se for de casa, se for próximo, vizinho ou mesmo um amigo, geralmente esses são os que menos confiam na gente ou acreditam que podemos fazer alguma coisa excepcional.

O que podemos esperar de uma pessoa indolente? Nada, a não ser o exemplo de como não se comportar, se ela acordar para a vida, talvez ainda seja possível colher alguns frutos! O indolente, que também significa aquele que não causa dor, só vai ficar esperto no dia em que ele sentir dor, pois há um ditado que diz que não há formação de consciência sem dor, mas infelizmente penso que alguns sentirão essa dor que forma consciência tarde demais!

E os diligentes quem são? São aqueles que se remexem muito! Aqueles que trabalham com prazer, que fazem as coisas com gosto, que não são preguiçosos e são rápidos nas responsabilidades que lhe são atribuídas, terminando antes de todos! Os diligentes são os primeiros a atingirem o alvo, mas por que? Porque são desembaraçados, porque prestam atenção em tudo que ouvem e assistem, os diligentes enxergam coisas que os outros nem imaginam. Os diligentes conseguem imaginar o resultado final sem saber como será o caminho até lá, pois eles sabem que encontrarão as soluções, mais cedo ou mais tarde, podemos chamar isso de fé, algo que eles tem de sobra e transbordando.

E aí? Você deseja ser indolente ou diligente? Medite no versículo abaixo:

Mas, desejamos que cada um de vós mostre a mesma diligência, para ter a plena certeza da esperança até o fim, para que não fiqueis indolentes, mas sejais imitadores daqueles que pela fé e pela paciência herdam as promessas. – Hebreus 6:11, 12

Compartilhe o que você aprende de bom!

*RESPEITO À VIDA*

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Não nos foi ensinado,desde que nascemos, que a VIDA É SAGRADA, e divinos todos os seres.
Por isso, por nossa falta de reverência ao divino que habita todas as formas, podemos passar indiferentes por um ser divino jogado na calçada, podemos conviver com a existência de crianças com fome e velhos desamparados – todos divinos; admitimos a guerra, a pobreza e a desigualdade, a destruição da Terra e de seus filhos menores.
Em suma: assistimos inertes ao desrespeito à Vida.

Ninguém ensinou aos maridos homicidas que não são donos da vida; nem aos adolescentes violentados pela miséria que uma vida vale mais que um par de tênis alheio.
Por quê? Porque nós, coletivamente, não respeitamos essa Vida, de modo incondicional.
E enquanto permanecermos na ilusão de que se pode pedir paz e exigir segurança num mundo sem esse respeito essencial, enquanto admitirmos a crueldade e a destruição de QUALQUER FORMA DE VIDA INOCENTE, tudo que fizermos será incapaz de mudar verdadeiramente o mundo.
A única argamassa definitiva capaz de cimentar a construção desse Mundo Melhor será a consolidação, na consciência coletiva, desse princípio simples e difícil: A VIDA É SAGRADA.
Um único artigo. Sem parágrafos. Sem exceções.

Há uma atitude individual concreta, possível e infinitamente poderosa, por seu alcance, que qualquer um de nós, que se diga consciente da Lei Evolutiva, pode tomar para iniciar hoje a transformação deste mundo violento e biocida num outro, pacífico e fraterno: RESPEITAR A VIDA. Começando por defender o direito à VIDA de todos os SERES INDEFESOS do Planeta, suspendendo a matança daqueles que a humanidade intitula indevidamente de ‘COMIDA’.

Podemos ensinar a nossos filhos o respeito incondicional a todas as vidas; podemos ensiná- los a respeitar e amar pássaros, insetos, gatos e cachorros, baleias, tartarugas-marinhas, golfinhos e micos-leões dourados; mas não podemos desmentir isso quando nos sentamos à mesa.
Não podemos amar e matar, respeitar e destruir ao mesmo tempo.
E se a nossa reverência à Vida for genuína, será contagiosa.

E uma criança nossa defenderá um caracol de ser pisado, levará gentilmente um inseto perdido até a janela – e nunca, nunca, nunca, poderá ferir nenhum ser humano.
Como nunca admitiu ou viu admitir que nenhum ser vivo fosse ferido.

Utopia?
Não. Existem crianças que foram criadas assim.
Se houvesse mais, nós poderíamos sair tranquilos pelas ruas à noite.
Se houvesse muitas mais, seria impossível a qualquer demente com poder levar pessoas à guerra (aliás, não haveria dementes no poder).
E se elas fossem a totalidade das crianças da Terra, esta já seria aquele Mundo Melhor.

(PAZ E AMOR, BICHO! – Mariléa de Castro)

HÁ CONSOLO NO LUTO?

pastoral-02042012No abraço senti seu corpo magro. Notei seus olhos baços. Eles me contemplavam sem entusiasmo. Logo na primeira palavra, percebi na voz quebrada, ela era uma mulher sofrida. Eu imaginava, sem  alcançar, a angústia que minha amiga atravessava. Ela experimentava a hora mais dolorida. Seu momento era o mais terrível da existência: o luto.

A morte é sorrateira, insidiosa e traiçoeira. Os desenganados recebem o bilhete fatal com algum tempo para arrumar a casa. Para minha amiga a guilhotina desceu sem aviso. A morte não respeitou sequer possíveis imaturidades. A morte serpenteou, deu o bote, feriu e ceifou a seu bel prazer. O que dizer, diante de uma mãe que chora, de uma esposa que perde o chão e que não sabe se terá forças para achar o norte?

As respostas aparentemente confortadoras se esvaziam. Deus tem um plano.  Ele leva para si os bons. Chegou a hora.  Frases bobas. Elas funcionam como aspirina, aliviam sem curar. Em um esforço medonho de não parecer professoral, procurei oferecer outro modelo de como perceber os mistérios da vida. Logo notei meu esforço inútil. Minha amiga esperneava dentro da cerca teológica que fora educada. Deus governa e como um dramaturgo celestial, conduz o desenrolar de nossas vidas. Deus não permite que nada aconteça sem que esteja previsto em seu roteiro.

Silenciei, abraçado. Voltei ao hotel.  Chorei. Por horas não consegui apagar o sofrimento daquela mãe. Além de ter que aprender a repetir a litania fúnebre do nunca mais, ela terá de brigar com a sua ideia de Deus. Que tristeza. Deitado, insone, escutei sua indignação lacerante: Por que Deus se mantém obscuro em seus planos? Por que, tão indiferente? Vou esperar quanto tempo até entender seus motivos para levar (levar não passa de eufemismo para “matar”) um pai precioso, um amigo querido, um filho especial?”.

Debulhei-me em lágrimas.

A morte baterá em outras portas. A ceifa da morte não cessa. Nunca distingue justos de injustos. Traficantes vivem mais do que mulheres bondosas. Pais enterram os filhos – o certo deveria ser o contrário. Acidentes eliminam em uma só tacada, jovens e idosos. Os amigos de Jó erram nas conjecturas sobre o sofrimento universal. O justo Jó é arrasado por todo tipo de infortúnio, sem que se conheçam os porquês de sua aflição.

Prefiro a insinuação bíblica de que Deus que não age como títere, a puxar os cordões das marionetes. Considero-o Emanuel: O Deus presente. Jesus encarnou e viveu a sua humanidade até as últimas consequências. Semelhantes a ele, no espaço da liberdade, também estamos cercados de perigos, e sempre à beira do derradeiro suspiro.

Deus não arbitra quem morre. Ele não rege a história segundo critérios inacessíveis. Deus se compromete a revelar seu amor no soluço da perda. Deus se revela em cada abraço, em cada palavra de solidariedade e em cada gesto de lealdade. A nossa dor dói em Deus, afirmou o profeta Isaías. Deus fonte de compaixão – nas duas raízes para “com-paixão”: Deus sofre junto.

Nada posso especular sobre a morte, mas minha intuição avisa: reconhecer a companhia fiel de Deus traz mais conforto do que questionar os porquês do que nos é inacessível.

Soli Deo Gloria

Por Ricardo Gondim

VACINAÇÃO CONTRA HPV EM MENINAS COMEÇA NA SEGUNDA

Em Campinas, será feita nos 63 postos de saúde; cidade tem 25 mil garotas entre 11 e 13 anos
Foto: Reprodução

Vacina contra HPV é aplicada em três doses: segunda será seis meses depois da primeira e a terceira, cinco anos após a primeira dose

Vacina é gratuita e usada na prevenção do câncer de colo do útero.

A partir desta segunda-feira (10), a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer de colo do útero, estará disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 11 a 13 anos nos 63 centros de saúde da cidade. A meta é imunizar 25 mil garotas no município, que corresponde a 80% da população nessa fase etária, e nos 5,2 milhões de pessoas do sexo feminino no país. A campanha de vacinação ocorre até 10 de abril.

A vacina contra o HPV é injetável e é aplicada em três doses. A segunda será seis meses depois da primeira e a terceira, cinco anos após a primeira dose. Para receber a vacina, basta apresentar o cartão de vacinação e o documento de identidade. Neste ano, será vacinado o primeiro grupo (11 a 13 anos). Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as meninas com idades entre 9 e 11 anos. Em 2016, a vacinação será apenas para as garotas de 9 anos.

Durante fevereiro, profissionais do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) se reuniram com diretores das escolas públicas de Campinas para ressaltar a importância da vacina. Todas as escolas, inclusive as particulares, receberam material educativo para divulgar a campanha de vacinação. Uma carta foi entregue aos pais dos alunos para explicar a importância e como será realizada a campanha na cidade.

A Prefeitura decidiu não aplicar as vacinas nas escolas por uma questão de logística, segundo. “Nós temos regiões com mais de 80 escolas, outras com 20 escolas. Então para operacionalizar esse trabalho, ficaria uma concentração muito grande de pessoas em poucos lugares. Se cada centro de saúde vacinar sua população alvo, fica mais fácil e evita filas”, explica a enfermeira da Vigilância Epidemiológica de Campinas Maria Alice Sato.

Campinas (SP) quer vacinar 25 mil garotas contra HPV em campanha até abril (Foto: Reprodução EPTV)
Campinas (SP) quer vacinar 25 mil garotas contra
HPV em campanha (Foto: Reprodução EPTV)

Transmissão
O HPV é um vírus que tem mais de 100 tipos diferentes, sendo que alguns provocam verrugas e outros estão ligados ao desenvolvimento de tumores. É transmitido através de relação sexual e o contágio também pode acontecer de mãe para filho, no momento do parto. Atualmente, está relacionado a infecções de região oral, genital, anal e da uretra, além de câncer de colo de útero, pênis, reto e orofaringe.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença. Em relação ao câncer de colo do útero, estimativas apontam que 270 mil mulheres no mundo morrem devido à doença. Neste ano, no Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos e cerca de 4,8 mil mortes. A orientação é para que as mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo (papanicolau) anualmente. A vacina não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais.

HPV (Foto: Arte/G1)

 

Do G1 Campinas e Região