Om Mani Padme Hum Original Extended Version (x9)

Om mani padme hum

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Om mani padme hum significa “da lama nasce a flor de lótus” é um dos mantras do budismo; o mantra de seis sílabas do Bodisatva da compaixão: Avalokiteshvara. De origemindiana, de lá foi para o Tibete. O mantra é associado ao deus de 4 braços Shadakshari, uma das formas de Avalokiteshvara.

O Dalai Lama é tido como uma emanação de Chenrezig (Avalokiteshvara), por isso o mantra é especialmente entoado por seus devotos e é comumente esculpido em rochas e escrito em papéis que são inseridos em rodas de oração (“mani korlo” em tibetano) para potencializar seu efeito.

É o mantra mais entoado pelos budistas tibetanos.

Om mani padme hum[editar | editar código-fonte]

  • Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses (isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores). Este sofrimento vem do orgulho.
  • Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja.
  • Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo.
  • Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles, etc; e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância.
  • Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.
  • Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou do ódio.
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QUEM FOI NEVILLE GODDARD?

Já se passou quase 20 anos desde que me sentei no auditório do Clube das Mulheres, em Los Angeles, Califórnia e vi um homem num terno de risca de giz passar pelo palco e tomar seu assento atrás do pódio, onde muitos gravadores estavam colocados pelo palco. Um homem passou, apertou os botões das muitas máquinas, sentou-se e o orador começou.

Eu abençoo meu gravador muitas vezes, pois, embora eu tenha assistido as longas palestras por sete anos, quando ouvai as palavras “agora, vamos ficar em silêncio”, eu não conseguia me lembrar de uma palavra que havia sido dita.

Neville sempre teve o poder de me levar com ele (talvez porque eu sempre estava ansiosa e disposta a ir). Eu parecia não ter controle, simplesmente era transformada por suas palavras e permitia que ele me levasse a experienciar as imagens e sons que eu nunca soube antes que existiam. Contudo, eles eram tão familiares que meu coração cantava o refrão de aleluias.

O tempo sempre passava muito rápido e eu dirigia para casa tentando me lembrar do que eu havia ouvido e me perguntando por que eu me sentia tão pesada. Era porque eu havia estado tão livre? Era sempre desse jeito. Neville tinha aquele efeito em mim. Eu acreditava nele com todo o meu coração e alma. E ainda acredito.

Neville Goddard nos deixou em 01 de Outubro de 1972. Mas, para onde ele foi? Eu ainda posso ver seu sorriso (você sabe, o tipo de sorriso que o gato tem quando saboreia o canário) e ouvi-lo dizer “para onde eu posso ir senão para dentro de você!”. É onde eu o encontro. Ele está dentro de mim, assim como está dentro de você, não como um homem de carne e osso, nascido para a família Goddard e chamado Neville, mas em nossa própria consciência.

Mas, talvez, esse não seja o Neville sobre quem você queira saber. Talvez você precise saber sobre o garoto que nasceu em 19 de Fevereiro de 1905, o quarto filho de uma família de nove garotos e uma garota.

Eu vou lhe contar o que eu sei. Você tem que se lembrar, eu estou partilhando com você minhas lembranças sobre um homem que foi meu professor. Um homem a quem eu respeitava grandemente e aprendi a amar, com um amor mais profundo do que eu era capaz de possuir. Seu nome era Neville Goddard. goddard

Numa manhã de Março, no ano de 1905, um homem subiu as escadas de uma casa de estrutura de madeira na ilha de Barbados. Ele estava a caminho de ver sua irmã e o filho recém-nascido dela, que não havia recebido um nome ainda. De repente, ele parou. Uma voz, falando em claro e bom som disse “seu nome é Neville”. Ponderando essas palavras, o homem continuou subindo os degraus e entrou no quarto de sua irmã. E quando disse a ela o que havia ouvido, ela disse “sim, eu sei. Vamos chamá-lo de Neville”.

Vivendo numa família de nove meninos, desde cedo Neville aprendeu a compartilhar. Na casa, o ditado era “o primeiro a ser vestido é o melhor vestido”, pois se os meninos começavam a discutir sobre quem tinha usado a gravata de quem, o pai finalizava a discussão tirando a gravata e dizendo “a gravata é minha. Eu paguei por ela. Estou disposto a dividir. Aprendam a fazer o mesmo”. E eles faziam.

A família Goddard era pobre em termos materiais, mas rica em amor. A mãe era uma disciplinadora. O pai era um homem de negócios. Neville costumava nos contar histórias de sua juventude; sobre os caranguejos na área com suas garras traseiras e sobre a senhora que vivia sozinha nas dunas de areia, que conseguia ler o futuro. Foi ela que contou a um dos irmãos de Neville que ele seria um grande empresário, que outro seria um médico, mas que deixassem o quarto irmão quieto, já que ele pertencia a Deus.

O quarto irmão sempre gostou de uma boa gargalhada. Se ele tivesse um níquel, ele o gastava. Ele costumava falar que pagaria a entrada de cinema para um amigo com a promessa de que o amigo riria alto na parte mais triste. O amigo sempre mantinha sua promessa e, portanto, nunca chegou a ver o final de um filme. Ou, ele pagaria a um homem, cujo cavalo estava no cio, para aguardar numa esquina, que Neville e seus irmãos chegariam a bordo de sua grande carroça puxada por outros no cio. Eu ainda consigo ver Neville rindo enquanto escrevo isso…e me lembro.

O que estou tentando lhe dizer é que Neville era um ser humano, assim como você. Assim como eu. Contudo, independente de todas as suas fraquezas humanas, Neville era consciente de ser Deus, o Pai. Mas, estou me adiantando em minha história.

Quando Neville ainda era bem jovem (na quinta ou sexta série, eu acho), ele devia levar sua Bíblia para a escola e recitar um versículo dela. Já que a família só tinha uma Bíblia e nenhum de seus irmãos a havia levado para a escola, Neville chegou sem uma Bíblia. Quando ele recitou o versículo “Toma tua cama e anda”, o professor o corrigiu dizendo o versículo lido, “Toma o teu leito e anda”.

E quando Neville não conseguiu trazer sua Bíblia, o professor o fez tirar a camisa e abaixar as calças. Em seguida, bateu nele sem piedade. Neville foi retirado daquela escola para continuar seus estudos em outro lugar, completando seus anos do ensino médio com dezessete anos de idade.

Contudo, havia uma fome no jovem, uma fome que não podia ser satisfeita na pequena ilha de Barbados. Assim, com dezessete anos Neville saiu de casa para o continente, chegando a New York em 1921. E ali, como um jovem sem estudos, ele começou a buscar sua fortuna.

Encontrou um emprego como operador de elevador na J.C.Penney Company, trabalhando por US$15,00 por semana até que lhe informaram que seus serviços não eram mais necessários. Com uma recomendação em mãos, Neville conseguiu um emprego na doca de expedição da Macy por US$13,00 por semana.

Mas, essa posição foi de curta duração, já que logo Neville ficou tão irritado que disse a si mesmo “de agora em diante, eu não vou trabalhar para os outros. Só vou trabalhar para mim mesmo”. E foi o que ele fez.

Acreditando que, se os outros podiam dançar num palco, ele também podia, Neville se juntou a uma dançarina e começou sua carreira profissional. Foi nessa época que ele se casou. Essa união resultou num filho.

Em 1925, Neville e sua parceira de dança partiram para a Inglaterra e viajaram amplamente por esse país. Enquanto estava lá, ele foi apresentado ao mundo da pesquisa psíquica, o que o interessou grandemente. Pouco depois de seu retorno à América do Norte, em 1926, seu interesse no misticismo foi crescendo enquanto seu interesse pelo teatro diminuía. E quando a depressão atingiu seu ápice em 1929 e os teatros fecharam, a mesma coisa ocorreu com a vida profissional de Neville como dançarino.

Durante essa época, Neville se interessou pela Sociedade Rosacruz e conheceu um homem que influenciaria sua vida. O homem achava que queria se tornar um sacerdote católico. Enquanto estava estudando para o sacerdócio, seu pai, um rico empresário, morreu e deixou uma herança de milhares de dólares para o filho. Rapidamente, mudando de ideia sobre o sacerdócio, o jovem começou a gastar o dinheiro mais rápido do que podia.

Sem respeito por um homem que gastava tão excessivamente quando o país passava por tal necessidade, Neville encontrava desculpas quando era convidado a assistir às aulas às quais o jovem comparecia. Mas, um dia, tendo esgotado suas desculpas, Neville assistiu à aula de um rabino etíope excêntrico chamado Abdullah. Quando a aula terminou, Abdullah se aproximou e, tomando a mão de Neville, disse “onde você esteve? Você está há três meses atrasado!”. Surpreso, Neville perguntou “Como você sabia que eu viria?”, ao que Abdullah respondeu “os irmãos me disseram”.

Com Abdullah, Neville estudou a Cabala, uma forma judaica de misticismo, e obteve ideias luminosas para os livros da Bíblia. Ele desenvolveu uma nova abordagem para o problema do homem e seu relacionamento com o mundo pulsante de espíritos à sua volta.

Foi Abdullah que ensinou Neville a como usar a lei da consciência e a como ver a Bíblia psicologicamente. E, conforme Neville começou a ver o mundo como um mundo de imagem, projetado a partir de dentro, sua fé em si mesmo cresceu.

Em Fevereiro de 1930, Neville começou a dar palestras em New York. A primeira reunião, numa pequena sala de um prédio público onde apenas um punhado de pessoas compareceu, conforme crescia sua habilidade de oratória e ele ganhava confiança em sua mensagem, a mesma coisa ocorria com seu público.

O primeiro casamento de Neville foi de curta duração e ele permaneceu solteiro por vários anos até que um dia uma jovem designer sentou-se em sua audiência. Enquanto ela o escutava palestrar, ela disse a si mesma “esse é o homem com quem vou me casar”.

E quando eles se deram as mãos no final da palestra, Neville segurou a mão dela e disse a si mesmo “essa é a mulher com quem vou me casar”, e eles se casaram.

Foi um bom casamento. Eles se amavam profundamente, isso era óbvio, e dessa união nasceu uma filha.

Após o término da guerra, Neville começou a viajar, dando palestras em várias cidades grandes, do oeste a San Francisco. E, então, um dia ele soube que era o momento de deixar New York. Ele esperava se mudar para San Francisco, já que amava essa cidade cosmopolita, mas não seria assim.

Ele sabia até então que seu trabalho principal estava para ser feito em Los Angeles, então, pegando esposa e filha, a família Goddard se mudou para Los Angeles em 1955. Retornaram a New York no outono de 1956, voltando a Los Angeles em 1957.

Não tenho as datas, mas sei que durante os primeiros anos de 1950, Neville tinha seu próprio programa de televisão. Ele fez duas gravações fonográficas durante esses anos, que agora estão disponíveis em CD. Ele também debateu com equipes de ministros, padres e rabis em programas especiais de televisão.

Neville ensinava A Lei da Consciência em Los Angeles, no Theater Fox Wilshire, nas manhãs de domingo, para multidões tão grandes que as pessoas aglomeradas em pé do lado de fora para ouvir suas palavras. Ele também passava várias semanas a cada ano em San Francisco.

Foi em San Francisco, em 20 de Julho de 1959 que Neville despertou vendo a si mesmo selado numa tumba. Removendo uma pedra colocada ali, ele saiu de seu crânio assim como a criança vem do útero de sua mãe.

Desse momento em diante, as palestras de Neville mudaram. Tendo despertado do sonho da vida, a visão de mundo para Neville mudou. Ele sabia, conforme as visões vinham para ele daquele momento em diante, que a vestimenta que ele usava e respondia com seu nome, era simplesmente uma cobertura, escondendo seu ser imortal, verdadeiro, que era Deus, o Pai.

E ele tentou dizer a todos que o escutavam que eles não eram a ínfima máscara que usavam, mas um ser muito maior do que eles podiam sequer conceber que eram.

E desse dia em diante, até sua partida em 01 de Outubro de 1972, Neville, assim como o apóstolo Paulo, expôs-se da manhã à noite, testemunhando o Reino de Deus e tentando convencer a todos sobre Jesus, tanto pela lei de Moises quanto pelos profetas.

E alguns acreditavam, enquanto desacreditavam.

 

Margaret Ruth Broome
Do livro ‘O Milagre da Imaginação’

 Fonte: espacocriando.blogspot.com/2014/09/quem-foi-neville-goddard.html

BICHOS ESCROTOS – TITÃS – AO VIVO

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos escrotos
Venham enfeitar
Meu lar
Meu jantar
Meu nobre paladar!

Bichos!
Saiam dos lixos
Baratas!
Me deixem ver suas patas
Ratos!
Entrem nos sapatos
Do cidadão civilizado

Pulgas!
Que habitam minhas rugas
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos!
Baratas!
Ratos!
Cidadão civilizado!
Pulgas!
Oncinha pintada
Zebrinha listrada
Coelhinho peludo
Vão se fuder!
Porque aqui
Na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter

Bichos escrotos
Saiam dos esgotos
Bichos escrotos
Venham enfeitar
Meu lar
Meu jantar
Meu nobre paladar!

MEUS PENSAMENTOS’

FORTALECENDO-OS-SEUS-PENSAMENTOS
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Não perca nenhuma inspiração! Aproveite todos os estímulos, bons sonhos, tenha as melhores atitudes e tome as melhores decisões.

Orlando Oráculo

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Não molde-se ao mundo, molde-se ao ESPÍRITO de DEUS, que habita em você e ELE te elevará ao mais alto céu! Creia nisso!

Orlando Oráculo

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O criador do universo tem morada eterna em nossos corações, todos precisam saber disso e em qualquer local que estiverem!!

Orlando Oráculo

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O CRIADOR DO UNIVERSO ESTÁ CONTIGO!! AÍ DENTRO DO SEU CORAÇÃO E CHEIO DE AMOR PARA SEGURAR SEU MUNDO!!

Orlando Oráculo

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Cada um é aquilo que pensa ser!

Orlando Oráculo

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Acabei de beber uma latinha de veneno! Agora preciso beber muita água!

Orlando Oráculo

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Ciúmes é uma doença que precisa ser eliminada! Acredito que DEUS não seja ciumento, pois não podemos ter DEUS somente para satisfazer nossos desejos, mas sim o desejo de todos que tenham o amor de DEUS em seus corações. Ciúmes provoca medo e precisamos eliminar todo o medo.

Orlando Oráculo

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Sabe aquela pessoa que você pensa que é uma cobra? Aquela mesmo, que talvez você não conversa com ela, muito menos ela com você! Ela pode te amar profundamente e estar apenas querendo o seu bem!

Orlando Oráculo

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A pessoa que pensa que DEUS não está falando mais com ela, fale comigo e eu explico o que está acontecendo!

Orlando Oráculo

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Cuide desde já dos seus pensamentos, pois um dia você pode perder o controle de sua mente e todos saberão tudo que passa e passava por ela.

Orlando Oráculo

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Inferno, céu e paraíso! Onde ficam? Guerras interiores!

Orlando Oráculo

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Estou do lado daqueles que não amam ao dinheiro, há alguns grupos por aqui que não consigo descobrir o que amam e o que ocupa o primeiro lugar em seus corações, aí complica demais o nosso relacionamento!

Orlando Oráculo

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Antes que alguém pergunte qual o nome do meu mestre preferido, no momento só posso falar que ele é criador do universo! Não posso falar mais nada para não causar, ciúmes, discussões desnecessárias, partidárias e nenhum tipo de guerra! Trabalhamos pelo fim das guerras!!!

Orlando Oráculo

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Há pessoas que conseguem dominar a língua ou o que falam para evitar atritos, agora imagine-se dominando seus pensamentos de maneira parecida, não haverá atritos nem em seu interior.

Orlando Oráculo

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Ninguém tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo ou aquele que eu decidir que pode. Eu sou o que sou e serei o que serei conforme minhas decisões.

Orlando Oráculo

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Sinto que não fomos criados para o cemitério e sonho em não precisar passar por essa fase dessa vida. Sonho em não morrer, mesmo sabendo que isso pode acontecer a qualquer instante, mas se acontecer, sinto que não fui criado para morar no cemitério e penso que alguém vai me tirar de lá!

Orlando Oráculo

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A falsidade é tudo! Tudo de ruim que existe nesse sistema em que vivemos!

Orlando Oráculo

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Raso de mente e simplista de pensamento, ser ou não ser?

Orlando Oráculo

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Se for para fazer aqueles que não aceitam as diferenças de crenças, nacionalidades ou tradições tropeçarem, é melhor permanecer anônimo em relação a isso, dar apenas bons exemplos, para que tenham algum resultado na vida dessas pessoas e esperar que lá na frente elas aprendam a respeitar as diferenças!

Orlando Oráculo

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Muitas e muitas pessoas comuns se comportam pior do que os praticantes aplicados da politicagem!

Orlando Oráculo

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Unidade e igualdade, será que são as mesmas coisas? Se você tivesse que escolher apenas uma, qual seria mais importante?

Orlando Oráculo

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É o corrupto brigando com o corrompido! E a gente só assistindo!

Orlando Oráculo

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Alienação, nome que as pessoas inventaram para chamar todo aquele que tem uma opinião diferente, para não precisar conhecê-la e não conversar mais sobre o assunto! Mas quem será o verdadeiro alienado?

Orlando Oráculo

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Quem tem fé não fica pedindo coragem a todo momento, quem tem fé simplesmente vive, vive tomando atitudes conscientes e com certeza de que lá na frente vai dar tudo certo!

Orlando Oráculo

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Quem pensa muda a todo instante, pode ser para fazer coisas novas ou aquilo que você disse que nunca mais faria. O importante é pensar com amor e caridade.

Orlando Oráculo

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É possível que ainda hoje, Jeová use pessoas movidas pelo espírito santo. As coisas são conhecidas parcialmente e o propósito ainda não está completo para nossas vidas. Uma das maneiras de sabermos se estamos sendo movidos pelo espírito santo, é fazendo todas as coisas com amor e caridade, acreditando que aquilo que você pensa em praticar é possível de realizar-se.

Orlando Oráculo

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Se você pensa que com seu cargo e com sua profissão as coisas estão indo muito bem, então continue aí levando a vida sossegado!

Orlando Oráculo

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Pensar ou ser doutrinado? Eis uma questão que serve para tudo aquilo que lemos, assistimos e ouvimos! O que você pensa sobre o assunto?

Orlando Oráculo

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Em atitudes de amor agimos mais rápido do que qualquer coisa que já vimos, as mães entendem.

Orlando Oráculo

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Eu acredito no que tenho que fazer.

Orlando Oráculo

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O propósito da vida é viver.

Orlando Oráculo

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A mudança é um jogo que sempre será perigoso e é você que precisa decidir.

Orlando Oráculo

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 Se antes de fazer algo você pára e pensa se é certo ou errado, você ainda pode saber o que são valores morais.

Orlando Oráculo

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Você que ainda é novo, não seja infectado pelo sistema. Você que não é mais novo, veja até que ponto você está infectado e procure desinfectar-se!

Orlando Oráculo

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Deixe as promessas para aqueles que seguem tradições religiosas, para os escoteiros ou para qualquer outro que você sabe que também gosta de fazer promessas!

Orlando Oráculo

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É melhor tomar uma decisão equivocada do que nenhuma decisão, na dúvida decida-se e diga não! Se a oportunidade era boa, talvez ela bata em sua porta novamente de outra maneira e você terá uma segunda chance para decidir-se, dizendo sim!

Orlando Oráculo

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Não queremos cargos, queremos saúde e educação!

Orlando Oráculo

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A glória é de Deus, mas o dinheiro pode deixar com eles mesmos!

Orlando Oráculo

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Oração é um negócio muito bonito, tenho certeza que faz muito bem para aquela pessoa que faz com fé e dá resultados surpreendentes, é por isso que oro quando acho que é preciso, mas penso que há casos em que é necessário atitudes concretas para solucionar problemas! Precisamos de atitudes sólidas e perceptíveis aos sentidos!

Orlando Oráculo

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Quer serotonina e endorfina na veia? Ajude, faça o bem e ame as pessoas!

Orlando Oráculo

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O sistema de dominação existente nesse planeta é perfeito, mas em breve ele vai começar a falhar!

Orlando Oráculo

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Uma pessoa sábia é pacífica, cheia de misericórdia, de bons frutos e pronta para obedecer àquilo que for sem parcialidade e sem hipocrisia.

Orlando Oráculo

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O que falta é união por parte dos moradores e dos políticos! Se as pessoas fossem conscientizadas a participarem das discussões e decidirem o que fazer em alguns problemas, talvez nem precisaríamos ir atrás do governo para resolvê-los, mas sim para pedir redução nos impostos ou para dizer onde queremos que sejam usados!

Orlando Oráculo

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O amor vence tudo e é ele que vai surpreender muita gente!! Lá na frente eu vou ver gente falando assim: “Você não era gay? O que está fazendo aí e eu aqui?” Daí ele vai responder assim: “Sim, mas o amigo que me trouxe aqui ensinava sobre amor e eu entendi, mas você pensava que ele ensinava sobre ódio e não entendeu!

Orlando Oráculo

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Quem confiar no dinheiro ficará profundamente desapontado!

Orlando Oráculo

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Quando eu era mais novo, tratava mulher como se fosse sagrada e continuo pensando que isso não é errado!

Orlando Oráculo

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Com a tecnologia que temos hoje em dia, podemos ficar anônimos aos olhos da maioria e, com ALGUMAS pessoas melhorar o mundo de dentro do nosso quarto, sentado na nossa cama, debaixo da nossa coberta ou encostadinho tranquilo no nosso travesseiro

Orlando Oráculo

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Melhor não assemelhar-se aos que praticam males, pois um dia todos serão destruídos ou se destruirão!

Orlando Oráculo

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A vontade de Jeová para nossas vidas é perfeita e agradável, como a que ele tem para o reino dele. Muitas coisas que acontecem nesse mundo não estão de acordo com a vontade de Jeová, não diga em tudo que acontece em sua vida ou na vida de seus queridos que foi vontade dele.

Orlando Oráculo

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Não dá mais para fazer reuniões para resolver problemas, existem coisas que precisam ser resolvidas em tempo real! Os governantes precisam saber disso!

Orlando Oráculo

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Quando os meios de comunicação pararem de ser gananciosos, não se venderem por dinheiro e informarem honestamente. Quando os governantes também não se venderem por dinheiro e trabalharem honestamente, nosso país será melhor. São coisas que penso ser muito difíceis de acontecer, mas não são impossíveis!

Orlando Oráculo

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Pelo jeito que as coisas estão neste mundo, se eu morrer vou levar todos os meus segredos comigo!

Orlando Oráculo

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O problema de conversar com pessoas ignorantes é que geralmente elas não dão espaço para você dizer uma palavra.

Orlando Oráculo

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Uns querem respeito, outros não querem o preconceito!! Que tal todos praticarmos as duas coisas? Aí não haverá mais problemas!

Orlando Oráculo

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PREPARE-SE PARA APRENDER A VIVER EM COLETIVOS

SOBRE ANIMAIS

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NUNCA, NUNCA, NUNCA VEJA PORNOGRAFIA

PROTETORES DE ANIMAIS DO CAMPO GRANDE – CAMPINAS

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CUIDE DESDE JÁ DE SUA MENTE

“QUAL A TUA OBRA”

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CADA UM É AQUILO QUE PENSA SER – https://www.facebook.com/orlandotandrade/posts/779406792107294?pnref=story

OLAVO DE CARVALHO, OFERTAS E COMUNISMO

John Legend – Ordinary People

Sei que me portei mal! E nós ainda temos oportunidade de crescer! E apesar de que o amor às vezes machuque, eu ainda coloco você em primeiro lugar! E nós faremos com que dê certo! Somos apenas pessoas comuns, não sabemos que caminho tomar, pois somos apenas pessoas comuns! Talvez devêssemos ir com calma! Dessa vez iremos com calma! Ir com calma! Às vezes é o paraíso na terra! Talvez a gente viva e aprenda! Talvez você fique, talvez vá embora! Talvez você retorne! Talvez devêssemos ir com calma! Ir com calma! Dessa vez iremos com calma!

ENTREVISTA COM LUC FERRY

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Para o filósofo Luc Ferry, se ficamos tão chocados com casos como o da menina Isabella, é porque amar a família é uma novidade radical na nossa história

por Rita Loiola,

 

O filósofo Luc Ferry é o oposto do que geralmente se associa a um intelectual francês. Seus livros são fáceis de ler – estão sempre na lista dos 10 mais vendidos na França. Os títulos lembram a auto-ajuda (Aprender a Viver, O Que É uma Vida Bem-Sucedida ou Famílias, Amo Vocês), mas tratam apenas de questões-chave da história da filosofia. “Minha questão é saber como o ser humano pode viver melhor, e isso só a filosofia é capaz de responder”, diz. Além de escrever best sellers, Luc Ferry milita na direita francesa, ao contrário de muitos dos seus colegas intelectuais. Membro do atual governo do presidente Nicolas Sarkozy, ele era ministro da Educação em 2004, quando a França criou polêmica ao proibir que as crianças usassem símbolos religiosos na escola – lei que afetou sobretudo jovens muçulmanas que usavam véu. Ele também não é um intelectual pessimista, mas um entusiasta da maneira de viver e pensar do Ocidente. Se o Brasil e o mundo ficam escandalizados com a morte da menina Isabella ou o caso do austríaco que praticou incesto com a filha durante 28 anos, Ferry diz que nunca amamos tanto nossa família. Numa tarde quente de primavera em Paris, o filósofo explicou por que o amor à família é a novidade na história que define o mundo de hoje.

No livro Famílias, Amo Vocês, lançado este mês no Brasil, você diz que os pais nunca amaram tanto os filhos. No entanto, estamos todos chocados com o caso de uma menina que foi jogada pela janela do 6º andar. E, na Áustria, veio à tona um caso de incesto que durou 28 anos. Esses episódios não o contradizem?

Não. Já ouvi falar dezenas de vezes desse caso da garota Isabella, e estamos todos chocados, tanto quanto com o caso de incesto da Áustria. O importante é que, hoje, esses episódios deixam a maior parte da população escandalizada. Analisando historicamente, percebemos que nem sempre as pessoas ficaram chocadas com histórias como essas. Até o século 18, antes do nascimento da família moderna, cerca de 30% das crianças eram abandonadas. No norte da França, as mortes chegavam a 90% no primeiro ano de vida. Na Idade Média, a morte de uma criança era menos importante que a perda de um cavalo. Existiam diferenças em relação ao primogênito, mas, em geral, as crianças simplesmente eram abandonadas para morrer. A situação mudou completamente. E, no futuro, a família deve se tornar ainda mais importante.

Por quê?

Porque o ser humano é uma das últimas coisas sagradas hoje em dia. Na história, o sagrado (aquilo pelo qual somos capazes de arriscar nossa vida) mudou muito. Os europeus já morreram por 3 grandes motivos: Deus, a pátria e a revolução. Nos últimos séculos, houve mortes maciças em guerras de religião, nacionalistas e guerras revolucionárias. Esses motivos desapareceram. Os jovens ocidentais de hoje não são capazes de morrer nem pela pátria, nem por Deus, nem pela revolução. Acabou.

Mas ainda existe quem morreria por um ideal, como os homens-bomba ou os terroristas bascos. Não?

Existem os extremismos políticos, mas acredito que, entre os ocidentais, nem mesmo os 5% de extrema direita ou esquerda morreriam por um ideal. No entanto, os únicos seres pelos quais seríamos capazes de arriscar nossa vida são os outros seres humanos – nossos filhos, nossos amigos ou mesmo pessoas que passam por situações graves de miséria, como os famintos da África e os movimentos humanitários que tentam salvá-los. O sagrado não desapareceu, ele só mudou de lugar e se encarnou na humanidade. Passamos da transcendência vertical – Deus, pátria, as grandes utopias – para a transcendência horizontal – os homens. Na minha opinião, trata-se de uma grande mudança. É uma maravilha não morrer por motivos estúpidos, e sim para salvar outros seres humanos. Muita gente acha que o fim das utopias é uma tragédia. Para mim, é uma coisa formidável.

Como o fim dos ideais influencia a política hoje?

No Ocidente, faz com que a política, em vez de ser um fim em si mesma, seja um auxílio para a vida privada. Hoje em dia, as pessoas pedem que nós, políticos, sejamos um instrumento do desenvolvimento da família. Não trabalhamos a serviço da glória do país ou da revolução, mas a serviço dos cidadãos. É uma mudança de foco imensa. Com ela, surgem problemas novos, como a preocupação com as gerações futuras. Vem daí o interesse pela ecologia e também pela dívida pública – questões para resolvermos a longo prazo. Temos que dar conta desses problemas não para contribuir para a grandeza do país, mas porque não queremos deixar um mundo pior para nossos filhos.

Essa preocupação com a família é um dos aspectos do que você chama de “novo humanismo” do mundo moderno ou “sabedoria do amor”?

Exatamente. O mundo de hoje é marcado por relações amorosas que têm uma origem muito recente. Antes do capitalismo, as pessoas se casavam à força e nunca por amor. O casamento tinha duas funções: manter a linhagem familiar e tocar a vida rural – fazer a roça, construir cercas para os animais, preparar a comida e até fazer as próprias roupas. Com o capitalismo, surge o povo assalariado e o mercado de trabalho. As mulheres saem da roça para trabalhar nas cidades, vão ser operárias, domésticas em casas burguesas e se descobrem como indivíduos. Largam a bolha em que viviam e descobrem duas liberdades: o anonimato – ninguém mais as vigia – e o salário, um pouco de dinheiro que significa a autonomia material. Coloque-se no lugar dessa moça que escapa do olhar da família e do padre da vila: é uma liberdade formidável! Essa mulher passa a se recusar a ser casada à força. Ela vai querer “se” casar – e com alguém de quem ela goste. Surge assim o casamento por amor, e desse casamento vem o amor pelos filhos e depois a sacralização das pessoas. Foi assim que o amor familiar virou um grande traço que nos define hoje em dia.

Então é o amor que dá sentido à vida hoje?

Sim. O amor é uma das poucas coisas absolutas, indiscutíveis hoje em dia. E a única coisa capaz de dar sentido à vida é o absoluto. Antigamente, o valor absoluto era uma coisa transcendente, ou seja, superior a nós, como Deus e a eternidade. O valor absoluto caía do céu. Mas agora ele está em nós, o que eu chamo de uma “transcendência na imanência”. É mais ou menos como quando alguém se apaixona: ele descobre a transcendência do outro, mas consciente de que o sentimento foi criado dentro de si. A verdade não é mais descoberta hoje sob argumentos autoritários, superiores, mas na sua parte mais íntima – o coração.

Alguns psicólogos dizem que estamos obcecados pela felicidade e pela realização pessoal. Essa busca por felicidade do mundo moderno pode nos levar a mais decontentamento?

Bem, você gostaria de voltar aos séculos passados onde essa felicidade não existia? Se não gostaria, é preciso aceitar que a vida moderna, democrática e livre tem um custo, que é fazer e até mesmo inventar a vida sozinho, arranjar um sentido para a própria vida. Certamente não devemos pensar que a vida deve ser sempre feliz e despreocupada. Pessoas que tentam viver como se a vida pudesse ter nenhum sofrimento lembram um animal – digamos, um coelho – que vive sem imaginar que há um caçador por perto para estragar a festa. Kant, o filósofo alemão, diz que se a Providência quisesse que fôssemos felizes não teria nos dado a inteligência. Nunca conseguiremos ter uma vida totalmente despreocupada. O ser humano tem problemas, tem medos que o fazem diferente de um coelho que brinca inocentemente.

Os títulos de seus últimos livros parecem tirados de manuais de auto-ajuda, mas falam somente sobre questões filosóficas cruciais. A filosofia pode nos ajudar a viver melhor?

Sim. Quando a filosofia surgiu, na Grécia, era uma “aprendizagem sobre a vida”, e não um discurso chato, como hoje. Naquela época, as escolas de filosofia passavam como lição de casa exercícios para os alunos viverem melhor e mais livres. Por isso, um dos meus livros têm o título Aprender a Viver, que é uma frase de Sêneca, o filósofo estóico grego. Só depois da vitória do cristianismo sobre a cultura grega que a filosofia vira questão religiosa e acadêmica. Quando a religião cristã se sobrepõe à filosofia, principalmente a partir da Idade Média, e toma para si a questão da “aprendizagem da vida” ou do “saber viver”, a filosofia fica esvaziada de seu objetivo principal e se transforma em um estudo abstrato e puramente teórico. Apesar de a vida na Grécia e no século 21 serem bem diferentes, os problemas do ser humano são parecidos. Como os gregos, nós hoje achamos que uma vida mortal bem-sucedida é melhor que ter uma imortalidade fracassada, uma vida infinita e sem sentido. Buscamos uma vida boa para quem aceita lucidamente a morte sem a ajuda de uma força superior.

Mas atualmente ajudar a viver melhor não é papel da psicologia?

O projeto da filosofia e da psicologia é igual – salvar o ser humano dos seus medos. Mas os caminhos são bem diferentes. Acho que a psicologia nos diz “como” e a filosofia responde “por que”. A psicologia acalma e a filosofia mostra o sentido.

 

A escola e a religião

Na breve passagem de Luc Ferry pela política,como ministro da Educação, entre 2002 e 2004, seu ato mais polêmico foi proibir que os alunos usassem símbolos religiosos nas escolas. A lei valia para todas as religiões, mas provocou a ira de muçulmanos residentes na França que obrigam as filhas a usar lenços na cabeça. Os críticos afirmaram que a “lei do véu” era um atentado à livre expressão religiosa. Já quem apoiou a proibição a considerou uma proteção aos direitos humanos do Ocidente. Para Luc Ferry, o fato por trás da polêmica do véu é a ausência de deveres na sociedade. “O homem de hoje está convencido de que tem muitos direitos, mas é inconsciente de seus deveres. Isso fica bem visível no sistema educacional. Se a escola é laica, não há por que utilizar símbolos religiosos ostensivos”, diz ele. Mas o Estado laico não permite liberdade religiosa? Ferry prefere fugir dessa pergunta e explicar o conflito de etnias da França. “Temos em nosso território a comunidade muçulmana mais importante da Europa e o 3º maior grupo judeu do mundo (depois de Israel e dos EUA). Depois da 2ª Intifada, em 2001, as crianças das duas comunidades começaram a brigar. Houve, entre 2001 e 2004, um aumento de 200% de ações anti-semitas na França. O governo decidiu, então, proibir não os símbolos religiosos discretos, mas os agressivos, militantes”, diz ele.

Luc Ferry

• Tem 57 anos e 3 filhos.

• Preside o Conselho de Análises da Sociedade, órgão ligado à Presidência da França.

• Gosta de jogar tênis e viajar no ano passado, visitou o Brasil e ficou fascinado pela cidade de Salvador (BA).

• Seu escritório se destaca pela bagunça: a mesa do computador e a da sala de reuniões são repletas de livros e folhas espalhadas. 

Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/entrevista-luc-ferry-447617.shtml

O QUE É FUNDAMENTALISMO?

FUNDAMENTALISMO

Ao Pé da Letra

É o termo usado para se referir à crença na interpretação literal dos livros sagrados. Fundamentalistas são encontrados entre religiosos diversos e pregam que os dogmas de seus livros sagrados sejam seguidos à risca.

O termo surgiu no começo do século 20 nos EUA, quando protestantes determinaram que a fé cristã exigia acreditar em tudo que está escrito na Bíblia. Mas o fundamentalismo só começou a preocupar o mundo em 1979, quando a Revolução Islâmica transformou o Irã num Estado teocrático e obrigou o país a um retrocesso aos olhos do Ocidente: mulheres foram obrigadas a cobrir o rosto e festas, proibidas. “Para quem aprecia as conquistas da modernidade, não é fácil entender a angústia que elas causam nos fundamentalistas religiosos”, escreveu Karen Armstrong no livro Em Nome de Deus: o Fundamentalismo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo.

Os ataques de 11 de setembro, organizados pelo grupo Al Qaeda, reacenderam a preocupação contra fundamentalistas e criaram 2 mitos freqüentes: o de que todo fundamentalista é muçulmano e terrorista. “Poucos grupos apelam para a violência”, diz o antropólogo Richard Antoun, autor de Understanding Fundamentalism: Christian, Islamic and Jewish Movements (“Entendendo o Fundamentalismo: Movimentos Cristãos, Islâmicos e Judaicos”, inédito no Brasil). Conheça, ao lado, alguns grupos fundamentalistas espalhados pelo mundo.

 

Grupos judaicos

Kach Kahane Chai

Objetivo: Restabelecer os territórios judaicos como determina a Torá e expulsar os palestinos da região.

Modo de agir: Atentados terroristas em Israel. Em 1994, Baruch Goldstein, seguidor do Kach, matou 29 palestinos que rezavam na Caverna dos Patriarcas, em Hebron.

Neturei Karta

Objetivo: Oposição ao sionismo. O grupo acredita que Israel é obra de Satã e que judeus não devem se envolver em política ou luta armada, só em assuntos espirituais.

Modo de agir: Boicote. Em 1948, quando o Estado de Israel foi criado, o grupo proibiu todos os seus membros de participarem de eleições, recusou subsídios governamentais para suas escolas e jurou que não entraria em nenhuma instituição governamental. No ano passado, quando o líder da Autoridade Palestina Iasser Arafat morreu, membros do Naturei Karta visitaram o túmulo dele. Muitos membros do grupo apóiam a criação de um Estado palestino.

Satmar

Objetivo: Oposição ao sionismo. É um dos maiores grupos ultra-ortodoxos existentes hoje. Surgido na Romênia, vê o Estado de Israel como profanação. Acredita que o povo eleito deve sofrer a punição do exílio e não tomar iniciativas para se salvar, confiando na vontade de Deus.

Modo de agir: Encoraja os seguidores a criarem comunidades fora de Israel. O líder do grupo, rabino Joel Teitelbaum, culpa os sionistas pelo Holocausto, pois “atraíram a maioria dos judeus para uma hedionda heresia, como nunca se viu desde a criação do mundo”. 

Grupos islâmicos

Partido Frente Islâmica de Salvação

Objetivo: Fundar uma república islâmica regida pelas leis do Alcorão na Argélia.

Modo de agir: Política. Em 1991, o partido iria ganhar as eleições, mas o governo interrompeu o processo eleitoral. A medida gerou revolta entre os muçulmanos e uma guerra civil durante toda a década de 1990. Deste conflito, surgiram os grupos fundamentalistas Exército Islâmico da Salvação e Grupo Armado Islâmico.

Al-Gama·a al-Islamiyya

Objetivo: Pela guerra santa, fazer do Egito um Estado islâmico.

Modo de agir: Ataques terroristas, em especial contra turistas. “O turismo é uma praga. As mulheres vêm vestidas em roupas provocativas para despertar o desejo dos fiéis”, disse o líder Omar Abdel Rahman a um jornal israelense em 1993. Em 1997, o grupo matou 58 pessoas que visitavam o templo de Hatshepsut, um dos principais pontos turísticos do país. Também já cometeu um ataque contra o presidente egípcio Hosni Mubarak, em 1995.

Abu Sayyaf

Objetivo: O grupo, ligado à Al Qaeda, quer criar um Estado islâmico nas Filipinas.

Modo de agir: Ataques terroristas. É acusado de ter matado 100 pessoas no ataque a um barco, em fevereiro de 2004. No dia 14 de fevereiro deste ano, dia dos namorados nas Filipinas, 3 atentados à bomba mataram 11 pessoas. Os ataques seriam um presentinho para a presidente Gloria Arroyo. 

Grupos cristãos

Pró-vida de Anápolis

Objetivo: Combater o aborto em qualquer caso, o homossexualismo e o uso de preservativos.

Modo de agir: Campanhas e lobbies junto a vereadores e deputados. O grupo luta contra ações judiciais que permitem certos tipos de aborto e é reconhecido como entidade de utilidade pública por uma lei municipal de Anápolis.

Christian Voice (Voz Cristã)

Objetivo: Analisar os acontecimentos atuais sobre a ótica da Bíblia, unir Igreja e Estado na Inglaterra. “Abençoada é a nação em que Deus é o senhor”, informa o site do grupo.

Modo de agir: Manifestações de oposição à União Européia e ao divórcio, ataques a clínicas de aborto e promoção da cura de homossexuais. No começo do ano, o grupo fez uma manifestação contra a tevê britânica BBC por ter apresentado o musical Jerry Springer – The Opera em que Jesus, Maria e Deus são convidados de um programa de entrevistas no inferno e Jesus diz que é gay. Telefones de funcionários da BBC foram divulgados no site do grupo para quem quisesse reclamar pessoalmente.

Universidade Bob Jones

Objetivo: Formar profissionais preparados para seguir Cristo, independentemente da carreira.

Modo de agir: Os estudantes são obrigados a participar de um curso bíblico por semestre. Proíbe namoros entre estudantes de raças diferentes e expulsa alunos homossexuais.

Por Adriana Küchler,  em Superinteressante

Documentário: Paradise or Oblivion (Paraíso ou Esquecimento)

Paradise or Oblivion (Paraíso ou Esquecimento) é um documentário desenvolvido pelo Projeto Vênus, de Jacque Fresco – um visionário engenheiro social, futurista, inventor e engenheiro industrial. O Documentário trata sobre como a sociedade caminha para o colapso social e econômico, conforme foi estabelecida ao passar dos anos.

O diretor inicia mostrando tudo o que há de controverso na sociedade e como o governo lida com o dinheiro, impostos e no investimento em guerras. É como se as guerras fossem necessárias para que a economia do país progrida. Algo que todos deveríamos nos questionar!

Simplesmente nada pode ser feito sem dinheiro. Não se bebe uma água e não se alimenta sem dinheiro e os sistemas de trocas e produção comunitária ficaram praticamente obsoletos. Temos recursos em abundância, mas de que adiantam quando a bolsa quebra, por exemplo? As fábricas ficam repletas de produtos sem que as pessoas tenham condições de comprar. Nosso sistema é totalmente falho e faz com que fiquemos dependentes do mesmo.

É por esse motivo que Jacque Fresco traz uma nova proposta, onde haveria uma sociedade de oportunidades e com fartura de alimentos, recreação, roupas, meios de transportes, novas tecnologias e acesso ao conhecimento. Não haveria dinheiro e tudo seria provido para todos.

01

Esse novo estilo de vida, oferecendo lazer e recreação, também ampliaria o conhecimento e a criatividade de todos. A medida do sucesso seria a satisfação dos interesses pessoais no lugar da aquisição de riqueza e objetivos egocêntricos. Uma economia baseada em recursos não só mudaria o ambiente para torná-lo limpo, eficiente e agradável, mas introduziria um novo sistema de valores apropriado à direção e metas da inovadora abordagem social.

02

Liberado o acesso à educação e aos recursos, não haveria limite para o potencial humano. Todos teriam liberdade para procurar qualquer área de desafio construtivo que escolhessem sem terem as limitações econômicas que hoje são enfrentadas. O objetivo seria criar uma sociedade sustentável de preocupação ambiental e abundância.

03

Para finalizar o documentário, Jacque Fresco faz as seguintes observações – “Tudo isso pode ser construído com o que sabemos hoje. Levaria 10 anos para transformar a superfície da Terra. Para reconstruir o mundo como um segundo Jardim do Éden. A escolha é sua. A estupidez de uma corrida armamentista nuclear, o desenvolvimento de armas tentando resolver seus problemas politicamente. Elegendo este ou aquele partido político. Todos os políticos estão imersos em corrupção. Vou repetir: comunismo, socialismo, fascismo, democratas, liberais. Não há problemas de negros, poloneses ou judeus, problemas de gregos ou mulheres. Há problemas humanos.”

Aproveite e confira este documentário logo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=PoJyb1R9U4s

Conheça também o Projeto Vênus – www.thevenusproject.com

Fonte: Editorial Ciências Paralelas

Georg W. F. Hegel

Filósofo alemão

Georg W. F. Hegel

27/8/1770, Stuttgart, Alemanha
14/11/1831, Berlim, Alemanha

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
ReproduçãoHegel lecionou em Heidelberg e foi reitor da Universidade de Berlim

Durante sua juventude, quando estudou no seminário de Tübingen e foi colega de classe deHölderlin, Georg Wilhelm Friedrich Hegel adquiriu conhecimento perfeito da filologia clássica, sobretudo da língua grega. Depois de alguns anos trabalhando como preceptor em famílias ricas, habilitou-se como docente livre em Jena (1801).

Durante seu período em Tübingen, Hegel preparou-se para a carreira eclesiástica e seus primeiros escritos trataram de assuntos teológicos. Ao deixar o seminário, porém, afasta-se da religião e os trabalhos que produz refletem a influência de Kant. Nunca deixará, no entanto, de se preocupar com as questões religiosas.

Além do interesse pelo problema religioso, Hegel sempre se preocupou com as questões políticas. Ele dizia que “a leitura dos jornais é uma espécie de oração da manhã realista”. Em 1802, escreveu um trabalho sobre a constituição da Alemanha. A última obra que publicou em vida, Princípios da filosofia do direito, sistematiza suas idéias a respeito da sociedade e do Estado.

De 1807 a 1808, Hegel foi diretor de um jornal em Bamberg, e de 1808 a 1816, diretor do ginásio em Nuremberg. Tornou-se, então, professor da universidade de Heidelberg e, em 1818, foi chamado para Berlim, ocupando a cátedra de filosofia, vaga desde a morte de Fichte.

Hegel tinha grande talento pedagógico, mas era mau orador e pior estilista. Tampouco tinha qualquer atração pessoal, parecendo um pequeno-burguês tranqüilo e às vezes sonolento, “o espírito do mundo em robe-de-chambre“, segundo alguns de seus contemporâneos. Mas exerceu influência enorme e seus discípulos dominaram todas as universidades da Alemanha.

No que se refere aos fatos históricos, a Revolução Francesa e o advento deNapoleão são os acontecimentos capitais na vida de Hegel, para quem a Revolução é a tentativa de restauração da cidade antiga – o triunfo da razão e da liberdade, a construção do real de acordo com o pensamento – e Napoleão é “a alma do mundo”, a individualidade superior que, perseguindo apaixonadamente seu objetivo, é agente “de um fim que constitui uma etapa na marcha progressiva do Espírito Universal”.

Hegelianismo

O sistema filosófico criado por Hegel, o hegelianismo, é tributário, de modo especial, da filosofia grega, do racionalismo cartesiano e do idealismo alemão, do qual representa o desfecho e a realização mais complexa.

De Heráclito de Éfeso, Hegel herda a idéia de dialética, entendida como estrutura da realidade e do pensamento. De Aristóteles, aceita três noções capitais: a do universal, imanente e não transcendente ao individual (antiplatonismo); a do movimento, ou de vir-a-ser, como passagem da potência para o ato; e, finalmente, a das relações entre a razão e a experiência, cuja necessidade interna deve ser revelada pelo pensamento.

Do racionalismo cartesiano, Hegel aceita a idéia da racionalidade do real, ou da consciência das res cogitans (coisa pensante) com a res extensa (coisa material); e do spinozismo, em particular, a intuição de que qualquer afirmação é uma negação, proposição de “importância capital”, segundo Hegel.

Do criticismo kantiano, base e ponto de partida da moderna filosofia alemã, Hegel herda, de modo especial, a distinção entre o entendimento e a razão e a idéia de uma lógica transcendental que, remontando às origens do conhecimento, considera os conceitos a priori, em relação aos objetos, formula as regras do pensamento puro e vincula as categorias à consciência de si, ao eu subjetivo.

De Fichte, Hegel aceita a noção de dialética como processo de afirmação, negação e negação da negação, na síntese; e de Schelling, a noção do idealismo objetivo e da identidade do sujeito e do objeto, na consciência do absoluto.

O hegelianismo é um sistema, uma construção lógica, racional, coerente, que pretende apreender o real em sua totalidade. Antes de construir seu sistema, porém, Hegel escreveu a Fenomenologia do espírito. Essa obra, embora seja um resumo fenomenológico do hegelianismo, é também uma propedêutica ou introdução ao sistema criado por Hegel.

O hegelianismo é o último dos grandes sistemas filosóficos do Ocidente. Ele exerceu decisiva influência na formação da Teoria da Práxis e do existencialismo.

Fontes:
Huisman, Denis – Dicionário dos Filósofos, Martins Fontes, São Paulo, 2001.

Abbagnano, Nicola – Dicionário de Filosofia, Martins Fontes, São Paulo, 2000.

Law, Stephen – Filosofia (Guia Ilustrado Zahar), Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro, 2009.

Nas estrelas

Nas estrelas vejo a Sua mão
E no vento ouço a Sua voz
Deus domina sobre o céu e o mar
O que Ele é prá mim

Eu sei o sentido do natal
Pois na história tem o seu lugar
Cristo veio para nos salvar
O que Ele é prá mim
Até que um dia Seu amor senti
Sua imensa graça recebi,percebi então que Deus
Não vive longe lá no céu,
Sem se importar comigo
Mas agora ao meu lado está,
Cada dia sinto o seu cuidar
Ajudando-me a caminhar
Tudo Ele é pra mim, tudo Ele é prá mim
Tudo é Jesus pra mim